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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

A IGREJA É HIPÓCRITA POR CONDENAR A HOMOSSEXUALIDADE E NÃO O DIVÓRCIO?

A IGREJA É HIPÓCRITA POR CONDENAR A HOMOSSEXUALIDADE E NÃO O DIVÓRCIO?

Por

Kevin DeYoung 

Não é hipocrisia da parte dos cristãos que eles protestem tão ruidosamente sobre a homossexualidade quando o problema real do casamento nas nossas igrejas é o divórcio? Ao longo de muitos anos debatendo essas questões em minha própria denominação, frequentemente me deparei com a réplica do divórcio: “É fácil para você implicar com a homossexualidade porque esse é o problema na sua igreja. Mas você não segue os seus próprios princípios. Se você seguisse, estaria falando a respeito do divórcio, visto que esse é o maior problema nas igrejas conservadoras”.

Uma cortina de fumaça
Quando se trata de debater homossexualidade entre cristãos, a questão do divórcio é tanto uma cortina de fumaça quanto um incêndio. É uma cortina de fumaça porque as duas questões — divórcio e homossexualidade — estão longe de serem idênticas.

Para começar, não existem grupos em nossas denominações cuja razão de existência seja a celebração do divórcio. As pessoas não estão advogando por novas políticas nas nossas igrejas que afirmam o bem intrínseco do divórcio. Conservadores, na cultura e na igreja, continuam falando sobre homossexualidade porque essa é a linha de falha no momento. Nós adoraríamos conversar (e nós conversamos) sobre como ter um casamento saudável. A propósito, nós adoraríamos gastar todo o nosso tempo falando sobre a glória da Trindade, mas a batalha no momento (pelo menos uma delas) é quanto a homossexualidade. Então não podemos nos silenciar nessa questão.

O que também é muito importante, a proibição bíblica do divórcio explicitamente permite exceções; a proibição contra a homossexualidade não. A posição protestante tradicional, conforme afirmado na Confissão de Fé de Westminster, por exemplo, mantém que o divórcio é permissível com base em infidelidade conjugal ou a deserção de um cônjuge incrédulo (CFW 24.5-6). Embora a verdade seja que a aplicação desses princípios é difícil e a questão do recasamento após o divórcio fica ainda mais complicada, mas quase todos os protestantes sempre consideraram que o divórcio às vezes é aceitável. Em outras palavras, homossexualidade e divórcio são questões diferentes porque, de acordo com a Bíblia e a tradição cristã, aquela sempre está errada, enquanto esta não.

Por fim, o argumento “e quanto ao divórcio?” não é tão bom quanto parece, porque muitas de nossas igrejas levam o divórcio seriamente. Sei que muitas igrejas não o fazem (falarei mais sobre isso daqui a pouco). Mas muitas das mesmas igrejas que se pronunciam contra a homossexualidade também se pronunciam contra o divórcio ilegítimo. Eu preguei sobre divórcio diversas vezes, incluindo um sermão de alguns anos atrás intitulado “What Did Jesus Think of Divorce and Remarriage?” (“O Que Jesus Pensava Sobre Divórcio e Recasamento?”) Eu já falei mais sobre homossexualidade na blogosfera porque existe uma controvérsia em torno do assunto na cultura e na igreja em geral. Mas eu nunca me esquivei de falar sobre divórcio. Eu levo a sério tudo o que a Confissão de Fé de Westminster diz sobre casamento. O casamento deve ser entre um homem e uma mulher (CFW 24.1). É dever dos cristãos casar apenas no Senhor (CFW 24.3). Apenas adultério e deserção obstinada são bases para o divórcio (CFW 24.6).

Como conselho de presbíteros, nós tratamos essas questões com a seriedade que elas merecem. Nós pedimos a novos membros que se divorciaram que expliquem a natureza do divórcio e (se aplicável) o recasamento. Isso já resultou em ocasiões de potenciais novos membros abandonarem a nossa igreja. A maioria dos casos de disciplina que encontramos como presbíteros têm sido sobre divórcio. A maioria das crises de cuidado pastoral em que nos envolvemos têm se tratado de casamentos que fracassaram ou estão fracassando. Nossa igreja, como muitas outras, levam a sério todo tipo de pecado, incluindo o divórcio ilegítimo. Nós nem sempre sabemos como lidar com cada situação, mas posso dizer com a consciência completamente limpa que nunca fizemos vista grossa ao divórcio.

E, indubitavelmente, um incêndio
Tendo dito tudo isso, é indubitável que muitos evangélicos têm sido negligentes ao lidar com o divórcio ilegítimo e o recasamento. Pastores não têm pregado sobre o assunto por medo de ofender um grande número de seus membros. Os conselhos de presbíteros não têm praticado a disciplina eclesiástica naqueles que pecam nessa área porque, bom, eles quase nunca praticam a disciplina. Conselheiros, amigos e pequenos grupos não se envolveram a tempo de fazer uma diferença em situações de pré-divórcio. Advogados cristãos não pensaram sobre sua responsabilidade em encorajar a reconciliação conjugal. Líderes de igreja não ajudaram seus membros a entender o ensino de Deus sobre a santidade do casamento, e não ajudamos aqueles erroneamente recasados a experimentar o perdão por seus erros passados.


Então sim, temos cristãos com traves nos olhos entre nós. A igreja evangélica, em muitos lugares, desistiu e cedeu à pressão do divórcio e do casamento. Mas a solução para essa negligência não é mais negligência. A cura lenta e dolorosa é mais exposição bíblica, mais cuidado pastoral ativo, mais uso fiel da disciplina, mais aconselhamento impregnado pela Palavra e mais oração — pelo divórcio ilegítimo, pelo comportamento homossexual e por todos os outros pecados que são mais facilmente tolerados do que confrontados.

Extraido Site
Editora Fiel

segunda-feira, 20 de maio de 2013

UMA ANÁLISE DE ROMANOS 1: 18-26 – UMA RESPOSTA BÍBLICA À HOMOSSEXUALIDADE



Deus criou o ser humano homem e mulher. Assim, a homossexualidade é uma perversão da ordem divina.

A Escritura Sagrada narra o plano de Deus que descreve a mulher como uma auxiliadora idônea para o homem (Deus não criou dois homens, o segundo para ser um companheiro para o primeiro). Pelo contrário, Ele criou a mulher a partir do homem e para o homem.

O caminho natural é que o homem se relacione sexualmente com uma mulher no contexto do casamento, “o que passa disso é de procedência maligna”. No plano de Deus, Ele ordenou desde o princípio que a mulher foi feita para o homem. Ela é carne, como ele também o é. A mulher foi formada por Deus a partir da costela de Adão para ser sua companheira. O desígnio de Deus para o casamento flui naturalmente assim, um homem casa-se com uma mulher. A mulher foi feita a partir do homem e para o homem como a única companheira adequada a ele.

No texto do Novo Testamento, em Romanos 1:18-26 diz que o homem sem Deus tem “o seu coração está obscurecido” (1:21), que “tornou-se um tolo em seu pensamento” (1:22), que “ele adora a criação em vez do Criador” (1:23), e que ele “tornando-se cada vez mais pervertido em seus desejos e pensamentos, troca a função natural para viver de acordo com "paixões infames". indo contra a, ordem natural divina e fazendo o que é pervertido, infame e indecente. Por esta razão, os que praticam a homossexualidade recebem o castigo merecido por seus pecados.

Essa “merecida punição”, pode significar uma série de coisas: Doenças como AIDS, desestruturação familiar e destruição. Como o praticante se recusa a reconhecer a Deus como Deus e a se submeter a seus mandamentos, o resultado desse pecado são as trevas eternas. A realidade é que o homem foi feito de modo perfeito para a mulher, e eles se encaixam maravilhosamente: fisicamente, emocionalmente e espiritualmente. Ai devemos reconhecer a bondade e o gênio criativo de Deus. 

A homossexualidade foi a causa principal da destruição de Sodoma e Gomorra. O desejo homossexual de Sodoma corria solta e fora de controle, e Deus destruiu a cidade no dia seguinte, depois da chegada dos visitantes divinos à casa de Ló. A mensagem é clara: Deus vê a homossexualidade como uma grave ofensa contra a Sua santidade.

Deus enviou Cristo para redimir todos os pecadores.

Sempre afirmamos que odiamos o pecado, mas amamos o pecador. Odiar o pecado aqui, não significa hostilizar ou agredir os homossexuais, mas sim, não aceitara a prática do seu pecado como normal e aceitável, mas como um vício pervertido, como o é o uso de drogas, o vício do álcool, a pedofilia e outros. Deus enviou Jesus Cristo para redimir os pecadores que adotam este estilo de vida pecaminoso, e eles, também podem ser perdoados se se arrependerem dos seus pecados.

Uma das formas pelas quais afirmamos que amamos o pecador, está no fato de que a Escritura Sagrada declara claramente que a homossexualidade é de fato um pecado. De fato, considerando as perspectivas do céu e do inferno e declarando a verdade do evangelho, é a coisa mais amorosa que se poderia fazer.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A PRIMEIRA CAVEIRA GAY DO MUNDO.


Foto do achado da caveira na República Tcheca.

Por Rev. Jadér Borges, do Blog Fiel.

Publicado originalmente em:

Surpreendeu-me ler artigo assinado pelo conhecido Dr. Dráuzio Varela oferecendo a sua opinião como médico de mídia que é, defendendo a homossexualidade. Aqui não está a minha surpresa, pois dentro de suas ações midiáticas isto cabe, já que o assunto “rende”. Surpresa foi ver que a maior parte das suas argumentações tão frágeis vinha da já surrada cartilha da militância homossexual, que entre outras formas, encontra exemplos, modelos e motivos no reino animal para justificar tal comportamento como “natural“, já que moscas podem ser homossexuais; patos, macacos, ratos, etc. Por que não os humanos?

Um homem capaz na medicina e bom comunicador, também juntou a sua voz à de tantos que dizem que “se os bichos são ou agem como homossexuais, então, compreende-se o homossexualismo humano também por esses fatores”.

Sinceramente, eu nunca vi o Dr Dráuzio e nem outro cientista partir do reino animal, ou nele se basear, para esclarecer, afirmar e defender demais áreas da vida e ética humanas comparando-as com o que ocorre corriqueira e rotineiramente no mundo animal. Tentarei explicar o que quero destacar:

Para as diversas e inúmeras áreas da medicina e da ética comportamental, o padrão é sempre o ‘do humano para o humano’, e ‘do científico e experimental para o humano’, e não, do animal irracional para o humano, como referencial categórico.

Duvido que Dr Dráuzio Varela e demais articulistas que usam “este peso e esta medida” existente no reino animal como parte da justificativa para a homossexualidade humana, que façam também defendendo como “normal e natural” a existência de canibalismo humano, se uma mãe ou um pai chegar a matar e devorar um filho, como fêmeas e machos fazem não poucas vezes, no reino animal. Tubarões fazem isso; leões fazem isso, aranhas fazem isso. São capazes de devorar os próprios filhotes ou os filhotes de outros animais, sem problemas. É natural. Ou ainda, se pais e irmãos quiserem ter relações sexuais e procriarem (incesto), não vejo os promotores dos argumentos “naturais” para as práticas homossexuais virem a público e defenderem o incesto como algo ‘normal e natural’, já que cães, gatos, pássaros, moscas, fazem isso. Não. Nem o Doutor Dráuzio e nem ninguém admitiria muitos dos “comportamentos” animais como justificativas, se ocorressem as mesmas práticas entre humanos. E citei apenas duas, entre várias. Eles, os sábios doutores e cientistas jamais concordariam com isso.

Mas concordam com o caso das “moscas homossexuais” e “pessoas homossexuais”, portanto.

Continuando as surpresas, deparei-me agora com a notícia de que foi encontrado o primeiro esqueleto gay do mundo, ou de afirmações de que o esqueleto de aproximadamente 5.000 anos era de um homossexual pré-histórico, encontrado na República Tcheca. O “achado” foi veiculado em agências como a BBC e a Folha de São Paulo (na internet) e a manchete era: “Cientistas acham provável homem pré-histórico homossexual”.

E os argumentos eram:

- Quando aquela cultura de homens que viveram naquela região da República Tcheca, enterrava homens, colocava o corpo virado para o Oeste e colocava as armas do morto ao lado dele. Quando enterrava mulheres, fazia o mesmo, mas os corpos ficavam voltados para o Leste e era cercado com utensílios domésticos. O esqueleto desse homem (foto) está voltado para o Leste e tinha utensílios domésticos ao lado.

Pronto. Ele era gay!

Veja o que disse a Dra Kamila Remisova Vesinova, coordenadora de pesquisas no sítio arqueológico:

"…A partir de conhecimentos históricos e etnológicos, sabemos que os povos neste período levavam muito a sério os rituais funerários, portanto é improvável que esta posição fosse um erro. …É mais provável que ele tenha tido uma orientação sexual diferente."

É impressionante como os homens, quando querem seguir nas suas práticas, arrumam argumentos para tudo e fazem afirmações categóricas com bases em ‘fatos’, que para outras áreas da vida eles mesmos diriam que não se sustentariam, jamais, e sobre os mesmos erguem as suas defesas e também os seus ataques.

São os dias de hoje, quando homens e mulheres cada vez mais estão se entregando às suas paixões intensas. Argumentos “científicos” pueris só servirão como paliativos. Apenas isso.

O que eles querem não é justificar os seus atos. Querem praticá-los e querem fazer calar a voz da consciência (ver, Rm 2.14,15) também com “as suas bases na ciência”.

Farão e viverão assim, vindo os exemplos das moscas, dos ratos, dos patos, dos macacos, ou não. Sendo uma posição cardeal em uma sepultura de uma caveira, ou não.

Farão o que Deus condena e farão abertamente (ver, Rm 1.18 em diante, por exemplo).

E sempre encontrarão argumentos mil para isso.

“Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos” ( Romanos 1.22)

quinta-feira, 31 de março de 2011

CQC, JAIR BOLSONARO E JEAN WILLIS.

Nesta semana vimos um espetáculos daqueles grotescos que de vez em quando aparecem na mídia para gerar polêmica. Nesta semana, mais precisamente na segunda-feira passada, no programa CQC, num quadro onde o escolhido responde vendo no Lap Top as perguntas feitas por pessoas na rua, causou a polêmica que já se arrasta a quase 10 anos no Brasil.

O Deputado Federal pelo RJ, Jair Bolsonaro, conhecido por suas posições políticas firmes, respondeu principalmente sobre homossexualidade e racismo (onde foi mal interpretado!), e sobre a sua posição sobre família e criação de filhos. Ele emitiu as suas opiniões como qualquer brasileiro autêntico faria (existem muitos que se acovardam), mas gerou polêmica em face de muitos sites e blogs defensores da ditadura gay, praticamente massacrarem o deputado.

O também deputado Federal Jean Willis (Ex BBB, assumidamente gay e novo defensor da aprovação do PL 122/2006), chamou o colega deputado Jair Bolsonaro de "demente", por causa de suas opiniões sobre o homossexualismo.

O que o deputado Jean Willis, (crítico ferrenho de quem se posiciona contra o estilo de vida gay e contra o PL 122/2006), não diz dos seus pares, ele descarrega contra os que são contra os seus projetos de "Mordaça Gay", por exemplo, no circo chamado "Parada Gay" de São Paulo, eles se aproveitam das ameaças de jogar as pessoas na fogueira da acusação de homofobia, para praticar todo tipo de crimes nessas paradas. Uso de drogas, sexo explícito, apologia à pedofilia, atentado violento ao pudor, tudo isso à luz do dia, nas barbas da polícia que não faz nada para ser rotulada de homofóbica. A ameaça é real, os policiais são orientados a apenas coibir os "excessos" (Quais? Existe coisa pior?).

Quando seus pares gays vem a público com declarações imorais, depravadas e pedófilas, ele se cala, ele não ameaça, ele não representa. Como é que eles podem fazer o que bem entendem e querem ainda não serem criticados? Eles podem tudo? Eles mandam em tudo? Até no pensamento e nas opiniões das pessoas? Eles são uma classe superior e privilegiadas?

Eles querem ser incriticáveis, não querem que ninguém contrarie o seu estilo de vida (muitas vezes imorais - vê-se os travecos nos pontos de prostituição nas avenidas das cidades brasileiras), e o pior, muitas autoridades, ou por medo ou por conivência, estão lhes dando apoio.

Eles querem que todos os juízes e desembargadores da nossa justiça sejam gays, para que eles possam impor as suas leis e tentar silenciar a oposição, principalmente cristãos e defensores da família. Se o PL 122/2006 for aprovado, eles usarão a lei para obrigar a justiça a aprovar gays em concursos públicos, sob a acusação de homofobia, caso o candidato não tenha a devida competência pra passar, assim eles povoarão o judiciáruio e o legislativo daqueles que se alinham ao seu projeto de dominação.

Vamos assistir calados e permitir que isso ocorra?

  

quinta-feira, 6 de março de 2008

BARACK OBAMA E SUA OPINIÃO SOBRE UNIÃO CIVIL.


Por
Rev. João d'Eça
Recebi de um amigo (Pr. Davi Luna), um E-mail, chamando atenção para uma reportagem da Folha Online (http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378105.shtml), onde o jornal eletrônico, ao meu ver, distorce o título da reportagem original, publicada em PINKNEWS (http://www.pinknews.co.uk/news/articles/2005-7014.html ), desde o título da manchete, pois em nenhum momento, como se pode ver, "OBAMA USES BIBLE TO DEFEND CIVIL UNIONS", não se refere a União Civil enre pessoas do mesmo sexo, mas somente a união civil, normal entre um homem e uma mulher, como é natural.
A manchete do jornal brasileiro dá a seguinte informação: "O pré-candidato democrata à Presidência dos EUA e senador pelo Estado de Illinois, Barack Obama, defendeu seu apoio à união civil de casais homossexuais referindo-se no "Sermão da Montanha", segundo reportagem do site PinkNews".
Em primeiro lugar, não é possível defender a união civil entre homossexuais, usando-se o Sermão da Montanha pra isso, - como insinua Barack Obama - muito pelo contrário.
Depois, a reportagem diz o seguinte sobre Obama: "The 46-year-old US Senator from Illinois defended his opposition to gay marriage, but said he favours a legal recognition by the state". ("O Senador pelo Estado de Illinois, 46 anos, se opõe ao casamento Gay, mas defende um reconhecimento legal por parte do Estado" - tradução livre).
A própria reportagem da folhaOnline traduz:
"Digo a vocês que não acredito no casamento gay, mas penso que pessoas que são gays devem ser tratadas com dignidade e respeito e que o Estado não deve discriminá-las", disse Obama. "Assim, acredito em uniões civis que permitam a parceiros do mesmo sexo visitarem-se um ao outro no hospital ou deixar propriedades um para o outro (...) Não acho que isso deva se chamar casamento, mas acho que é um direito que deveria ser reconhecido."
Esse tipo de manchete da reportagem do jornal brasileiro pode induzir a sociedade para apoiar o PLC 122/2006, em tramitação no Congresso. A chamada "Lei Anti-Homofobia", está já a alguns anos em discussão no Congresso, principalmente defendida por petistas, que querem a todo custo, impor a agenda homossexual, estabelecendo a "ditadura Gay", que visa calar e proibir as igrejas e os pastores de pregarem a verdade bíblica que condena a prática da homossexualidade.

quinta-feira, 3 de maio de 2007

O PT É UM PARTIDO TIRANO.



Por

Rev. João d'Eça.

“O perigo não é a audácia dos maus, é o silêncio dos bons” (Martin Luther King Jr).

SÓ COSTUMO ESCREVER EM MAIÚSCULAS QUANDO O ASSUNTO É DE EXTREMA INJUSTIÇA.

REFIRO-ME AO PT (PARTIDO DOS TRABALHADORES), PARTIDO DO GOVERNO, QUE POR MUITO TEMPO CRITICOU OS OUTROS POR POSTURAS ANTIDEMOCRÁTICAS, AGORA QUE ESTÁ NO PODER, OBRIGA OS SEUS FILIADOS A REZAREM NA CARTILHA DO PARTIDO, INDO DE ENCONTRO A SUA PRÓPRIA CONSCIÊNCIA.

O PT QUE PUNIR O DEPUTADO HENRIQUE AFONSO (PT-AC), EVANGÉLICO DA IGREJA PRESBITERIANA DO UNIVERSITÁRIO EM RIO BRANCO, PORQUE ELE É CONTRA AS LEIS ABSURDAS QUE O PT QUER EMPURRAR GOELA ABAIXO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA, LEIS QUE LEGALIZAM O ABORTO, QUE CRIMINALIZA A CRÍTICA AO HOMOSSEXUALISMO, MESMO QUE SEJA UMA PREGAÇÃO DE UM PASTOR OU UMA HOMILIA DE UM PADRE, PODENDO OS QUE FIZEREM PEGAR DE 2 A 5 ANOS DE CADEIA (SE ARREPENDIMENTO MATASSE, EU JÁ ESTARIA MORTO - VOTEI 4 VEZES EM LULA).

PT adverte deputado contrário a direitos GLBT.

O presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, e o secretário de Movimentos Populares do partido, Renato Simões, enviaram na segunda-feira, 9/4, ofício ao líder da bancada petista na Câmara, deputado Luis Sérgio, solicitando que esclareça ao deputado Henrique Afonso (PT-AC) as posições partidárias favoráveis os direitos dos gays, lésbicas, travestis, transexuais e bissexuais (GLBT).

Na carta, publicada na íntegra abaixo, os dirigentes do PT relatam o conjunto de posições partidárias de apoio à luta GLBT e solicitam ao líder da bancada que se empenhe no sentido de prestar esclarecimentos ao deputado Henrique Afonso para que haja plena sintonia entre sua ação como parlamentar e as diretrizes partidárias. Os dirigentes também colocam a Executiva Nacional do PT à disposição dos parlamentares da bancada federal para consolidar a necessária unidade de ação em torno das bandeiras dos direitos humanos e da comunidade GLBT.

A carta de Ricardo Berzoini e Renato Simões é uma resposta da executiva do PT à solicitação de providências feita pelo setorial nacional GLBTcom relação à atuação do deputado federal Henrique Afonso (PT-AC), que tem se posicionado contrariamente à aprovação do PLC 122/2006, que criminaliza a homofobia.

Em ofício à executiva do partido, o setorial GLBT do PT denunciou documento do deputado petista do Acre que trata o “homossexualismo” (sic) como um dos elementos de degradação da família. Além disso, o deputado é um dos líderes da “Frente em defesa da família”, que tem se posicionado contrariamente a aprovação de leis que assegurem os direitos dos homossexuais, pois elas não teriam respaldo bíblico.

Para Julian Rodrigues, da coordenação nacional do setorial GLBT do PT, a carta de Berzoni e Simões é uma vitória de todos os que lutam pelos direitos humanos no partido. “A executiva do PT está de parabéns ao advertir o deputado Henrique Afonso. Afinal, o estatuto do Partido coloca como dever dos filiados combater todo os tipos de discriminação, e cita nominalmente a discriminação por orientação sexual”, afirma Rodrigues. “É preciso deixar claro que as posições do Partido com relação aos direitos humanos e civis dos GLBT se referem à esfera pública, e estão, portanto, acima das convicções religiosas de cada militante, que são de foro íntimo”, enfatiza Julian Rodrigues.

Fonte: http://mixbrasil.uol.com.br/mp/upload/noticia/11_101_59145.shtml

Comentário: é altamente preocupante o apoio do partido do governo ao projeto de mordaça gay, que pune com até cinco anos de cadeia as pessoas que se manifestarem contra o homossexualismo; isto fere a liberdade de expressão e de imprensa, e fere a liberdade religiosa. Se este Projeto for aprovado ninguém mais poderá pregar contra o homossexualismo sob pena de prisão. Portanto, é hora de enviarmos mensagens aos deputados e senadores do PT, pedindo-lhes que não aprovem tal projeto. Veja seus e-mails em http://www.camara.gov.br/ e www.senado.gov.br

FENTE PARLAMENTAR DA FAMÍLIA E APOIO À VIDA COM 200 DEPUTADOS.

A nova Frente Parlamentar, instalada no início de abril, já conta com uma extensa agenda de atividades em favor da vida e da família, a saber:

08/05 – Grande Clamor a Deus em Favor da Vida. Evento que será realizado em Brasília reunindo milhares de pessoas, entre católicos e evangélicos, em ato público e religioso contra a legalização do aborto. Constará da programação uma caminhada até a Praça dos Três Poderes para entrega de documento ao Presidente da República com a posição dos cristãos brasileiros contra a prática do aborto. Será um marco histórico, a primeira vez que católicos e evangélicos estarão reunidos clamando aos céus pela vida.

11/05 – Sessão Solene no Plenário da Câmara dos Deputados em homenagem ao Dia das Mães.

17/05 – Seminário sobre a Família, com a presença de importantes palestrantes. Aguarda-se um grande número de participantes de todo Brasil.

Essas e muitas outras ações visam ao fortalecimento da família, ao resgate dos valores morais e à proteção à vida. São ações que exigem uma grande dose de coragem e ousadia, a exemplo da iniciativa que tivemos ao reunir, no dia 25 de abril, em um dos Plenários da Câmara, diversos deputados para exibição do filme O Grito Silencioso que aborda a forma cruel como é realizado um aborto. O filme emocionou os presentes e motivou muitos parlamentares a abraçarem nossa luta contra a morte a favor da vida.

Assim, em todas as oportunidades, tenho dito que não abro mão de minhas convicções e de minha fé. Tenho me manifestado que não faço concessões quanto ao aborto. Minhas posições claras e firmes têm sido motivos de criticas na imprensa e até mesmo entre alguns colegas, porém, não temo as criticas e as censuras, pois tenho a convicção de que estou fazendo a coisa certa na busca de um Brasil sem aborto.

quinta-feira, 15 de março de 2007

ONDE ESTÁ A VERDADE?

Por


João d'Eça





A propósito da proposta do PT (Partidos dos Trabalhadores), que elaborou um Projeto de Lei para ser apresentado na Comissão de Direitos Humanos da ONU em 2003, onde o mesmo foi rejeitado por duas vezes, devido ao voto contrário da Liga das Nações Árabes e do Vaticano, vindo a ser apreciado novamente em 2006, com vários avanços dentro daquilo que o PT e o Governo brasileiro (do PT), queria.

Hoje, Quinta-Feira (15/03/07), estava certo a aprovação da lei em uma Comissão do Senado brasileiro, trabalhando sigilosamente, onde a proposta da Lei "Brasil sem Homofobia", viria trazer avanços para a população GLBSTTT(Gays, Lésbicas, Bissexuais, Simpatizantes, travestis, Transexuais e Transgênicos) Ufa!!. Em compensação iria trazer prejuizos para a maioria da população brasileira, porque a principal base da Lei, está em obrigar o cidadão a gostar do movimento da minoria GLBSTTT e aceitar todas as manifestações dessas minorias, sem críticas ou discordâncias, pois se assim for, poderão pegar de 2 a 5 anos de cadeia. É a ditadura da minoria GLBSTTT. Porque não se faz uma Lei que ponha na cadeia os governantes que permitem que crianças sejam abandonadas nos semáforos das cidades, cheirando "cola de sapateiro" ou "solventes", ou ainda uma Lei que ponha atrás das grades, governadores, prefeitos, deputados e senadores que permitem que a população seja assassinada todo dia por bandidos nas capitais dos estados e nas grandes cidades aos milhares?

Até hoje (15/03), foram 10 policiais mortos em uma semana no Rio de Janeiro. Aqui se mata anualmente mais do que na guerra do Iraque com todos os atentados a bombas e ninguém faz nada pra mudar a situação. Será que a maioria não tem os mesmos direitos que as "minorias"?

Não somos à favor de discriminação ou violência contra quem quer que seja, mas estabelecer no Brasil uma "ditadura" Gay, é simplesmente ridículo. Querer que as famílias engulam um estilo de vida contrário às suas convicções ou crenças, por força de uma Lei, é "medieval", é arbitrário.
Só porque os "intelectualóides" do PT e outros "sociologastros" e "humanistóides" querem assim, temos que aceitar? Não tenho eu e outros cidadãos, o direito de sermos contra, em nome da preservação de nossas famílias, de vermos exposição de afetividade "Gay" em público? Não tenho o direito de como cidadão, ser contra essas manifestações públicas (já que podem ser feitas em lugares privados), e condiderá-las contrárias à natureza, aos meus princípios e às minhas crenças?

O que os defensores dessa atitude querem é trazer o caos para a sociedade. Há coisas que nos ofendem, isso é natural do ser humano, e, quando nos ofende nós reclamamos para que se possa corrigir as coisas e cada um respeitar o direito dos outros, isso vale pra tudo. Manifestação de afetividade deve ser feita de maneira privada, é pra ser feito entre quatro paredes e não em público. Daqui a pouco "vamos ter que engolir" relacionamentos íntimos em praça pública sem poder dizer nada, tudo em nome do direito à intimidade pública. Isso é falta de respeito e falta de critério. É a ditadura GLBSTTT.

Daqui a pouco vamos ver criada uma Lei que dá direito aos usuários de drogas de se drogarem em público e que disser algo contra ou fizer uma crítica, irá pra cadeia. Tudo em nome do "Direito a isso", "Direito àquilo". Ora se eu tenho o direito e o dever de educar o meu filho longe de tantas coisas que para mim são prejudiciais a ele, mesmo que não seja pra outros pais, tenho também o direito de manter meu filho longe de qualquer influência que eu considere perniciosa pra ele, devo afastá-lo dessas influências que não gostaria de ver na vida dele. Isso é crime?

"Arriscamos¹ a ter no Brasil um futuro negro onde as próprias gangues temerão os homossexuais, por causa dos muitos privilégios legais concedidos ao homossexualismo. Antes de atacarem um indíviduo, as gangues poderão se sentir obrigadas a perguntar se ele é homossexual. Se não for, o ataque prosseguirá normalmente. Assim, homens, mulheres e crianças não serão poupados. Nos meios criminosos, só os homossexuais terão isenção especial e é possível que, por desespero diante da total falta de segurança que reina no Brasil, a população precise se fazer de homossexual durante uma ação de criminosos".

"A que ponto chegou o Brasil: Um governo que não consegue dar nenhuma segurança para milhões de homens, mulheres e crianças agora se compromete a dar segurança à minúscula população homossexual, por causa do intenso, enorme e insistente ativismo homossexual de direitos humanos. Algumas pessoas já devem estar babando de vontade de participar do movimento homossexual, só para ter as garantias civis de segurança que o Estado jamais consegue dar à vasta maioria da população".

Tenho convicções éticas, morais e religiosas como quase todo mundo tem, não sou perfeito, sou cheio de erros, de equivocos, me engano e quando isso acontece, sei reconhecer, mas não posso admitir que uns poucos tenham mais direitos do que a maioria, de que esses poucos sejam superprotegidos, enquanto a maioria é esquecida à sua prórpia sorte. "Seja o que Deus quiser!!!"

Que os adeptos do homossexualismo tenham os seus direitos, sou a favor, não tenho porque ser contra. Os que gostam da prática homossexual devem ser respeitados e protegidos, mas, quero ter o direito de fazer proselitismo, sem que isso se configure crime. Eu acredito na possibilidade de pessoas adeptas do homossexualismo deixarem a prática e mudarem de vida, assim como acredito que o bêbado possa largar a bebida, que o usuário de drogas possa deixar de consumir, assim como o viciado em sexo possa ser mudado, como o ladrão venha a deixar de roubar. Essa convicção é crime? Sei que muitos não aceitarão e nem se renderão aos meus argumentos, mas quero ter o direito de tentar sem que isso se configure em crime. Isso é errado?

Creio na Escritura Sagrada hebraico-cristã, vivo pelos seus princípios, cada pessoa escolhe que princípios seguirá em sua vida, outros não seguirão princípio algum, mas mesmo os que não seguem um princípio estabelecido, seguirão algum, mesmo que seja o seu próprio, forjado na sua cabeça. Eu acredito que a Bíblia é relevante para hoje e sempre será relevante, apesar de que as campanhas para desacreditá-la estão ai. Por exemplo, quando a Bíblia fala contrariamente ao homossexualismo, os estudiosos de plantão do lado contrário, na tentativa de defender o seu relativismo ético, dizem que isso é porque a bíblia é um livro antigo, de um tempo onde não se conhecia as coisas muito bem, mas que hoje em dia, a situação é diferente, já se sabe muita coisa que não se sabia. Mulheres se emanciparam, a sociedade evoluiu, pecado deixou de ser pecado passou a ser comportamento, e em breve estarão afirmando a criação de um terceiro sexo, íbrido, nem sim, nem não.

Abaixo vemos três dos vários textos contundentes a respeito do assunto, encontrados na Bíblia Sagrada, para provar aos que dizem que a Bíblia silencia à respeito. Vejamos:

“Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante”. (Levítico 18:22 NVI)

“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos e, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus”. (1 Coríntios 6:9-10 NVI)

Leiam também Romanos 1: 18-26.

Queremos viver em um país livre, onde o cidadão tenha o direito de ser diferente, mas que tenha resguardado o direito de mudar de opção, de atitude, de comportamento, de valores, sem que isso seja considerado crime. Não é assim que todos queremos viver?




[1] - Extraido do Livro O Movimento Homossexual de Júlio Severo, Editora Betânia.

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