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terça-feira, 13 de outubro de 2015

COMO OS CRENTES DEVEM TRATAR OS SEUS PASTORES


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Rev. João d'Eça, MD



Introdução:

         Em muitas igrejas os pastores são honrados e respeitados como ministros do evangelho e assim como ensina as Sagradas Escrituras eles são dignificados e “merecedores de dobrados honorários”. Porém, e infelizmente, muitos outros ministros são desprezados, não honrados e maltratados em muitas igrejas, a ponto de terem de se virar sozinhos, não tem a “destra da comunhão” dos presbíteros e diáconos, e para desenvolver o seu ministério precisam trabalhar secularmente, atrapalhando assim o desenvolvimento do seu ministério.



         Não podemos fechar os olhos para a realidade de que muitos entram no ministério sem ter o chamado de Deus, entram na vida ministerial por causa de frustrações profissionais ou acadêmicas, e enxergam no ministério pastoral uma válvula de escape para suas frustrações e acabam trazendo problemas para o testemunho da igreja, esses são os mercenários.



         Abaixo vamos considerar o que diz a Escritura Sagrada sobre como devem ser tratados os ministros do evangelho.



1 – Os pastores devem ser reconhecidos e honrados pelos crentes – (I Tess. 5.12, 13).



Agora, vos rogamos, irmãos, que acateis com apreço os que trabalham entre vós e os que vos presidem no Senhor e vos admoestam; e que tenhais com amor em máxima consideração, por causa do trabalho que realizam. Vivei em paz uns com os outros.



A sua obra é tão gloriosa que os anjos anelaram realiza-la (I Pd. 1.12). “A eles foi revelado que, não para si mesmos, mas para vós outros, ministravam as cousas que, agora, vos foram anunciadas por aqueles que, pelo Espírito Santo enviado do céu, vos pregaram o evangelho, cousas essas que anjos anelam perscrutar.”



Os ministros devem desenvolver o seu ministério com amor. Se os crentes reconhecem que a mensagem é de amor e amam, é claro que devem considerar em alta conta, e, amar cordialmente aqueles que Deus tem enviado com essa mensagem.



2 – Os crentes devem obedecê-los e animá-los Hb. 13.17: “Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que faça isto com alegria e não gemendo; porque isto não aproveita a vós outros.”



3 – Os crentes devem providenciar a sua manutenção financeira:



- I Co. 9.13,14: “Não sabeis vós que os que prestam serviços sagrados do próprio templo se alimentam? E quem serve ao altar do altar tiram o seu sustento? Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho.”



- Gl. 6.6: “Mas aquele que está sendo instruído na palavra faça participante de todas as cousas boas aquele que o instrui.”



- I Tm. 5.17, 18: “Devem ser considerados merecedores de dobrados honorários os presbíteros que presidem bem, com especialidade os que se afadigam na palavra e no ensino. Pois a Escritura declara: Não amordaces o boi, quando pisa o trigo. E ainda: O trabalhador é digno do seu salário.”



Considerando que o mundo despreza aos crentes e em especial aos ministros do evangelho de Cristo e a sua mensagem, é justo que o povo de Deus os trate com consideração e gratidão, tendo-os por dignos de uma dupla recompensa da que dão aos outros homens.



Deus faz a sua parte, isso é fato!



Mas e os crentes, fazem a sua?

sábado, 14 de abril de 2012

ALGUMAS RAZÕES PORQUE OS PASTORES DEVEM TER EXTREMO CUIDADO COM A TENTAÇÃO SEXUAL

Introdução:
Nenhum homem está imune à tentação sexual. Não importa quem seja você, não importa qual seja o seu trabalho, não importa qual seja a sua idade, não importa se você é casado ou solteiro, não importa quanto tempo você passe em oração, todos têm o potencial para cair sexualmente, mesmo os ministros do evangelho, e porque não dizer, principalmente os ministros.
A função ministerial é de pressão contínua, é um trabalho estressante e por esta razão os pastores devem tomar um cuidado extremado com a questão.

1. UM PASTOR É UM HOMEM DE INFLUÊNCIA E PODER.
Se o ministro está usando ou não essa prerrogativa, o fato é que ele tem grande influência sobre as outras pessoas.
  
O pastor é uma autoridade, ele é procurado pelas pessoas para aconselhamento, homens, mulheres, jovens e adolescentes, ele está no centro do palco, e normalmente é altamente considerado. 

Pessoas cujas vidas estão quebradas, danificadas o procuram regularmente para conversar, muitos deles desesperados querem ouvir uma palavra ou querem atenção.
  
Não é difícil para um ministro influenciar as pessoas com suas palavras ou com sua personalidade. Os ministros, geralmente os honestos e honrados,  não percebem o poder que tem sobre as outras pessoas.

2. OS MINISTROS ESTÃO NA MAIORIA DAS VEZES, ISOLADOS.
Os ministros passam muito tempo sozinhos, são pessoas solitárias. A maioria não tem uma rotina definida. A maioria não tem de cumprir horários, bater cartão de ponto, etc. Geralmente eles não têm líderes acima deles e ninguém que lhes exija prestação de contas.


3. PROTEÇÃO E POLÍTICAS EM TORNO DE MINISTROS PODE SER NEGLIGENTE
As Igrejas não exigem do pastor um uso adequado do seu telefone celular ou do seu computador, como fazem as empresas com os telefones celulares e os computadores corporativos, que são muitas vezes monitorados. As igrejas, os presbíteros, a liderança não toma nenhuma precaução quando o ministro está aconselhando alguém do sexo oposto, e os pastores vão frequentemente em visitas a casas dos irmãos por sua própria iniciativa.
  
4. OS MINISTROS NÃO TEM PESSOAS COM QUEM POSSAM COMPARTILHAR ACERCA DE SUAS LUTAS INTERIORES.
É difícil para um ministro ser transparente. Seus relacionamentos mais próximos são geralmente com as pessoas da igreja, e ele não compartilha as suas lutas com os membros da igreja, para não parecerem fracos ou humanos, já que muitos preferem manter a imagem do super homem.
  
Ele não compartilham as suas fraquezas e lutas pessoais na área sexual ou outras áreas com outros ministros, por medo de serem vítimas de processos de exclusão do ministério.

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5. OS PASTORES FREQUENTEMENTE BUSCAM A APROVAÇÃO DOS OUTROS.

Uma grande parte dos pastores se preocupam e são dependentes da aprovação dos outros. Muitos fazem questão de manter uma identidade que gira em torno da atenção e dos comentários de outras pessoas.

As questões de natureza sexual estão em constante tensão no relacionamento de um ministro com um ou outro membro da igreja. As vezes pessoas com problemas nessa área o procuram para aconselhamento. Questões de homossexualismo, de vícios com pornografia, de falta de sexo entre casais, de insatisfação sexual com o cônjuge, etc. Essa tensão pode ser muito perigosa, dependendo do caso, pode ser que o pastor sem querer aprove uma atitude errada, ou se envolva com a fraqueza dos outros ou se aproveite de uma situação e isso pode levá-lo rapidamente ao desastre, tanto pessoal quanto da igreja.

Antes que seja tarde, inicie uma conversa com aliderança.
Infelizmente, muitos pastores não tem o desprendimento de começar conversas desse tipo com os presbíteros de sua igreja. Na verdade, a maioria dos presbíteros das nossas igrejas, são meras figuras decorativas, não tem o que contribuir nessa área e o pastor fica temeroso de falar sobre o assunto, para não ser substituído imediatamente.

Mas é preciso ter coragem para falar sobre esses problemas em potencial no ministério. É preciso ter uma maior motivação para uma vida integra e de pureza sexual.
Não precisa ter medo de encarar esse problema de frente. No passado, muitos que caíram nessa área, não procuraram ajuda, falando do assunto no momento oportuno. Nós pastores temos uma grande responsabilidade e somos responsáveis ​​pelas almas de muitas pessoas.  Não podemos ser negligentes no trato com áreas de vulnerabilidade sexual ou por questionar a nossa liderança sobre o assuntO.


Adaptado de ChurchLeaders

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