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SOBRE TERRORISMO E OLIMPIADA (Mt. 5.9)


Por

João d’Eça


Introdução

         O brasileiro está com medo de que se repita em nosso país o que aconteceu em 1972, na Olimpíada de Munique, Alemanha, quando um grupo de terroristas árabes/islâmicos/palestinos, invadiram a vila dos atletas fizeram reféns os onze atletas da delegação israelense.


         As 4:30 da manhã de 5 de setembro, oito terroristas entraram na Vila Olímpica, enquanto os atletas dormiam, pularam as cercas de dois metros de altura, carregando mochilas com rifles automáticos e granadas. Estavam dispostos a causar uma tragédia naquela olimpíada.


         Depois de roubar as chaves, eles entraram nos dois apartamentos ocupados pelos atletas de Israel e os fizeram reféns, exigindo a soltura de mais de duas centenas de presos em Israel. Ainda naquela época, os terroristas faziam reféns somente israelenses, contrário de hoje, em que a ação terrorista islâmica, não faz acepção de nacionalidade. Na semana passada, no atentado com um caminhão em Nice, sul da França, morreram pessoas inocentes de vários países, inclusive uma brasileira e sua filhinha de seis anos.

A reação Ocidental


         Os ocidentais não sabem como lidar com os terroristas islâmicos e estão cedendo a eles, quando deveriam combate-los com força. Um caso lamentável aconteceu nos Estados Unidos, com a decisão dos islâmicos de construir uma mesquita no Marco Zero em New York, local onde estavam as Torres Gêmeas que foram derrubadas por terroristas islâmicos, naquilo que ficou conhecido como o maior atentado terrorista contra o Ocidente, ou seja, a permissão para construir qualquer que seja o monumento islâmico ali, é uma afronta, um “tapa na cara”, não só do povo americano, mas do ocidente, e ainda mais, é um vilipêndio à memória das quase quatro mil vítimas inocentes.


Religião de Paz


         Os islâmicos alegam que a sua religião é de paz, mas isso é um absurdo, é uma tentativa de enganar, porque de pacífica o islã não tem nada, e eles mesmos testemunham disso, basta assistir os inúmeros vídeos publicados na internet.


         Ser muçulmano é ser terrorista, quem não é terrorista e se diz muçulmano está mentindo ou é um falso muçulmano, porque a prática do islamismo, segundo o alcorão, é fazer o que os terroristas fazem, e quem não faz assim, é um falso muçulmano.


         O islã não é uma religião de paz, basta estudar a história, desde 632 A.D., que o islã vem promovendo guerras contra os outros povos, na tentativa de impor a sua religião aos demais povos, os quais consideram como infiéis. Portanto o islã não é uma religião de paz, pelo contrário, seu principal valor é fazer a guerra contra os infiéis (não muçulmanos) e convertê-los à força ou cortar-lhes a cabeça.


         O islã não é uma religião, é um sistema de crenças teo-político que vem ameaçando o mundo há sete séculos, ou 1394 anos. Carlos Martel lutou contra o islã na batalha de Tours em 732 A.D., a frota veneziana lutou contra o islã em 1571, em 1683 o exército germânico-austríaco lutou contra o islã, Constantinopla lutou contra o islã em 1453 e perdeu a guerra e a cidade mudou de nome vindo a ser chamada de Istambul até o dia de hoje. Quem lê o alcorão compreende que os muçulmanos estão fazendo exatamente o que o livro sagrado deles lhes manda fazer, nada mais que isso.


Como combater o islã?

          Essa é uma responsabilidade de toda civilização ocidental, principalmente dos países de religião cristã. Ao invés desses países se preocuparem a dar ouvidos aos diplomatas da ONU, que não tem nenhum compromisso com o cristianismo, mas sim com todas as políticas que visam desconstruir o cristianismo, com políticas homossexuais, abortistas, ateístas, secularistas. Quando essas políticas são instituídas, as nações perdem o seu referencial e passam a viver sem valores, sem limites, alvo fácil para os islâmicos, que surgem lhes dando um motivo pelo qual lutar contra as coisas erradas no campo da ética e da moral.


         Quando as nações cristãs procuravam viver o seu cristianismo e incentivavam as pessoas a vive-lo, não havia nenhuma preocupação com o terrorismo islâmico. Os presidentes das nações historicamente cristãs precisam voltar a investir na construção de uma sociedade baseada nos princípios e valores cristãos. Voltar a incentivar o envio de missionários com a mensagem salvadora da cruz, incentivar a produção de filmes, programas e séries, que ao invés de mostrar as tragédias, crimes, prostituição, deem às pessoas esperança, sonhos e alegrias, afinal, ninguém precisa viver vendo tragédias todos os dias.


         Precisamos de esperança, precisamos de amizade e de comunhão em torno do nosso bem maior, nosso Cristo. Precisamos sonhar, precisamos de aquarelas, de incentivo a sermos bons cidadãos, de exemplos de dignidade cristã. Precisamos reviver os tempos das grandes Cruzadas Billy Graham que superlotavam os estádios. Precisamos retornar aos nossos valores cristãos. Precisamos deixar de flertar com o esquerdismo, precisamos impedir que o islamismo se instale em nossos países ocidentais, precisamos voltar ao tempo em que a dignidade e a honra faziam o indigno e desonrado corar de vergonha.


         A única forma de barrar o avanço do islamismo no Ocidente, é investir na reconstrução do nosso cristianismo, investir em escolas cristãs, investir em famílias cristãs, produzir material midiático cristão, reacender a esperança e a alegria do nosso povo, investindo pesado nisso. Ai os islâmicos não terão terra fértil para propagar a sua religião de ódio e de morte.
 

Conclusão


         Não sabemos se haverá um ataque no Brasil, esperamos que isso não aconteça. O povo está com medo, as delegações estão com medo, o governo brasileiro e os governos estrangeiros estão com medo. Queira Deus que não haja nenhuma tragédia como a de Munique 1972.


Esse é o momento de refletirmos sobre a forma como estamos vivendo, num mundo escuro e de futuro mais escuro ainda. Deus queira nos ajudar a ter esperança, não só no céu, mas que possamos viver a esperança celestial, vivendo em paz enquanto aguardamos a chegada do Reino do nosso Deus e Cristo.

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