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Mostrando postagens de Julho, 2012

HISTÓRIA DE CONVERSÕES DO CATOLICISMO AO PROTESTANTISMO.

Hoje em dia nós não temos o hábito de relatar as conversões de pessoas ilustres da sociedade ao protestantismo, a não ser muitas falsas conversões de celebridades, talvez por causa de nos dias de hoje isso ser um fato raro, o certo é que no passado, no início do protestantismo no Brasil, as conversões eram mais destacadas entre intelectuais, pessoas ilustres e entre sacerdotes católicos.
Em seu livro “O Protestantismo Brasileiro – Estudo de Eclesiologia e História Social”, Émile – G. Leonard (Juerp-ASTE, 1963), fazendo referência principalmente a Kidder e a Themudo Lessa, relata conversões de sacerdotes católicos ocorridas no início da evangelização do Brasil logo depois da segunda metade do século XIX.
A mais famosa conversão dessa época foi a do padre José Manoel da Conceição, que tornou-se pastor presbiteriano e ajudou a consolidar a pregação do Evangelho e das doutrinas da Graça no interior de São Paulo. Hoje o seu nome é destacado entre os presbiterianos e até um Seminário com o se…

NOTAS DIÁRIAS - CRISTO, O FIM DA LEI PARA JUSTIÇA - Rom. 10: 1-11

O interesse de Paulo pelo seu povo residia no fato de esperarem na justiça da lei, ao passo que Moisés, em quem confiavam, disse claramente que somente os praticantes da lei podiam viver por ela.
Paulo havia mostrado antes que ninguém guardaria a lei e por conseguinte a vida eterna não podia ser alcançada por esse meio. A lei é para ser observada ponto por ponto: transgredir um mandamento é transgredir a todos (Tg. 2:10). A maldição pairava sobre quantos não permanecessem em tudo quanto estava escrito no livro da lei (Gal. 3:10). O judeu, entretanto, sendo zeloso de Deus, procurava estabelecer sua própria justiça pela guarda da lei. Mas a lei apontava para Cristo. 
O alvo e propósito da lei era justamente dar conhecimento do pecado e, como pedagogo, levar até Cristo. Assim, Cristo era o fim da lei (o ponto visado por ela) para justificar o crente. 
Que todos O confessem como Senhor e no coração creiam que ele ressurgiu dos mortos. Assim serão salvos, porquanto a Pessoa (reconhecida como …

NOTAS DIÁRIAS DA BÍBLIA - O PROPÓSITO DE DEUS NA ELEIÇÃO - ROMANOS 9: 19-33

Deus é Soberano, a Escritura assim o declara, essa é uma doutrina basilar de Gênesis a Apocalipse. Deus reclama para si o direito soberano de usar de misericórdia para com quem quer e não para quem não quer. Quem ousará contestar-lhe esse direito? Quem poderia tomar decisão tão sábia e soberana? O nosso papel é somente aceitar a eleição e reconhecer que Deus é Deus.
Deus usa a sua Soberania, que é um dos seus atributos, desde a eternidade. Deus exerceu a sua soberania quando decretou que o mais velho servisse ao mais novo, no caso de Esaú (o "profano", Heb. 12: 16) e Jacó ( a quem nomeou "Israel" - principe).
Outra vez vemos Deus exercendo a sua soberania quando escolheu a Faraó provocador e de coração endurecido para servir de lição objetiva de Sua ira.
Fez igualmente ao chamar os gentios que crêem para serem Seu povo, os quais antes não eram povo Seu.
Fez também ainda, quando restaurou o remanescente fiel de Israel aos privilégios e bençãos.
Além do mais, Ele tem decl…

NOTAS DIÁRIAS D BÍBLIA - TRIUNFO EM CRISTO - ROM. 8:28-39

O capítulo 8 de Romanos é um hino grandioso da certeza do triunfo de Cristo, é uma ode triunfal dessa certeza. A segurança eterna do crente é incontestável pelas seguintes razões:
1 - Ele é eleito e predestinado (vv, 29, 33) na graça soberana de Deus. Nada pode mudar a sua situação. Deus soberanamente decidiu salvá-lo. Ele decretou e predestinou a sua salvação, foi chamado, justificado e glorificado;
2 - Foi comprado por grande preço, a própria morte do filho de Deus. Adquirido por um preço tão grande, não será desprezado. Ninguém compraria uma pérola de valor tão alto dando por ela tudo quando tivesse, para depois jogá-la fora;
3 - Ninguém o condena. Deus não o condena, porque já o justificou. Nem Cristo, porque morreu pelo pecador e está à mão direita de Deus e intercede por ele.
4 - Nada pode separá-lo do amor de Deus, como manifesto em Cristo - nada nesta vida, nada depois da morte (v, 38).