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Mostrando postagens de Agosto, 2015

A DISCIPLINA DA IGREJA (Mateus 18.1-22)

Introdução:

A disciplina na Igreja faz parte dos ensinamentos das Escrituras Sagradas, expresso em três doutrinas ou três fases do mesmo mandato:
1 – A ideia e função da igreja de Jesus Cristo; 2 – A razão e o método da disciplina na Igreja;
3 – O alcance e responsabilidade da disciplina.


I – A IDEIA E FUNÇÃO DA IGREJA DE JESUS CRISTO
A Igreja de Jesus cristo na sua significação mais abrangente é a reunião de pessoas nascidas de novo, em todos os tempos e épocas, no céu e na terra. Nesse sentido a igreja é identificada com o reino espiritual de Deus (João 3.3-6). Significa a função na qual Deus ou na pessoa do nosso Senhor Jesus Cristo, exerce domínio espiritual. Assim a igreja de Cristo é santa, infalível e imperecível, fora da igreja não há salvação, ela é a comunhão dos escolhidos de Deus.
A igreja porém, como instituição visível compõem-se de todos os crentes em Jesus Cristo, juntamente com os seus filhos. Alcança todas as igrejas locais que vivem o padrão do Evangelho santo, com o fim d…

TORNA-TE PADRÃO DOS FIÉIS

O PADRÃO DOS FIÉIS I Tm. 4.12 Rev. João d’Eça – IPMM – 29/08/2015 (EBD)
Introdução:
A Escritura Sagrada estabelece o padrão de santidade para todas as pessoas com base nos valores e princípios estabelecidos por Deus para o bem de qualquer sociedade em qualquer tempo ou geografia. Os cristãos são o padrão de Deus para a sociedade, falo dos verdadeiros cristãos que pautam as suas vidas pela orientação de Deus nas Sagradas Escrituras. Os cristãos portanto devem exercer a sua influência principalmente nas novas gerações, dando um exemplo positivo na construção de vidas que reflitam a imagem de Jesus Cristo.
O “padrão” na Bíblia Sagrada
O apóstolo Paulo diz: “Sede meus imitadores como eu sou de Cristo” (I Co. 11.1). Paulo se apresenta como o modelo a ser imitado, um modelo que sirva de padrão para os demais crentes. “Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores” (I Co. 4.16). Ainda em outro texto, Paulo se coloca como exemplo, ele diz: “Irmãos, sede imitadores meus e observai os que anda…

TODA GLÓRIA SEJA DADA A JESUS CRISTO

A pregação abaixo ocorreu no reinício dos trabalhos do Instituto de Teologia Reformada - INSTER, no qual estou como Deão Acadêmico.


I Cor. 10.31
Abertura das aulas no INSTER – 10/08/2015 – Rev. João d’Eça

Introdução:
Com base nesse versículo vemos que Deus quer que a sua vida traga glória ao Seu nome. O que esse trecho da Escritura diz pra mim e pra você, é que em tudo o que você faça, se comer ou se beber, tudo o que você sente e tudo o que você pensa, deve ter como objetivo a glória de Deus. Todos os seres humanos foram criados para esse fim, trazer glória para o nome do Senhor.
Meu desejo sincero, irmãos, é que Deus nos capacite a viver desse modo durante todas as décadas de vida que ele nos conceder.
É claro que Deus não nos chamou para vivermos uma vida que o glorifique invisivelmente, portanto, o ponto principal, não é que nós vamos viver o cristianismo invisivel, mas quando essa mudança e essa consciência ocorre em nossa vida, nós somos libertos da escravidão do pecado para vivenci…

NÃO SEJAS MORNO NA VIDA CRISTÃ

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Rev. João d'Eça, MD


"Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca" (Ap. 3.15, 16)
Introdução:
Temos a necessidade de vivermos uma vida mais perto de Deus, seguindo os princípios de sua Palavra. O Evangelho de Jesus Cristo deve ser o nosso alvo de vida.
Algum tempo atrás existia a falsa ideia de que para se alcançar a salvação bastava converter-se ao protestantismo evangélico. Hoje ninguém mais pensa assim e substituíram esse pensamento por um outro tão nocivo e pernicioso: “aqui eu nasci, aqui eu vou ficar”, referindo-se à religião de seus antepassados.

Há um erro ainda maior nas igrejas evangélicas, que é o uso de métodos empresariais para se crescer em número, vangloriando-se desses métodos, como se eles estivessem abrindo as portas do céu. O pastor Paul Washer, numa de suas pregações falou sobre isso: “São métodos mundanos para atrair gente…

O PODER RESTAURADOR DO EVANGELHO

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Rev. João d’Eça


Introdução
Quando paramos para observar e refletir sobre o nosso tempo, ficamos tristes porque somos crentes, mas também nos entristecemos pelo fato de sermos brasileiros. As notícias de jornais e revistas, os programas de televisão e de rádio que nos trazem notícias do estado de degradação em que se encontra o Brasil.
Uma realidade nefasta
São 150 assassinatos por dia, números de países em guerra, mas além dos assassinatos, a moral da nação está no lixo. Atentados contra o pudor invadindo as salas das nossas casas, corrupção na política, assaltos, roubos, traições, separação entre casais e destruição da família. O que antes era considerado errado, agora considera-se certo.
Todo esse cenário tem uma causa e para toda causa há uma solução. As causas são muitas e variadas, precisamos buscar a origem e diagnosticar a doença para que possamos aplicar o remédio eficaz.
As causas desse estado de coisas está no desejo do homem de ser independente, não compreende esse homem que n…

OS BENEFÍCIOS DO SOFRIMENTO

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Rev. João d’Eça

E, na verdade, toda a correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados
por ela.
(Hb. 12.11)
De acordo com as Escrituras Sagradas, a aflição, o sofrimento não é um fato natural, nem um efeito imediato da vontade de Deus, é antes, uma mancha que caiu sobre a natureza, na queda.


“No principio Deus viu que tudo era muito bom”, no entanto a queda fez com que a dor e o sofrimento entrassem na existência humana. A criatura escolheu a rebelião, preferindo a desobediência, no único tempo em que o homem pareciater um pouco de liberdade. O ato de afastar-se de Deus o condenou ao sofrimento.

Ninguém gosta de sofrer e o sofrimento não é nenhum bem, em que pese as lições que tiramos dele. Não há exatidão quando se afirma que “a dor purifica aos que sofrem”. Em muitos casos a aflição e o sofrimento causam efeitos desastrosos no homem.
Santo Agostinho já havia concebido essa verdade. Ele comparava a aflição ao…

DEUS, SOBERANO EM TODO O UNIVERSO

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Rev. João d'Eça


Introdução:
O universo inteiro é templo de Deus. As insondáveis trajetórias do espaço, tudo proclama a glória de Deus (Salmo 19). Tudo foi criado por ele, iniciado segundo a sua palavra e o seu querer. Por observarmos as coisas que foram criadas, vemos em todas elas as virtudes eternas e a divindade do Criador.
Nós somos tão insignificantes se comparados à imensidão do vasto universo, somos um pequenino templo onde gira o globo terrestre, lugar de nossa habitação. Para onde quer que nos viremos, seja em que direção for, podemos presenciar as magnificas obras das mãos do Soberano Deus, e podemos ouvir os maviosos cânticos da melodia da criação.
A grandeza e majestade do SENHOR.
A imensidão dos mundos, a luz em volta de nós, os astros que giram em perpétua harmonia de suas órbitas, são um testemunho do conhecimento que os equilibrou nos espaços infinitos. As grandes montanhas com seus elevados cumes nevados proclamam as grandezas do seu Criador. As águas do imenso ocean…

O MARTÍRIO DE JOÃO HUSS (7 de julho de 1415)

O MARTÍRIO DE JOÃO HUSS (7 de julho de 1415)
Introdução
No começo século XV, a igreja católica romana era governada por dois papas, um estava radicado em Roma e o outro estava na cidade francesa de Avignon, ambos infalíveis. Qual dos dois, porém, seria o cabeça da igreja romana?
No ano de 1409, através de um concílio reunido na cidade de Pisa, foi eleito um terceiro papa, ou seja, três papas distintos e uma só igreja, alegadamente, igreja verdadeira. Eram três lobos disfarçados de humildes cordeiros.
Eles repartiram a igreja entre si, disputando cada um deles, o melhor quinhão, e pior ainda, eles se excomungaram e se amaldiçoaram reciprocamente, como um bando de ladrões que brigam para ver quem fica com a maior parte do roubo. Não resta menor dúvida de que havia dois papas.
Finalmente, em 1414, reuniu-se o Concílio de Constança, cujas sessões duraram três anos e alguns meses, pondo fim ao cisma do ocidente, que já durava um século e meio de existência, causando lamentáveis desgraças.
Entre …

O ANTI-CRISTO

O ANTI-CRISTO

Introdução: Dificilmente um pastor presbiteriano trata desse assunto por temer ser rotulado de “neo-pentescotal” e por esta razão não vemos sequer pregações em nossos púlpitos com esse tema. No entanto, esse tema é mencionado na Escritura, onde tem um grande destaque, desde o Antigo até o Novo Testamento. O tema do “anti-Cristo” é na verdade uma profecia, que fala de uma grande apostasia que surgiria com o aparecimento do anti-Cristo. O apóstolo Paulo escrevendo aos tessalonicenses (II Tes. 2.1-11), diz o seguinte:

Irmãos, no que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, nós vos exortamos a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o Dia do Senhor. Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o …