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A IMPORTÂNCIA DE SE FALAR BEM E CORRETAMENTE

Por
João d'Eça

Para todos os povos da terra, falar bem e corretamente é uma necessidade e a uma questão de orgulho, mas para os brasileiros, falar corretamente a língua portuguesa, já não faz a menor diferença, dizem que o importante é a comunicação, ou seja, não vale mais o esforço para se alcançar o melhor, bom mesmo (para o MEC e os seus defensores esquerdistas-socialistas e aversos aos estudos), é ser o mais raso possível. Até o ex-presidente orgulhava-se de sua burrice intelectual e zombava daqueles que estudaram ou buscavam a excelência nos estudos.

A língua obviamente é uma ferramenta vital. Não é apenas um meio de comunicar pensamentos e idéias, mas forja amizades, laços culturais e relações econômicas. “A linguagem molda pensamentos e emoções, que determinam a percepção da realidade.” "A linguagem é a luz da mente." "Cada língua representa a revelação suprema do gênio nacional, a chave mágica que dá acesso a maior parte da riqueza."

Aqui no Brasil, somos abençoados com uma variedade lingüística, onde cada região possui as suas peculiaridades, porém, existe uma base lingüística oficial que todos devem conhecer profundamente, independente das regionalidades.

Linguagem é conhecimento, e esse conhecimento no mundo de hoje é um dos fatores-chave da competitividade. O conhecimento é aquilo que proporciona a prosperidade e o crescimento. Em uma sociedade industrial avançada, em um mundo interdependente, cada vez mais, o conhecimento da nossa própria língua e de outras torna-se indispensável. Basta pensar em como o advento da Internet mudou as nossas vidas. Em poucos anos, as redes sociais tornaram-se parte da vida cotidiana. Antes esse tipo de comunicação era mais difícil, agora milhões de pessoas em todo o mundo, estão partilhando interesses comuns, são capazes de comunicar-se uns com os outros e trocar idéias. Essas pessoas são capazes de fazer isso, não só devido aos avanços tecnológicos, mas também, porque elas compartilham uma linguagem comum.

Não podemos admitir que o Ministério da Educação e Cultura do Brasil (MEC), adote um livro que ensina que o errado é que é o certo. Isso é uma forma de dominação, porque, enquanto se estimular o comodismo intelectual, a população ignorante, cuja mente cauterizada e narcotizada por programas sociais (bolsas isso e aquilo!!!!) e enganada por cultura popular de massa, será sempre “massa de manobra”, desses covardes e desonestos esquerdistas, que vivem criticando o capitalismo, mas que estão enriquecendo 20 vezes em 3 anos.

Enquanto a população do país se mantiver narcotizada e com suas mentes cauterizadas, incapazes de entender um simples texto em norma culta, esses pilantras esquerdistas se locupletarão. Por isso eles querem manter a população burra, pois burro não pensa....., mas vota.

Em todo Brasil é assim, estão estimulando o povo a valorizar aquilo que deveria ser desprezado já há muito tempo. Enquanto a burrice e a ignorância gerar votos, eles farão de tudo pra que isso se perpetue. Como os romanos faziam, dando pão (bolsas) e circo (cultura popular), eles ganham votos e vão se perpetuando e roubando a moral da nação.

Enquanto pessoas de outros países se preocupam em aprender outras línguas, principalmente por causa das relações comerciais, no Brasil a população é estimulada a manter-se ignorante da sua própria língua materna, parada no tempo, ouvindo “axé music”, “reggae”, “tecnobrega”, “bumba-boi” e sendo empurrados por crendices no campo religioso diverso, até mesmo neo-pentecostal protestante, que é resultado dessa ignorância intelectual.

Enquanto no Canadá, as crianças usam as ferramentas para ter sucesso em uma economia mundial em crescimento, aprendendo francês, espanhol e inglês, três línguas internacionais, que estão sendo ensinadas nas escolas de todo o país e com isso, estão dando as habilidades necessárias à próxima geração para competirem no mercado internacional. Aqui no Brasil as nossas crianças são estimuladas a se manterem “burrinhas” e mal falarem seu próprio idioma.

O que será da próxima geração de brasileiros? O deputado Jean Wiilis (PSOL – RJ), recentemente em uma entrevista chamou toda a população do Brasil de ignorante e despreparada, quando lhe foi perguntado sobre um plesbicito. Será que ele está certo? O seu próprio partido apóia o livro das “burrices” do MEC.

O legado que os nossos antepassados nos deixaram foi jogado no lixo. São Luís, a minha amada cidade, conhecida antes como “Atenas brasileira”, terra de poetas e intelectuais, agora tem uma alcunha que dá nojo mencionar. E olha que tem gente que se orgulha disso. Deixamos de ser "Atenas" para ser "apenas brasileira."

Há no meu peito uma indignação e uma dor. Eu queria ver a minha nação como uma nação próspera, desenvolvida, inteligente, movida pela busca da formação de uma excelência educacional e cultural diferente. Infelizmente em pouco mais de 20 anos, os esquerdistas destruíram o nosso maior tesouro, a nossa identidade lingüística. Óh se me dessem a oportunidade, eu usaria esse legado que nos foi deixado para construir uma grande nação entre as nações do mundo.

Os malditos esquerdistas além de terem destruído a alma da nação, não deixarão legado algum às gerações mais jovens. Não deixarão as ferramentas para o sucesso. Não ajudarão a fazer do Brasil um exemplo a ser seguido pelo mundo.

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