quarta-feira, 30 de maio de 2007

O GOVERNO LULA E A DESTRUIÇÃO DA FAMÍLIA.


Reproduzo abaixo o excelente informativo que nos revela a verdadeira intenção, diabólica e maligna do governo do PT, que claramente pretende destruir a célula "mater" da sociedade, a família.

Um presidente que tem a coragem de vir a público e dizer que o seu "amiguinho" da Venezuela, Hugo Chaves, é "soberano" para fechar uma emissora de televisão, só porque critica o seu governo, só pode estar pensando em silenciar os seus críticos aqui no Brasil.

Aliás, o projeto (PLC 122/2006) que visa dar "superpoderes" e "superproteção" a gays e lésbicas, anda no mesmo caminho de Hugo Chaves, ou seja, silenciar a crítica começando por tornar esses "grupinhos" gblts, incriticáveis.

A ameaça vermelha do PT, segue um caminho muito mais perigoso para o Brasil, eles querem formar uma sociedade homossexual, fincar a "bandeira" colorida no coração do país, doutrinar as crianças de escolas públicas a seguir a orientação da agenda gay.

Porém, homens como eu e como tantos outros que estão nessa luta em favor da proteção da família e contra as armadilhas do PT e de seus aliados "maria-vai-com-as-outras", que aprovam as maluquices do partido sem questionar. Eu não aceitarei nenhum tipo de imposição, se eu não puder mandar meu filho pra uma escola particular, o ensinarei em casa, mas não permitirei que esse sistema maligno de educação projetado pelo PT, alcance os meus.

Vejam as verdades colocadas no artigo abaixo, e tirem as suas próprias conclusões:

ABOMINAÇÃO, PERVERSÃO, TIRANIA

Adestramento Gay Obrigatório para Crianças em Idade Escolar - Uma amostra das informações publicadas na web que revelam o atual Estado da Arte no Brasil

Quantos cidadãos brasileiros estão informados do montante de recursos públicos que o Governo investe com o propósito de fortalecer ainda mais a orgulhosa auto-estima dos militantes do Movimento Gay Brasileiro?

Quantos continuariam indiferentes se vissem com seus próprios olhos o conteúdo obsceno e blasfemo de um site gay recomendado pelo governo em um portal dedicado a jovens e adolescentes?

O material não é apropriado para pessoas normais em qualquer faixa etária. Que tipo de gente é capaz de encaminhar crianças a um local tão perverso? De fato, só me obriguei a revolver a imundície, e insisto para que outros também o façam, por que creio que estão em jogo questões de extrema gravidade, que trarão conseqüências devastadoras irreversíveis sobre as nossas relações familiares e sociais já tão debilitadas. Ali, o Movimento descreve com júbilo uma grande vitória estratégica alcançada: O Nascimento do Programa Escola Jovem (PEJ):

“O Governo Federal, com o apoio do Fórum HSH (Homens que fazem Sexo com Homens) do Governo do Estado de São Paulo, produziu um vídeo para ser trabalhado nas escolas de todo o país. Este vídeo chama-se ‘Prá que time ele joga?’ "

O vídeo conta "a história de Pedro, um garoto que é flagrado pelos colegas beijando outro menino" e foi exibido na Rede TV em Janeiro do ano passado, no Programa Direito de Resposta, no horário do Programa do João Kleber, suspenso por determinação da juíza federal Rosana Ferri Vidor, da 2ª Vara Federal de São Paulo, em respostas à Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público Federal.

"Utilizando este vídeo, o Grupo E-jovem pretende dar uma maior visibilidade à questão da homossexualidade nas escolas, de como ela acontece e como os alunos devem (e não devem) lidar com ela. O vídeo, produzido de forma extremamente didática, permite intervenções de um monitor capacitado para isso, durante a sua exibição. Isto gera um diálogo com os espectadores, que confrontam os seus próprios sentimentos e absorvem o que está sendo abordado ali de forma muito mais duradoura. Podemos também trabalhar com outros vídeos de ONGs ou mesmo vídeos comerciais, de temática GLA”.

“A experiência mostra que é importante que cada grupo focal seja abordado em separado: essa palestra possibilita um contato muito íntimo de cada um com sua própria sexualidade e os resultados são bem melhores com os professores longe da presença dos alunos e com estes em separado de seus pais. Por razões óbvias”.

Entenda bem, "grupo focal" diz respeito a grupos separados de alunos, de pais e de professores. Eles estão dizendo aqui que o sucesso do empreendimento depende de que o grupo das crianças (alunos) seja 'abordado' longe da presença dos professores e dos pais. "Por razões óbvias"! É importante que os pais fiquem longe de suas (?) crianças, confiando-as inteiramente aos cuidados dos monitores GLA naquele momento tão ‘íntimo’ em que elas serão encorajadas a se libertarem do estreito e homofóbico padrão sexual macho-e-fêmea criado por Deus, substituindo-o por uma ou várias das 'identidades sexuais' que compõe variado cardápio de opções 'trabalhado' em sala de aula: gays, bissexuais, lésbicas, transgêneros, transexuais, entre vários outros... Depravação total!

Como se vê abaixo, a capacitação dos professores que aplicarão o programa nas escolas da rede pública em todo o território nacional, já está sendo realizada desde o ano passado:

"Capacitação – O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, lançou, no dia 24 deste mês (Maio/2006), no Palácio do Planalto, o programa Gênero e Diversidade na Escola. O objetivo é capacitar inicialmente 1,2 mil professores de escolas públicas de 5ª a 8ª série para lidar, em sala de aula, com atitudes e comportamentos preconceituosos em relação a preferências sexuais, gênero (masculino e feminino) e raça. Os cursos de formação serão implantados em Salvador (BA), Dourados (MS), Porto Velho (RO), Maringá (PR), Niterói (RJ) e Nova Iguaçu (RJ), com apoio municipal e estadual. A partir de setembro (2006), mais 30 mil professores farão o curso em todo o país”.

É só conferir nos links abaixo:

1. MEC quer preparar professores para lidar com a diversidade

2. Curso de Capacitação em Homossexualidade

3. Projeto do Movimento Gay de Minas é aprovado pelo MEC

4. Sexualidade Entra na Sala de Aula

5. Gurizada – Saindo do Armário e Entrando em Cena

6. Oficina Escola Sem Homofobia

7. Novas Práticas Educativas Sobre Sexualidade e Cidadania

8. Como discutir homossexualidade na escola?

9. Cidadania GLBT: Propostas de Governo

10. 1° Seminário Nacional Segurança Pública e Combate à Homofobia (realizado no dia 12 de Abril passado, quando foi apresentado o Manifesto de Intelectuais, Artistas e Lideranças de Movimentos Sociais pela Aprovação da PLC 122/2006 – Criminalização da Homofobia, de autoria da deputada Iara Bernardes – que define como crime a prática da homofobia no Brasil, equiparando-o com o racismo).

Até aqui, uma dezena entre dezenas de milhares de links semelhantes.

Mas, atenção: o governo costuma remover ou alterar endereços de páginas que se tornem 'problemáticas': "SEM PORNOGRAFIA - O site da Presidência da República Federativa do Brasil tirou da página da Secretaria Especial para os Direitos das Mulheres os links que remetiam para um site pornográfico chamado 'Erosmania' e para um outro que fazia propaganda de saunas e clubes gays: o 'Sentido G'. Tomaram o cuidado de evitar os links. Agora, apenas põem por extenso os endereços recomendados. Não há mais como chegar, a partir do www.brasil.gov.br, à página que vendia CDs eloqüentes como 'O Estuprador de Coroas' ou 'Priminha Ardida'. Agora, lá, só há entidades sérias como, entre outras, 'Hip Hop pela não Violência contra as Mulheres', 'Cotidiano Mujer', 'Articulación Feminista Mercosur' e 'Campanha 28 de setembro - Dia pela Discriminação do Aborto na América Latina e Caribe'.")".

O Tempora, O Mores! Que tempos os nossos! E que costumes! (Cícero)Tempos medonhos! Os fatos clamam por si mesmos. Quem tem ouvidos, ouça!

Fonte: Blog Deus é Soberano

[ http://jaelsavelli.blogspot.com/ ]

http://juliosevero.blogspot.com/2007/05/abominao-perverso-e-tirania.html

terça-feira, 29 de maio de 2007

É TUDO IGUAL MESMO?



Por



João d'Eça



Pela ilustração acima, todos são iguais sexualmente falando, sem o sinal de "diferente" acrescentado por mim, propositadamente.


Eu acrescentei aquela marca que torna o sinal de "igual" em sinal de "diferente", porque a minha relação afetiva, sexual, emocional, etc, com a minha esposa, ou a relação heterosexual, não é igual à relação homossexual em nenhum aspecto.


A relação homossexual é diferente porque só produz prazer, movido pelo desejo de satisfazer o vício do homossexualismo, assim como o vício do álcool produz a bebedice, como o vício do carteado produz as casas de "Bingo", assim como o uso do tabaco, da maconha e da cocaina produz o "drogado", assim como o vício do sexo pelo sexo produz o adúltero.


A relação heterossexual não pode ser igualada à relação homossexual, pois a primeira é natural, é normal, enquanto que a outra é anti-natural e anormal. Quem se atreve a dizer que o ânus de uma pessoa foi feito para produzir prazer sexual? Quem é o defensor do homossexualismo que se apresenta para contradizer essa pergunta? Anatômicamente, está provado que o ânus, não é um orgão sexual, mas a deturpação da natureza (tanto hetero quanto homo) o torna uma relação anti-natural.

O resultado dessa configuração só pode ser um NADA, conjunto vazio.

Esta configuração não produz vida, mas dizima a raça humana.



A não ser que esta configuração seja uma amizade forte e sem atração sexual, ou seja uma relação entre pai e filho, ou entre irmão com irmão, qualquer outra idéia, que envolva relação-afetiva-sexual, é anti-natural e anormal.



Esta outra configuração, também tem como resultado NADA.

Esta configuração não produz vida, mas dizima a raça humana



A não ser que se esteja referindo ao amor de uma mãe por uma filha, ou o amor de uma irmã por outra, ou até mesmo a uma grande amizade sem atração sexual, qualquer outra idéia que envolva relação-afetiva-sexual, é anti-natural e anormal.


Não, não é tudo igual. Homem com Homem é anormal, anti-natural. Mulher com mulher é anormal, anti-natural.


Mas cada um viva como achar melhor, assumindo as suas responsabilidades diante de Deus e dos homens. Assuma a sua condição de homossexual e viva-a na sua privacidade. Em público é anormal, é anti-natural.

O que não pode acontecer é um cidadão ser preso por criticar uma atitude anti-natural em público. Porque não fazê-lo na sua privacidade? Esse direito está assegurado. Use e abuse dele, os que são adeptos dessa orientação. Ser hetero é ser normal, ser homo é ser anti-natural. A não ser que o PT e seus aliados queiram criar um novo Gênero, inclusive, encontrando espaço na gramática pra esse novo gênero.

Um pouco de Gramática


Na língua portuguesa só há dois gêneros: MASCULINO E FEMININO, não há outro.


No inglês há três gêneros, assim como no grego, mas o gênero neutro do grego e do inglês, não se referem a pessoas, mas somente às coisas e objetos inanimados. Excetuando-se os bebês que no inglês é identificado pelo pronome "it" (Gênero neutro), mas não se refere à sua sexualidade, ou seja, não há uma terceira via, não há como criar um terceiro gênero, isso é loucura. Se o PT e seus aliados "malucos" apoiadores do PLC 122/2006 estiverem pretendendo criar um terceiro gênero, eles estarão dizendo que a raça humana deve ser dizimada, porque desse "terceiro gênero", não sai nada, a não ser, um sujo "prazer" sexual.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

PORCARIA DE LEI - PLC 122/2006


Por
João d'Eça

Reproduzo o texto abaixo, por pensar assim. Eu também não me submeterei a Lei se ela for aprovada. Resultado: Serei preso, estarei cativo, serei um prisioneiro, tudo por defender a justiça, a moral, a ética, a família e os bons costumes.

Não vou concordar com a Lei Anti-Homofobia, se ela for votada no Senado, pelo simples fato de que ela não é justa, como está escrita, a lei pede pra não ser obedecida. Assim como Luther King Jr pregou a desobediência civil, a não obediência à Lei injusta de Segregação Racial, assim eu pretendo (caso os senadores a aprovem), pregar a desobediência civil entre os padres e os pastores, porque a Lei quer silenciar os pregadores de usar a Bíblia.

Portanto, caso a Lei 122/2006 seja aprovada, NÃO DEVEMOS OBEDECÊ-LA!

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Porcaria de lei

Olavo de Carvalho
Jornal do Brasil, 24 de maio de 2007

Ilustres senhores parlamentares: Vossas Excelências podem votar, se quiserem, essa porcaria de lei que proíbe criticar o homossexualismo. Podem votá-la até por unanimidade. Podem votá-la sob os aplausos da Presidência da República, da ONU, do Foro de São Paulo, de George Soros, das fundações internacionais bilionárias, do Jô Soares, do beautiful people inteiro.

Não vou cumpri-la. Não vou cumpri-la nem hoje, nem amanhã, nem nunca.

Por princípio, não cumpro leis que me proíbam de criticar ou elogiar o que quer que seja. Nem as que me ordenem fazê-lo.

Não creio que haja, entre os céus e a terra, nada que mereça imunidade a priori contra a possibilidade de críticas. Nem reis, nem papas, nem santos, nem sábios, nem profetas reivindicaram jamais um privilégio tão alto. Nem os faraós, nem Júlio César, nem Átila, o huno, nem Gengis Khan ambicionaram tão excelsa prerrogativa. O próprio Deus, quando Jó lhe atirou as recriminações mais medonhas, não tapou a boca do profeta. Ouviu tudo pacientemente e depois respondeu. As únicas criaturas que tentaram vetar de antemão toda crítica possível foram Adolf Hitler, Josef Stálin, Mao-Tse-Tung e Pol-Pot. Só o que conseguiram com isso foi descer abaixo da animalidade, igualar-se a vampiros e demônios, tornar-se alvos da repulsa universal.

Nada é incriticável. Quanto mais o simples gostinho que algumas pessoas têm de fazer certas coisas na cama.

Nunca na minha vida parei para pensar se havia algo de errado no homossexualismo. Agora estou começando a desconfiar que há. Nenhuma coisa certa, nenhuma coisa boa, nenhuma coisa limpa necessita se esconder por trás de uma lei hedionda que criminaliza opiniões. Quem está de boa intenção recebe críticas sem medo, porque sabe que é capaz de respondê-las no campo da razão, talvez até de humilhar o adversário com a prova da sua ignorância e má-fé. Só quem sabe que está errado precisa se proteger dos críticos com uma armadura jurídica que aliás o desmascara mais do que nenhum deles jamais poderia fazê-lo. Só quem não tem o que responder pode pedir socorro ao aparato repressivo do Estado para fugir da discussão. E quanto mais se esconde, mais põe sua fraqueza à mostra.

Sim, senhores. Nunca, ao longo dos séculos, alguém rebaixou, humilhou, desmascarou e escarneceu da comunidade gay como Vossas Excelências estão em vias de fazer.

As pessoas podem ter acusado os homossexuais de fingidos, de ridículos, de tarados, de pecadores. Ninguém jamais os qualificou de tiranos, de nazistas, de inimigos da liberdade, de opressores da espécie humana. Vossas Excelências vão dar a eles, numa só canetada, todas essas lindas qualidades.

Depois não reclamem quando aqueles a quem essa lei estúpida jura proteger se tornarem objeto de temor e ódio gerais, como acontece a todos os que tomam de seus desafetos o direito à palavra.

Quem, aprovada a PLC 122/ 06, se sentirá à vontade para conversar com pessoas que podem mandá-lo para a cadeia à primeira palavrinha desagradável? Os homossexuais nunca foram discriminados como dizem que o são. Graças a Vossas Excelências, serão evitados como a peste.

http://www.olavodecarvalho.org/semana/070524jb.html

http://www.olavodecarvalho.org/

quinta-feira, 24 de maio de 2007

O USO INDEVIDO DO TERMO "HOMOFOBIA".



Por

João d'Eça

Temos acompanhado as discussões no Senado Federal sobre o PLC 122/2006, Lei Anti-Homofobia, que altera a Lei 7.716, que trata dos crimes de preconceito de raça, de cor, de religião, de pensamento, etc.

Acontece que o loby GBLT, quer impor ao país uma lei draconiana, que considera criminosa toda pessoa que criticar o homossexualismo em qualquer uma de suas formas, punindo-o com prisão de 2 a 5 anos.

Por exemplo: criticar um travesti que anda desnudo pelas ruas de nossas cidades; demitir uma babá lésbica que está passando ensinos e conceitos contrários aos valores dos pais à criança; repreender um casal Gay que em público, num lugar aberto a todos, começa a expressar suas carícias íntimas; demitir um homossexual por comprovada incompetência profissional e ainda outros casos que envolvam homossexuais, será considerado Homofobia, se a Lei 122/2006 for aprovada, gerando pena de prisão que vai de 2 a 5 anos.

O PT (Partido dos Trabalhadores) tem feito o possível e impossível para que essa lei seja aprovada como está escrita. Os parlamentares do PT estão fazendo de tudo para passar para a sociedade, que todos os que falarem contra o homossexualismo, são “homofóbicos” e que devem pagar pela sua posição, sendo presos. O deputado Henrique Afonso (PT-AC) está sofrendo perseguição e processo de expulsão do partido, porque é contra a aprovação do projeto.

No dia 23 de Maio de 2007, foi realizada uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos, presidida pelo Senador Paulo Paim (PT-RS), que discutiu o assunto e vimos que os parlamentares do PT, como “Rolo Compressor”, defenderam os homossexuais e criticaram os que são contra, de uma forma incisiva e absurda. Esse é o partido que diz que o Brasil é um país laico, ou seja, criminaliza a crítica a um travesti desnudo em praça pública e legaliza extirpar uma criança do ventre de sua mãe como se fora um câncer maligno. É um país laico ou um país Louco?

O termo homofobia como foi cunhado pelo Dr. Weinberg não se aplica senão aos "assassinos e criminosos. Se aplicado ao papa, a um pastor, ou a qualquer cidadão que seja contra o homosexualismo, mas não é violento ou agressor de homossexuais, é uma aplicação pejorativa, maldosa, na intenção de humilhar, intimidar e ferir propositadamente".

Eu sou, e serei sempre contra o homossexualismo, por causa dos meus valores e da minha fé, mas não sou homofóbico. Sou contra o homossexualismo, mas nunca vou agredir um homossexual ou incentivar qualquer tipo de violência contra qualquer GBLT, a não ser que eles me agridam primeiro. Portanto o termo “homofóbico”, não cabe nesse contexto, está sendo usado como uma metáfora política, para punir, é na verdade um insulto e uma fraude.

O que o PT e seus militantes mais ferozes, conluiados com o movimento GBLT, querem na verdade, é acabar com a ética e com a moral do povo brasileiro, institucionalizando a prática imoral do homossexualismo e destruindo as famílias, muito mais do que já foi ferida de morte.


Estão acusando os pastores de serem homofóbicos e incitadores da violência, mas como, se as igrejas sempre se posicionaram contra o homossexualismo e nenhum fiel, jamais, em tempo algum, saiu de uma missa ou de um culto para agredir um homossexual, ou violentar os seus direitos? Em 150 anos de história efetiva no Brasil, sempre pregando a mensagem do evangelho na Escritura Sagrada e a parte contra o homossexualismo, sem jamais haver sequer um ato de violência contra um homossexual, como podem os evangélicos serem homofóbicos? O que eles querem é botar uma mordaça nos padres e pastores. O que eles querem é silenciar a Bíblia Sagrada que condena as suas práticas imorais e o seu pecado.

"Toda e qualquer acusação de “homofobia”, se não for dirigida a autor comprovado de crime violento contra homossexuais, é crime de injúria, difamação e calúnia, acrescido do uso fraudulento da justiça como instrumento de perseguição política".

quarta-feira, 23 de maio de 2007

PLC 122/2006 - O PT COMO ROLO COMPRESSOR.






Por


João d'Eça



Hoje, durante a tarde toda, estive ligado no Senado Federal, acompanhando a audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), presidida pelo Senador Paulo Paim (PT - RS), gravei todos os depoimentos e os ouvi atentamente, chegando a uma conclusão que eu não queria chegar, mas que penso ser a verdade.


Entendi que a aprovação do PLC 122/2006, é uma questão de "honra" para o PT, se é que se pode chamar de honra, uma atitude como essa.


Os petistas estão levando a coisa tão à sério, que eles não querem nem ouvir os argumentos contrários, por mais que estes sejam convincentes e relevantes. Eles não se dão ao trabalho de sequer pensar no assunto, como um "rolo compressor", eles querem passar por cima de tudo e de todos para impor uma Lei pró-homossexualismo, sem se preocupar com as consequências futuras, que na minha visão, caso o PLC 122/2006 seja aprovado, serão desastrosas.


Todos os muitos petistas que estavam presentes na audiência, todas as vezes que falaram, tentaram enganar a população com um discurso de que são "religiosos". Muitos deles ousaram dizer que discordam da religião que praticam (porque praticam?), e insunuaram que a Bíblia, Livro que orienta essas questões, precisa ser mudada, aperfeiçoada ou interpretada do jeito que o PT quer.


Eles sempre acusavam os pastores e os padres de serem retrógrados e preconceituosos, incitadores de violência e intolerantes.


EVANGÉLICOS, 150 DE BRASIL.


Em 150 anos de militância efetiva no Brasil, sempre pregando contra o homossexualismo e contra outros pecados semelhantes, os evangélicos nunca, em tempo algum, incitaram a violência contra quem quer que seja. Não há casos de evangélicos violentando homossexuais, ou de pastores incentivando qualquer tipo de violência, e mesmo assim, em 150 anos de história no Brasil, nunca, nenhum pastor deixou de pregar contra o homossexualismo e nunca se viu um evangélico violentar um homossexual por puro preconceito ou não (quem tiver dados contrários que os apresente!).


Se em 150 anos de história no Brasil, não houve violência por parte de evangélicos contra homossexuais, e mesmo assim, nesse tempo todo, os evangélicos continuaram pregando contra o pecado do homossexualismo, é evidente que os evangélicos não são aquilo que os petistas anti-Deus dizem, não somos preconceituosos, não somos intolerantes e nem tampouco violentos.


Até hoje pregamos contra o homossexualismo e não aconteceu nenhuma violência contra homossexuais por parte de um religioso. Mas os homossexuais e os petistas anti-religião, querem impor uma violência comparada somente a Hitler, Mao, Lenin (os bolcheviques) e Fidel, que proibiram o uso da Bíblia pelo povo e queimaram o Livro Sagrado em praça pública.


Eles querem nos amordaçar, eles querem nos proibir de pregar a Palavra de Deus, eles querem que pensemos como eles pensam, eles querem nos impor valores que são contrários às nossas crenças e nossa fé, eles querem que a Bíblia seja fechada ou que os textos que condenam o pecado do homossexualismo sejam rasgados e excluidos da Bíblia.


Senadores e deputados anti-Deus e anti-religião criticaram a postura firme do Rev. Guilhermino Cunha (IPB) em favor da verdade de Deus. Criticaram a postura firme do deputado Takaiama (AD) em favor da família. Criticaram os argumentos irrefutáveis do Senador Crivella e odiaram a olhos vistos a postura séria do deputado Henrique Afonso (PT - AC) em favor da defesa da fé, aliás, o deputado Henrique Afonso, está sofrendo perseguição dentro do PT, simplesmente porque não aceita a orientação do partido anti-Deus (PT), que quer legalizar a matança de inocentes e criminalizar a crítica a travestis que andam desnudos pelas ruas de nossas cidades. Isso é certo?

terça-feira, 22 de maio de 2007

DEPUTADA "FEIA" E CHORANA, APRESENTA PROJETO HORROROSO.


A deputada Cida Diogo (PT - RJ) chorona ao centro, a "feia", segundo o deputado Clodovil Hernandes (PTC-SP), apresentou um projeto horroroso na Câmara dos Deputados em Brasília.
Ela simplesmente, acrescenta à feiura do projeto dos abortistas, mais feiura ainda, quando apresenta um projeto enganador que fala de "Aborto Terapêutico", mais uma falácia dos "sociologastros" pró-infanticídio do PT.
Confiram:
http://www.camara.gov.br/sileg/integras/449057.pdf
http://www.camara.gov.br/sileg/MostrarIntegra.asp?CodTeor=449057
O projeto horroroso da deputada feia é uma reedição de proposta semelhante apresentada na legislatura anterior pela ex-deputada comunista Jandira Feghali, apelidada pela população de "samambaia abortista", o que indica que também não representava nenhum padrão de beleza feminina. Dona Jandira também foi relatora do projeto de lei n. 1135/1991, tendo apresentado substitutivo para legalizar o aborto no Brasil em toda e qualquer circunstância, durante os nove meses da gestação. A divulgação da atividade abortista de dona Jandira acarretou sua fragorosa derrota nas últimas eleições para o Senado, como representante do estado do Rio de Janeiro.
Segundo nos informa O Estado de São Paulo (http://www.estadao.com.br/ultimas/nacional/noticias/2007/mai/10/346.htm), dona Cida Diogo, a deputada feia, sempre foi identificada com as causas feministas e é defensora da união civil dos homossexuais (popularmente conhecida como "casamento gay"). Teria iniciado sua militância política no trabalho em CEB's (comunidades eclesiais de base) de Volta Redonda-RJ, provavelmente sob as bênçãos de d. Waldir Calheiros, o bispo vermelho. Isso dá uma amostra do mal que a "Teologia" da Libertação fez à Igreja católica no Brasil.

segunda-feira, 21 de maio de 2007

DISCURSO DE ZÉ SARNEY CONTRA A OPERAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL.



O discurso abaixo, reproduzido parcialmente, foi proferido pelo senador José Sarney (PMDB - AP), no plenário do Senado, que ficou indignado com a operação da Polícia Federal...

(continua no fim do discurso).

"São muitas as versões sobre o que vou dizer. (...) que venho destilar um sentimento de ira e vingança contra o presidente da República; outras, que venho entrar no lodo de invadir a vida das pessoas. Não sou responsável por nenhuma dessas versões. Não tenho mais idade para mudar. O Brasil conhece meu temperamento.

Venho cumprir meu dever de homem de Estado responsável pela transição para a democracia. Falo na condição de ex-presidente. Esperei que os últimos anos da minha vida fossem dedicados à literatura, distanciado da luta partidária, sem perder a serenidade na avaliação das indignidades.

As conversas privadas entre homens públicos devem ser respeitadas. Não estou quebrando esta regra ao recordar que disse ao presidente da República, em visita que me fez:

_Presidente, o senhor desfruta de prestígio internacional e do respeito de todos nós. Não permita que seu governo seja conspurcado neste processo da sucessão. Assegure que o jogo democrático possa fluir sem manobras sujas. As sucessões apaixonam e muitas vezes destroem homens públicos.

_Vejamos o exemplo de Nixon, Watergate, justamente porque procuravam derrotar o adversário por métodos amorais. Derrotou-se. Mas manchou-se Nixon perante a História. Presidente, vigie os seus maus amigos.

Já me haviam chegado ao conhecimento alguns procedimentos nada convencionais que me preocupavam, e a ele os relatei. O presidente me reafirmou que seu comportamento seria o de estadista, e que sofria com pressões e cobranças pessoais que lhe infernizavam o cotidiano.

É justamente nesta linha de colaboração com o país e também com o presidente que falo. E é com amargura que vivo este momento. Não estou mais na idade de rasgar a alma com decepções e perplexidades tão chocantes.

Não estou aqui como senador do PMDB (...)

Falo pelo dever que tem um ex-presidente da República

_ de defender o país e suas instituições, e a base delas são os direitos individuais. O direito de cada um de nós não ser espionado, escutado, seguido, perseguido, tocaiado pelo aparato do Estado, construído para proteger os cidadãos. Assim é o Estado de Direito, da lei, não dos homens. A nação assistiu aos atos de violência política que aconteceram no Maranhão".

Policiais armados, viaturas embaladas, aparato de efeito utilizados para criar um escândalo (...), em ato arbitrário, ilegal, de conotação política e fora da lei. Dois tribunais assim o consideraram: o TRF e o STJ, julgando que o cidadão só pode ser investigado por autoridade competente. (...). É um privilégio? Não. Da mesma forma, os procuradores (...) e os juízes gozam das mesmas prerrogativas de serem julgados por instâncias especiais.

Assim também os desembargadores, secretários de Estado, ministros, deputados, senadores e o presidente da República _ que agora mesmo, quando a reforma judiciária pretende modificar esta norma, manifesta-se contra.

Toda decisão tomada por juiz ou qualquer autoridade sem competência é nula, não serve, é suspeita, em nada aproveita à Justiça. É decisão dos tribunais e consenso dos juristas. Cito, como isento, o ex-presidente da OAB, Reginaldo de Castro: "Toda prova feita ao arrepio da lei é considerada ilícita (20/4/1999, ''O Globo'').

E é, mais uma vez, reiterada na decisão do Supremo Tribunal Federal, em acórdão no processo número 80.197, que considera nula a decisão do juiz incompetente.

(...) Não basta sustentar falsas formalidades. Estas manobras são feitas com estes cuidados para esconder seus objetivos.

Ilegal, porque praticada por juiz e autoridades sem a competência legal para praticá-la, conforme decisões unânimes da Justiça. ''A investigação dos fatos incluídos na competência originária deste Tribunal deve ser feita aqui'', diz o TRF.

Assim descreve o jurista Saulo Ramos o que aconteceu: ''Em diligências desse tipo, quem cumpre mandado judicial deprecado é oficial de justiça (art. 355, parágrafo 2º, do Código do Processo Penal). E a polícia, a da comarca, somente pode e deve ser requisitada se houver resistência contra a busca e apreensão."

(...)

Em casos como este, o mandado, ou seja lá o que for, principalmente contra um governador com foro privilegiado, tem que ser examinado pelos seus departamentos jurídicos, para evitar justamente que pesem sobre o governo as suspeitas de parte no arbítrio.

Quem acredita neste país, qual o idiota, que uma ação desta magnitude seria armada sem que a máquina estatal de nada soubesse ou dela não participasse? Quem nesse país não sabe que foi uma ação política suja, com propósito determinado?

(...)

Sigilo para proteger o vazamento, a calúnia, a mentira, o desrespeito à dignidade das pessoas, expostas a versões falsificadas, difamadoras e interessadas. A polícia _ o aparato do Estado _, dessa maneira, foi transformada em polícia política.

(...) No México, matou-se um candidato, Colósio, assassinou-se um outro, Ruiz Massieu, porque também podiam vencer. Tudo vale, nesse submundo da podridão das liberdades violadas.Atrás, os dedos escondidos, os fingimentos, a desfaçatez das negativas, que não cabem no formalismo com que tentam esconder planos e objetivos.

A data, a hora e a vez foram escolhidos _ sexta-feira, fim de tarde _, para impedir a tomada de medidas de defesa judiciais mais eficientes e rápidas. Os seus objetivos e os resultados estavam sendo aguardados por uma revista semanal, para que fosse sua reportagem de capa, até com outdoors. Não censuro a revista. Ela é um veículo e tem interesse em dar furos e noticiar. Censuro aqueles que prepararam a ação violando a lei e os direitos fundamentais.

Pois não é a lei que se busca cumprir. É o escândalo para caluniar. De que adianta dizer a Constituição que todos têm direito à defesa, que ninguém é culpado senão depois de julgado pela Justiça em procedimentos legais?

O aparato do Estado espalha, sem defesa, versões, documentos e calúnias. É assim que funcionavam os Dops, a Gestapo, pior hoje, neste tempo de comunicação em tempo real, em que a imagem de defesa é impossível.Uma vez solta a calúnia, nada pode recuperar a verdade.

O padre Vieira falava de penas soltas ao vento, impossíveis de recolher, e Beaumarchais ressaltava que a calúnia é uma arma tão terrível que destrói o direito do homem de tal forma que ele fica privado até de provar a própria inocência.Senhoras senadoras, senhores senadores:

O que vejo no Brasil de hoje é o medo dos dossiês, das escutas, da espionagem na vida privada das pessoas. Todos têm medo. Ninguém tem confiança de que o aparato estatal não seja jogado contra si. Um amigo, diplomata estrangeiro, me disse: o clima no Brasil mudou muito. Está muito parecido com o Peru do tempo de Fujimori.

E, para perplexidade geral, esse clima foi criado num governo comandado por pessoas que lutaram contra o arbítrio.Há um fato cuja recorrência impressiona e intriga. É que toda referência a esse estilo característico de espionagem e dossiês nasce no Ministério da Saúde e envolve o ex-ministro José Serra. Não é afirmação minha, é dos jornais. Mais que uma estratégia de campanha parece uma concepção de governo.

(...).

(...)

Outro exemplo, senhor presidente, senhoras e senhores senadores. Em 1997, para intimidar o Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, foi forjado também contra ele um inquérito, acusado de ter um contrato de gaveta sobre o apartamento em que morava. Sempre fomos adversários, Lula e eu, com ele nunca mantive relações pessoais, senão de respeito. Apenas por minha consciência, com a minha responsabilidade, escrevi, no dia 13 de junho de 1997, na Folha de S.Paulo, artigo intitulado "A Lula o que é de Lula."

"O país tem que aprender a preservar os seus homens públicos naquilo que têm de mais exemplar, que é sua vida. Não se trata de dar carta de imunidade a ninguém, mas não se pode, só porque o Lula é um líder de esquerda, aproveitar-se de sua notoriedade para, à custa dela, criar um escândalo."

(...)

Precisamos ter cuidado quando quisermos julgar as aparências de atos formais como sendo atos legais. Sabe-se como se fazem estas coisas.

Não devemos esquecer: Quantos milhões de pessoas foram levados ao forno crematório e às valas da Sibéria por investigações, inquéritos, papeluchos. Por um mandado foi Olga Benário levada das masmorras do Estado Novo para o campo de concentração. Processos, inquéritos, condenações políticas forjadas, foram sempre métodos de intimidação e liquidação de adversários, métodos já ultrapassados na humanidade. O Brasil não pode ter inquéritos secretos para provocar o medo, o terrorismo moral.É este o estado democrático que queremos? Os policiais que invadiram a Folha de S. Paulo, em 1991, também estavam munidos de mandado judicial, de documentos, de autorizações. Apreenderam documentos cotidianos e normais e os apresentaram como criminosos.Senadoras e senadores:

(...)

Falo pelo país e, mais ainda, para ajudar o presidente a libertar-se dessas pressões e não deixar manchar a imagem do Brasil.

Que se diga a qualquer cidadão de que é acusado, tipifique seu crime, se assegure o direito de defesa. Que se condene quem tiver culpa. Mas que não se invoquem simulacros, mascarados sob a capa de formalidades. Seja respeitado o processo legal.

Respeitem os direitos individuais, as garantias constitucionais, e não usem o Estado para esse tipo de ação que denigre o país e as instituições. Não persigam.

Leio, agora, que o governo pede ao relator da ONU sobre alimentação que não vá ao Maranhão, pelos nossos índices. Isso me machuca. Peço que o senhor Jean Ziegler vá ao Maranhão. O Maranhão é dos Estados de menor índice de violência, e o sr. Ziegler disse que o Brasil enfrenta "uma guerra social", com "40 mil assassinatos por ano. Para a ONU, 15 mil mortos por ano são indicador de guerra."O Maranhão para mim não é só inspiração. É vida, é saudade que não deixa de doer um só dia, é sonho, é amor demais. Ruins são, infelizmente, os índices. Mas não é o Maranhão o vilão do Brasil. O índice de desigualdade do Maranhão é melhor que o do Brasil _Maranhão, 0.575; Brasil, 0.595. Não é o Maranhão que vai colocar o Brasil em situação ruim, em desigualdade social.

Pouco sabemos da Suazilândia, pequeno país dormitório da África do Sul, onde quase toda a população anda descalça. Da Nicarágua sabemos, porque está aqui perto. O que têm a Suazilândia, a África do Sul e a Nicarágua a ver com o Brasil?É que os últimos países do mundo na desigualdade social, são Suazilândia, Nicarágua, África do Sul e Brasil, segundo o Pnud, órgão das Nações Unidas, em seu Relatório de Desenvolvimento Humano de 2001. Estes são os problemas do país para os quais devemos conjugar esforços, e não denegrir a imagem do Maranhão.

Mais do que nunca o Brasil precisa ficar acima de qualquer suspeita, em todos os escalões, sobretudo nos órgãos encarregados de zelar pela Constituição e pelos direitos da cidadania.

Precisamos de paz. Todos sabem meu temperamento. Estou aqui para defender o país e suas instituições. Nunca persegui ninguém, não pesa em minha consciência ter passado por cima de ninguém. Todos me conhecem e conhecem meu temperamento, minha conduta.

(...)

Como ocorreu em Watergate, as coisas deixaram pegadas. Aqui também. Algum jornalista vai descobrir a trama e um dia um best-seller vai aparecer, vai surgir o nosso prêmio Pulitzer, contando toda a história. E aí os responsáveis não terão como recorrer a negaças.

Não é possível que este processo fique oculto para sempre. Que seja apenas "tempestade em copo d'água".Será assim que se pensa ser o futuro governo? Medite a nação sobre isso.

O jornalista Élio Gaspari advertiu o país sobre o "perigo da mexicanização".

(...)

"Mas estamos diante de algo preocupante. Trata-se do mais impressionante rolo compressor já montado na política recente. Dinheiro, recursos políticos, mídia, pressões, ameaças, tudo é usado para favorecer o candidato oficial. Detalhe importante: está sendo organizada uma estrutura paralela ao governo e a seu partido, algo sem precedentes."

(...)

Esses métodos não podem prosperar. O presidente é o responsável perante a Constituição e a história. (...) certamente não estaria amargando essa manipulação de imagem cuja origem está no aparato estatal, fonte das versões.

No momento em que a independência judiciária é agregada à influência do Executivo, morre o Parlamento e não há mais liberdade, porque some o equilíbrio dos poderes. Nasce o arbítrio. No princípio com coisas que nos parecem menores, como as que relatei. Depois vai num crescendo e quando nos damos conta, tudo está perdido.

É sempre bom lembrar o pastor Niemoller, um dos líderes da resistência protestante contra o nazismo: Quando vieram buscar os comunistas, eu não disse nada, eu não era comunista.Quando vieram buscar os judeus, eu não disse nada, eu não era judeu. Quando vieram buscar os católicos, eu não disse nada, eu não era católico. Então vieram me prender, e não havia mais ninguém para protestar. Peço que meditem sobre isso os políticos, a imprensa, o governo e o povo brasileiro.

Muito obrigado.

(continuação)

...que encontrou no escritório da empresa "LUNUS" em 2002, uma quantia que girava em torno de R$ 1.400.000,00, em dólares e reais.

O dinheiro e documentos foram apreendidos e depois de algum tempo, foram devolvidos a eles, sem que nenhum processo tivesse sido aberto, ou mesmo os documentos terem sido examinados. O que eles tinham pra esconder?

Com a palavra os desembargadores que liberaram o dinheiro e os documentos.

O presente discurso foi publicado na íntegra em 21/03/2002, na Folha Online, no endereço:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u30419.shtml

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