Vender as suas propriedades e bens e depositar aos pés dos apóstolos, isto é, à disposição da liderança espiritual da igreja, era fruto espontâneo e voluntário do amor. Não havia uma lei estabelecida nem pela igreja, nem pelos próprios apóstolos. Também não havia coação ou imposição a que todos fizessem os seus bens comuns (v, 34,35).
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
OS PRIMEIROS CRISTÃOS ERAM COMUNISTAS?
Vender as suas propriedades e bens e depositar aos pés dos apóstolos, isto é, à disposição da liderança espiritual da igreja, era fruto espontâneo e voluntário do amor. Não havia uma lei estabelecida nem pela igreja, nem pelos próprios apóstolos. Também não havia coação ou imposição a que todos fizessem os seus bens comuns (v, 34,35).
sábado, 13 de setembro de 2014
SOU CRISTÃO E COMUNISTA ??? - PARTE II
sábado, 1 de fevereiro de 2014
SOCIALISMO x LEI DA PALMADA
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
O ABORTO
quinta-feira, 5 de abril de 2012
ANOTAÇÕES NOS SALMOS - A QUESTÃO DOS POBRES - SALMO 41: 1-13
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
O triunfo do socialismo nos EUA exige a destruição da família e da Igreja.
WASHINGTON, D.C., EUA, 16 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Tanto a família quanto a Igreja são obstáculos para o triunfo do socialismo, o ex-senador americano Rick Santorum disse para cristãos reunidos na 17ª Semana Internacional de Oração e Jejum da semana passada. Contudo, o campeão pró-vida alertou os participantes de que ambas as instituições estão sob ataque pesado das políticas do governo de Obama.
“Estamos sofrendo ataques imensos deste presidente e deste Congresso na questão da vida. Estamos sofrendo um grande ataque, talvez um ataque ainda maior, na questão fundamental da família”, Santorum disse para os participantes do jantar de 11 de outubro no Hotel Omni Shoreham.
Santorum disse que as políticas esquerdistas, principalmente aquelas políticas que o governo de Obama está promovendo com agressividade, têm como alvo “destruir” a família e as igrejas cristãs, pois essas instituições fornecem redes sociais locais e apoio para indivíduos, o que elimina a necessidade de as pessoas dependerem totalmente do governo central. Eliminar essas redes sociais significa o triunfo do socialismo, e isso significa atacar o casamento e as igrejas cristãs.
“Haverá ataques contra a instituição do casamento”, Santorum assegurou para sua audiência. “Por que? Porque a esquerda sabe que não poderá realmente fazer com o que o governo se intrometa e assuma controle de tudo, a não ser que primeiro destrua a família. A esquerda só conseguirá ter sucesso no fim em seu objetivo de tornar o socialismo aceito neste país quando destruir a família e destruir a Igreja. Esse é o objetivo deles”.
Santorum pediu que todos orassem nestes tempos por aqueles que estão em autoridade, por aqueles que estão considerando concorrer para um cargo no Congresso em 2010, bem como “por aqueles que estão nas ruas protestando e compreendem que há algo basicamente errado no que está acontecendo aqui”.
Mas Santorum acrescentou que os cristãos precisam orar muito pelos Estados Unidos na atual batalha envolvendo a área de saúde, pois a reforma que Obama propôs tem graves problemas que vão muito além das “questões importantes” da cobertura do aborto e a falta de cláusulas de proteção de consciência.
“Há outra imensa questão aí e é exatamente o conceito inteiro da medicina socializada”, disse Santorum.
Santorum argumentou que as reformas de Obama transformarão a área de saúde numa “conta no governo federal” na qual os “responsáveis pela conta” ou o Congresso determinará quanta assistência de saúde um indivíduo poderá receber “como parte do curso orçamentário”.
Logo que a assistência de saúde dos indivíduos estiver totalmente na dependência do governo central, a esquerda terá poder garantido, explicou Santorum.
“Você diz: ‘Olha, os bispos católicos são a favor da reforma de Obama na área de saúde’”, continuou Santorum. “Olha, eu diria duas coisas. Número um, eles deveriam ficar envergonhados”.
Nesse momento, os convidados do jantar deram uma salva de palmas.
Embora alguns bispos católicos tenham ensinado que a reforma do governo viola o ensino social católico pelos motivos que Santorum mencionou, a conferência dos bispos católicos dos EUA em geral vem indicando que estaria disposta a apoiar o sistema de saúde controlado pelo governo, desde que a reforma não subsidie o aborto nem viole as proteções de consciência para os que trabalham na área de saúde.
Mas o ex-senador da Pensilvânia concluiu que o indivíduo — quando sob a cobertura do seguro do governo — perde a real assistência de saúde, o tratamento de que ele precisa, no nome da redução de custos.
Santorum apontou que o curso da medicina socializada na Europa, e na Holanda em particular, dá uma oportunidade de “ver o que acontece com o valor da vida humana nesses países”.
De forma particular, aqueles que sofrem recusa de tratamento ou o racionamento de assistência sob a medicina socializada são “aqueles às margens da vida”. Esses incluem aqueles que nascem “prematuros com deficiências… aqueles que estão no final da vida” e “aqueles que têm doenças complexas ou precisam de assistência constante”.
“A vida dessas pessoas não é valorizada”, declarou Santorum. “Por que? Por causa de órgãos estatais que decidem quanto dinheiro deve ser gasto e com base no tempo que você vai viver ou na qualidade de vida que você vai viver. É desse jeito que os responsáveis pela conta farão essas coisas. É desse jeito que os membros do Congresso farão essas coisas. Essa é ou não uma boa maneira de gastar o nosso dinheiro? Isso acontece diariamente na Europa”.
Santorum explicou que os americanos precisam despertar para o fato de que nada no DNA americano os impede de cometer os mesmos males morais dos europeus.
A Holanda, “o país mais esquerdista da Europa” hoje, disse Santorum, é o único país que “não havia imitado os médicos nazistas em fazer esterilizações e abortos” e sofreu por causa disso.
“No entanto, dentro de duas gerações, como consequência da medicina socializada e das tentativas do governo de conter custos, os médicos se transformaram em fiscais econômicos”, disse Santorum.
Agora, no nome da redução de custos, os médicos holandeses recomendam suicídio assistido, recusam assistência para bebês que nasceram prematuramente antes de 25 semanas e praticam eutanásia em crianças que nascem com deficiência.
“Esse é o costume e prática dos países com medicina socializada. Esses países têm limites em seus orçamentos. É simplesmente caro demais fazer isso de qualquer outro jeito”, reiterou Santorum.
“E assim digo de novo aos bispos católicos: ‘O que é que vocês estão pensando quando apóiam a medicina do governo?’”
No começo da noite, Santorum recebeu no nome dele, sua esposa Karen e sua família o “Prêmio Família pela Vida”.
Santorum conhece muito bem a luta pelo direito à vida e por esses direitos na área da saúde: tanto a nível político quanto pessoal. No ano passado, ele e sua esposa acolheram em sua família sua agora filha de 17 meses “Bella”, que nasceu com Trissomia 18, uma desordem genética que é fatal antes do nascimento em 90 por cento dos casos. Ao longo do caminho, a família Santorum lutou para garantir a assistência de saúde de Bella contra prestadoras de saúde hostis ao direito dela à vida, pois ela nasceu com uma deficiência.
Recentemente, perguntaram para Santorum se ele consideraria seriamente concorrer para a presidência dos EUA em 2012. Santorum revelou que embora ele estivesse de fato “pensando nisso”, ele não está “seguro” e pediu orações constantes enquanto ele considera essa possibilidade.
Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:
Santorum Admits to Pondering Run for Republican Presidential Nomination - Asks for Prayers
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09091202.html
"The Damage Done is Profound": Former Senator Santorum Speaks on the Kennedy Funeral
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09091611.html
U.S. Bishops Will "Vigorously" Oppose Health Care if Abortion Concerns Not Addressed
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09100807.html
Vatican Cardinal: Health of Citizens "Belongs" to Central Government - Several US Bishops Disagree
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09091804.html
Another Bishop Says ObamaCare Violates Catholic Social Teaching
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09091811.html
Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
DECLARAÇÃO DE PRAGA CONDENA O COMUNISMO POR CRIMES CONTRA A HUMANIDADE.
Onde há governo ou onde tratou de fazê-lo, o comunismo cometeu genocídios e matanças sem conta, como a morte por fome de ao menos sete milhões de ucranianos ou a matança de Paracuellos del Jarama. A soma de mortos pelos criadores do Homem Novo supera os cem milhões de seres humanos. Todos conhecemos os campos de concentração do III Reich alemão mas, ao contrário, os lugares do horror comunista na URSS ou na China são quase desconhecidos.
Pouco a pouco se vai quebrando essa impunidade intelectual. Em abril passado, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução na qual se propunha a adoção do dia 23 de agosto como o dia do pacto entre Hitler e Stalin, pelo qual ambos os ditadores repartiam o Leste Europeu, como o Dia da Lembrança das Vítimas dos Totalitarismos.
Em Praga, cidade que sofreu os totalitarismos nazista e comunista, surgiu o projeto da Declaração de Praga. Nela se exorta autoridades e cidadãos europeus a criar o Instituto da Memória e Consciência da Europa que informe e investigue o comunismo e o nazismo, e um museu pan-europeu das vítimas de todos os regimes totalitários. Como afirmam seus criadores, não haverá uma Europa unida se não for capaz de antes unificar sua história e reconhecer o comunismo e o nazismo como movimentos responsáveis por genocídios.
Convidamos nossos leitores a ler a Declaração de Praga e a assiná-la. Aqui há a parte essencial de seu conteúdo:
DECLARAÇÃO DE PRAGA
Tendo em conta o futuro digno e democrata de nossa comum pátria européia,
- Considerando que as sociedades que esquecem seu passado carecem de futuro;
- Considerando que a Europa não se unirá a menos que seja capaz de unificar sua história, de reconhecer o comunismo e o nacional-socialismo como um legado comum e de conseguir um debate sincero e profundo sobre todos os crimes totalitários do século passado;
- Considerando que a ideologia comunista é diretamente responsável por crimes contra a humanidade;
- Considerando que a má consciência que se deriva do passado comunista é uma pesada carga para o futuro da Europa e para nossos filhos;
- Considerando que diferentes valorações do passado comunista ainda podem dividir a Europa em Ocidente e Oriente;
- Considerando que a unidade européia foi uma resposta direta às guerras e à violência causada pelos sistemas totalitários no continente;
- Considerando que a consciência dos crimes de lesa-humanidade cometidos pelos regimes comunistas em todo o continente deve informar a todas as mentes européias, na mesma medida que os crimes do regime nacional-socialista;
- Considerando que existem similitudes entre o nacional-socialismo e o comunismo no que se refere a seus caráter horrível e espantoso, e a seus crimes contra a humanidade;
- Considerando que os crimes do comunismo ainda necessitam ser avaliados e julgados desde os pontos de vista jurídico, moral e político, assim como do ponto de vista histórico;
- Considerando que tais crimes foram justificados em nome da teoria da luta de classes e do princípio da ditadura do proletariado, que utilizam o terror como método para preservar o poder dos Governos que o aplicaram;
- Considerando que a ideologia comunista foi utilizada como uma ferramenta em mãos de imperialistas na Europa e na Ásia para alcançar seus planos expansionistas;
- Considerando que muitos dos autores que cometem e cometeram crimes em nome do comunismo ainda não foram levados ante a justiça, e suas vítimas ainda não foram indenizadas nem satisfeitas;
- Considerando que o objetivo de proporcionar informação completa sobre o passado totalitário comunista, que conduza a uma compreensão mais profunda e ao debate é uma condição necessária para a futura integração de todas as nações européias;
- Considerando que a reconciliação definitiva de todos os povos europeus não é possível sem um esforço potente para estabelecer a verdade e para restaurar a memória;
- Considerando que o passado comunista da Europa deve ser tratado a fundo, tanto na academia como ao público em geral, e as gerações futuras devem ter fácil acesso à informação sobre o comunismo;
- Considerando que em diferentes partes do mundo só uns poucos regimes totalitários comunistas sobrevivem, porém que, todavia, oprimem aproximadamente a um quinto da população mundial, e ainda se aferram ao poder cometendo delitos e impondo um alto custo para o bem-estar de seus povos;
- Considerando que em muitos países, apesar de que os partidos comunistas já não estão no poder, não se distanciaram publicamente dos crimes dos regimes comunistas nem os condenaram;
- Considerando que Praga é um dos lugares que sofreu tanto com o nazismo quanto com o comunismo,
Estando convencidos de que os milhões de vítimas do comunismo e suas famílias têm direito a desfrutar da justiça, da solidariedade, da compreensão e do reconhecimento de seus sofrimentos da mesma forma que as vítimas do nazismo foram moral e politicamente reconhecidos,
Nós, os participantes da Conferência de Praga Consciência européia e o comunismo,
- Ante a Resolução do Parlamento Europeu sobre o sexagésimo aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial na Europa, em 8 de maio de 1945, de 12 de maio de 2005,
- Ante a Resolução 1.481 da Assembléia Parlamentar do Conselho da Europa, de 26 de janeiro de 2006,
- Ante as resoluções sobre os crimes comunistas adotadas por vários Parlamentos nacionais,
- Ante a experiência da Comissão pela Verdade e a Reconciliação na África do Sul,
- Ante a experiência dos Institutos da Memória e os Memoriais na Polônia, Alemanha, Eslováquia, República Checa, Estados Unidos, o Instituto para a Investigação de Crimes Comunistas na Romênia, os museus da ocupação da Lituânia, Letônia e Estônia, assim como a Casa do Terror na Hungria,
- Ante as presidências atuais e futuras na UE e no Conselho da Europa.
- Ante o fato de que 2009 é o vigésimo aniversário da queda do comunismo na Europa Central e Oriental, assim como dos assassinatos em massa na Romênia e no massacre da Praça de Tianamen em Pekin,
Pedimos:
1. Chegar a um entendimento entre todos os europeus de que os regimes totalitários nazista e comunista devem ser julgados por seus próprios méritos terríveis, por ser destrutivo em suas políticas de maneira sistemática na aplicação das formas extremas de terror, da supressão de todos os direitos civis e das liberdades humanas, começando pelas guerras de agressão e, como uma parte inseparável de suas ideologias, o extermínio e a deportação de nações inteiras e grupos de população, e que como tais devem ser considerados os principais desastres que frustraram o século 20,
2. O reconhecimento de que muitos crimes cometidos em nome do comunismo devem ser qualificados como crimes de lesa-humanidade, de modo que constituam uma advertência para as gerações futuras da mesma maneira que os crimes nazistas foram julgados pelo Tribunal de Nüremberg,
3. A formulação de um enfoque comum a respeito dos crimes dos regimes totalitários, incluídos os regimes comunistas, e uma versão européia dos crimes comunistas, a fim de definir claramente uma atitude comum frente aos crimes dos regimes comunistas,
4. A introdução de uma legislação que permita aos tribunais de justiça julgar e condenar os culpados pelos crimes comunistas e compensar as vítimas do comunismo,
5. A garantia do princípio de igualdade de tratamento e não-discriminação entre as vítimas de todos os regimes totalitários,
6. A pressão européia e internacional para a condenação efetiva dos crimes do passado comunista e da luta eficaz contra os crimes comunistas em curso,
7. O reconhecimento do comunismo como parte integrante e horrível da história comum da Europa,
8. A aceitação por toda a Europa da responsabilidade pelos crimes cometidos pelo comunismo,
9. O estabelecimento de 23 de agosto, dia da assinatura do pacto Hitler-Stalin, conhecido como o Pacto Molotov-Ribbentrop, como um dia de lembrança das vítimas dos regimes totalitários nazista e comunista, do mesmo modo que a Europa recorda as vítimas do Holocausto em 27 de janeiro,
10. A reclamação aos Parlamentos nacionais para que reconheçam os crimes comunistas como crimes contra a humanidade, e modifiquem a legislação pertinente,
11. O debate público sobre o mal uso comercial e político dos símbolos comunistas,
12. A continuação das audiências da Comissão Européia com respeito às vítimas dos regimes totalitários, com vistas à elaboração de uma comunicação da Comissão,
13. O estabelecimento de comitês compostos por experts independentes nos Estados europeus que foram governados por regimes comunistas totalitários, com a tarefa de recolher informação sobre violações dos direitos humanos sob cada regime comunista totalitário em nível nacional, com o fim de colaborar estreitamente com o Conselho de Comitê de experts da Europa,
14. A elaboração de um claro marco jurídico internacional em relação a um acesso livre e irrestrito aos arquivos que contêm informação sobre os crimes do comunismo,
15. A fundação de um Instituto Europeu da Memória e da Consciência, que teria duas funções:
A) a de um instituto europeu dedicado à investigação dos estudos do totalitarismo, o desenvolvimento de projetos científicos e educacionais e o apoio à criação de redes de institutos de investigação nacionais especializados no tema da experiência totalitária,
B) e a de um museu memorial de âmbito europeu das vítimas de todos os regimes totalitários, com o objetivo de recordar as vítimas destes regimes e de dar a conhecer os crimes cometidos por eles,
16. A organização de uma conferência internacional sobre os crimes cometidos pelos regimes comunistas totalitários, com a participação de representantes de governos, parlamentares, acadêmicos, experts e associações, cujos resultados devem ser difundidos no mundo inteiro,
17. O ajuste e a revisão de livros de texto de história européia, para que as crianças possam aprender e ser advertidas sobre o comunismo e seus crimes, da mesma forma que se lhes ensinou a compreender os crimes nazistas,
18. A abertura de um amplo e profundo debate em toda a Europa sobre a história européia e a herança comunista,
19. A comemoração conjunta do 20º aniversário no próximo ano da queda do Muro de Berlim, do massacre da Praça Tianamen e da matança na Romênia.
Nós, os participantes da Conferência de Praga Consciência Européia e o Comunismo, nos dirigimos a todos os povos da Europa, a todas as instituições políticas européias, inclusive os Governos e os Parlamentos nacionais, o Parlamento Europeu, a Comissão Européia, o Conselho da Europa e outros órgãos internacionais pertinentes, e os exortamos a abraçar as idéias e as propostas enunciadas nesta Declaração de Praga, e a convertê-las em medidas práticas e políticas.
Fonte: Mídia sem máscara.
sábado, 24 de janeiro de 2009
FSM. AGORA ESTARÃO EM BELÉM - PA
quarta-feira, 26 de março de 2008
HUGO CHAVES EM SÃO LUÍS.

Por
Rev. João d'Eça
O presidente da Venezuela, Hugo Chaves, estará no Maranhão amanhã (27/03). Ele virá a São Luís para, segundo dizem, assinar acordos de cooperação em trabalhos conjuntos com o governo do Estado.
Não tenho nada contra o presidente Chaves, conquanto que ele fique lá na sua Venezuela e deixe o Brasil e os brasileiros resolverem seus próprios problemas, não precisamos dar a ele microfones ou holofotes, para que ele exponha suas idéias ultrapassadas sobre socialismo e marxismo para o delírio de jovens alienados partidários de sua ideologia vencida.
Pelo menos Hugo Chaves visitará São Luís, pois o nosso presidente, Luís Inácio está proibido de vir aqui pelo clã mandatário de 40 anos. Durante as duas primeiras campanhas eleitorais para presidente, o sr. Luís Inácio veio visitar a nossa Ilha maravilhosa, mas, desde que se aliou aos donos do Mar..., não pisou os pés em São Luís, desde a campanha que o elegeu para o primeiro mandato, o sr. Luís Inácio não visita São Luís, passou o primeiro mandato todo e aqui não pisou os pés e já neste segundo mandato, ainda não deu o ar da sua graça na Ilha de São Luís. Porque será?
Quanto ao Chaves, desejo-lhe boas vindas, conquanto que seja somente para ajudar o governo em ações em benefício do povo sofrido do nosso Estado. Se for para iniciar uma jornada de convencimento ideológico pelo Brasil com o apoio do governo federal e dos partidos de esquerda, eu digo a ele: ''XÔ HUGO CHAVES!!!!!"
Estão noticiando que o senador Sarney está planejando uma manifestação de "direita" , contra a presença do esquerdista Chaves aqui em São Luís e que estão com medo de descambar para a violência.
Acho que o Sarney ou qualquer outra pessoa ou grupo tem o direito de se manifestar contra aquilo que acharem errado. Como bem disse Voltaire: "Posso não concordar com nenhuma palavra que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las".
Pergunta: E se fosse o presidente americano George Bush que viesse à São Luís, os esquerdistas seriam proibidos de se manifestar contrários à sua presença em terras ludovicenses? E se houvesse confronto, quem seriam os responsáveis?
Não gosto de Sarney, não gosto de Chaves, não acredito que o socialismo/marxismo tenha algo de bom para a humanidade ou para o Brasil e farei o meu protesto aqui nessa minha tribuna, mas defendo o direito dos que forem ao aeroporto ou à praça manifestar-se contra o Vermelho venezuelano.
segunda-feira, 3 de março de 2008
ESTÃO FINANCIANDO O TERRORISMO?

Em entrevista coletiva na Colômbia, Oscar Naranjo, chefe da polícia colombiana, apresentou documentos, que diz serem provas contundentes do financiamento das FARCs pela Venezuela e pelo Equador, financiamento esse que seria ideológico.
Veja o vídeo www.youtube.com/watch?v=lYRu2x8H49s onde o chefe de polícia acusa o Equador e a Venezuela de finaciar os terroristas das FARCs.
O que na verdade está acontecendo é o desejo de levar a América Latina a uma guerra sem precedentes, onde os principais líderes desses países citados, sabendo que não conseguirão pelas vias legais, demócraticas e através do voto, tentam implantar sua ideologia marxista-socialista por meio do terror.
Os defensores da liberdade tem que unir esforços para banir essa "turma" de loucos saudosistas de um regime rechado pelo mundo civilizado.
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