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Mostrando postagens de Agosto, 2011

COMO NO VALE DE OSSOS SECOS (Ezequiel 37: 1-14)

Lembro-me de que alguns anos atrás, meu filho tinha por volta de 10 anos de idade e eu o levei, juntamente com o meu sobrinho da mesma idade para um Shopping Center, afim, de ver um filme. Antes de chegarmos às salas de cinemas, percebi uma mostra de desenhos de arte contemporânea e fui até lá com os dois. Eles acharam o máximo! Eu porém, fiquei incomodado com aquelas cenas escuras, imagens de morte, não havia nada colorido ou com um tema de ternura, carinho, amor, era somente trevas, desenhos em carvão, cenas da noite, lugares ermos e desérticos. Lógico que fiz questão de fazer a minha crítica ao responsável pela mostra e sai dali com os meninos, mas sem deixar de aplicar-lhes uma lição sobre o assunto.
Nossa cultura é obcecada por imagens de mortes. De espetáculos a programas de TV como CSI e Dexter a obras clássicas da literatura mundial, há muita cena de morte e de tragédias, como forma de entretenimento. As pessoas gostam disso. Se voltarmos nossa atenção para longe do mero entret…

SOBRE PRATOS E XÍCARAS

Esta crônica foi lida no culto do dia dos pais por uma filha lembrando o seu pai falecido esse ano do 2011. Resolví publicá-la aqui por julgar uma contribuição valiosa para a reflexão sobre o tema da perda de um ente querido.
Sobre pratos e xícaras

É interessante, ao acrodarmos e nos posicionarmos à mesa para tomar o café da manhã, a disposição das louças. Colocamos sempre a quantidade exata para o número de pessoas que irão deliciar-se com o dejejum.
Engraçado como temos alguma coisa a ver com simples objetos, seres inanimados, irracionais. Dispor xícaras e pratos à mesa, equivalentes à quantidade de membros da família, é como se nós estivéssemos numa escala proporcional às louças, como se a presença de um, dependesse da existência do outro.
Pensando bem, o tempo de vida útil de pratos e xícaras, assim como o dos copos e talheres depende sim da presença de um habitante do lar.
Lembro-me bem da manhã seguinte ao casamento do meu irmão mais velho. Minha mãe, como sempre, de pé, muito cedo, …

IGREJA É REINO DE DEUS OU É UMA EMPRESA?

Hoje à tarde antes de sair de casa para um compromisso, um carro parou ao meu lado e vi que era um pastor amigo meu da Igreja Batista da CBB, e que a muito tempo que já não via.
Ele começou demonstrando interesse em saber como eu estava indo, como vai a minha família e como vai o meu ministério. Eu lhe disse que tudo estava indo bem, e que a família estava bem também. Quanto a igreja, eu lhe disse que já estava pastoreando uma igreja em outro bairro e que tudo ia bem e caminhando. Ele perguntou com quantos membros eu contava e lhe respondi que a minha igreja conta com um pouco mais de 100 membros, dai ele comentou que isso se dá por causa da doutrina, já que ele havia abolido, segundo ele, “esse negócio” e que estava “gerindo” a sua igreja, num tipo de “Estratégia de Gestão” que logo pude detectar como aquilo que os empresários fazem, então eu disse:
- Irmão, enquanto você diz que aboliu a doutrina, creio que tenha sido por esta razão que a maioria das Igrejas Batistas perdeu a sua iden…

ENTREVISTA DO REV. JOÃO d'EÇA PARA O BLOG CAMINHOS DE MEMÓRIAS.

Rev. João d'Eça foi entrevistado pelo Blog "CaminhodeMemórias" da Aline Gomes, direto de Nova York

Perguntas:

CM: No livro When the Hurt Runs Deep, autora Kay Arthur afirma: "O fato de que um indivíduo tira a própria vida não destina a pessoa ao inferno. O destino eterno de uma pessoa é determinado por como ele respondeu à oferta de salvação em Jesus Cristo durante sua vida, não se ele tirou ou não sua própria vida." (Tradução livre, p.113).


Em seguida ela diz que algumas pessoas se matam por desejarem estar logo na presença de Deus, mas que eles se esquecem que terão que se apresentar diante dEle para prestar contas.

"Ao tirarem suas próprias vidas, eles contradizem a suficiência de Sua graça e a verdade de Suas promessas. Suicídio não é uma forma valorosa para um filho de Deus morrer, em fato, é vergonhoso." (Tradução livre, p. 114).

O texto bíblico utilizado pela autora é João 10: 24-30, ênfase no versículo 29: "Meu pai mas deu (...) e ninguém p…