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O ABSOLUTISMO E O GOVERNO LULA.

A história relata a vida de vários gênios: Platão, Sócrates, Fídias, Aristoteles, Rafael, Miquelângelo. Newton, Leibnitz, Ticiano, Velasquez e tantos outros. Foram gênios. genialidade são as locubrações do espírito, são as ciências e as artes, o belo e o sublime.

Além da genialidade, o homem é instinto. Instinto é a conservação da espécie, o utilitarismo da vida. A genialidade é o altruismo, o instinto é o egoismo; o gênio providencia para herança da raça, o instinto busca o proveito próprio.

O Gênio é Louis Pateur que recusa vender as criações de sua brilhante inteligência, por entender que a ciência é patrimônio da humanidade. Já o instinto é Ivan, o terrível que manda vasar os olhos do arquiteto da Basílica de Moscou, para que outro povo não se orgulhe de semelhante obra de arte.

O gênio ganha os corações e o reconhecimento dos séculos. O instinto recebe apenas as homenagens forçadas e efêmeras, quando não, a maldição de todos os tempos.

Os govenos absolutos de todos os tempos tem sua origem nesse instinto animalesco do ser humano.

É a Lei do mais forte, do mais armado, do mais amparado pelo corporativismo e pela corrupção. As leis são feitas, geralmente para restringir a vontade dos déspotas, porém, via de regra, regulamentam essas suas tendências instintivas.

Na Roma antiga, a vontade do principe era a lei.

Na França, se o rei queria, a lei queria também: "SI VEUT LE ROI, VEUT LA LOI"

O rei da Assíria arranca os olhos e esfola vivo o inimigo. Gengis Khan levanta uma pirâmide de noventa mil cabeças. Nabucodonosor lança Hananias, Misael e Azarias na fornalha ardente, sete vezes mais do que o normal. Bajazé jura dar aveia ao seu cavalo no altar de Santa Sofia. Alexandre, o Grande, chora depois de conquistar o mundo, somente porque não há mais nada a ser conquistado. César faz-se ditador de Roma. Carlos Magno impõe o batismo pela espada. O senhor de Coucy executa três crianças, simplesmente porque mataram alguns coelhinhos de suas matas.

São esses e outros, todos heróis do absolutismo instintivo, individualístico. O Absolutismo foi a primeira forma de governo. Entre os ocidentais, a França é a nação que apresenta ao longo da história, as mais brutais manifestações do instinto humano. Os Capetos, na luta contra os senhores feudais, os Valois, nas guerras religiosas, os Bourbons, na criação da monarquia (direito divino).

A Revolução de 14 de Julho de 1789 se propôs a exterminar com o absolutismo, mas, a Revolução Francesa, apenas conseguiu derrubar a Bastilha. O absolutismo continuou. Os homens que fizeram a Revolução para exterminar o absolutismo, deram continuidade ao sistema. Foi assim na Rússia de Lênin e Satalin, na China de Mao Tse Tung, na Coréia do Norte e em Cuba, onde até hoje domina o absolutismo "castrista". E o governo Lula que fazer o mesmo no Brasil.

Na França, Fouché, Robespierre, Danton, Marat, Luiz XVI e Maria Antonieta, foram guilhotinados. Trinta mil franceses imolados pelo absolutismo fanático da nascente República dos Jacobinos.

Napoleão, cônsul ou imperador, é também senhor absoluto.

Na Inglaterra os Plantagenetas inauguram a política absolutista da realeza. Os Tudors dão continuidade. Os dois Henriques praticam crueldades só comparadas a Nero. Os Stuarts continuam as mesmas arbitrariedades, Carlos I perde a vida no cadafalso.

Cromwel fundou a República, mas como ditador foi tão absoluto quanto os vencidos Stuarts.

Do outro lado da Europa, esse extremismo caminha mais devagar. O Rei Sargento traz roupas remendadas, mas cria o militarismo alemão. Catarina mata o marido e conquista a Polônia e terras da Turquia. São senhores absolutos nos seus domínios.

Após esse tipo de absolutismo (que não acabou!), vem o imperialismo econômico. Essa é outra forma de absolutismo que, no domínio político, perde posição pelas delimitações do constitucionalismo. Os economistas criaram a ciência das riquezas tendo por fonte a terra. É o fisiocratismo de Quesnay, o trabalho de Adam Smith e as organizações das indústrias, de Colbert.

A terra produz a matéria prima para as indústrias, e a Europa já não tem mais terras. Como consequência as guerras das conquistas. A América Latina, a África e a Índia, tornaram-se o palco onde é encenado essa modalidade de absolutismo. O fator econômico é a base da política e de todo o organismo social nos cinco continentes.

Só que o imperialismo econômico não a última nem a única forma de absolutismo humano. O absolutismo de Estado foi encarnado por Hitler e Mussoline que reviveram o socialismo licurguiano de Esparta, em que o homem, elemento do Estado, a este é sacrificado (essa é a teoria defendida pelos socialistas do PT, PSTU, PSOL e outros). É a política do Estado forte pela teoria dos três poderes conjugados e encarnados nos ditadores. Esse absolutismo de Estado está totalmente irmanado com o imperialismo econômico.

Não para por ai, as formas de absolutismo. Há uma outra modalidade que podemos ver olhando tanto para o passado quanto para o presente, que é o absolutismo das coletividades que ocorreu na França e na Rússia bolchevic. De todas as formas de absolutismo, esta é a mais nociva e menos construtiva, em face da irresponsabilidade dos seus realizadores. Começou no final do século XX e adentrou o século XXI com mais força, esse absolutismo das coletividades, completamente contaminado pelo Bolchevismo, cujos representantes são os líderes políticos da América Latina de hoje, 2010. Dentre eles estão: Lula, Chaves, Evo Morales, Rafael Correa, Cristina Kirchiner e Raul Castro.

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