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BARACK OBAMA, A CRISE FINANCEIRA MUNDIAL E A AMEAÇA MUÇULMANA.

Já há quase um ano, foi deflagrada uma crise mundial que para os especialistas na área só pode ser comparada à de 1929, quando houve uma recessão de proporções nunca vista até então.
A origem da crise, dizem, foi a especulação imobiliária, onde milhares de casas foram construidas e as próprias casas foram dadas como garantia do crédito. Milhares compraram, os preços subiram até que chegou a um ponto que ninguém mais podia comprar, ai tudo desmoronou.
Como as pessoas refinanciavam as suas casas e usavam o dinheiro para mais gastos, dessa vez com jóias e outros, o valor da dívida tornou-se impagável, chegando as casas a valer mais do que qualquer proprietário poderia pagar.
Bancos sólidos e centenários começaram a quebrar, a insegurança tomou conta do mercado e por consequência, todas as bolsas do mundo começaram a operar em baixa, dai pra frente a rotina se repete.
Mas onde está a origem do problema nisso tudo? Cremos que o problema todo tem uma só origem: a Ganância.
Os valores da nossa sociedade foram trocados, hoje, os grandes grupos de mídia ao redor do mundo estão apostando na vitória do democrata Barack Obama. Qualquer notícia sobre o candidato Republicano John McCain é minimizada, a não ser que seja denegrindo a sua imagem ou a imagem do partido. De cada dez notícias, oito são sobre Obama, e isto em qualquer canal de televisão, desde a Islândia à Terra do Fogo.
O que os partidários de Obama não dizem é que os maiores inimigos dos EUA estão torcendo declaradamente pra vitória dele. Dentre esses inimigos estão o Hamas, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, Hugo Chaves, Evo Morales, Fidel Castro e todos os esquerdistas, só por isso, percebe-se, que se Obama for eleito, será a pior desgraça para o mundo. Se esquerdistas anti-americanos e muçulmanos radicais estão torcendo pra ele, isso implica que será ruim para a sociedade mundial.
Voltemos então pra origem da crise, a Ganância.
A Bíblia nos ensina em I Tm 6: 6 -11, a forma certa de vida que agrada a Deus e a ganancia não é um estilo de vida apropriado para um indivíduo ou uma sociedade, as consequência são funestas, senão vejamos a explicação do apóstolo Paulo: *Qual o Lucro REAL? O que é que realmente conta em nossas vidas? (v. 6 – “De fato, grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento”): é a devoção a Deus (piedade); é o contentamento nas coisas de Deus. Quando colocamos as questões materiais como prioritárias em nossas vidas, estamos desviando o foco da nossa existência, a razão do nosso ser. Estamos no caminho da decepção, da amargura, da tristeza, pois a nossa confiança estará em coisas que não têm lastro real. Deus é alicerce seguro, em qualquer situação. Somos peregrinos nessa Terra (v. 7 – “Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele”): é verdade que Deus nos concede bênçãos materiais, mas nada levamos deste mundo. Quando temos essa percepção, nos tornamos menos apegados às coisas materiais; compreendemos a razão do lucro real que ele vem falando. Devemos viver com frugalidade (v. 8 – “Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes”): Desejemos as coisas básicas da vida e não seremos frustrados em nossas expectativas; essas nos são prometidas por Deus, como fruto de seu amor e benevolência (Mateus 6.28-32), pois ele sabe que precisamos delas. Mas as coisas do chamado “mercado de luxo”, são, realmente, necessárias? Onde está a base de nossa alegria? Nas coisas materiais, nos ganhos financeiros para comprarmos mais coisas? A cobiça é um pecado muito perigoso (v. 9 – “Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição”): O desejo da riqueza leva a tentações; essas tentações são ciladas, armadilhas, aprisionam e tiram a liberdade. A cobiça é campo gerador de novos desejos insanos (concupiscências insensatas), que são maus em si mesmos (perniciosos); tudo isso, termina por afogar as pessoas na ruína e na perdição. Cuidado com o amor do dinheiro (v. 10 – “Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores”): Esse amor é raiz de todos os males. Note que a raiz não é o dinheiro em si – um meio de interação social e transação de ativos, mas o amor, o apego ao dinheiro. A cobiça leva ao desvio da fé, pois a confiança passa a ser exercitada no dinheiro, no poder, em vez de em Deus. O resultado dessa inversão, desse apego, é muito sofrimento e tormento para aqueles que caem nessa armadilha. Devemos, portanto, fugir de tudo isso (v. 11 – “Tu, porém, ó homem de Deus, foge destas coisas; antes, segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão”): Nosso dever é seguir a justiça, as coisas certas, apropriadas. Isso implica na existência de padrões, de absolutos, da distinção entre verdade e mentira. Ele repete que devemos seguir, em adição, a devoção a Deus (piedade). O outro alvo é a fé (a confiança em Deus, somente), seguido do amor e da constância. O servo de Deus firma-se na constância e estabilidade de Deus, portanto, não deve oscilar entre duas posições. Não deve se sobressaltar com as circunstâncias; não deve assustar aos seus. Por último, temos a mansidão como alvo. Não devemos nos exasperar, ou nos irritar com as circunstâncias. Em Deus encontramos a fonte de nossa mansidão. Outros alertas contra cobiça: Existem muitos outros trechos que alertam contra a cobiça, contra a avareza, contra o apego ao dinheiro. Todos esses são pertinentes alertas aos dias que atravessamos, por exemplo: Colossenses 3.5 Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria. Lucas 12.15 Então, lhes recomendou: Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui. Salmo 10.3 Pois o perverso se gloria da cobiça de sua alma, o avarento maldiz o SENHOR e blasfema contra ele. 4. Outros ensinamentos, na Bíblia, sobre questões econômicas: Mas é verdade, também, que o ensino da Bíblia nas questões econômicas é muito mais amplo do que isso. Numa era onde temos a propensão a concentrar os nossos olhos nos que nos cercam, em vez de em nossas atitudes, temos, por exemplo, um alerta contra inveja da prosperidade alheia, indicando que essa atitude nos leva perto da queda: Salmo 73.2-3 Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos. 3 Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos.Temos a reafirmação do direito de propriedade, e o oitavo mandamento, “não furtarás” (Êxodo 20.15) é o fundamento disso. Temos até indicação de que o ato de investir e multiplicar o capital não é errado em si, em duas parábolas relatadas em Mateus 25.14-30 e Lucas 19.11-27 (sabemos que o propósito das parábolas era o de ensinar que Deus nos colocou nesse mundo de incertezas para fazer a obra dele, do Seu Reino, mas ele ensina isso mostrando a propriedade da interação com as atividades financeiras e comerciais do dia-a-dia). Nessas parábolas é mencionada até a propriedade de colocar o dinheiro na mão de bancos e de banqueiros (Mateus 25.27 e Lucas 19.23: “cumpria, portanto, que entregasses o meu dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com juros o que é meu”; e “por que não pusestes o meu dinheiro no banco? E então, na minha vinda, o receberia com juros”). Entretanto, é interessante observar, que colocar no banco era o pior tipo de investimento – o melhor era fazer o capital trabalhar produtivamente.A verdade é que Deus construiu, igualmente, alguns princípios inexoráveis de causa e efeito, entrelaçando a moralidade e ética com economia. Quando esses princípios são quebrados, o pedágio é cobrado com intensidade avassaladora. Em Deuteronômio 28.15 lemos: “Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do SENHOR, teu Deus, não cuidando em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos que, hoje, te ordeno, então, virão todas estas maldições sobre ti e te alcançarão”. E, mais adiante, vejam as conseqüências (28.43-44): “O estrangeiro que está no meio de ti se elevará mais e mais, e tu mais e mais descerás. 44 Ele te emprestará a ti, porém tu não lhe emprestarás a ele; ele será por cabeça, e tu serás por cauda”. Adam Smith em seu tratado “A Riqueza das Nações (1776), ao falar da “mão invisível do mercado”, que pune os excessos e quebra os gananciosos – como estamos testemunhando no presente – reflete exatamente que existem princípios éticos e lógicos na esfera da economia. Esse é também o ensino de Deus.5. O ponto no qual devemos nos concentrar: Mas esta é questão principal, nessa crise e nessa área: É suficiente apontar a crise como resultado da cobiça e da especulação dos outros? É correto atribuir essa situação, assepticamente à estrutura econômica do mundo ocidental, na ilusão de que um outro sistema econômico a impediria? Será que não podemos, apenas, segregar e atribuir a culpa à suposta maldade inerente ao sistema financeiro, ou aos bancos e banqueiros? Estaremos errando o alvo se não nos convencermos que o problema está inerentemente no ser humano. A cobiça está no coração da natureza humana e devemos pedir a Deus que nos livre dela. A cobiça e a ganância são, certamente a raiz da crise que atravessamos, mas visualizemos ela nas pessoas, e não nos desviemos pensando que são as estruturas impessoais que as abrigam. Pessoas que emulam o Gekko, ou que seguem os conselhos de Buffet.A cobiça aparece em toda a sua forma monstruosa quando essas pessoas procuram ganhos irreais, à custa de outras; que se abrigam e se fortalecem com seus ganhos ilegítimos. Devemos, portanto, “fugir dessas coisas”, como Paulo alerta a Timóteo, seguir “a justiça,a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão” *Pb. Solano Portela.

Comentários

Anônimo disse…
A referência primeira na Bíblia sobre o anti-Cristo, ou sobre o anti-cristianismo como regra de fé e vida, é que esta pessoa, que representa uma outra fé e vida, será contra os ensinamentos cristãos, como regra de fé e vida.
Será também contra Deus, contra Jesus e contra o Espírito Santo de Deus.
Falará absurdos sobre a Santa Trindade.
Obama, em um de seus vídeos sobre religião, objeta substituir a religação direta com Deus e seus ensinamentos, pela política, devido a incompatibilidade, gerando conflitos.
Não se pode abrir mão dos princípios de Deus, pela falsa paz do mundo.
A Paz de Deus está fundamentada em coisas certas; a política, em prazeres.
Obama é sutil, e diz o que as pessoas querem ouvir, neste momento de crises.
Sabemos que o momento se aproxima, em que o anti-Cristo se mostra, com todas as garras do Dragão.
Vejamos outras incríveis coincidências:
Barak...consoantes + vogais = 6
Hussein.consoantes = 6
Obama...consoantes = 6

Barak = Bendito
papa Ratzinger = Bento XVI = Bendito

JOSEPH ALOIS RATZINGER = BENTO XVI
JOSEPH ALOIS RATZINGER = DOCTOR CANONICAE LEGIS = DCL
JOSEPH ALOIS RATZINGER = DCL BENTO XVI
DCL XVI = 6 6 6

Além disto, a base do ensinamento de Ratzinger é da juventude de Hitler.
É como se tivéssemos um espelho de Hitler, de forma piorada.
Ratzinger está dentro de um sistema religioso, comandando.
É uma pessoa que sabe lidar com multidões; portanto, não é tolo como Hitler.
Fará tudo de forma velada, até que a Igreja seja retirada.

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