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Mostrando postagens de 2011

QUAL A TUA MOTIVAÇÃO?

Se você ficar na porta de um templo religioso e perguntar às pessoas que adentram o local, por que você veio aqui hoje? Qual é o seu objetivo aqui? Com certeza você ouvirá algumas das seguintes respostas:
- Eu vim aqui em busca de uma benção. Meu marido me deixou! - Eu vim aqui pedir oração pelo meu filho que está envolvido com gente ruim! - Eu vim aqui em busca de uma porta de emprego! - Eu vim aqui porque estava pensando em suicídio, por não ter nada que me preencha! - Eu vim aqui em busca de uma esposa(o) crente!
Você não ouvirá de alguém, que ele está ali, por causa de uma necessidade espiritual, ou seja, a pessoa parou, refletiu e viu que a sua vida estava errada e que precisava sentir-se perdoada dos seus pecados e por isso foi em busca de Deus e do seu perdão. Seu objetivo principal é resolver o problema do seu pecado.
Jesus Cristo em João 6: 22-27 diz: “..vós me procurais, não porque vistes sinais, mas porque comestes dos pães e vos fartastes.”
Assim como no tempo de Jesus, a motivaçã…

O PODER DA REFORMA NA VIDA POLÍTICA

A Reforma Protestante do século XVI e XVII foi um movimento cuja influência certamente não se limitou à vida pessoal dos cristãos. Ele deixou marcas profundas na vida pública, incluindo a vida do Estado. Isto é especialmente verdadeiro nesse ramo da Reforma que recebeu seus impulsos da cidade de Genebra. A História é um testemunho constante deste fato.

Precisamos analisar apenas um ponto da atividade de Calvino nesta cidade. Embora ele nunca tenha assumido um cargo público lá, sua influência como um reformador foi fortemente sentida também na situação política. E essa influência não se limitou à Genebra, porque ele manteve relações intensas com outras protestantes, por exemplo, os huguenotes na França, a quem ele constantemente aconselhaou no que diz respeito às suas atividades políticas. O fato de que ele dedicou a sua obra mais importante, As Institutas da Religião Cristã, para Francisco I, rei da França, fala bem alto a este respeito.
De fato, neste trabalho Calvino enfatizou a impo…

ALGUNS ASPECTOS PRÁTICOS DA FÉ - Salmo 37: 1-15

A prosperidade dos ímpios e a aparente vitória dos maus designios, é um grande desafio à fé dos justos. O inimigo do homem, Satanás, está sempre pronto a murmurar o seu veneno de desânimo:
- Qual o proveito de servir a Deus (Jó 21: 15; 35:3)?
É verdade que o ímpio parece levar vantagem em tudo, mas a Escritura nos diz que é por pouco tempo, que é temporário (v, 2).
Apesar disso, a fé não deve ser abalada (v, 1, 7 e 8), por três vezes o texto bíblico nos mostra o perigo da pessoa invejar a aparente prosperidade dos maus.  Aqui há o ensino de que a fé pode ser exercitada de quatro maneiras: "Confia no Senhor". Deposite nele a tua confiança, apesar de ser difícil, as vezes entender a providência de Deus; "Deleita-te no Senhor". Tenha prazer nele, na sua Palavra e no seu amor, no seu povo e no seu serviço; "Entrega o teu caminho ao Senhor". Essa atitude nos livrará do peso da ansiedade; "Descansa no Senhor" e procura conhecer o que é paz e tranquilidade na…

DIARIAMENTE COM A PALAVRA - SALMO 36: 1-12

O salmo 36 tem inúmeras espressões comoventes para descrever a alegria do crente, o seu feliz galardão. Veja em seguida estas expressões que demonstra estas verdades:
1 - A gordura da tua casa (v, 8); 2 - A torrente das tuas delícias (v, 8); 3 - A fonte da vida (v, 9); 4 - A sombra das tuas asas (v, 7).
São figuras sublimes. Benignidade, nos céus (v, 5); Fidelidade chegando até as nuvens (v, 5); Justiça como as grandes montanhas (v, 6).
Toda essa bondade levou o salmista a oração: Continua a tua benignidade (v, 10). E estamos certos que Deus o fará. Os montes se retirarão e os outeiros serão removidos, a minha benignidade, porém, não se apartará de ti (Isaias 54:10).
Os ímpios são detestados, porque os seus olhos não tem temor de Deus (v, 2).

REFORMA PROTESTANTE - JOHN KNOX E O CALVINISMO ESCOCÊS

Ainda são sentidos até hoje os efeitos da Reforma protestante como uma época de tomada de decisões que geraram mudança no mundo cristão, não só na religião em si, mas também nos costumes, política, literatura e na vida cotidiana. A mudança ocorrida com a publicação das 95 teses de Lutero teve lugar sucessivamente, uma mudança confessional, com o Calvinismo, a partir de Genebra, influenciado o desenvolvimento de outros países, incluindo a Escócia. Devido à sua proximidade geográfica e política para com a Inglaterra, a Reforma nesta parte norte da Grã-Bretanha deve ser sempre colocada no contexto de sua geografia.
A abordagem de John Knox Para sermos capazes de apreciar a abordagem de John Knox, devemos antes de tudo contornar o seu escopo. A Escócia no Séc. XVI, ainda estava dominada por um sistema de anarquia feudal caracterizado por estruturas de clãs. A população era de cerca de um milhão de pessoas, dos quais aproximadamente 90% viviam em áreas rurais. Todos os reis nos 100 anos ante…

Anotações nos Salmos - Salmo 34: 11-22

O segredo de uma vida feliz, aprendemos aqui com o rei Davi. Davi chama os seus filhos para sentarem em redor de si e orienta-os em lições maravilhosas qwuanto ao segredo de uma vida felliz.
O quinto Mandamento chama os jovens à reflexão quanto a honrar os seus pais, afim de que tenham a sua vida, dada por Deus, prolongada sobre a terra (Ex. 20: 12). A vida pode ser prejudicada tristemente por maus hábitos. Davi portanto adverte os filhos para que pretem atenção principalmente no seguinte:
1 - Controlem a sua língua (v, 13) - Palavras duras suscitam ira. Nenhum mal é mais prejucial dentro de um lar ou de uma família, do que as contendas. A ira tem o poder de abreviar a vida.
2 - Evitem a prática da maldade (v, 14) - "Abstende-vos de toda aparência do mal" (I Tess. 5: 22), conservando uma boa consciência cristã, exercitada na Palavra de Deus.
3 - Façam o bem a todos (v, 14) - Deixar de fazer o mal e aprender a fazer o bem, é uma tomada de decisão capaz de reverter consequências d…

O GRANDE LIVRAMENTO DO REI DAVI - SALMO 34: 1-10

Neste Salmo o rei Davi dá graças a Deus pelo grnade livramento.
O Salmo inicia dizendo as circunstâncias em que ele foi escrito. Foi um momento de desonra para Davi.
Davi, por falta de fé e por não agir discretamente, fingiu-se de louco para não morrer (I Sm. 21: 10-15). Apesar da sua esperteza para se livrar do aperto em que se encontrava, essa atitude foi indigna de um crente, de um homem de Deus.
Sempre que os crentes querem tomar as rédeas da sua vida, eles geralmente entram em situações difíceis, porque optam por não permanecerem no caminho da fé. Todas as vezes que isso acontece eles se metem em apuros. Deus, porém não deixa que os seus servos sofrerem todas as consequências de sua loucura.
Deus, por graça, usa os fracassos dos que entram nesses apuros, para dar-lhes lições valiosas que servirão de exemplos para outros. Foi desse modo com Davi. A sua loucura e insensatez foi mudado em motivo de benção.
Sem nenhuma dúvida, essa razão o levou a escrever esse belo Salmo. Davi pode então…

O PASTOR: UM HOMEM IRREPREENSÍVEL.

Antigamente muitos homens fugiam do ofício pastoral por julgarem-no de um padrão muito elevado, afinal o ensino claro da Palavra de Deus diz que o pastor “deve ser um homem irrepreensível”. Sua conduta ética e moral deve ser vivida de uma forma que ninguém tenha o que lhe dizer de errado. Isso é tão sério que o apóstolo Paulo tratou do assunto em suas cartas, especialmente em I e II Timóteo e na carta a Tito.
O homem que não cumprisse com os pré-requisitos expostos pelo apóstolo dos gentios, estaria desqualificado para o ofício, não poderia assumir o púlpito e ensinar a verdade da Palavra de Deus e nem ser oficial na igreja, aquele que tivesse a sua conduta manchada pelo pecado.
Todos somos pecadores, isto é um fato. Pecamos por pensamentos, por palavras e por ações, todos os dias. Porém existem pecados que o “homem de Deus” não pode e não deve cometer, são aquelas qualificações especiais de que fala Paulo nas cartas mencionadas.
Em 1 Timóteo 3:1-7, Paulo mostra os requisitos para os pas…

FELIZ A NAÇÃO, CUJO DEUS É O SENHOR - SALMO 33: 12-22

As nações assim como os indivíduos são responsáveis diante de Deus. As bençãos de de Deus repousa sobre as nações cujo Deus é o Senhor (v, 12). Nenhuma nação é piedosa no seu todo. Em todo país há asempre aqueles que andam de acordo com as suas cobiças e ímpias paixões, sem o temor a Deus. Deus não destrói esta nação por amor aos eleitos (Gn 18: 26, I Rs. 15: 4).
O rei ou governante que se vangloria nas suas armas ou no número de seus exércitos, é repreendido no versículo 16. Não há rei que se salve com grande exército, nem por grande força se livra um poderoso. Os olhos do Senhor (v, 18), estão sobre os que esperam na sua benignidade. Se o povo de Ninive, que não conhecia a Deus, pode dizer - "Quem sabe se voltará Deus... e se apartará do furor da sua ira, para que não perecemos?"
Certamente nós que conhecemos o Seu nome, podemos descansar na certeza de que ninguém confia nele em vão.

UM NOVO CÂNTICO - Salmo 33: 1-11

Um crente sadio é um crente que louva o Senhor. O Louvor é a manifestação de alegria expontânea. Está alguém entre vós alegre? Cante louvores (Tg. 5:13). Neste Salmo, o salmista convida a todos para o louvor. Alegremo-nos no Senhor.
Conhece-se o homem pela maneira como expressa o seu contentamento. Quando o descrente está alegre (geralmente por causa do álccol), ele deixa extravasar o seu pecado; seu riso é como o estalar de espinhos debaixo de uma panela (Ecl. 7:6). Porém o crente, o filho de Deus exprime a sua alegria cantando louvores ao Senhor, em quem se rejubila:
1 - É um cântico Novo - As palavras podem até ser conhecidas, mas adquirem um novo sentido, brotam expontaneamente de júbilo, assim como o evangelho que é sempre novo.
2 - Não dispensa o auxílio da música (v, 2). A música de qualidade sempre tem ajudado os santos de Deus a cantar, enquanto não é degenerada em vã manifestação artística.
3 - O tema é o caráter de Deus - Sua verdade, Seu poder criador (v, 6-9), e seu conselho …

JUSTIÇA IMPUTADA SEM AUXÍLIO DE OBRAS

Salmo 32 1 Bem-aventurado aquele cuja iniqüidade é perdoada, cujo pecado é coberto. 2 Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não atribui iniqüidade e em cujo espírito não há dolo. 3 Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. 4 Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio. 5 Confessei-te o meu pecado e a minha iniqüidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniqüidade do meu pecado. 6 Sendo assim, todo homem piedoso te fará súplicas em tempo de poder encontrar-te. Com efeito, quando transbordarem muitas águas, não o atingirão. 7 Tu és o meu esconderijo; tu me preservas da tribulação e me cercas de alegres cantos de livramento. 8 Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho. 9 Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento, os quais com freios e cabrestos são dominados; de…

UMA REUNIÃO DE ORAÇÃO QUE DUROU 100 ANOS

FATO: A Comunidade Morávia de Herrnhut na Saxônia, em 12 de maio de 1727, iniciou uma “vigília de oração” que continuou sem parar por mais de cem anos.

FATO: Em 1791, 65 anos após o início dessa vigília de oração, a pequena comunidade Morávia tinha enviado 300 missionários até os confins da terra.

Será que existe alguma relação entre esses dois fatos? É a intercessão fervorosa um componente básico na evangelização mundial? A resposta a ambas as perguntas é certamente um incondicional "sim".

A evangelização heróica do século XVIII dos Morávios não recebeu a atenção e o impulso que mereceu. Mas ainda menos do que anunciava suas façanhas missionárias, foi a reunião de oração de cem anos que sustentou o fogo do evangelismo.

Durante seus primeiros cinco anos de existência do assentamento Herrnhut mostrou poucos sinais de poder espiritual. No início de 1727 a comunidade de cerca de 300 pessoas foi destruída por discórdias e brigas.

Zinzendorf e outros, no entanto, concordaram…

REFLEXÕES BÍBLICAS E O 11 DE SETEMBRO.

Foi há exatos dez anos, em 11 de setembro de 2001, quando ocorreu o ataque terrorista mais inacreditável, que qualquer nação já testemunhou. Mais de 3.000 mortos no dia, sem falar as mortes que se sucederam depois desse episódio e por causa desse espisódio. 6000 soldados morreram no Iraque e no Afeganistão.
Quatro aviões comerciais americanos, dois deles contra as Torres Gêmeas e outro contra o Pentágono. Um caiu no campo, derrubado pelos passageiros corajosos, que se levantaram contra seus agressores e impediram outro ato planejado de destruição.
Aqueles que procuraram o Senhor para o conforto na hora da necessidade encontrou, como Ele promete nunca nos deixar ou nos abandonar. As pessoas não sabiam o que fazer ou em quem confiar. Como cristãos , nós sabemos que só podemos confiar em Deus.
Ao longo desses 10 anos, centenas de pessoas questionaram sobre o que significa tudo isso. Também fizeram perguntas sobre o que a Bíblia tem a dizer sobre o fato. Essa enorme tragédia vai para além d…

A ORIGEM PROTESTANTE-FRANCESA DE SÃO LUÍS (1612 – 1615)

Por


Rev. João d’Eça


Introdução:
Hoje, 08 de setembro de 2011, São Luís completa 399 anos de fundação. Muitos tem escrito relatos do início da cidade de São Luís, mas quase que nenhum dos historiadores comentam o fato de que inicialmente Daniel de La Touche, senhor de La Ravardiere veio para o Maranhão com autorização do Rei Henrique IV de França para aqui fundar a França Equinocial, sob os valores e princípios do protestantismo calvinista do Rei, que mesmo depois de ter dito “Paris vale uma missa”, para garantir a coroação já que o clero católico não aceitaria um protestante como rei, Henrique nunca deixou de ser protestante. Foi ele o rei do Edito de Nantes que deu liberdade religiosa a todos os huguenotes (protestantes franceses) e que deu cartas patentes a La Ravardiere com esse propósito.
Não fosse o Papa juntamente com a rainha Maria de Médicis ter assassinado o rei protestante Henrique IV, a França Equinocial teria vingado e hoje nós seríamos uma comunidade diferenciada no Brasil, …

A GRAÇA DE DEUS E A PREGAÇÃO DA PALAVRA.

Por Rev. João d’Eça
Quanto mais eu estudo e experimento o que a graça faz na minha vida e na minha pregação, mais eu percebo o tamanho da graça de Deus e a impossibilidade do ser humano de compreendê-la em toda a sua plenitude. Quando eu prego, eu sei que a minha pregação deve ser recheada da graça divina, para que os ouvintes, ao ouvir, entendam o que diz a Escritura Sagrada e não as palavras próprias do pregador.
O que a graça faz com o sermão? Ela mantêm o sermão focado em Deus e não no homem, no pregador, por exemplo. Foca no criador e não na criatura pecadora. Evita que o pregador caia na armadilha da moralidade ou do legalismo. Quando o pregador está olhando para um texto, seu foco deve ser sempre em Deus e no seu plano de graça eterna. O pregador, motivado pela graça, deve mostrar aos seus ouvintes, que tudo o que eles podem esperar alcançar vem de uma vida centrada e rendida a Cristo, porque a única esperança de alcançar a vida, é a través de Cristo e não de esforços pessoais.
Ve…

COMO NO VALE DE OSSOS SECOS (Ezequiel 37: 1-14)

Lembro-me de que alguns anos atrás, meu filho tinha por volta de 10 anos de idade e eu o levei, juntamente com o meu sobrinho da mesma idade para um Shopping Center, afim, de ver um filme. Antes de chegarmos às salas de cinemas, percebi uma mostra de desenhos de arte contemporânea e fui até lá com os dois. Eles acharam o máximo! Eu porém, fiquei incomodado com aquelas cenas escuras, imagens de morte, não havia nada colorido ou com um tema de ternura, carinho, amor, era somente trevas, desenhos em carvão, cenas da noite, lugares ermos e desérticos. Lógico que fiz questão de fazer a minha crítica ao responsável pela mostra e sai dali com os meninos, mas sem deixar de aplicar-lhes uma lição sobre o assunto.
Nossa cultura é obcecada por imagens de mortes. De espetáculos a programas de TV como CSI e Dexter a obras clássicas da literatura mundial, há muita cena de morte e de tragédias, como forma de entretenimento. As pessoas gostam disso. Se voltarmos nossa atenção para longe do mero entret…

SOBRE PRATOS E XÍCARAS

Esta crônica foi lida no culto do dia dos pais por uma filha lembrando o seu pai falecido esse ano do 2011. Resolví publicá-la aqui por julgar uma contribuição valiosa para a reflexão sobre o tema da perda de um ente querido.
Sobre pratos e xícaras

É interessante, ao acrodarmos e nos posicionarmos à mesa para tomar o café da manhã, a disposição das louças. Colocamos sempre a quantidade exata para o número de pessoas que irão deliciar-se com o dejejum.
Engraçado como temos alguma coisa a ver com simples objetos, seres inanimados, irracionais. Dispor xícaras e pratos à mesa, equivalentes à quantidade de membros da família, é como se nós estivéssemos numa escala proporcional às louças, como se a presença de um, dependesse da existência do outro.
Pensando bem, o tempo de vida útil de pratos e xícaras, assim como o dos copos e talheres depende sim da presença de um habitante do lar.
Lembro-me bem da manhã seguinte ao casamento do meu irmão mais velho. Minha mãe, como sempre, de pé, muito cedo, …