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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

OS PRIMEIROS CRISTÃOS ERAM COMUNISTAS?


(Atos 2.43-47)

 
Introdução:

         Um fenômeno que tem invadido as igrejas nos últimos trinta anos, é a categoria de crentes progressistas ou crentes adeptos do sistema político conhecido como socialismo-comunismo, uma aberração. Na tentativa de transformar o nosso país em uma sociedade comunista, os partidos de esquerda se implantaram no país depois do período denominado redemocratização, à partir de 1985 e com um discurso pseudo-democrático, criticaram o período do regime militar que o nosso país viveu, satanizaram os militares e tentaram de toda forma implantar o comunismo no Brasil.


         Respondendo a pergunta que intitula essa lição, dizemos que em Jerusalém, nos primeiros séculos do cristianismo, não havia comunismo na acepção da doutrina político-sociológica atual. Para justificar a tese que propomos, apresentaremos o antagonismo existente entre a doutrina cristã e o comunismo.

1 – O comunismo não admite Deus, ao passo que os primeiros cristãos criam, adoravam e serviam a Deus;

2 – O alvo do comunismo é materialista, ao passo que o alvos dos crentes do primeiro século era espiritual;

3 – O comunismo divide a humanidade em duas classes, capitalistas e trabalhadores (proletários). O cristianismo considera a humanidade com uma. A mensagem do cristianismo é para todos, porque todos sofrem do mesmo mal, o pecado, bem como todas as pessoas precisam do mesmo remédio para a sua situação de pecado, a salvação por meio de Jesus Cristo. A ordem a todos os crentes é: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura”. Jesus diz ainda: “Vinde a mim todos os cansados e oprimidos”.  Essa é a mensagem de Jesus Cristo dirigida a toda a humanidade, ricos e pobres, oprimidos e opressores. Deus quer o bem de todas as pessoas.

4 – O comunismo confisca a propriedade privada, ao passo que os cristãos primitivos, voluntariamente usaram as suas propriedades e bens, sem nenhum cunho político ou ideológico, sem nenhuma pressão, para beneficiar os mais necessitados, pelo simples fato de que Cristo Jesus havia transformado a sua vida e ele aguardavam o retorno do Senhor ainda na sua geração, não fazendo sentido, portanto, acumular bens.

         No comunismo o homem é obrigado a abrir mão de sua propriedade pelo poder coercitivo do Estado, que passa a ser o único capitalista e proprietário admissível. O objetivo do comunismo é a extinção da propriedade privada.

5 – O cristianismo ensina que a salvação do homem é um fato espiritual, contrário ao que doutrina o comunismo, que considera a salvação como uma questão material e econômica.

6 – O cristianismo visa a vida espiritual do homem, enquanto que o comunismo só está preocupado com a sua vida material nesse mundo.


Como pudemos ver o comunismo é antagônico ao cristianismo nos seus princípios. Veremos na sequência o que se deu entre os primitivos cristão para que eles doassem as suas propriedades e bens entre os necessitados para que todos tivessem em comum. Na verdade não era uma prática sociológica que possamos classificar de comunismo.


I – OS MOTIVOS DA DIUSTRIBUIÇÃO DE BENS ENTRE OS PRIMITIVOS CRISTÃOS (At. 5.32).


         O que eles faziam não era comunismo. Aquele prática era uma forma transitória para suprir as necessidades dos crentes pobres da igreja de Jerusalém. Já entre os Essênios, seita judaica do tempo de Cristo, havia esse trabalho de solidariedade para com os necessitados, portanto, essa prática não se originou com Jesus Cristo ou com os seus discípulos.

         Os motivos pelos quais os primitivos cristãos praticaram a “comunidade de bens” foram as condições econômicas de muitos membros necessitados na igreja de Jerusalém, que levou os mais abastados a socorrerem-se mutuamente. Esta nova ordem social era o resultado da ação do cristianismo nos corações dos homens. “Não havia necessitados” porque todos tinha se reunido para minorar as necessidades dos outros.

         O amor fraternal em Cristo Jesus era outro motivo da “comunidade de bens”. “O coração e a alma eram um só”. O amor fraternal com base em Jesus Cristo era evidentemente praticado. “Eles tinham tudo em comum”.

         A outra condição que ocasionava essa vida entre os primitivos cristãos era a interpretação sobre o retorno iminente de Jesus Cristo. Os primeiros crentes entendiam que o retorno de Jesus seria breve e que ele viria para implantar o seu reino na terra e eles esperavam esse retorno ainda na sua geração.

         Somente o amor fraternal, e principalmente este, levavam os primitivos cristãos a desfazer-se dos seus bens usando para benefício comum. Não havia necessitados porque cada um era socorrido de acordo com a sua necessidade. O espírito de equidade regulava as relações dos primeiros crentes, mesmo em se tratando de interesses materiais.


II – A DISTRIBUIÇÃO DE BENS ENTRE OS PREIROS CRISTÃOS ERA ESPONTÂNEA E VOLUNTÁRIA (At.4.34-37).

         Vender as suas propriedades e bens e depositar aos pés dos apóstolos, isto é, à disposição da liderança espiritual da igreja, era fruto espontâneo e voluntário do amor. Não havia uma lei estabelecida nem pela igreja, nem pelos próprios apóstolos. Também não havia coação ou imposição a que todos fizessem os seus bens comuns (v, 34,35).

         Nada disso podemos comparar com a doutrina comunista. Era uma expressão voluntária de abnegação e filantropia. A doutrina comunista estabelece obrigatoriedade na extinção da propriedade privada. Barnabé, companheiro de viagem do apóstolo Paulo, na sua primeira viagem missionária, é apresentado como um dos que seguiram voluntariamente o exemplo de outros, depositando o preço de sua herdade mãos pés dos apóstolos.


III – AS DIFERENÇAS OBSERVADAS À PARTIR DESSA PRÁTICA (At. 5.1-10; 6.1-4).

         A pratica da comunidade de bens entre os primeiros cristãos de Jerusalém não deu bons resultados, levantando-se logo alguns problemas. Enquanto alguns vendiam e davam o preço voluntariamente, para agradar ao Senhor e servir aos seus irmãos na fé, apareceu um casal, que se tornou o tipo da ostentação hipócrita de uma piedade que não possuía. O pecado deste casal, Ananias e Safira, estava em mentir ao Espírito Santo, pois que era livre para dar o que quisesse, mas sem mentir.

         Não ficou terminada a dificuldade no exemplo deste casou que sofreu o castigo merecido. Maiores dificuldades vieram mais tarde com as queixas e murmurações, por motivo da distribuição dos recursos da igreja (At. 6.1).

         Esta foi outra dificuldade por causa da prática da comunidade de bens. Depois disto não se ouve falar mais desta prática em mais nenhuma igreja apostólica. Foi, como já nos referimos, uma coisa eventual, passageira, local e não tomou forma de doutrina ou prática social entre os cristãos primitivos.

Aplicação:

         Ser crente e socialista/comunista é uma aberração, não se enquadra em nenhuma possibilidade. Ambas as ideias se excluem.

         O socialismo/comunismo nivela todas as pessoas por baixo, não há liberdade de desenvolvimento, não há propriedade privada, tudo passa a ser propriedade do governo central que torna-se controlador das vidas e assistencialista. Ninguém tem nenhuma possibilidade de ascender socialmente.

         O socialismo/comunista é gerador de pobreza, de miséria. Enquanto todos os demais ficam pobres e necessitados, os dirigentes do partido ficam bilionários e engordando as suas contas bancárias.

O Estado torna-se capitalista, enquanto que a população vira um monte de máquinas para fazer funcionar a engrenagem.

Em que pese o capitalismo não ser um sistema perfeito, mas dá a chance das pessoas ascenderem socialmente, há liberdade de criação, de trabalho e de desenvolvimento. Há verdadeira democracia no capitalismo.

sábado, 13 de setembro de 2014

SOU CRISTÃO E COMUNISTA ??? - PARTE II

O Manifesto Comunista foi escrito por Karl Marx, nascido de pais judeus e educado nas Escrituras Hebraicas. Os pais de Marx adotaram o cristianismo quando ele era uma criança de seis anos, aumentando assim a herança do Antigo e Novo Testamentos sobre a sua vida. 
            Apesar de seu ateísmo e mais tarde do seu anti-eclesiasticismo, Marx aprendeu que Jesus se preocupava com os menos favorecidos da sociedade. Em seus escritos ele enfatiza que o comunismo enfatiza uma sociedade sem classes, porém é fácil constatar que o comunismo criou novas classes e um novo léxico de injustiças.
            Não devemos negar que o Evangelho está cheio de expressões de preocupação pelo bem-estar dos mais pobres. Quando lemos no “Magnificat”:

Derribou do seu trono os poderosos e exaltou os humildes. Encheu de bens os famintos e despediu vazios os ricos. Amaprou Israel, seu servo, afim de lembrar-se da sua misericórdia…. (Lucas 1.52-54).

            Em um outro texto Jesus referindo-se ao profeta Isaias diz:

O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos; A apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes; A ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê glória em vez de cinza, óleo de gozo em vez de tristeza, vestes de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantações do Senhor, para que ele seja glorificado. (Isaias 61.1-3).


            Os cristãos reconhecem o ideal de uma unidade do mundo em que todas as barreiras etnicas são abolidas. O cristianismo repudia o racismo. O preconceito racial é uma negação flagrante da unidade que temos em Cristo, pois em Cristo não há “judeu nem gentio, nem escravo nem livre, [nem branco e nem preto], nem homem e nem mulher, porque todos vós sois um em Cristo Jesus.” (Gálatas 3).

            A igreja é desafiada a tornar o evangelho de Jesus Cristo relevante dentro da situação social. O Evangelho é uma via de mão dupla. De um lado, procura-se mudar a alma humana, e, assim, uni-las a Deus; por outro, procuramos mudar as condições sociais dos homens de modo que o homem possa viver bem nessa presente economia. Esse era o pensamento dos reformadores do século XVI.

            Precisamos ser honestos e concluir que a igreja de um modo geral, excetuando-se algumas igrejas e denominações, não tem sido fiel à sua missão social sobre a questão da justiça. Esta falha é devido, não só ao fato de que a igreja tem silenciado e se tornado indiferente na esfera política, principalmente por causa da cultura da corrupção enraizada na sociedadede, e que atingiu a igreja, onde muitos líderes corruptos tem manchado o bom nome da igreja por causa da corrupção que praticam.

            Diante do desafio comunista, devemos examinar honestamente as fraquezas do capitalismo tradicional. Com toda a justiça, temos de admitir que o capitalismo muitas vezes tem deixado um abismo entre a riqueza supérflua e pobreza extrema, à partir de luxo para poucos e miséria para muitos. Porém ainda assim, o capitalismo é um melhor sistema que o socialismo. Através de reformas sociais, o capitalismo ocidental está fazendo muito para reduzir essa tendência. Como nenhum sistema é perfeito, mesmo porque o homem não é perfeito, ainda há muito a ser realizado.

            A motivação do lucro, quando é a única base de um sistema econômico, estimula a concorrência acirrada e a ambição egoísta, que inspira os homens a estarem mais preocupados com ganhar a vida. Será que não estamos inclinados a julgar o sucesso pelos nossos salários e pelo tamanho do aro da roda dos nossos carros, e não pela qualidade do nosso serviço e dos nossos relacionamentos com o nosso próximo? 

            O capitalismo pode levar a um materialismo prático que é tão pernicioso quanto o materialismo teórico ensinado pelo comunismo. Devemos honestamente reconhecer que a verdade não pode ser encontrada nem no capitalismo tradicional, nem no marxismo. Cada um destes tem um pouco de verdade parcial. O capitalismo não conseguiu discernir a verdade no empreendimento coletivo e o marxismo falhou em ver a verdade no empreendimento individual. 

            O capitalismo do século XIX não conseguiu perceber que a vida é social, e o marxismo falhou, e ainda falha, em ver que a vida é individual e social. O Reino de Deus não é nem a tese da empresa individual nem a antítese do empreendimento coletivo, mas uma síntese que reconcilia a verdade de ambos. 

            Finalmente, como cristãos, somos desafiados a dedicar nossas vidas à causa de Cristo, mesmo quando os comunistas dedicam a vida deles ao comunismo. Nós, que não podemos aceitar o credo dos comunistas, reconhecemos que eles tem um senso de propósito e destino, e que eles trabalham com paixão e assiduamente para ganhar outros para o comunismo. Nós cristãos estamos preocupados em ganhar outros para Cristo? Muitas vezes nós não temos zelo por Cristo e nem entusiasmo pelo seu reino. 

            Para muitos cristãos, o cristianismo é uma atividade de domingo e que não tem relevância para a segunda-feira, e a igreja seria pouco mais que um clube social com uma fina camada de religiosidade. O que representa Jesus para nós? O seu senhorio é afirmado em sua vida? Será que o fogo do cristianismo está queimando nos corações de todos os cristãos com a mesma intensidade que o fogo de Carl Marx está queimando nos corações dos comunistas?

            Precisamos nos comprometer de novo à causa de Cristo. Devemos recuperar o espírito dos reformadores do séc. XVI. Precisamos olhar para o estilo de vida dos primeiros cristãos. Onde quer que os primeiros cristãos iam eles davam um testemunho triunfante de Cristo. Fosse nas ruas, nas vilas ou nas prisões, eles ousadamente proclamavam as boas novas do Evangelho. A recompense para este testemunho audacioso foi muitas vezes a agonia torturante da cova dos leões, ou a dor de torturas e chicotadas, mas eles continuaram na fé, e até a morte não era um sacrifício muito grande. 

            Quando eles entravam numa cidade, a estrutura de poder era perturbada. O Evangelho trazia o calor refrescante da nova vida para os homens cujas vidas tinham sido endurecida pelo longo inverno do tradicionalismo. Eles exortavam os homens a abandonarem os seus pecados e a se revoltar contra velhos sistemas de injustiça e as velhas estruturas de imoralidade. Quando os governantes se opunham, mesmo assim essas pessoas cheias da graça de Deus, continuaram a proclamar o evangelho.

            Onde vemos esse tipo de fervor hoje? 
            Onde vemos esse tipo de ousadia, compromisso revolucionário a Cristo hoje? 
           
            Será que não está escondido atrás das cortinas de fumaça dos altares? 
            Será que não está enterrado em um túmulo chamado politicamente correto? 

            Cristo deve ser mais uma vez entronizado em nossas vidas. Esta é a nossa melhor defesa contra o comunismo. Devemos nos envolver em um impulso positivo para a democracia, percebendo que a nossa maior defesa contra o comunismo é tomar a ação ofensiva em favor da justiça e da retidão. Devemos com ação positiva procurar remover as condições de pobreza, insegurança, injustiça e discriminação racial que são o solo fértil onde a semente do comunismo cresce e se desenvolve. O comunismo só prospera quando as portas da oportunidade estão fechadas e as aspirações humanas são abafadas. Cristianismo é acolhimento em amor e solidariedade.

            Como os primeiros cristãos, temos de avançar por um mundo hostil e armado contra o Evangelho revolucionário de Jesus Cristo. Com este poderoso Evangelho que deve desafiar corajosamente as injustiças e, assim, acelerar o dia em que:

Todo vale será exaltado, e nivelados todos os montes e outeiros; o que é tortuoso será retificado, e os lugares escabrosos aplanados. A glória do Senhor se manifestará, e toda a carne a verá, pois a boca do Senhor o disse. (Isaias 40.4,5)

            Nosso desafio e nossa oportunidade sublime é dar testemunho de Cristo para um mundo perdido e embriagado com a sua própria volúpia egoista e pecaminosa. Se aceitarmos o desafio com dedicação e valor, iremos tornar o mundo seguro para a democracia e seguro para os cristãos.


sábado, 1 de fevereiro de 2014

SOCIALISMO x LEI DA PALMADA

Benjamin Tisseau, um soldado guilhotinado na cidade de Mans, França em 1911, na véspera de sua execução, enviou quatro cartas ao seu advogado: Uma para os seus pais, duas a pessoas indicadas por ele e a última deveria ser enviada à imprensa.

Num dos principais trechos da carta ele diz:

“Estas linhas tem por objetivo fazer saber como eu, filho de uma família honrada de operários, cai tão baixo na vida, em consequência do ensino que recebi na minha adolescência.

Na escola que eu frequentei me ensinaram que os pais tem autoridade limitada sobre os seus filhos, que de acordo com as leis do país os pais não tem direito de disciplinar os seus filhos e que roubar os pais não seria furto e a lei não puniria o filho que assim fizer.

Sendo eu um ser humano e naturalmente inclinado para o mal aquelas ideias e as outras que ouvi sobre a igualdade dos homens e de que não deve haver ricos, mas que todos devem ser iguais, me excitavam sobremaneira.

Chegou o momento de eu cometer o meu primeiro delito, e depois disso fui recolhido a uma casa de correção. O diretor da casa era tão áspero e rude e tratava os jovens com desumanidade e desprezo, que quando sai dali estava pior do que quando entrei.


Quando sai daquela casa, fiquei abandonado à minha própria sorte, sem noção verdadeira da vida que é vivida de forma boa e justa. Andei sempre por caminhos tortuosos, convicto de que o que aprendi sobre socialismo era o certo, e ai, sucumbi.”

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

O ABORTO

         O aborto! O que é o aborto? Aborto é a interrupção de uma vida antes do seu nascimento. Já há algum tempo, tem sido perpetrada uma campanha à favor da legalização do aborto, e, em muitos países isso já é uma realidade.

         As mulheres, criadas por Deus para a sublime missão de gerar a vida, em nome do falso título de feminismo, são as que mais gritam pela legalização desse hediondo crime.

         A matança de crianças é um tema repugnante. No Egito o Faraó mandou matar as crianças quando do episódio do nascimento dos filhos dos hebreus, cuja intenção seria o controle da população. Na época do nascimento de Jesus, Herodes mandou matar as crianças de dois anos para baixo na intenção de matar o Messias prometido. Na época da Segunda Guerra, Adolf Hitler ordenou a morte de centenas de milhares de crianças, Idi Amin Dada, terceiro presidente de Uganda, no final da década de 70, mandou também, a exemplo de Hitler, matar milhares de infantes.

         O aborto, praticado em larga escala no mundo inteiro, em alguns países legalizado em outros, de forma clandestina, é uma carnificina de crianças indefesas, mais indefesas do que as que já nasceram.

         A mulher que gerou o filho do seu ventre é guardiã de Deus, de uma vida humana preciosa. Quando a mulher se dispõe a matar o próprio filho antes do seu nascimento, está cometendo a maior de todas as atrocidades, a hediondez do ato gravíssimo, a fará prestar contas diante de Deus que lhe confiou a responsabilidade da maternidade.

         O argumento usado pelos defensores da legalização do aborto, é que esse ato já vem sendo praticado na clandestinidade por muitas mulheres e com grande risco para a sua própria vida. Porém se usarmos esse mesmo argumento para outras situações, deveria-se legalizar o assassínio de viciados em drogas, de criminosos contumazes, de matadores de aluguel, etc. Onde está a Comissão de Direitos Humanos da OAB?

         Dizem que a mulher é livre para optar ter ou não o filho que foi gerado, conforme o seu interesse. Pode até ser, mas ela também é livre para desejar o ato de amor físico que resultou na sua gravidez. A mulher também é livre para escolher um dos métodos de controle de natalidade disponível, que não usa violência e não ameaça a vida gerada. Porém a liberdade pressupõe a responsabilidade e ela é responsável pela vida que gerou.

         Não existe motivo justo para se interromper uma vida não-nascida. Matar uma criança antes de nascer é um ato covarde, violento, um desrespeito à humanidade e uma violação da Lei de Deus que atrai a nós a condenação divina. Vê-se as tragédias que as nações enfrentam de vez em quando, como resultado do juízo divino.

         A depravação dos costumes e a degradação moral do homem, historicamente tem sido a causa do desaparecimento de várias civilizações. Leis humanas contra a vida, contra a natureza e contra Deus.


         Nesse ano de eleições, escolhamos para nos representar homens e mulheres que sejam radicalmente contra esse crime hediondo, pessoas que combatam com zelo santo qualquer projeto de lei nesse sentido.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

ANOTAÇÕES NOS SALMOS - A QUESTÃO DOS POBRES - SALMO 41: 1-13

Sou anti-esquerdista e não acredito no socialismo. Entendo que tudo o que os marxistas-socialistas dizem é mentira deslavada e tem como objetivo o engano e a dominação sobre a sociedade, usando pra isso o poder de convencimento dos pobres. Não sou socialista-marxista porque esse sistema nivela todo mundo por baixo, para eles, o Estado e o Partido é quem deve estar no controle e todo o povo (exceto os dirigentes do partido, claro!!), por cima da "carne seca". Os pobres no socialismo são os mais explorados entre todos.

Não é fácil ajudar os pobres, eles naturalmente não se sentem bem recebendo auxílios ou presenciando interferências indevidas nos seus negócios.

Sem dúvida é fácil contribuir para instituições e assim evitar o aborrecimento das relações pessoais, pondo a responsabilidade sobre os outros. O verdadeiro amigo dos pobres, não é aquele que lhes dá alguma coisa (bolsa família, por exemplo), mas em mudar a sua sorte, ajudando-os a levar as suas cargas e contribuindo efetivamente para tornar a sua vida mais fácil. 

Os apóstolos exortaram o apóstolo Paulo e se lembrar dos pobres, e ele acrescenta "o que também me esforcei por fazer" (Gal. 2: 10). Nos versículos de 1-3 do Salmo nos apresenta uma benção sétupla que recai sobre a vida dos que consideram os pobres.

Jó conheceu bem de perto essa realidade e nos dias de sua angústia ele recebeu conforto: "Porque eu livrava os pobres que clamavam e também o órfão que não tinha quem o socorresse. A benção do que estava a perecer vinha sobre mim, e eu fazia rejubilar-se o coração da viúva" (Jó 29: 12, 13). Vai e faz você também o mesmo, irmão!!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O triunfo do socialismo nos EUA exige a destruição da família e da Igreja.


Peter J. Smith



WASHINGTON, D.C., EUA, 16 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Tanto a família quanto a Igreja são obstáculos para o triunfo do socialismo, o ex-senador americano Rick Santorum disse para cristãos reunidos na 17ª Semana Internacional de Oração e Jejum da semana passada. Contudo, o campeão pró-vida alertou os participantes de que ambas as instituições estão sob ataque pesado das políticas do governo de Obama.


“Estamos sofrendo ataques imensos deste presidente e deste Congresso na questão da vida. Estamos sofrendo um grande ataque, talvez um ataque ainda maior, na questão fundamental da família”, Santorum disse para os participantes do jantar de 11 de outubro no Hotel Omni Shoreham.

Santorum disse que as políticas esquerdistas, principalmente aquelas políticas que o governo de Obama está promovendo com agressividade, têm como alvo “destruir” a família e as igrejas cristãs, pois essas instituições fornecem redes sociais locais e apoio para indivíduos, o que elimina a necessidade de as pessoas dependerem totalmente do governo central. Eliminar essas redes sociais significa o triunfo do socialismo, e isso significa atacar o casamento e as igrejas cristãs.

“Haverá ataques contra a instituição do casamento”, Santorum assegurou para sua audiência. “Por que? Porque a esquerda sabe que não poderá realmente fazer com o que o governo se intrometa e assuma controle de tudo, a não ser que primeiro destrua a família. A esquerda só conseguirá ter sucesso no fim em seu objetivo de tornar o socialismo aceito neste país quando destruir a família e destruir a Igreja. Esse é o objetivo deles”.

Santorum pediu que todos orassem nestes tempos por aqueles que estão em autoridade, por aqueles que estão considerando concorrer para um cargo no Congresso em 2010, bem como “por aqueles que estão nas ruas protestando e compreendem que há algo basicamente errado no que está acontecendo aqui”.

Mas Santorum acrescentou que os cristãos precisam orar muito pelos Estados Unidos na atual batalha envolvendo a área de saúde, pois a reforma que Obama propôs tem graves problemas que vão muito além das “questões importantes” da cobertura do aborto e a falta de cláusulas de proteção de consciência.

“Há outra imensa questão aí e é exatamente o conceito inteiro da medicina socializada”, disse Santorum.

Santorum argumentou que as reformas de Obama transformarão a área de saúde numa “conta no governo federal” na qual os “responsáveis pela conta” ou o Congresso determinará quanta assistência de saúde um indivíduo poderá receber “como parte do curso orçamentário”.

Logo que a assistência de saúde dos indivíduos estiver totalmente na dependência do governo central, a esquerda terá poder garantido, explicou Santorum.

“Você diz: ‘Olha, os bispos católicos são a favor da reforma de Obama na área de saúde’”, continuou Santorum. “Olha, eu diria duas coisas. Número um, eles deveriam ficar envergonhados”.

Nesse momento, os convidados do jantar deram uma salva de palmas.

Embora alguns bispos católicos tenham ensinado que a reforma do governo viola o ensino social católico pelos motivos que Santorum mencionou, a conferência dos bispos católicos dos EUA em geral vem indicando que estaria disposta a apoiar o sistema de saúde controlado pelo governo, desde que a reforma não subsidie o aborto nem viole as proteções de consciência para os que trabalham na área de saúde.

Mas o ex-senador da Pensilvânia concluiu que o indivíduo — quando sob a cobertura do seguro do governo — perde a real assistência de saúde, o tratamento de que ele precisa, no nome da redução de custos.

Santorum apontou que o curso da medicina socializada na Europa, e na Holanda em particular, dá uma oportunidade de “ver o que acontece com o valor da vida humana nesses países”.

De forma particular, aqueles que sofrem recusa de tratamento ou o racionamento de assistência sob a medicina socializada são “aqueles às margens da vida”. Esses incluem aqueles que nascem “prematuros com deficiências… aqueles que estão no final da vida” e “aqueles que têm doenças complexas ou precisam de assistência constante”.

“A vida dessas pessoas não é valorizada”, declarou Santorum. “Por que? Por causa de órgãos estatais que decidem quanto dinheiro deve ser gasto e com base no tempo que você vai viver ou na qualidade de vida que você vai viver. É desse jeito que os responsáveis pela conta farão essas coisas. É desse jeito que os membros do Congresso farão essas coisas. Essa é ou não uma boa maneira de gastar o nosso dinheiro? Isso acontece diariamente na Europa”.

Santorum explicou que os americanos precisam despertar para o fato de que nada no DNA americano os impede de cometer os mesmos males morais dos europeus.

A Holanda, “o país mais esquerdista da Europa” hoje, disse Santorum, é o único país que “não havia imitado os médicos nazistas em fazer esterilizações e abortos” e sofreu por causa disso.

“No entanto, dentro de duas gerações, como consequência da medicina socializada e das tentativas do governo de conter custos, os médicos se transformaram em fiscais econômicos”, disse Santorum.

Agora, no nome da redução de custos, os médicos holandeses recomendam suicídio assistido, recusam assistência para bebês que nasceram prematuramente antes de 25 semanas e praticam eutanásia em crianças que nascem com deficiência.

“Esse é o costume e prática dos países com medicina socializada. Esses países têm limites em seus orçamentos. É simplesmente caro demais fazer isso de qualquer outro jeito”, reiterou Santorum.

“E assim digo de novo aos bispos católicos: ‘O que é que vocês estão pensando quando apóiam a medicina do governo?’”

No começo da noite, Santorum recebeu no nome dele, sua esposa Karen e sua família o “Prêmio Família pela Vida”.

Santorum conhece muito bem a luta pelo direito à vida e por esses direitos na área da saúde: tanto a nível político quanto pessoal. No ano passado, ele e sua esposa acolheram em sua família sua agora filha de 17 meses “Bella”, que nasceu com Trissomia 18, uma desordem genética que é fatal antes do nascimento em 90 por cento dos casos. Ao longo do caminho, a família Santorum lutou para garantir a assistência de saúde de Bella contra prestadoras de saúde hostis ao direito dela à vida, pois ela nasceu com uma deficiência.

Recentemente, perguntaram para Santorum se ele consideraria seriamente concorrer para a presidência dos EUA em 2012. Santorum revelou que embora ele estivesse de fato “pensando nisso”, ele não está “seguro” e pediu orações constantes enquanto ele considera essa possibilidade.


Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:


Santorum Admits to Pondering Run for Republican Presidential Nomination - Asks for Prayers

http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09091202.html

"The Damage Done is Profound": Former Senator Santorum Speaks on the Kennedy Funeral

http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09091611.html

U.S. Bishops Will "Vigorously" Oppose Health Care if Abortion Concerns Not Addressed

http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09100807.html

Vatican Cardinal: Health of Citizens "Belongs" to Central Government - Several US Bishops Disagree

http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09091804.html

Another Bishop Says ObamaCare Violates Catholic Social Teaching

http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09091811.html

Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

DECLARAÇÃO DE PRAGA CONDENA O COMUNISMO POR CRIMES CONTRA A HUMANIDADE.


O nacional-socialismo alemão converteu-se na cara exclusiva do Mal no mundo. As embaixadas da Alemanha e de Israel, assim como o imprensa, protestaram porque um museu de cera na Tailândia usou como anúncio uma reprodução de Adolf Hitler. Ninguém, entretanto, teria protestado se a imagem em questão fosse de Joseph Stalin. Inclusive é habitual cruzar-se com gente que leva orgulhosa em sua camiseta a cara de um certo terrorista denominado Che Guevara. A Declaração de Praga quer acabar com essa impunidade do comunismo.

Onde há governo ou onde tratou de fazê-lo, o comunismo cometeu genocídios e matanças sem conta, como a morte por fome de ao menos sete milhões de ucranianos ou a matança de Paracuellos del Jarama. A soma de mortos pelos criadores do Homem Novo supera os cem milhões de seres humanos. Todos conhecemos os campos de concentração do III Reich alemão mas, ao contrário, os lugares do horror comunista na URSS ou na China são quase desconhecidos.

Pouco a pouco se vai quebrando essa impunidade intelectual. Em abril passado, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução na qual se propunha a adoção do dia 23 de agosto como o dia do pacto entre Hitler e Stalin, pelo qual ambos os ditadores repartiam o Leste Europeu, como o Dia da Lembrança das Vítimas dos Totalitarismos.

Em Praga, cidade que sofreu os totalitarismos nazista e comunista, surgiu o projeto da Declaração de Praga. Nela se exorta autoridades e cidadãos europeus a criar o Instituto da Memória e Consciência da Europa que informe e investigue o comunismo e o nazismo, e um museu pan-europeu das vítimas de todos os regimes totalitários. Como afirmam seus criadores, não haverá uma Europa unida se não for capaz de antes unificar sua história e reconhecer o comunismo e o nazismo como movimentos responsáveis por genocídios.

Convidamos nossos leitores a ler a Declaração de Praga e a assiná-la. Aqui há a parte essencial de seu conteúdo:

DECLARAÇÃO DE PRAGA


Tendo em conta o futuro digno e democrata de nossa comum pátria européia,

- Considerando que as sociedades que esquecem seu passado carecem de futuro;

- Considerando que a Europa não se unirá a menos que seja capaz de unificar sua história, de reconhecer o comunismo e o nacional-socialismo como um legado comum e de conseguir um debate sincero e profundo sobre todos os crimes totalitários do século passado;

- Considerando que a ideologia comunista é diretamente responsável por crimes contra a humanidade;

- Considerando que a má consciência que se deriva do passado comunista é uma pesada carga para o futuro da Europa e para nossos filhos;

- Considerando que diferentes valorações do passado comunista ainda podem dividir a Europa em Ocidente e Oriente;

- Considerando que a unidade européia foi uma resposta direta às guerras e à violência causada pelos sistemas totalitários no continente;

- Considerando que a consciência dos crimes de lesa-humanidade cometidos pelos regimes comunistas em todo o continente deve informar a todas as mentes européias, na mesma medida que os crimes do regime nacional-socialista;

- Considerando que existem similitudes entre o nacional-socialismo e o comunismo no que se refere a seus caráter horrível e espantoso, e a seus crimes contra a humanidade;

- Considerando que os crimes do comunismo ainda necessitam ser avaliados e julgados desde os pontos de vista jurídico, moral e político, assim como do ponto de vista histórico;

- Considerando que tais crimes foram justificados em nome da teoria da luta de classes e do princípio da ditadura do proletariado, que utilizam o terror como método para preservar o poder dos Governos que o aplicaram;

- Considerando que a ideologia comunista foi utilizada como uma ferramenta em mãos de imperialistas na Europa e na Ásia para alcançar seus planos expansionistas;

- Considerando que muitos dos autores que cometem e cometeram crimes em nome do comunismo ainda não foram levados ante a justiça, e suas vítimas ainda não foram indenizadas nem satisfeitas;

- Considerando que o objetivo de proporcionar informação completa sobre o passado totalitário comunista, que conduza a uma compreensão mais profunda e ao debate é uma condição necessária para a futura integração de todas as nações européias;

- Considerando que a reconciliação definitiva de todos os povos europeus não é possível sem um esforço potente para estabelecer a verdade e para restaurar a memória;

- Considerando que o passado comunista da Europa deve ser tratado a fundo, tanto na academia como ao público em geral, e as gerações futuras devem ter fácil acesso à informação sobre o comunismo;

- Considerando que em diferentes partes do mundo só uns poucos regimes totalitários comunistas sobrevivem, porém que, todavia, oprimem aproximadamente a um quinto da população mundial, e ainda se aferram ao poder cometendo delitos e impondo um alto custo para o bem-estar de seus povos;

- Considerando que em muitos países, apesar de que os partidos comunistas já não estão no poder, não se distanciaram publicamente dos crimes dos regimes comunistas nem os condenaram;

- Considerando que Praga é um dos lugares que sofreu tanto com o nazismo quanto com o comunismo,

Estando convencidos de que os milhões de vítimas do comunismo e suas famílias têm direito a desfrutar da justiça, da solidariedade, da compreensão e do reconhecimento de seus sofrimentos da mesma forma que as vítimas do nazismo foram moral e politicamente reconhecidos,

Nós, os participantes da Conferência de Praga Consciência européia e o comunismo,

- Ante a Resolução do Parlamento Europeu sobre o sexagésimo aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial na Europa, em 8 de maio de 1945, de 12 de maio de 2005,

- Ante a Resolução 1.481 da Assembléia Parlamentar do Conselho da Europa, de 26 de janeiro de 2006,

- Ante as resoluções sobre os crimes comunistas adotadas por vários Parlamentos nacionais,

- Ante a experiência da Comissão pela Verdade e a Reconciliação na África do Sul,

- Ante a experiência dos Institutos da Memória e os Memoriais na Polônia, Alemanha, Eslováquia, República Checa, Estados Unidos, o Instituto para a Investigação de Crimes Comunistas na Romênia, os museus da ocupação da Lituânia, Letônia e Estônia, assim como a Casa do Terror na Hungria,

- Ante as presidências atuais e futuras na UE e no Conselho da Europa.

- Ante o fato de que 2009 é o vigésimo aniversário da queda do comunismo na Europa Central e Oriental, assim como dos assassinatos em massa na Romênia e no massacre da Praça de Tianamen em Pekin,

Pedimos:

1. Chegar a um entendimento entre todos os europeus de que os regimes totalitários nazista e comunista devem ser julgados por seus próprios méritos terríveis, por ser destrutivo em suas políticas de maneira sistemática na aplicação das formas extremas de terror, da supressão de todos os direitos civis e das liberdades humanas, começando pelas guerras de agressão e, como uma parte inseparável de suas ideologias, o extermínio e a deportação de nações inteiras e grupos de população, e que como tais devem ser considerados os principais desastres que frustraram o século 20,

2. O reconhecimento de que muitos crimes cometidos em nome do comunismo devem ser qualificados como crimes de lesa-humanidade, de modo que constituam uma advertência para as gerações futuras da mesma maneira que os crimes nazistas foram julgados pelo Tribunal de Nüremberg,

3. A formulação de um enfoque comum a respeito dos crimes dos regimes totalitários, incluídos os regimes comunistas, e uma versão européia dos crimes comunistas, a fim de definir claramente uma atitude comum frente aos crimes dos regimes comunistas,

4. A introdução de uma legislação que permita aos tribunais de justiça julgar e condenar os culpados pelos crimes comunistas e compensar as vítimas do comunismo,

5. A garantia do princípio de igualdade de tratamento e não-discriminação entre as vítimas de todos os regimes totalitários,

6. A pressão européia e internacional para a condenação efetiva dos crimes do passado comunista e da luta eficaz contra os crimes comunistas em curso,

7. O reconhecimento do comunismo como parte integrante e horrível da história comum da Europa,

8. A aceitação por toda a Europa da responsabilidade pelos crimes cometidos pelo comunismo,

9. O estabelecimento de 23 de agosto, dia da assinatura do pacto Hitler-Stalin, conhecido como o Pacto Molotov-Ribbentrop, como um dia de lembrança das vítimas dos regimes totalitários nazista e comunista, do mesmo modo que a Europa recorda as vítimas do Holocausto em 27 de janeiro,

10. A reclamação aos Parlamentos nacionais para que reconheçam os crimes comunistas como crimes contra a humanidade, e modifiquem a legislação pertinente,

11. O debate público sobre o mal uso comercial e político dos símbolos comunistas,

12. A continuação das audiências da Comissão Européia com respeito às vítimas dos regimes totalitários, com vistas à elaboração de uma comunicação da Comissão,

13. O estabelecimento de comitês compostos por experts independentes nos Estados europeus que foram governados por regimes comunistas totalitários, com a tarefa de recolher informação sobre violações dos direitos humanos sob cada regime comunista totalitário em nível nacional, com o fim de colaborar estreitamente com o Conselho de Comitê de experts da Europa,

14. A elaboração de um claro marco jurídico internacional em relação a um acesso livre e irrestrito aos arquivos que contêm informação sobre os crimes do comunismo,

15. A fundação de um Instituto Europeu da Memória e da Consciência, que teria duas funções:

A) a de um instituto europeu dedicado à investigação dos estudos do totalitarismo, o desenvolvimento de projetos científicos e educacionais e o apoio à criação de redes de institutos de investigação nacionais especializados no tema da experiência totalitária,

B) e a de um museu memorial de âmbito europeu das vítimas de todos os regimes totalitários, com o objetivo de recordar as vítimas destes regimes e de dar a conhecer os crimes cometidos por eles,

16. A organização de uma conferência internacional sobre os crimes cometidos pelos regimes comunistas totalitários, com a participação de representantes de governos, parlamentares, acadêmicos, experts e associações, cujos resultados devem ser difundidos no mundo inteiro,

17. O ajuste e a revisão de livros de texto de história européia, para que as crianças possam aprender e ser advertidas sobre o comunismo e seus crimes, da mesma forma que se lhes ensinou a compreender os crimes nazistas,

18. A abertura de um amplo e profundo debate em toda a Europa sobre a história européia e a herança comunista,

19. A comemoração conjunta do 20º aniversário no próximo ano da queda do Muro de Berlim, do massacre da Praça Tianamen e da matança na Romênia.

Nós, os participantes da Conferência de Praga Consciência Européia e o Comunismo, nos dirigimos a todos os povos da Europa, a todas as instituições políticas européias, inclusive os Governos e os Parlamentos nacionais, o Parlamento Europeu, a Comissão Européia, o Conselho da Europa e outros órgãos internacionais pertinentes, e os exortamos a abraçar as idéias e as propostas enunciadas nesta Declaração de Praga, e a convertê-las em medidas práticas e políticas.


Fonte: Mídia sem máscara.

sábado, 24 de janeiro de 2009

FSM. AGORA ESTARÃO EM BELÉM - PA

Está sendo anunciado a nova versão do FMS (Fórum Social Mundial), para ser realizado, agora, de 27 de Janeiro à 1º de Fevereiro na cidade de Belém - PA.
O que é esse Fórum Social Mundial? A resposta é simples: É a reunião de exibicionistas de esquerda, que em nada contribuem para absolutamente nada, em lugar algum. Tem como único objetivo fazer propaganda de um defunto (socialismo marxista), que já está morto e enterrado, mas que uns debilóides com fama de teóricos, querem desenterrar a caveira e tentar ressuscitá-la.
O tal Fórum "Social" é um lugar onde só entram os que se julgam ideologicamente corretos, o que distancia cada vez mais e define muito bem os verdadeiros debates da propaganda com dinheiro público.
As "mentes brilhantes" que se reunem nesse famigerado fórum, tem soluções para todos os problemas do mundo. Gente sem nenhum conhecimento técnico em certas áreas, insistem em opinar e discursar como se fora especialistas. Acontece que nem eles realizam nada em prol da sociedade e nem tampouco a ideologia "defunta" que defendem. Eles não apresentam nenhuma solução para os problemas da sociedade que eles mesmos apontam, só repetindo a mesma "ladainha": o socialismo é a solução, dizem.
Em que sentido o socialismo pregado no FSM melhorou o ser humano? Quando foi que a ideologia lhe deu (aos seres humanos) melhores condições de vida?
Em Cuba por exemplo, que se gaba de ter um dos melhores programas de saúde da região, nada dizem eles, que essa realidade já existia oito anos antes da tomada do poder pelo "camarada" bandoleiro Fidel, a chamada "revolução cubana". Hoje eles dizem que Cuba não é um mar de prosperidade, devido ao embargo econômico. Do mesmo modo diziam que as nações africanas, depois de se libertarem do jugo "imperialista", iriam prosperar. O que hoje se vê é fome e miséria por lá. A desculpa dos debilóides do FSM: é que os imperialistas não enviam mais dinheiro para os africanos!
No momento os participantes do FSM (Figurões Socialistas Mamadores, nas tetas do governo). Eles possuem seus bons empregos, sua vidinha boa no país capitalista em que vivem, são proprietarios e dirigentes de ONGs, e assim vão vivendo...meros palpiteiros da vida alheia, sendo sustentados por ricos americanos e europeus afinados com a ideologia, assim como o Hamas o é pelos ricos árabes. No caso do Hamas os financiadores exigem lançamento de mísseis sobre o território israelense, no caso dessa gente, os seus financiadores exigem que eles esbravegem sua ideologia nas reuniões desse fórum, e eles o fazem para satisfazer os seus donos.
A única diferença é que quem pagará a conta no final não será esses financiadores, será o povo sofrido do Pará e do Brasil.

quarta-feira, 26 de março de 2008

HUGO CHAVES EM SÃO LUÍS.




Por
Rev. João d'Eça

O presidente da Venezuela, Hugo Chaves, estará no Maranhão amanhã (27/03). Ele virá a São Luís para, segundo dizem, assinar acordos de cooperação em trabalhos conjuntos com o governo do Estado.

Não tenho nada contra o presidente Chaves, conquanto que ele fique lá na sua Venezuela e deixe o Brasil e os brasileiros resolverem seus próprios problemas, não precisamos dar a ele microfones ou holofotes, para que ele exponha suas idéias ultrapassadas sobre socialismo e marxismo para o delírio de jovens alienados partidários de sua ideologia vencida.

Pelo menos Hugo Chaves visitará São Luís, pois o nosso presidente, Luís Inácio está proibido de vir aqui pelo clã mandatário de 40 anos. Durante as duas primeiras campanhas eleitorais para presidente, o sr. Luís Inácio veio visitar a nossa Ilha maravilhosa, mas, desde que se aliou aos donos do Mar..., não pisou os pés em São Luís, desde a campanha que o elegeu para o primeiro mandato, o sr. Luís Inácio não visita São Luís, passou o primeiro mandato todo e aqui não pisou os pés e já neste segundo mandato, ainda não deu o ar da sua graça na Ilha de São Luís. Porque será?

Quanto ao Chaves, desejo-lhe boas vindas, conquanto que seja somente para ajudar o governo em ações em benefício do povo sofrido do nosso Estado. Se for para iniciar uma jornada de convencimento ideológico pelo Brasil com o apoio do governo federal e dos partidos de esquerda, eu digo a ele: ''XÔ HUGO CHAVES!!!!!"

Estão noticiando que o senador Sarney está planejando uma manifestação de "direita" , contra a presença do esquerdista Chaves aqui em São Luís e que estão com medo de descambar para a violência.

Acho que o Sarney ou qualquer outra pessoa ou grupo tem o direito de se manifestar contra aquilo que acharem errado. Como bem disse Voltaire: "Posso não concordar com nenhuma palavra que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las".

Pergunta: E se fosse o presidente americano George Bush que viesse à São Luís, os esquerdistas seriam proibidos de se manifestar contrários à sua presença em terras ludovicenses? E se houvesse confronto, quem seriam os responsáveis?

Não gosto de Sarney, não gosto de Chaves, não acredito que o socialismo/marxismo tenha algo de bom para a humanidade ou para o Brasil e farei o meu protesto aqui nessa minha tribuna, mas defendo o direito dos que forem ao aeroporto ou à praça manifestar-se contra o Vermelho venezuelano.

segunda-feira, 3 de março de 2008

ESTÃO FINANCIANDO O TERRORISMO?


A Polícia Colombiana diz ter provas de que Chaves (foto), vem financiando as FARCs (Forças Armadas Revolucionárias da Colombia), grupo terrorista que atua em território colombiano e que tem como ideologia, o socialismo marxista, defendido pelos presidentes de pelo menos 5 nações da América do Sul, são eles:

Hugo Chaves (Venezuela, o pior louco do continente),
Evo Morales (Bolívia),
Rafael Correa (Equador),
Daniel Ortega (Nicaragua, ex-guerrilheiro)
Lula (presidente do Brasil).



Em entrevista coletiva na Colômbia, Oscar Naranjo, chefe da polícia colombiana, apresentou documentos, que diz serem provas contundentes do financiamento das FARCs pela Venezuela e pelo Equador, financiamento esse que seria ideológico.

Veja o vídeo www.youtube.com/watch?v=lYRu2x8H49s onde o chefe de polícia acusa o Equador e a Venezuela de finaciar os terroristas das FARCs.

O que na verdade está acontecendo é o desejo de levar a América Latina a uma guerra sem precedentes, onde os principais líderes desses países citados, sabendo que não conseguirão pelas vias legais, demócraticas e através do voto, tentam implantar sua ideologia marxista-socialista por meio do terror.

Os defensores da liberdade tem que unir esforços para banir essa "turma" de loucos saudosistas de um regime rechado pelo mundo civilizado.

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