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AVALIANDO GEORGE W. BUSH


Está mais perto o fim do mandato de George W. Bush, um presidente amado por uns (eu sou um deles), odiado por milhares. Bush completa amanhã. 06 de julho, 62 anos, é o atual presidente dos EUA, o de nº 43 na história americana.
Reproduzo abaixo uma das frases mais reais que já lí, extraido de um discurso de Bush, e que para mim representa a realidade do momento pelo qual passa o mundo.
“Use o poder para ajudar os outros. O poder que recebemos não nos foi dado para levarmos adiante nossos propósitos, nem para fazermos uma grande exibição ao mundo ou deixarmos nosso nome marcado. O poder tem apenas uma utilidade, que é a de servir aos outros.”
(George Bush)
Reproduzo também o texto do artigo de Olavo de Carvalho, que faz uma avaliação do governo de George Walker Bush. Leia o artigo:
Avaliando George W. Bush
Olavo de Carvalho

O que quer que se pense de George W. Bush, seis coisas a respeito dele
ninguém tem o direito de negar:

1. Ele manteve seu país totalmente a salvo de ataques terroristas por oito anos.
2. Ele derrubou um regime genocida culpado do assassinato de 300 mil iraquianos.
3. Ao contrário do que alardeia a grande mídia com mendacidade histérica, ele fez
isso por meio de uma guerra que ao longo da História foi, comprovadamente, a que
menos vítimas civis produziu.
4. Ele praticamente desmantelou a resistência terrorista no Iraque, matando
20 mil militantes da Al-Qaeda e forçando a maioria dos remanescentes a
buscar refúgio no Irã.
5. Ele promoveu no Iraque a mais rápida e espetacular reconstrução
pós-bélica que já se viu, tornando a economia iraquiana mais próspera do que
era antes da guerra.
6. Ele implantou a democracia no Iraque – e ela funciona.
Desses seis fatos tiro duas conclusões:
a) Ele foi o melhor chefe de segurança que os EUA já tiveram.
b) Ele foi o melhor presidente que o Iraque já teve.

Julgá-lo enquanto presidente dos EUA é coisa completamente diversa. Quando ele foi eleito em 2000, os republicanos tinham todas as condições de vencer as eleições presidenciais seguintes por quatro décadas, desmantelar a conspiração do Partido Democrata com a esquerda radical e curar o país segundo as fórmulas consagradas de Ronald Reagan. Decorridos dois mandatos, ele não apenas não fez nada disso mas permitiu que seu partido perdesse fôlego ao ponto de tornar quase inviável a permanência dos republicanos no poder.
Atribuir esse vexame ao fracasso da guerra no Iraque não explica nada, é pura propaganda esquerdista enganosa.
George W. Bush nunca fracassou no Iraque. Ele fracassou foi no front interno. Esse fracasso começou logo após o 11 de setembro, quando, em vez de aproveitar a ocasião para denunciar o colaboracionismo democrata, desmoralizando de vez o esquerdismo e saneando a atmosfera política americana, ele preferiu fingir que seus inimigos eram seus amigos, criando uma ficção de unidade nacional contra o agressor externo. Os democratas, ostentando o rótulo de patriotas que o próprio Bush lhes grudara na testa, e armados do prestígio assim adquirido, puderam esfaquear pelas costas o país, suas Forças Armadas e seu presidente sem que a população duvidasse um só instante de suas boníssimas intenções.
Fugindo ao confronto que eles por seu lado buscavam insistentemente, Bush deu força a seus inimigos, que eram os inimigos dos EUA. Tudo o que ele teve de valente na condução da guerra, teve de politicamente covarde na luta interna. Resultado: seu sucesso é condenado como um fracasso e seu verdadeiro fracasso
não pode ser confessado em público sem desencadear, mil vezes piorada, a mesma divisão interna que ele ainda quer evitar mas que seus adversários assumem cada vez mais barulhentamente, tirando dela, contra os EUA, as mesmas vantagens que Bush deveria ter tirado em favor do país.
George W. Bush errou de profissão. É um grande comandante militar, mas não é um político de maneira alguma.

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