Mostrando postagens com marcador Aborto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aborto. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

O ABORTO

         O aborto! O que é o aborto? Aborto é a interrupção de uma vida antes do seu nascimento. Já há algum tempo, tem sido perpetrada uma campanha à favor da legalização do aborto, e, em muitos países isso já é uma realidade.

         As mulheres, criadas por Deus para a sublime missão de gerar a vida, em nome do falso título de feminismo, são as que mais gritam pela legalização desse hediondo crime.

         A matança de crianças é um tema repugnante. No Egito o Faraó mandou matar as crianças quando do episódio do nascimento dos filhos dos hebreus, cuja intenção seria o controle da população. Na época do nascimento de Jesus, Herodes mandou matar as crianças de dois anos para baixo na intenção de matar o Messias prometido. Na época da Segunda Guerra, Adolf Hitler ordenou a morte de centenas de milhares de crianças, Idi Amin Dada, terceiro presidente de Uganda, no final da década de 70, mandou também, a exemplo de Hitler, matar milhares de infantes.

         O aborto, praticado em larga escala no mundo inteiro, em alguns países legalizado em outros, de forma clandestina, é uma carnificina de crianças indefesas, mais indefesas do que as que já nasceram.

         A mulher que gerou o filho do seu ventre é guardiã de Deus, de uma vida humana preciosa. Quando a mulher se dispõe a matar o próprio filho antes do seu nascimento, está cometendo a maior de todas as atrocidades, a hediondez do ato gravíssimo, a fará prestar contas diante de Deus que lhe confiou a responsabilidade da maternidade.

         O argumento usado pelos defensores da legalização do aborto, é que esse ato já vem sendo praticado na clandestinidade por muitas mulheres e com grande risco para a sua própria vida. Porém se usarmos esse mesmo argumento para outras situações, deveria-se legalizar o assassínio de viciados em drogas, de criminosos contumazes, de matadores de aluguel, etc. Onde está a Comissão de Direitos Humanos da OAB?

         Dizem que a mulher é livre para optar ter ou não o filho que foi gerado, conforme o seu interesse. Pode até ser, mas ela também é livre para desejar o ato de amor físico que resultou na sua gravidez. A mulher também é livre para escolher um dos métodos de controle de natalidade disponível, que não usa violência e não ameaça a vida gerada. Porém a liberdade pressupõe a responsabilidade e ela é responsável pela vida que gerou.

         Não existe motivo justo para se interromper uma vida não-nascida. Matar uma criança antes de nascer é um ato covarde, violento, um desrespeito à humanidade e uma violação da Lei de Deus que atrai a nós a condenação divina. Vê-se as tragédias que as nações enfrentam de vez em quando, como resultado do juízo divino.

         A depravação dos costumes e a degradação moral do homem, historicamente tem sido a causa do desaparecimento de várias civilizações. Leis humanas contra a vida, contra a natureza e contra Deus.


         Nesse ano de eleições, escolhamos para nos representar homens e mulheres que sejam radicalmente contra esse crime hediondo, pessoas que combatam com zelo santo qualquer projeto de lei nesse sentido.

terça-feira, 12 de março de 2013

DEMOCRACIA E PROTESTO

Este fim de semana que passou, 10 de março, um grupo de militantes gays e afins (foto), foram para a porta de uma das igrejas ligadas ao ministério do pastor Marcos Feliciano, no interior de São Paulo, para fazer baderna e impedir que o culto se realizasse.

Não somos à favor do estilo, da prática e da doutrina do referido pastor, e também temos restrições ao seu mandato na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, pelo simples fato de que ele não tem histórico de defesa dos direitos humanos, mas é só por isso.

Acho que temos melhores nomes, não entre os defensores do "gaysismo" ou do "abortismo", apesar de que entendo que pra defender a vida humana, Marcos Feliciano é melhor do que qualquer indicado pelo PTralhas ou pelos partidos "esquerdóides" que o apoiam, e também melhor do que qualquer desses defensores do "gaysismo" seguidores de Jean Willis.

Não podemos ser à favor de que somente os "gaysistas" ou os abortistas presidam uma Comissão tão importante quanto a CDH, estamos numa democracia e esse sistema tem como fundamento a alternância de poder.

Fazer o que os "gaysistas" fizeram esse final de semana passado, é merecedor de nosso repúdio, pois se a graça pega, os "gaysistas" irão bagunçar os cultos das igrejas país afora e os politicamente corretos, abobalhados e covardes, ficaram de bico calado.

Vamos nos mobilizar e garantir que o direito de se ter um presidente da CDH que pense diferente do sistema de apoio "gaysista" e vamos esperar pra ver a atuação de Marcos Feliciano à frente da Comissão, se o seu trabalho não for justo, criticaremos.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

SUSAN BOYLE, QUASE UM ABORTO!

Peter J. Smith

EDIMBURGO, Reino Unido, 15 de outubro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Susan Boyle, fenômeno internacional da música, revelou numa recente autobiografia que os médicos haviam aconselhado sua mãe a abortá-la, porque achavam que a gravidez era de risco.

Boyle disparou para a fama em abril de 2009 depois de aparecer num programa de televisão da Inglaterra chamado “Britain’s Got Talent”, quando a escocesa de aparência simples chocou as audiências com uma interpretação muito forte de “Sonhei um sonho” da versão musical de “Les Misérables” de Victor Hugo.

Mas Boyle, que tem 49 anos e é natural de Blackburn, uma vila em West Lothian, Escócia, nunca teria sonhado que cantaria em palcos internacionais, se sua mãe tivesse concordado em abortá-la por conselho de médicos.

Em sua autobiografia, “The Woman I Was Born To Be” (A Mulher que Nasci para Ser), Boyle revela que os médicos recomendaram uma “interrupção da gravidez” para Bridget Boyle, que já era mãe de oito filhos, porque temiam complicações físicas.

Boyle revela que sua mãe rejeitou esse conselho como “impensável” já que ela era uma “católica devota”.

Quando Boyle nasceu por parto cesáreo de emergência, os médicos não disseram para sua mãe o costumeiro “Congratulações, Sra. Boyle! Uma bela menina”. Boyle escreveu que os médicos adotaram um modo desdenhoso de ver a vida dela — principalmente quando suspeitaram que ela estivesse sofrendo de danos cerebrais devido à falta de oxigênio.

“Provavelmente, é melhor aceitar o fato de que Susan jamais será alguma coisa”, Boyle recontou os médicos dizendo para sua mãe. “‘Susan jamais virá a ser alguma coisa. Portanto, não espere muito dela’”.

“Tenho certeza de que eles tinham intenções muito boas”, continuou Boyle, “mas não penso que eles deveriam ter dito isso, porque ninguém pode predizer o futuro”.

“O que eles não sabiam era que tenho um pouco de guerreira, e venho me esforçando a minha vida inteira para provar que eles estavam errados”.

Boyle lançou seu primeiro álbum “I Dreamed a Dream” (Sonhei um sonho) em 23 de novembro de 2009, e rapidamente vendeu 9 milhões de CDs em seis semanas, tornando-o o álbum número e mais vendido daquele ano. O Livro Guinness de Recordes Mundiais também reconheceu Boyle como a artista inglesa número 1 com o álbum de estreia que mais vendas teve em pouco tempo.

Em anos recentes, muita gente famosa tem revelado que teve mães que se defrontaram com a escolha de abortar ou dar a luz.

Andrea Bocelli, cantor de opera e música clássica e pop, revelou ao mundo neste ano que os médicos haviam recomendado aborto para sua mãe depois que ela sofreu a experiência de um ataque de apendicite, aumentando a probabilidade de que seu filho nasceria com uma deficiência. Bocelli é completamente cego.

Bocelli disse que esperava que o testemunho de sua corajosa mãe “pudesse animar muitas mães que se acham em situações difíceis naqueles momentos em que a vida é complexa, mas querem salvar a vida de seus bebês”. (Veja aqui a cobertura em inglês)

Nos Estados Unidos, o astro do futebol universitário Tim Tebow (agora zagueiro do time Denver Broncos) revelou que os médicos haviam recomendado aborto para sua mãe depois que ela ficou doente nas Filipinas.

O testemunho de Tebow foi retratado num anúncio televisivo de 30 segundos comprado durante o Super Bowl [campeonato da Liga Nacional de Futebol dos EUA]. De acordo com um estudo, 92.6 milhões de americanos assistiram ao anúncio. Daqueles que se identificaram como apoiadores do aborto, quatro por cento disseram que foram levados a “reconsiderar pessoalmente sua opinião sobre o aborto” depois de assistirem Tebow e sua mãe Pam contarem seu testemunho no anúncio. (Veja a cobertura em português.)

Uma amostra da autobiografia de Boyle “The Woman I Was Born To Be” está disponível em inglês: AQUI


terça-feira, 21 de setembro de 2010

DINHEIRO SUJO DE SANGUE: EXPONDO A MALDADE DA INDÚSTRIA DO ABORTO

Em 1984, o documentário The Silent Scream (O grito silencioso),abriu os olhos de muitos, ao horror absoluto do aborto. 26 anos depois, o documentário BloodMoney, se esforça para ajudar a pregar o último prego no caixão da tentativa do estado de sancionar a morte de nossas crianças por nascer. Este documentário revela o setor pró-aborto, que na verdade é: uma máquina de matar com fins lucrativos, baseada em uma agenda cheia de mentiras e uma total falta de humanidade.


Finalmente, as vozes daqueles vidas perdidas, que morreram nas mãos de um setor dedicado exclusivamente a matar, pode ser ouvida. Blood Money também expõe algo freqüentemente negligenciado, o dano que o aborto é para as mulheres.

Muitas vezes, existem duas vidas perdidas em um aborto. A vida do feto é literalmente destroçada, sem piedade, de forma covarde e maligna. A vida da mulher, mesmo não morrendo, é muitas vezes perdida. Sua vida a partir de então é um misto de culpa, arrependimento e profunda dor.

Narrado pela Drª. Alveda King, sobrinha do Dr. Martin Luther King, o filme expõe a verdade por trás de uma indústria que tem prejudicado um número incontável de pessoas e tirado a vida de 50 milhões de crianças inocentes. No filme Drª. King fala não só do ponto de vista de uma de mulher contra o aborto, mas como uma líder dos direitos civis contra a injustiça do aborto.

"Bloodmoney” traz a revelação surpreendente para a vanguarda da luta pró-vida e expõe a verdadeira agenda por trás da indústria do aborto. Este filme é realmente parte do plano para libertar os cativos, - Dr. Alveda King é diretora da African American Outreach, Priests for Life.

Por muito tempo, o regime pró-aborto tem sido capaz de usar argumentos, mentiras e táticas de medo. Com os avanços médicos e com mais pessoas falando contra a indústria pró-aborto, a verdade está vindo à tona. “A verdade liberta”. E vai salvar a vida de incontáveis bebês e de mulheres.

A idéia de que existe aborto seguro é e sempre foi uma mentira. Em primeiro lugar, não existe aborto seguro. Não há um pouquinho de preocupação com a segurança, isto já foi provado mais de uma vez, mais recentemente, pelo ultraje escandaloso do Procurador-Geral da Virginia, que queria pelo menos algumas normas de segurança para as clínicas de aborto. Por que a indignação? Porque algumas teriam de fechar. Estavam tendo prejuízos, não tava dando lucro. É justo às mulheres "punir" os seus bebês por suas irrespnsabilidades?

É mais fácil para eles sujarem as suas mãos de sangue inocente, do que se preocupar com a vida, e eles não se preocupam, nem com a da mulher nem com a da criança. Eles significam tão pouco para eles, que o procedimento padrão é lançar fetos em um freezer A polícia invadiu um dos consultórios de Brigham Young, em Elkton procurando registros médicos, e encontraram dezenas de fetos abortados em um freezer de sua clínica.

As mentiras dos abortistas tem crescido cada vez mais, à medida que cresce os avanços médicos e as pessoas melhoram à medida que mais e mais se identificam com os programas pró-vida. Desesperados para manter sua indústria de morte, eles ainda mentem sobre a necessidade de aprovação dessa lei assassina. Muitos médicos foram flagrados em câmaras escondidas nos EUA, dizendo às mulheres que elas não estavam grávidas. Um desses casos, expostos pelo The Rosa Acuna Project, um vídeo mostra um conselheiro, dizendo a uma mulher que o bebê crescendo dentro de seu ventre não é realmente um bebê. Blood Money é um passo para finalmente lavar as mãos do sangue de inocentes do coletivo nacional.



Adaptação do texto original de Lori Ziganto

EDT quinta-feira, 16 set em 17:00

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

RESPOSTA A EDIR MACEDO QUE DEFENDE O ABORTO EM SEU BLOG

Edir Macedo, líder da IURD, defende o aborto abertamente desde que começou a discussão em torno do assunto. Ele assumiu essa posição, simplesmente porque a igreja católica romana assume publicamente que é contra o aborto, assim também todas as igrejas evangélicas, que são contra a legalização dessa prática assassina.

Abaixo reproduzirei o texto do macedo com uma cor e a minha refutação em outra cor, para mostrar que os seus argumentos pró-aborto, são ridículos, do ponto de vista social, médico e principalmente religioso.


Texto de Macedo, extraido do seu blog: http://bispomacedo.com.br/blog/

Contra fatos não há argumentos, já diz o jargão popular. E quando o assunto é aborto, os fatos são comprovados por estatísticas, como a do Instituto Guttmacher, divulgada recentemente, de que cerca de 70 mil mulheres morrem por ano no mundo, vítimas de abortos clandestinos.

Quem está errado? Macedo ou os organismos que dizem monitorar a prática do aborto no Brasil e no mundo? Para ele, 70 mil mulheres morrem por ano no mundo devido ao aborto clandestino, mas para esses organismos são milhões, veja Aqui, Aqui e Aqui. Quem está mentindo?

Eu sempre acreditei que esses números sobre o aborto são manipulados e mentirosos.

Estupro, pedofilia, gravidez precoce, violência doméstica, entre outros, são alguns dos fatores que têm levado mulheres e adolescentes a buscar clínicas clandestinas para porem fim a uma gravidez indesejada, submetendo-se a procedimentos arriscados, devido à falta de condições hospitalares adequadas para atendê-las, principalmente caso aconteça alguma complicação.

Aqui o Macedo não tem coragem de responsabilizar os culpados. São os políticos que ele defende e que vivem de desviar verbas da saúde, da educação, da segurança, para rechear as suas polpudas contas em paraísos fiscais ou em investimentos clandestinos. É o próprio Macedo, proprietário de uma emissora de TV que poderia ser uma benção para a nação, no entanto é um bastião de iniquidades.

Ele está preocupado em vencer a Rede Globo no IBOPE, mas a programação do horário nobre da Record, é até, em muitos casos, mais prejudicial aos valores cristãos do que o da emissora concorrente, isso sem falar que a emissora do Macedo faz propaganda abertamente do assassinato de bebês inocentes.

Eu sempre digo que sou a favor do aborto, não indiscriminadamente, mas em determinadas circunstâncias. Não faço isso para declarar guerra a nenhuma religião ou à parcela da sociedade que é contra o procedimento. Tenho esta opinião principalmente porque a fé que eu professo me impede de exaltar a hipocrisia. O aborto não é a causa do problema, é o efeito. O problema começa antes, na falta de informação, principalmente às camadas financeiramente menos favorecidas; na falta de ações preventivas; nas inúmeras questões sociais que têm levado à destruição de lares e à banalização da família.

Aqui nesse ponto o Macedo extrapola. De que hipocrisia ele está falando? Quer dizer que ser contra o ABORTO, crime hediondo, assassinato de inocentes, é ser hipócrita? Por que? Com base em que ele diz esta asneira?


Hipócrita é a atitude de Macedo, que tendo nas mãos um veiculo de comunicação de massa, podendo usá-lo para propagar a mensagem do evangelho, faz pior do que os piores no ramo. Larga a mão de ser hipócrita Macedo!

Diversas manifestações sociais, políticas e religiosas condenam a legalização do aborto, em nome da “defesa da vida”, mas parecem ignorar ou não dar o mesmo valor à vida de crianças que nasceram indesejadas ou em famílias sem a menor condição de criá-las, e que andam por aí, revirando lixo para se alimentar, expostas a todo tipo de doença e violência nas ruas. Também não parecem se importar com a vida de meninas e mulheres que morrem diariamente em clínicas de aborto clandestino.

Quem tem de proteger as crianças são os grandes empresários (como Macedo e seus pares), que gastam fortunas incalculáveis em mansões, em carrões, em aviões, em festas extravagantes e muitos até gastam mais com cachorros em um dia, o que muitos pais não gastam por ano com um filho. Hipocrisia é dizer isso que vocês dizem.


Por que não gastar efetivamente com o auxílio sério aos pobres do Brasil? Por que não se interessar efetivamente por eles? Por que não cobrar das autoridades as suas responsabilidades? Por que naão usar a emissora para denunciar os desmandos dum governo (que está ai), que é o mais corrupto dos últimos 100 anos de República brasileira?

As bandeiras e cartazes que estas pessoas e instituições levantam contra o aborto lhes encobrem a visão e as impede de enxergar a verdade dos fatos. As mulheres não vão sair por aí aumentando o número de abortos praticados, caso a legislação aprove o procedimento e deixe de considerá-las criminosas. Ninguém deixa de fazer um aborto porque ele é proibido por lei. O que pode sim acontecer é uma expressiva diminuição dos índices de mortalidade feminina e do número de crianças pobres, desnutridas e vítimas de todo tipo de abuso por serem pobres e abandonadas.

"As bandeiras e cartazes de pessoas e instituições", aqui ele claramente se refere à ICR. A que verdades dos fatos você se refere Macedo? Já que o abandono de crianças, o desamparo, a mortalidade infantil etc, te incomoda tanto, por que você não usa a tua influência política para resolver o problema? Por que você não exige dos deputados e senadores ligados à IURD que façam leis que obriguem os governantes a agir, ao invés de você manter deputados e senadores bebaixo da sua influência somente para defender os teus interesses e os interesses da tua "Empresa" Universal do Reino de deus. 

Para os que acreditam não haver embasamento bíblico no que eu digo, cito o momento em que o Senhor Jesus sentou-se à mesa com Seus discípulos para celebrar a última ceia, antes de ser torturado e morto. Ele anunciou que ali estava presente quem O trairia, e sentenciou: “O Filho do homem vai, como está escrito a seu respeito, mas ai daquele por intermédio de quem o Filho do homem está sendo traído! Melhor lhe fora não haver nascido!” Mateus 26-24

Aqui, a tua inteligência Macedo, é comparada a de um jegue. Usar esse texto da Bíblia para embasar a legalização do aborto, é sofrível, é heresia no mais alto grau. Dizer que o pecado de Judas é semelhante aos meninos e meninas abandonadas pelas ruas do Brasil. Dizer que a traição de Judas, prevista por Jesus (Deus encarnado), é modelo para eliminação de crianças indesejadas, é criminoso, por esta sua interpretação absurda, eu quase chego a conclusão de que você ou é maluco, ou mal caráter, ou quem sabe as duas coisas.


Jesus Cristo conhecia os segredos da alma de Judas, assim como ele conhece o segredo da alma de Macedo! Judas amava o dinheiro e o seu amor pelo dinheiro até o cegou, tornando-o incapaz, como muitos hoje, de discernir entre um assassinato e um problema social, cuja responsabilidade das autoridades governamentais deve ser cobrada todos os dias.

No meu entendimento, essa última frase pode ser interpretada como: seria melhor que Judas tivesse sido abortado. Melhor do que o futuro de sua alma.

O teu entendimento nesse caso Macedo, é impreciso, inadequado, maligno, desprovido de contextualização e tendencioso, ou seja, é uma heresia.
 
Judas tinha a consiência cauterizada pelo pecado, assim como me parece que os que defendem o aborto possuam também uma mente cauterizada. Quando os homens são completamente endurecidos pelo engano do pecado, eles podem praticar os atos e dizer as maiores asneiras, de maneira solene e aparentemente cheias de devoção, e interiormente não sentir arrependimento pelo que pensam, fazem e dizem. Esse é o ministério da INIQUIDADE.

sábado, 4 de setembro de 2010

Veja o posicionamento do Pr. Paschoal Piragine da PIB de Curitiba - PR. Esse deve ser o posicionamento de todo Crente Verdadeiro. Num tempo em que Denominações inteiras estão fazendo acordos com partidos de esquerda e com comunistas em trofca de Deus por Mamom, esse vídeo é um tapa na cara desses líderes inescrupulosos. Assistam:

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

ABORTO.

O rapagão da foto é o astro de futebol americano Tim Tebow, 22 anos, que tem causado polêmica nos Estados Unidos, simplesmente porque aparece ao lado dos pais, numa campanha contra o assassinato de bebês indefesos, o aborto.

Ocorre que a mãe de Tim Tebow, quando grávida, contraiu uma doença cujo diagnóstico foi fazer o aborto para o bem dela. Pam Tebow, mãe do jogador, decidiu que não iria abortar e salvou a vida do filho e não privou os fãs de Futebol Americano de um grande astro.


A polêmica causada foi que os grupos pró-aborto nos EUA e além fronteiras, começaram a espernear contra a campanha de '30 SEGUNDOS', “Celebrate Family, Celebrate Life” (Celebre a Família, Celebre a Vida). Trinta segundos somente, enquanto que os assassinos de bebês indefesos tem a sua disposição o tempo que quiserem para fazer propaganda dos seus crimes hediondos.

Quando um rapaz de 22 anos vem a público defender a VIDA e abertamente a sua fé cristã, porque ele quase se torna uma vítima desse crime, não fosse os valores cristãos de seus pais, os defensores da morte e do assassinato de bebês, os abortistas reclamam da atitude do jovem astro do futebol americano, dizendo que ele está indo contra os "DIREITOS HUMANOS".

Assim como aqui no Brasil onde o governo do presidente Lula e mais precisamente o seu ministro Temporão (até a mãe desse sujeito defensor do assassinato de bebês o repreendeu em público. ClickAqui e leia), são os maiores defensores da morte e das restrições de liberdades. Assassinar bebês ainda não nascidos para eles é Legal, ostentar símbolos cristãos, para Lula e sua corja, é crime. Pode?

sexta-feira, 13 de março de 2009

NEM FREUD EXPLICA!!!!!!!

Uma pergunta que me intriga??????
Por que nenhum dos bispos brasileiros, até agora, não excomungaram o Lula e a sua corja???
Por que que só gente sem expressão é que está sendo excomungada nesse caso de defesa de aborto e crítica aberta à igreja católica e seus bispos????
E ai? Não tem coragem?
NEM FREUD EXPLICA!!!!!!

domingo, 8 de março de 2009

SOBRE O ABORTO DA MENINA DE 9 ANOS.

Sou totalmente contra o Aborto, mas considero que existem casos em que ele é necessário. Por exemplo, quando a mãe claramente corre risco de morte e não há como salvar a criança e a mãe, a decisão de quem sobrevive, claro, tem de ser a sobrevivência da mãe.

Para mim quem pratica um aborto por não querer ter mais um filho ou optar por não ter filhos, é um criminoso e merece cadeia. Existem métodos para se evitar uma gravidez, por que não utilizá-los? Por que matar uma vida inocente só por capricho? Não me venham com a história de que a mulher é dona do seu corpo e que decide fazer com ele o que quiser, que essa é a maior "burrice" ética, moral e jurídica que existe.

No caso da menina de Pernanbuco, que aos 9 anos de idade foi roubada na sua inocência por um padrastro monstro, como tantos outros de colarinho branco que estão soltos pelas cidades brasileiros, saciando sua taras em crianças inocentes, esses, deveriam ser fuzilados pelo Estado, como provavelmente acontecerá ao padrastro na cadeia, pela "lei dos presos".

A criança teve a sua gravidez interrrompida por uma equipe médica que mais tarde foi excomungada pela "lei canônica" da ICR. A "lei canônica" é diferente da Bíblia.

Na Bíblia Sagrada, as palavras em hebraico para os ainda não nascidos, os bebês e as crianças, são as mesmas. Para a economia de Deus, desde a concepção, o ser humano é. Aos olhos de Deus, um feto e uma criança já nascida, é indistinguível.

Não posso avaliar se os médicos que disseram ser perigoso a continuidade da vida dos bebês a da menina "bebê" é verdadeiral, eu não sou médico. No entanto, como no Brasil há uma campanha muito forte pela legalização desse assassinato em série de bebês indefesos, fico desconfiado. Não confio no governo e muito menos nos seus ministros, principalmente o da Saúde e o da Educação, por esta razão tenho de aceitar a avaliação da equipe médica, até que se prove contrário.

Sou contra o aborto e sempre serei.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Ministério da Saúde investe em censura gay de livros e dicionários nas escolas

Por
Júlio Severo
Os recursos para os pacientes de câncer são apenas para os pacientes de câncer. Seguindo essa lógica, a conclusão é que os recursos para a AIDS deveriam ser aplicados apenas para o tratamento e benefício direto dos pacientes de AIDS.
Entretanto, beneficiando-se das elevadíssimas verbas que o governo destina à AIDS, foi realizado um estudo. Agora, escolha uma das seguintes opções para decidir qual foi a finalidade do estudo:
1) Identificar os fatores de risco para a transmissão da AIDS. 2) Identificar o valor da abstinência sexual antes do casamento como prevenção eficaz. 3) Identificar o casamento e a fidelidade conjugal como proteção eficaz. 4) Identificar meios de promover o homossexualismo nos livros didáticos.
Se você escolheu qualquer opção de 1 a 3, você errou, pois o estudo, financiado pelo Programa Nacional DST/Aids do Ministério da Saúde, tinha como objetivo avaliar menções ao homossexualismo nos livros didáticos e recomendar a exclusão de toda informação negativa e o uso exclusivo de informações positivas. O estudo, aberto somente à valorização explícita da homossexualidade, mirou sete objetivos: sexo, gênero, família, diversidade social, diversidade sexual, reprodução biológica e doenças sexualmente transmissíveis.
Assim, se um livro didático aponta família como agrupamento humano formado por pai, mãe e filhos, os censores politicamente corretos impõem, a fim de não ofender as sensibilidades dos “casais” homossexuais, que família seja definida por qualquer tipo de agrupamento humano não especificado nos modelos “tradicionais”. Livros escolares que informam as crianças sobre a existência de apenas dois sexos (masculino e feminino) são classificados como “nocivos” e “preconceituosos”. Qualquer material escolar que ensine o valor do casamento tradicional e da família natural ganha nota zero automaticamente.
A pesquisadora Tatiana Lionço, que participou do estudo, expressou a idéia de que a falta de apresentações favoráveis ao homossexualismo nos livros didáticos reforça a sexualidade homem/mulher como o único modelo aos alunos. Se depender dela, a história de um macho e uma fêmea de cada espécie animal entrando na Arca de Noé deverá ser substituída por pares bizarros, pois a ideologia da diversidade sexual tem de ser imposta em todos os livros para crianças.
Alexandre Santos, presidente da Associação da Parada de Orgulho GLBT de São Paulo, concorda com a intenção da pesquisa. Ele queixou-se: “Além de os livros não tratarem a homossexualidade, enfrentamos o preconceito dos professores que não são preparados para lidar com o tema”. Traduzindo: professores precisam ser treinados para elogiar a sodomia como a relação sexual mais sublime e divina da existência humana.
A pesquisa, que foi feita pela ONG Anis, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), examinou 61 das 98 publicações de maior distribuição nos ensinos fundamental e médio. A responsável pela pesquisa foi Débora Diniz, que é professora na UnB e membro da ANIS, organização dedicada à promoção de “direitos” de aborto e homossexualismo. Por coincidência, a ANIS é financiada pelas Fundações Ford e MacArthur, grupos imperialistas culturais dos EUA que financiam organizações e programas pró-aborto e pró-homossexualismo no mundo inteiro. A feminista ultra-radical Débora Diniz é mais conhecida pela defesa intransigente do aborto e por ter movido processo contra o Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz por tê-la chamado corretamente de “abortista”. Ele deveria tê-la chamado do que? Amante de bebês?
Diniz é muito sensível a certas palavras. É por isso que nem mesmo dicionários escaparam da voracidade censuradora da sua pesquisa. Ao analisar 24 dicionários distribuídos pelo MEC, ela concluiu que todos, sem exceção, são “homofóbicos” ao usarem expressões como “pederasta” como sinônimo de “homossexual”. Com a conclusão de sua pesquisa financiada com o dinheiro de nossos impostos, Diniz recomenda mudanças para que dentro de cada sala de aula do Brasil só sejam aceitos livros e dicionários que proclamem a sacralidade do homossexualismo. Não é a primeira vez que enormes recursos do Ministério contra a Saúde são investidos em bobagens. Em dezembro de 2008, o ministro Temporal aprovou compra de lubrificantes para o ato homossexual, desperdiçando um total de 40 milhões de reais.
Enquanto o Ministério contra a Saúde investe em lubrificantes e pesquisas planejadas para apontar a necessidade de impor firme censura às escolas permitindo apenas livros que elogiem o homossexualismo, o UNICEF divulgou um relatório alarmante sobre aumento no número de crianças de 0 a 5 anos morrendo no Brasil. Manchetes nacionais repercutiram: “Brasil piora em ranking de mortalidade infantil do UNICEF”.
É claro que todos nós aprovaríamos o uso de nossos impostos para salvar a vida de crianças. Mas que graça tem os trabalhadores verem o Ministério contra a Saúde despejando o dinheiro de impostos em pesquisas que, além de não trazerem nenhuma cura para doenças, sacrificam a vida de inocentes crianças em benefício da ideologia gay? Um governo que nem com a saúde das crianças se importa dará importância para o destino de verbas destinadas à AIDS? Alguns militantes homossexuais que trabalham com questões de AIDS estão revoltados com os desvios desse dinheiro. Conforme saiu na imprensa gay:
“Stalinista. Foi dessa forma que o ativista José Araújo, diretor da AFXB (Centro de convivência para crianças que vivem com HIV/Aids em São Paulo), classificou alguns setores do movimento gay... ‘A fome de poder deles está sendo saciada pelo Programa Nacional [de DST/Aids]’, avalia Araújo. Para José Roberto Pereira, mais conhecido como Betinho, está acontecendo ‘um aumento cada vez maior da intervenção do movimento gay no movimento de Aids’. ‘Eu sou gay, não tenho o menor problema com gay, mas... existe uma espécie de estrangulamento do movimento de Aids com o crescimento do movimento gay’, acredita Betinho. Fundos importantes da Aids estão indo para o movimento gay e não estou vendo uma queda dos índices [da epidemia do HIV entre os homossexuais]’, avalia Betinho, um dos colaboradores do Projeto Bem-Me-Quer. (...) ‘O movimento de Aids está perdendo sua característica. Está virando um grande movimento gay’, lamentou, em outro momento, José Araújo, da AFBX.”
Dá agora para entender como recursos do Programa Nacional DST/Aids do Ministério da Saúde foram parar numa pesquisa de censura gay a livros didáticos?
Eu não gosto de palavrões, mas um governo que sacrifica a vida de nossas crianças à custa da valorização do homossexualismo nos livros didáticos e à custa de lubrificantes para relações homossexuais só pode estar, como diz Olavo de Carvalho, querendo que o Brasil inteiro tome “naquele lugar”.
É graças aos incentivos do [des]governo da Lula-lelé que crianças e adolescentes nas escolas conhecerão a importância do sexo “naquele lugar”, que deverá receber atenção especial nos dicionários e livros didáticos. Qualquer literatura que denigra o sexo “naquele lugar” sofrerá a condenação do Temporal e a censura da Gaystapo, e será banida das escolas, a fim de não contaminar a inocente mente das crianças!
Agora, para entrar nas salas de aula, a própria Bíblia, que historicamente sempre teve espaço nas escolas ocidentais, deverá passar por algumas “amputações” ou mudanças. Versículos como “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é” (Levítico 18:22 ACF) deverão ser mudados do negativo para o positivo, deixando claro que abominação é o preconceito e que Deus ama a diversidade sexual. Sem tal mudança, nem a Bíblia nem outra literatura clássica será bem-vinda nas escolas.
Se o ministro Temporal apresentasse suas idéias originais num programa “O Chão É o Limite”, ele não teria dificuldade nenhuma de ultrapassar o chão, atingindo ou as profundezas de uma latrina ou do próprio inferno com tantas baixarias contra a população brasileira. Para ele e para o [des]governo da Lula-lelé, não só o chão, mas também “aquele lugar” é o limite, num show de obscenidades e bobagens políticas onde quem paga a conta é o próprio povo..

sexta-feira, 9 de maio de 2008

COMISSÃO LEGISLATIVA DERROTA, EM VOTAÇÃO UNÂNIME, A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO.



Por

Matthew Cullinan Hoffman

(http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/may/08050809.html)

BRASÍLIA, 8 de maio de 2008 — Numa vitória impressionante para o movimento pró-vida na América Latina, a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados do Brasil rejeitou unanimemente uma lei que descriminalizaria o aborto. Os militantes pró-aborto vinham lutando em prol dessa lei desde 1991.

Os dois deputados pró-aborto da comissão se retiraram em protesto sem votar, deixando os deputados restantes rejeitarem a legislação por 33 a 0. (grifo nosso)

Os membros da comissão se abraçaram em lágrimas enquanto os militantes pró-aborto na audiência gritavam palavras pesadas contra eles e contra a Igreja Católica, que este ano iniciou uma campanha intensa para proteger o direito à vida.

A campanha, junto com importantes iniciativas dos evangélicos, resultou num aumento dramático no sentimento pró-vida no Brasil. Uma recente pesquisa de opinião pública revelou que 68% dos brasileiros agora se opõem à liberalização do aborto. No ano passado, eram 63%.
A legislação, que é conhecida como PL 1135/91, será em seguida considerada pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, onde a expectativa é de que será rejeitada. O texto elimina penalidades criminais para o aborto. Outros projetos de lei que descriminalizam o aborto também estão em andamento no Congresso Nacional.

O voto representou uma derrota esmagadora para os militantes pró-aborto no Brasil, e em particular para o Ministro da Saúde de Lula, José Gomes Temporão. Temporão vem buscando desviar a atenção da questão dos direitos humanos do feto ao redirecionar o debate como questão de “saúde pública” devido aos perigos que ele alega estão associados aos abortos ilegais.

Aparentemente sentindo sua derrota inevitável, Temporão não testificou diante da comissão e em vez disso enviou representantes. Ele usou linguagem diplomática para denunciar a decisão, afirmando que a atual abordagem legal para com o aborto não foi realista e resultaria em “fracasso”.

Tradução: http://www.juliosevero.com/

segunda-feira, 28 de abril de 2008

O QUE DIRÃO OS DEFENSORES DO ABORTO? FETOS SÃO TRATADOS COMO LIXO.



Por

Rev. João d'Eça

O que dirão os defensores do aborto?

Não me lembro de ter ouvido nenhuma grande emissora de TV, das que defendem o aborto, dar a notícia do achado de 29 fetos e embriões, num lixão em Varzea Grande, MT.

O que estes fetos (alguns em perfeito estado, já desenvolvidos), estavam fazendo nesse hospital? Como eles foram adquiridos? E porque foram tratados como lixo? Onde está o direito da dignidade da vida do feto? É isso que os defensores do aborto querem? O ser humano (mesmo em estado fetal), merece ou não dignidade?

Aqui você encontrará a notícia em vários links, é só acessar:

http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=252911

http://www.correiodoestado.com.br/?conteudo=noticia_detalhe&idNoticia=6715

http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI2841455-EI5030,00.html

http://www.clicabrasilia.com.br/portal/noticia.php?IdNoticia=55438

http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/04/28/e280414591.html

http://www.primeirahora.com.br/interna.php?mat=6931

segunda-feira, 17 de março de 2008

ABORTO PODE CAUSAR PROBLEMAS MENTAIS


Por
Rev. João d'Eça

CBNNews.com Mulheres podem estar correndo risco de ter problemas mentais em caso de aborto, informou neste domingo um jornal de REINO UNIDO.
Leia, acessando o LInk: http://www.cbn.com/cbnnews/340840.aspx
De acordo com o The Sunday Times, a Real Faculdade de Psiquiatria diz que não deveria ser permitido para as mulheres ter um aborto, até que fosse avaliado o possível risco para a saúde mental delas.

A recente declaração da faculdade inverte as balanças de décadas de convicção.

Antes acreditava-se que a mulher corria risco de ter problemas mentais se desse continuidade a uma gravidez indesejada. Dizia-se que que o risco era bem maior do que a mulher viver com o peso do aborto na consciência.
Acredita-se que os mais de 200 mil abortos por ano no Reino Unido, deve-se ao fato de que os médicos acreditavam que se fosse dada a continuidade na gravidez indesejada, a tensão mental na mulher era muito maior, está provado agora que não.

Mas com a notícia desta nova informação, pela Real Faculdade de Psiquiatria, o Parlamento de REINO UNIDO está pensando agora em reverter a situação.

Alguns legisladores também querem que as mulheres tenham uma parada nos abortos, além de reduzir o prazo para se poder abortar. Esse período permitiria para as mulheres serem alertadas sobre as possíveis conseqüências do aborto, inclusive o impacto na saúde mental delas, antes que elas pudessem prosseguir com o procedimento.
A controvérsia no REINO UNIDO se intensificou este ano, depois que uma mulher teve problemas ao abortar gêmeos.

A mulher deixou uma nota que diz: “enquanto eu viver a vida para mim será um inferno. Eu nunca deveria ter feito um aborto. Eu vejo agora que eu poderia ter sido uma boa mãe. Eu quero estar com meus bebês; eles precisam de mim." Escreveu a mulher, de acordo com o The Sunday Times.

A Real Faculdade de Psiquiatria recomenda atualizar os folhetos de informações sobre abortos, incluindo detalhes dos riscos de depressão e problemas mentais e conclui: "o consentimento não pode ser dado sem a devida, adequada e apropriada informação às mulheres."

A posição revisada da faculdade foi recebida com boas-vindas por líderes conservadoras como Nadine Dorries. Diz ela: “para médicos autorizarem o processo de pedido de aborto para uma mulher, sem lhe dar o devido apoio, informação e a ajuda que elas tanto precisam neste momento de crise é um verdadeiro abuso."

Dr. Peter Saunders, secretário geral do The Christian Medical Fellowship, também comemora a informação:

"Como pode agora um médico justificar um aborto (com riscos para a saúde mental) se os psiquiatras estão questionando se a interrupção da gravidez pode causar problemas de saúde mental", disse ele.
(Tradução Livre)
Fonte: The Sunday Times.

terça-feira, 22 de maio de 2007

DEPUTADA "FEIA" E CHORANA, APRESENTA PROJETO HORROROSO.


A deputada Cida Diogo (PT - RJ) chorona ao centro, a "feia", segundo o deputado Clodovil Hernandes (PTC-SP), apresentou um projeto horroroso na Câmara dos Deputados em Brasília.
Ela simplesmente, acrescenta à feiura do projeto dos abortistas, mais feiura ainda, quando apresenta um projeto enganador que fala de "Aborto Terapêutico", mais uma falácia dos "sociologastros" pró-infanticídio do PT.
Confiram:
http://www.camara.gov.br/sileg/integras/449057.pdf
http://www.camara.gov.br/sileg/MostrarIntegra.asp?CodTeor=449057
O projeto horroroso da deputada feia é uma reedição de proposta semelhante apresentada na legislatura anterior pela ex-deputada comunista Jandira Feghali, apelidada pela população de "samambaia abortista", o que indica que também não representava nenhum padrão de beleza feminina. Dona Jandira também foi relatora do projeto de lei n. 1135/1991, tendo apresentado substitutivo para legalizar o aborto no Brasil em toda e qualquer circunstância, durante os nove meses da gestação. A divulgação da atividade abortista de dona Jandira acarretou sua fragorosa derrota nas últimas eleições para o Senado, como representante do estado do Rio de Janeiro.
Segundo nos informa O Estado de São Paulo (http://www.estadao.com.br/ultimas/nacional/noticias/2007/mai/10/346.htm), dona Cida Diogo, a deputada feia, sempre foi identificada com as causas feministas e é defensora da união civil dos homossexuais (popularmente conhecida como "casamento gay"). Teria iniciado sua militância política no trabalho em CEB's (comunidades eclesiais de base) de Volta Redonda-RJ, provavelmente sob as bênçãos de d. Waldir Calheiros, o bispo vermelho. Isso dá uma amostra do mal que a "Teologia" da Libertação fez à Igreja católica no Brasil.

quinta-feira, 17 de maio de 2007

DEPOIMENTOS DE QUEM ASSISTIU A ABORTOS!!!






Por


Rev. João d'Eça



Como eu havia prometido, reproduzo abaixo, depoimentos de médicos, enfermeiras e gente que é testemunha dos assassinatos de bebezinhos que ocorrem nos países onde essa prática diabólica é legalizada.


Conclamo a sociedade brasileira para se unir em torno da não aprovação dessa Lei Maligna, perpetrada por Lula e seus vassalos USPianos, pseudos-intelectuais-esquerdistas.


Vocês estão com a palavra, para comentar essas atrocidades cometidas em nome do princípio do "politicamente correto" de um Estado que se diz "Laico", mas que na verdade é "Louco", pois criminalizar a crítica a travestis que andam ridicularmente desnudos pelas ruas de nossas cidades e legalizar a prática de arrancar do ventre de uma mãe, um bebezinho indefeso, como se fora um Câncer, não é a maior de todas as LOUCURAS?

Dizem ainda esses abortistas, que o Brasil é Laico e portanto essa é uma questão civil, não religiosa. Porém, como bem disse o padre Lodi:

"Esse 'Estado laico', no qual eles tanto falam, invoca a proteção de Deus no preâmbulo de sua Constituição. O preâmbulo não é juridicamente irrelevante. Ele serve de chave de interpretação para todos os artigos que lhe seguem. Ou seja: tudo o que a nossa Carta Magna prescreve supõe a obediência a Deus, cujo nome foi mencionado no início. O argumento religioso é, portanto, um argumento constitucional".

**************************


O livro citado anteriormente: "Cobaias humanas: A história Secreta do sofrimento provocado em nome da ciência" (Ediouro), também denuncia como são dilacerados esses bebês para que se obtenha a melhor amostra possível, uma das colheiteiras fetais revela:


“Enojada com o processo, a técnica disse que houve muitos desses nascimentos vivos. Os médicos simplesmente quebravam seus pescoços delgados ou matavam os fetos batendo neles com pinças de metal. Em alguns casos, revelou a técnica, começavam uma dissecação cortando para abrir o tórax, supondo que o bebê já estivesse morto, somente para descobrir que o coração ainda estava batendo. Ela acrescentou que a maneira como os abortos eram realizados tinha sido alterado, isto é, feito mais deliberadamente e lentamente, para garantir que tirasse o bebê antes de ele morrer. Quando o ritmo dos abortos aumentava, os bebês tirados vivos às vezes tinham suas partes removidas antes de estarem mortos”.


Outro depoimento, da enfermeira Brenda Shafer, descreve:


“Fiquei de pé ao lado do médico e o assisti realizar o aborto de um nascimento parcial em uma mulher que estava grávida de seis meses. O batimento cardíaco do bebê era claramente visível na tela do ultra-som. O médico fez o parto do corpo e braços do bebê, tudo exceto sua cabecinha. O corpo do bebê se mexia. Os dedinhos estavam apertados. Estava chutando com os pés. O médico pegou um par de tesouras e as inseriu no dorso da cabeça do bebê e o braço do bebê sacudiu num recuo, uma reação de sobressalto, como um bebê faz quando acha que pode cair. Então, o médico abriu as tesouras. Depois, introduziu o tubo de aspiração em alta potência dentro do buraco e aspirou para fora o cérebro do bebê. Então, o bebê estava inteiramente flácido. Nunca mais voltei à clínica. Mas o rosto daquele menininho ainda me assombra. Era o rosto angelical mais perfeito que já vi”.


Há uma previsão de que esse mercado vale mais de um bilhão de dólares por ano, muitas mulheres consentem em realizar um aborto cada vez mais tardio para ganhar mais dinheiro com a dilaceração do próprio filho fornecido para este mercado de carnificina.


A denúncia de Andrew Goliszek é recente e, antes, no livro “Bebês para Queimar. A indústria de abortos na Inglaterra”, os jornalistas autônomos Michael Litchfield e Susan Kentish, no final da década de setenta, publicaram no capítulo “Bebês para fábricas de sabão”, a revelação de um médico sobre o comércio de bebês, pois:


“As pessoas que moram nas vizinhanças da minha clínica têm se queixado do cheiro de carne humana queimada. O cheiro sai do incinerador. Não é propriamente um cheiro agradável. Dizem que cheira como um campo de extermínio nazista durante a última guerra. Não sei como eles podem saber o cheiro de um campo de extermínio nazista, mas não quero discutir o fato. Portanto, estou sempre procurando maneira de me livrar dos fetos sem precisar queimá-los”.


A Lei do Aborto na Inglaterra permite-o até as 28 semanas e exige que as clínicas queimem o feto abortado em incineradores, logo, eles podem ter uma idade maior do que a prevista em lei no momento do assassinato, ou mesmo serem vendidos e utilizados para fins lucrativos, porque não há como saber quando foram trucidados, visto que estariam supostamente queimados, o médico abortista inglês continua o seu relato:


“Muitos dos bebês que tiro já estão totalmente formados e vivem ainda um pouco, antes de serem eliminados. Uma manhã havia quatro deles, um ao lado do outro, chorando como desesperados. Não tive tempo de matá-los ali na hora, porque tinha muito o que fazer. Era uma pena jogá-los no incinerador, porque eles tinham muita gordura animal que poderia ser comercializada”.


No capítulo “Os dilaceradores de bebês”, do mesmo livro, ao avaliar o cenário internacional, os jornalistas ingleses publicam o testemunho de um médico norte-americano abortista, Dr. Ridley, que aponta:


“O ‘racket’ do aborto tardio divide-se em duas partes. Uma consiste em fazer o aborto na fase final da gravidez, mas conservar a criança viva, embora a mãe pense que ela morreu. Mais tarde, a criança será vendida para adoção e nós ficamos com o lucro. Algumas crianças são mandadas para serem adotadas na Inglaterra. Neste país há falta de recém-nascidos para adoção, por causa da Lei do Aborto. A outra parte vende os fetos para experiências. As crianças estão oficialmente mortas. Porém são mantidas vivas, mas não são registradas oficialmente como tendo nascido. Portanto, podem ser empregadas em toda espécie de experiências. Algumas delas vivem por mais de um ano sem terem nascido oficialmente. Algumas são usadas para testes de curas de doenças como o câncer, a leucemia e em cirurgia de transplante”.


O jornal francês “Le Figaro” publicou em 27 de dezembro de 2006 sobre o aumento no tráfico humano: http://www.genethique.org/revues/revues/2006/decembre/20061227.2.asp:


“Tráfico Humano: negócio lucrativo” e constata a escravidão dos novos tempos:


“Na Albânia, crianças são abandonadas ou concebidas para serem vendidas mais tarde. Um relatório secreto compilado pela embaixada grega em Tirana revela que ‘elas são assassinadas para venderem seus órgãos’. Certas pessoas apóiam este trafico, até pedindo para que seja legalizado, como um cardiologista de Atenas. De acordo com ele, ‘ não entende porque as pessoas mais pobres não deveriam fornecer para as necessidades dos mais ricos’. O artigo também cita casos de pais que vendem seus filhos a famílias ‘que não conseguem ter filhos’. Na Grécia, onde a adoção privada é legal, mães de aluguel têm sido presas”.


Totalmente inocente e sem possibilidades de se defender, o feto ainda sente a dor de cada parte de seu corpo trucidado: junte todos os abortos legalizados da Europa, com os dos EUA, Japão, China, Índia e demais países, imagine, depois, o grito, sob a cortina do ventre da própria mãe, que geme diante do oceano vermelho de sangue inocente que banha o planeta.


Existirá um grupo de excluídos da sociedade melhor representado do que aqueles que tiveram sua vida suprimida na barriga de sua mãe, com o consentimento dela e, muitas vezes, do pai, ou seja, daqueles que o geraram? Não há maior exclusão do que aquela provocada pelo aborto: aversão da mãe, do pai, de médicos, enfermeiros e técnicos co-responsáveis; exclusão da sociedade que financia, pelos impostos, o crime nos centros de saúde públicos; ódio de todos aqueles que lutam pela ideologia da liberdade de escolha de matar a qualquer custo e não medem as conseqüências catastróficas que essas idéias implicam.


A partir dessa exclusão, surge ainda o mercado dos que lucram vendendo o próprio filho, ou gerando-o até um certo momento em que ele lhe dará uma recompensa maior por cada parte do corpo processada. A diminuição da dignidade da vida desde a concepção, vista como mero objeto, reduzem o valor inestimável do ser humano ao que, simplesmente, o dinheiro pode pagar.

terça-feira, 15 de maio de 2007

QUAL A RAZÃO DE QUEREREM APROVAR UMA LEI PRÓ-ABORTO?


Por
Rev. João d'Eça


O Ministro da saúde do Brasil, em recente entrevista, disse que o aborto no país é uma questão de saúde pública.

Concordo com ele, mas não como ele.

Creio que é uma questão de saúde pública sim, mas se a Lei for aprovada, pois o infanticídio terá sido instituido no Brasil, o número de bebês que serão assassinados para comércio de orgãos ou que serão escondidos das mães (dados como mortos), para serem vendidos a famílias ricas, ou que serão preservados para experiências mais tarde, será um caso de SAÚDE PÚBLICA, sim.

A pratica do Aborto, regularizada em vários países, faz com que o número de fetos mortos sejam uma das maiores causas de mortalidade humana, mais do que epidemias ou guerras.

A informação do LINK <http://www.analisisdigital.com/Noticias/Noticia.asp?IDNodo=-3&Id=11808>., em 10 de Maio de 2006, informa sob o título: "En Europa se realiza un aborto a cada treeinta segundos", constata: "Cada vez nascem menos crianças e ainda se produz ,ilhares de abortos que se convertem, junto ao câncer, na principal causa de morte na Europa".

A legalização do aborto gera para as empresas que lidam com essa indústria do assassinato em série de infantes, a cifra astronômica de perto de 1 bilhão de dólares por ano. Em 28 de junho de 2006, a ACI noticiou o seguinte: "Transacional abortista arrecada quase 900 milhões de dólares por ano".

A PPFA (Planned Parenthood Federation of America), a maior organização abortista do mundo, emitiu seu relatório financeiro de julho de 04 à junho de 05 (com atraso de 7 meses), com arrecadação de 900 milhões de dólares. Eles também divulgaram o número de abortos feitos: 255 mil, que geraram uma arrecadação de 108 milhões de dólares.

Depois da legalização da prática abortiva, começou no mundo uma indústria clandestina de tráfico de órgãos e partes do corpo de bebezinhos abortados, com os seguintes dados, publicados no livro "In the name of the Science" do Dr. Andrew Goliszek, PHD em Biologia e Fisiologia pela Universidade de UTAH, publicado também no Brasil pela Ediouro sob o título: "Cobaias humanas: A história Secreta do sofrimento provocado em nome da ciência", revela que um único bebê abortado pode render até 14 mil dólares, separado e vendido em peças, para diversas indústrias de pesquisas científicas.

Vejam os preços:

”Amostra Não-Processada (+ 8 semanas) - US$ 70

Amostra Não-Processada (- 8 semanas) - US$ 50

Fígados (- 8 semanas) - 30% de desconto, se significativamente fragmentados - US$ 150

Fígados (+ 8 semanas) - 30% de desconto, se significativamente fragmentados - US$ 125

Baços (- 8 semanas) - US$ 75

Baços (+ 8 semanas) - US$ 50

Pâncreas (- 8 semanas) - US$ 100

Pâncreas (+ 8 semanas) - US$ 75

Timo (- 8 semanas) - US$ 100

Timo (+ 8 semanas) - US$ 75

Intestinos e Mesentérios - US$ 50Mesentério (- 8 semanas) - US$ 125

Mesentério (+ 8 semanas) - US$ 100

Rim (- 8 semanas) com / sem adrenal - US$ 125

Rim (+ 8 semanas) com / sem adrenal - US$ 100
Membros (pelo menos 2) - US$ 125

Cérebro (- 8 semanas) - 30% de desconto, se significativamente fragmentados - US$ 999

Cérebro (+8 semanas) - 30% de desconto, se significativamente fragmentados - US$ 150

Hipófise (+8 semanas) - US$ 300

Medula Óssea (-8 semanas) - US$ 350

Medula Óssea (+ 8 semanas) - US$ 250

Ouvidos (- 8 semanas) - US$ 75

Olhos (+ 8 semanas) - 40% de desconto para um único olho - US$ 75

Olhos (- 8 semanas) - 40% de desconto para um único olho - US$

(+ 12 semanas) - US$ 100

Pulmões e Bloco Cardíaco - US$ 150

Cadáver Embriônico Intacto (- 8 semanas) - US$ 400

Cadáver Embriônico Intacto (+ 8 semanas) - US$ 600

Crânio Intacto - US$ 125

Tronco Intacto com / sem membros - US$500

Gônadas - US$ 55

O Sangue de CordãoCongelamento Instantâneo em Luz - US$ 125

Coluna Vertebral - US$ 150

Medula Espinhal - US$ 35


Preços Válidos até 31 de dezembro de 1999”.

Será que os defensores do Aborto, aceitariam que seus rebentos fossem comercializados dessa maneira, ou será que os que o fazem, já fazem nessa intenção de lucrar com a desgraça dos bebezinhos indefesos.

No próximo artigo, vou publicar relatos de enfermeiras, médicos e assistentes que presenciaram esse comércio diabólico. Aguardem.



quinta-feira, 10 de maio de 2007

CARTA DE BRASÍLIA CONTRA A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO.








Por


Rev. João d'Eça


No dia 08 de Maio, Vários manifestantes pró-Vida, estiveram em Brasília - DF para se manifestarem contra a aprovação da Lei do Aborto (Infanticídio) e do PLC 122/2006, o projeto da "Tirania Gay", como tem sido chamado pela Imprensa séria e que não está à serviço do Movimento Internacional de 'DESCONSTRUCIONISMO" da sociedade brasileira.

Quase não houve destaque na Imprensa para a passeata que reuniu milhares de pessoas na Esplanada dos Ministérios e que tiveram uma audiência com o Sr. Vice-Presidente José Alencar, que os recebeu com muita educação e prometeu repassar tudo ao Sr. Presidente Lula e até se esforçar para uma nova audiência com ele.

A grande Imprensa está "amordaçada", não se sabe porque. Não mostram o outro lado, não noticiam o tema Aborto e Homossexualismo e quando o fazem é para criticar a atitude dos que defendem a vida e os Valores cristãos. Alguns jornais no entanto deram a notícia, veja nos LINKs:
http://www.clicabrasilia.com.br/portal/noticia.php?IdNoticia=27367 http://www.clicabrasilia.com.br/impresso/noticia.php?IdNoticia=293554
http://www.fenasp.com/paginas/conteudo.asp?codTexto=4016&codCategoria=197


Agora, reproduzimos na íntegra a CARTA DE BRASÍLIA CONTRA A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO:


CARTA DE BRASÍLIA CONTRA A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO.

Os membros e representantes da:

Frente Parlamentar da Família e Apoio a Vida,
Frente Parlamentar Contra a Legalização do Aborto,
Frente Parlamentar Evangélica,
Confederação Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB,
Lideranças Nacionais de Denominações Evangélicas,
Movimento Nacional Pró-vida Pró-Família,
Movimento Pró-Vida Família de Anápolis,
Associação Nacional Mulheres Pela Vida,
Missões Evangélicas Brasileiras,
Federação Paulista dos Movimentos em Defesa da Vida,
Associação Brasileira dos Juristas pela Vida,
LIBRA - São Paulo - Liga das Mulheres Eleitoras do Brasil,
Associação dos Ex-Alunos de Direito Canônico da Arquidiocese de São Paulo ,
ATINI - Voz Pela Vida,

e ainda, de diversas entidades da sociedade civil,

reunidos na cidade de Brasília-DF, no dia 08 de maio de 2007, durante manifesto público com o tema: "GRANDE CLAMOR AOS CÉUS CONTRA A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO NO BRASIL", firmam a presente Carta de Brasília, dirigida ao Presidente da República, ao Presidente do Congresso Nacional e à sociedade brasileira, de forma geral, apresentando posição contrária à legalização do aborto no Brasil, considerando que:


- aborto é ato de extermínio de uma vida humana, visto que a ciência declara que ela tem início com a fecundação, o que o faz como fato científico, não podendo ser questionada pela fé, religião, filosofia, ou qualquer outro segmento;
- que o aborto é uma clara violação à vontade de Deus, revelada nas Escrituras Sagradas, nos mandamentos escritos do "Não Matarás" e do "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo".
- que a livre interrupção da gravidez é uma afronta à Declaração Universal dos Direitos do Homem que define que "todo o indivíduo tem direito à vida" (artigo 3º) e a Constituição Brasileira que tem como cláusula pétrea, o seu artigo 5º, definindo como garantia fundamental a inviolabilidade do direito à vida; bem como o artigo 4° do Pacto de São José da Costa Rica, do qual o Brasil é país signatário, portanto, com força constitucional;
- que o bebê ainda não nascido não é parte do corpo da mulher, mas uma vida absolutamente distinta e com corpo autônomo; - que a mulher tem o direito de decidir engravidar ou não, mas não o direito de vida e morte sobre o filho;
- que o aborto é um atentado contra a saúde física, mental, emocional e espiritual da mulher; - no aborto, há pelo menos quatro vítimas: a criança, a mulher, a família e a sociedade;
- que o aborto é ato contra a consciência e a dignidade humana;
- que o aborto nunca é uma solução dignificante, nem para quem o pratica, nem para a mulher que a ele se submete, e muito menos para a criança inocente; pelo contrário, o aborto provocado, mesmo nos países desenvolvidos onde é legalizado, constitui fator de agravamento de risco de mortalidade materna;
- que a prática do aborto fomenta a intolerância e a discriminação contra as pessoas portadoras de necessidades especiais, visto que tem como um dos objetivos impedir o nascimento de crianças com anomalias e malformação congênitas; - que nos Estados Unidos tem-se notícias de que a indústria do aborto é a 4ª economia e que estaria nas mãos do crime organizado;
- que há interesses escusos por parte dos grupos que financiam ricas campanhas pela legalização do aborto no Brasil, como o controle populacional, a constituição de uma "raça superior" e interesses econômicos (vendas de tecidos de fetos abortados);
- por fim, que o povo brasileiro tem se expressado, em sua esmagadora maioria, contrário ao aborto, conforme bem o comprova a última pesquisa Ibope, realizada em março de 2005, em que 97% se posiciona contrário à legalização do aborto;
Os que subscrevem este documento também registram repúdio:
- às últimas declarações do atual Ministro da Saúde, Dr. José Gomes Temporão, que classificou o aborto como questão de saúde pública ao declarar que, ao ano, morrem milhares de mulheres em razão de aborto, quando os dados oficiais do próprio Ministério da Saúde não contabilizam sequer duzentas mortes; e que conclui por um número de abortos realizados, baseando-se em números e dados estatísticos questionáveis e inadequados, que misturam abortos espontâneos com provocados, realidades inteiramente distintas e inassimiláveis, tanto do ponto de vista jurídico, como ético, moral e médico;
- às declarações de parlamentares congressistas, que usam como argumentos os mesmos dados e números inadequados, para defender a aprovação de proposições que tramitam no Congresso Nacional, prevendo a interrupção da gravidez, sem o cuidado de observarem que os verdadeiros dados, disponíveis do Sistema Único de Saúde - SUS e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, apontam, nos últimos anos, para uma contínua e expressiva redução da taxa de mortalidade materna decorrente de aborto no Brasil.
Concluem que:
- Estado Democrático é destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, conforme o preâmbulo de nossa Magna Carta;
- Os fundamentos do Estado Democrático de Direito são, entre outros, a soberania, a cidadania a dignidade da pessoa humana, conforme preceitua o artigo 1° de nossa Constituição Federal, bem como o seu parágrafo único: "Todo o poder emana do povo..."
- As políticas públicas devem se efetivar objetivando o bem comum e baseando-se em informações claras, seguras e precisas, o que não é o caso da campanha do Governo Federal com vistas à legalização do aborto, que, dentre outras questões, omite o número crescente de internações no SUS devidos a abortos espontâneos, que em alguns anos superaram mais da metade do número de internações por abortamento em geral;
- Deve ser aplicado o princípio da moralidade (Art. 37, caput, da Constituição Federal), ao direcionar e decidir sobre as verbas públicas;
- Que as políticas de Governo não podem e não devem violar o direito à vida, à dignidade humana ou promover e incentivar a discriminação e o preconceito (Art. 5. caput, art. 1º, III e art. 3º, IV da Constituição Federal) como se propõe o aborto ao determinar que os "indesejáveis" sejam eliminados .
Os presentes, no GRANDE CLAMOR CONTRA A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO, ainda lamentam:
- A vigência das Portarias do Ministério da Saúde que efetivam a prática do aborto com verbas públicas, notadamente a Portaria 1.508/2005, que prevê procedimento de interrupção da vida em caso de estupro nas unidades de saúde da rede SUS, nos casos previstos em lei, autorizando o procedimento sem a feitura sequer de um Boletim de Ocorrência Policial, aceitando, apenas, declaração e requerimento firmado pela suposta vítima;
- A falta de um Programa Nacional de valorização da vida desde a concepção, que preveja a construção de casas-lares de acolhida para gestantes em situação de risco; incentivo aos programas de adoção de crianças rejeitadas; cursos de método natural de fertilidade (Billings); campanhas de educação, esclarecendo ser a continência sexual o único meio comprovado e indiscutivelmente seguro de prevenção à gravidez precoce e indesejada, Aids, HPV, hepatite, entre outras DST's;
- Descaso com políticas públicas para com os jovens e adolescentes, em discordância com a Carta Magna que prevê em seu Artigo 227: "é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente com absoluta prioridade o direito à vida...".
- A flagrante omissão do Governo em não identificar e não investigar quais os verdadeiros interesses dos grupos que patrocinam campanhas pela legalização do aborto no Brasil e o montante dos recursos por eles enviados ao Brasil para realização das campanhas.
Por último, rogam ao Congresso Nacional e ao Governo Federal,
que ao contrário de terem como meta a legalização do aborto, que só apresenta graves riscos para a mulher e que atenta contra a vida de inocentes, reforcem a proteção à família e o apoio à vida, desde sua concepção até seu desfecho natural, pois esta é a vontade do povo brasileiro e das religiões brasileiras. Vontade refletida em enquetes, pesquisas, consultas e manifestações em todo Brasil, com resultados e dados publicados pela imprensa e pela rede mundial de computadores (internet) demonstrando que o Brasil e o povo brasileiro dizem NÃO AO ABORTO E SIM À VIDA!
Brasília, 08 de maio de 2007.

segunda-feira, 7 de maio de 2007

O QUE ESTÁ POR TRAZ DA LEI DO ABORTO DO GOVERNO LULA - PARTE I.


Por
Rev. João d'Eça.
ESTE ARTIGO POR SER MUITO GRANDE FOI DIVIDIDO EM TRÊS PARTES. PARA QUE SE APROVEITE BEM, É NECESSÁRIO LER OS TRÊS.
ESTE É UM DOCUMENTO MUITO IMPORTANTE. FAÇA ALGUMA COISA A RESPEITO.

RAIO X DO FINANCIAMENTO
INTERNACIONAL DO ABORTO


Em 2002 Frances Kissling, presidente das Católicas pelo Direito de Decidir nos Estados Unidos, concedeu uma entrevista de mais de sete horas de duração narrando a história da organização que ela coordena até hoje. A entrevista original encontra-se no endereço

http://www.smith.edu/libraries/libs/ssc/prh/transcripts/kissling-trans.html

e mais adiante, nesta mensagem, o leitor encontrará a tradução de um condensado da mesma.

Frances Kissling preside a Catholics for Free Choice, ou Católicas pelo Direito de Decidir, uma organização internacional sediada em Washington que trabalha atualmente com a promoção do aborto nos Estados Unidos, em todos os países da América Latina e na União Européia. No momento já está iniciando sua expansão para os países da África.

De Católicas elas possuem apenas o nome, propositalmente escolhido para confundir. Seu verdadeiro objetivo é a implantação definitiva e irreversível da prática do aborto em todo o mundo. Para isto são financiadas, juntamente com uma numerosíssima rede de outras ONGs que atuam em um só conjunto em todo o globo para este mesmo fim, por uma outra impressionante quantidade de fundações que definem as estratégias, financiam o trabalho e não costumam aparecer para o público.

A entrevista é grande e o texto abaixo, embora bem menor, é ainda um pequeno resumo. Mesmo assim, os leitores desta mensagem são exortados a imprimirem o conteúdo para poder lê-lo com calma, ainda que este trabalho possa demandar algum tempo. Esta entrevista é importante não por causa do enredo da história principal, centrado na carreira de Kissling e na fundação das Catholics for Free Choice, mas pela extraordinária riqueza de detalhes paralelos que vão sendo mencionados ao longo da narrativa.

Estes detalhes, numerosíssimos em toda a narrativa, evidenciam a onipresença das fundações que financiam internacionalmente o aborto, e que o fazem movidos por uma ideologia totalmente diferente daquela que anima os próprios agentes que aparecem para o público como sendo os promotores do aborto. São estas fundações internacionais que já há décadas traçam as estratégias e financiam os trabalhos que serão realizados pelas organizações locais, as únicas que terão alguma visibilidade apenas para um reduzido público. Para a grande maioria do povo nem mesmo estas organizações aparecem, apesar de serem contadas em várias centenas no Brasil e em muitos milhares no estrangeiro, espalhadas por todo o globo em uma rede estrategicamente coesa e coordenada pelo financiamento das grandes Fundações. Para o grande público, no qual estão incluídos a maioria dos políticos e responsáveis pelo destino das nações, a explosão da pressão pela legalização do aborto parece ser um fenômeno natural, conseqüência inevitável do desenrolar da história, da expansão das comunicações ou do desenvolvimento político, contra o qual nada pode ser feito porque nada haveria para ser feito.

Poucos conhecem o gigantesco trabalho que esta máquina descomunal desenvolve no Brasil para promover o aborto e o quanto ela penetrou em todas as instâncias estratégicas da política governamental, mesmo contra a opinião da maioria do povo brasileiro, que é esmagadoramente contra não somente a prática como também contra a legalização do aborto. Muito menor é o número dos que conhecem as fundações que elaboraram toda esta estratégia, que promovem todo este trabalho e que estão todas sediadas no estrangeiro, decidindo desde lá o que deverá ser implantado no Brasil. E até mesmo para a própria Frances Kissling, que está no coração deste trabalho, como se depreende claramente de suas palavras, as verdadeiras intenções destas fundações das quais ela recebe o dinheiro para desenvolver suas atividades, estão envoltas em muitas dúvidas.

Para incentivar a leitura deste condensado, é interessante chamar a atenção do leitor para a importância de alguns dos numerosos detalhes que aparecem ao longo desta história e que revelam justamente aquilo que está para além da história que está sendo narrada. Espero poder incentivar o leitor a um estudo sério deste documento e também mais adiante deste mesmo assunto.



A. Financiamento internacional do aborto ilegal na Itália.

Após ter sido diretora de clínicas de aborto nos Estados Unidos, Kissling foi chamada pelas Fundações que financiam o aborto no mundo para dirigir-se à Itália e convencer as feministas italianas e o Partido Radical, já responsável na época pela aprovação do divórcio e naquele momento tentando obter a legalização do aborto na Itália, a aceitar dinheiro americano para o estabelecimento de uma rede de clínicas clandestinas de aborto no país. Kissling afirma que as feministas, em conjunto com o Partido Radical, já administravam algumas das clínicas clandestinas italianas, mas as Fundações americanas estavam dispostas a financiar muito mais.



B. Financiamento do aborto nos Estados Unidos.

A IPPF (International Planned Parenthood Federation), é uma organização multinacional fundada por movimentos feministas em Londres na década de 50 para promover o aborto em todo o mundo. Hoje a filial americana da IPPF é proprietária de uma rede que abarca 20% de todas as clínicas de aborto nos Estados Unidos e é a maior provedora de abortos americana. Mas até a total legalização do aborto nos Estados Unidos ocorrida em 1973, quando a decisão Roe x Wade da Suprema Corte legalizou o aborto até os nove meses em todo o território americano, a IPPF apenas trabalhava na propaganda pela legalização da prática e não queria entrar diretamente no negócio das clínicas "para não ser estigmatizada". Kissling afirma que foram as fundações que obrigaram a IPPF a entrarem diretamente no negócio da fundação e gerenciamento do própria prática do aborto, tornando-se hoje a maior provedora de abortos na América e do mundo.

C. Financiamento do aborto ilegal no Terceiro Mundo.

Atualmente o IPAS, com a conivência das autoridades brasileiras da saúde, ministra cursos de técnicas de aborto a mais de mil novos médicos por ano no Brasil. A desculpa é que os cursos são para capacitar os médicos a realizarem abortos em casos de estupro, mas a verdade é que a instituição quer formar no Brasil quadros imensos para prover abortos em quaisquer circunstâncias. Em janeiro de 2007 o IPAS ministrou um curso de técnicas de abortos em Manaus, na Maternidade Ana Braga. Em fevereiro de 2007 no Rio de Janeiro, no Hospital Fernando de Magalhães no bairro de São Cristóvão, novamente Manaus na Maternidade Moura Tapajós, na Santa Casa de Sobral no Ceará, na cidade de Palmas capital do Estado de Tocantins, ma cidade de São Paulo, no Hospital da UNIC em Cuiabá, e outros dois em Goiânia, um deles na Santa Casa de Goiânia. Em Março de 2007 foi dado um curso de técnicas de aborto no Hospital Universitário de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Em abril de 2007 estão previstos mais dois cursos no Instituto de Perinatologia da Bahia em Salvador. E em Maio de 2007 está previsto outro na própria Secretaria Estadual da Saúde em Boa Vista, Roraima. Todos estes cursos são anunciados publicamente e com antecedência há mais de dez anos, desde o primeiro mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso, e ninguém jamais tomou nenhuma providência a respeito, nem na classe médica nem fora dela.

http://www.ipas.org.br/agenda.html


Mas nos anos 70 o IPAS era apenas um instituto norte americano de aconselhamento para a gravidez e, embora já promovesse a prática do aborto, tal como fazia a IPPF, também o IPAS não queria entrar no negócio da fundação e gerenciamento de clínicas.

Segundo Kissling, as mesmas fundações que obrigaram a IPPF a fundarem e gerenciarem a maior rede de clínicas de aborto nos Estados Unidos obrigaram naquela época também o IPAS a fazer o mesmo, mas nos países subdesenvolvidos, onde o aborto é ilegal. Como Kissling ela própria tinha experiência anterior no gerenciamento de clínicas de aborto e já havia feito um trabalho na Itália junto ao Partido Radical como representante das fundações que se dedicam ao financiamento do aborto, acabou por ser a escolhida para implantar as primeiras clínicas de aborto do IPAS fora dos Estados Unidos. Com o financiamento das Fundações, mas trabalhando para o IPAS, Kissling conta como venceu a resistência dos médicos austríacos e abriu a primeira clínica de abortos na Áustria, onde o aborto já estava legalizado mas nenhum médico ousava abrir a primeira clínica. Em seguida ela conta igualmente como dirigiu-se para a América Latina onde conseguiu abrir para o IPAS uma clínica de aborto ilegal na capital do México.


D. Como as Fundações decidem as políticas a serem seguidas pelos promovedores de aborto.

O papel decisivo das Fundações que não aparecem ostensivamente fica evidenciado mais adiante quando Kissling se viu envolvida no centro de uma disputa entre alguns sindicatos de provedores de aborto que haviam se formado nos Estados Unidos, cada um defendendo uma política diferente sobre o modo como deveria ser conduzido o negócio do aborto no país. É significativo que a decisão final não veio do consenso entre os próprios envolvidos no assunto, mas do fato que, em um determinado momento, as Fundações, em particular John Rockefeller III, decidiram financiar pesadamente apenas um dos lados envolvidos, o qual acabou vencendo em poucos meses aos demais e contratando a própria Kissling para compor o quadro de seus dirigentes.



E. O verdadeiro objetivo das Fundações

Mais intrigante ainda são as inúmeras vezes em que, em suas mais de sete horas de depoimento, Kissling afirma desconfiar das verdadeiras intenções das entidades que apóiam e financiam o seu trabalho. Feminista e defensora convicta do aborto, Kissling gostaria que as mulheres tivessem o direito de abortar porque deveriam ser elas quem decidissem sobre se devem ou não ter um filho. Mas Kissling estranha constantemente ao longo de todo o texto da entrevista o fato de que, embora as Fundações não a contradigam e a apóiem, elas parecem mais interessadas no objetivo de diminuir a população mundial do que em promover os direitos das mulheres e em particular o direito ao aborto. Kissling afirma que tudo isto é "muito complicado" e que ela própria não consegue entender claramente o que realmente se passa nos bastidores do movimento.

Kissling narra que na Conferência sobre População promovida pela ONU no Cairo em 1994 houve uma mudança mundial de paradigma, quando ficou decidido que a ênfase das questões populacionais passaria do próprio problema do controle populacional para a defesa dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres. Mas ela própria, que participou da Conferência, passou a perguntar nos bastidores do evento aos seus principais participantes e organizadores:

"Se fosse provado que a promoção dos direitos reprodutivos tivesse como resultado um maior número de bebês, nós ainda continuaremos lutando por estes direitos?"

E é a própria Kissling que afirma em seguida:

"[Naquela Conferência] eu perguntei isto para um mundo de pessoas, e a maioria não queria responder a estas perguntas quando eu as fiz".

Segundo Kissling hoje um dos dilemas de algumas feministas consiste em que elas não sabem se podem acreditar se realmente foi "adotado um novo paradigma", ou se o trabalho delas não está sendo usado apenas como mais uma estratégia disponível entre muitas para promover a redução populacional. Conforme as suas palavras, se, então, na verdade,

"isso tudo não seria parte de um discurso e parte de uma estratégia para reduzir a população".

Kissling conclui uma destas digressões com uma expressão que, sem dizer nada, não poderia explicar melhor como ela vê, ou não consegue ver claramente, a questão:

"É tudo muito complicado".



F. O verdadeiro interesse das Fundações em financiarem o trabalho das CDDs.

Nos final dos anos 70 e no início dos anos Kissling tornou-se presidente das Católicas pelo Direito de Decidir, uma organização que até aquele momento existia quase que apenas nominalmente. Aqui outra vez pode-se percebe a onipresença das Fundações que se dedicam ao financiamento do aborto.

Nas palavras de Kissling, as Católicas pelo Direito de Decidir eram a menor entre as organizações então existentes destinadas à promoção do aborto, mas já contava com um orçamento de um quarto de milhão de dólares por ano, obtido inicialmente junto às mesmas Fundações que haviam financiado alguns anos antes a entrada da IPPF e do IPAS no mundo da rede das clínicas de aborto, com as quais Kissling já havia trabalhado. Mas foi quando as Católicas receberam uma doação simbólica de 20 mil dólares da Fundação Ford que a organização decolou. A doação era insignificante, mas, no dizer de Kissling,

"isto representou um ponto de virada, isto é, o fato de ter recebido uma doação da Fundação Ford. Isto significava que tínhamos sido finalmente admitidas naquele [outro] mundo".

Segundo uma reportagem publicada pelo New York Times em 27 de fevereiro de 2007,

"hoje o orçamento [anual] das Católicas pelo Direito de Decidir, [apenas da seção norte americana], é de três milhões de dólares, amplamente financiado por Fundações bem conhecidas, entre as quais a Fundação Ford".

[Backing Abortion Rights while Keeping the Faith: http://www.nytimes.com/2007/02/27/us/27choice.html?pagewanted=2&_r=1] .


A filial mexicana das Católicas pelo Direito de Decidir conta com um orçamento de um milhão de dólares anuais, e a filial brasileira, a maior depois da mexicana, fundada nos anos 90 graças à intervenção da Fundação MacArthur, está situada bastante próxima disto.

Por que tanto interesse em promover esta organização? Kissling em sua entrevista não conta o que aconteceu depois do ponto de virada em que entraram para o outro mundo cuja porta de entrada foi a doação da Fundação Ford. Mas sabe-se que entre os empreendimentos das Católicas nos anos seguintes estiveram a organização iniciada em 1999 de uma campanha mundial chamada "See Change" ("Sé Mude") para destruir a influência da Santa Sé no debate relacionado com o aborto dentro da ONU, exigindo que as Nações Unidas deixassem de reconhecer o Vaticano como um estado independente e o rebaixasse ao status de uma simples organização não governamental como as próprias CDDs. A campanha contou com o apoio de milhões de dólares provenientes da Ford Foundation, da Hewlett Foundation, da Packard Foundation, da Buffet Foundation e outras mais. Terminou dois anos depois quando, apesar de todo o dinheiro envolvido, a Assembléia Geral da ONU confirmou por unanimidade o status da Santa Sé.

http://www.seechange.org/

http://www.c-fam.org/index.php?option=com_content&task=view&id=549&Itemid=102


Atualmente as Católicas pelo Direito Decidir estão desenvolvendo, em parceria com o Centro de Defesa dos Direitos Reprodutivos de Nova York e a Rede da União Européia de Peritos em Direitos Fundamentais, um trabalho de pressão sobre a União Européia para que sejam revogadas várias concordatas entre os países membros e a Santa Sé e possa ser extinto na Europa o direito à objeção de consciência por parte dos médicos que alegam motivos éticos para se recusarem a realizarem abortos. O Centro de Defesa de Direitos Humanos de Nova York, que trabalha em parceria com as CDDs, é uma das muitas outras organizações que tem o apoio financeiro das mesmas Fundações que sustentam o trabalho de Kissling. Segundo as denúncias feitas recentemente por Alberto Monteiro, foi o Centro de Defesa de Direitos Humanos de Nova York a organização que orquestrou cinco anos atrás a legalização do aborto no Nepal, conforme pode ser lido à página 28 do seguinte relatório:

http://www.reproductiverights.org/pdf/pdf_CRRannual2002.pdf

O Centro foi também quem orquestrou, no ano passado, a legalização do aborto na Colômbia:

http://www.hazteoir.org/documentos/InformeAbortoIberoamericaDiciembre2006.pdf

e agora está treinando uma equipe de 15 advogados, em parceria com a Federação Polonesa de Mulheres e a Universidade de Varsóvia, para derrubar a posição a favor da vida do governo polonês junto à Corte Européia de Direitos Humanos:

http://www.crlp.org/ww_eu_poland.html

Mas se Kissling não revela a história do que aconteceu depois de sua entrada no outro mundo pós reconhecimento da Fundação Ford, o interesse que está por trás do apoio milionário a este tipo de iniciativa está claramente delineado na sua entrevista. O problema não é diretamente a Igreja Católica. O problema é a questão da implantação do aborto em todo o mundo de uma forma irreversível.

Segundo Kissling, a grande idéia por trás de seu trabalho, que granjeou o apoio de tantas fundações, consiste no reconhecimento de que enquanto os movimentos se limitarem apenas a legalizarem o aborto, nenhuma conquista poderá ser definitiva. O direito ao aborto somente será definitiva e irreversivelmente estabelecido entre as mulheres quando, mais do que a legislação, puder ser derrubada a própria moralidade do aborto, e nisto a Igreja Católica não passa apenas de um alvo instrumental.


"A moral católica é a mais desenvolvida",


diz Kissling.


"Se você puder derrubá-la, derrubará por conseqüência todas as outras".


Nas palavras de Kissling:


"As pessoas neste país questionaram a legalidade do aborto, mas de tal maneira que não questionaram o tema da moralidade. A incapacidade de tratar esta questão no nível moral é uma grave ameaça para o sucesso a longo prazo do movimento a favor do aborto. Você nunca realmente irá vencer definitivamente se a questão da moralidade for levantada [tal como ela é apresentada hoje]. Se nós, como movimento, tivermos que tratar de moralidade na questão do aborto, nós perderemos, porque o discurso moral é controlado pelos homens e pela religião, e é construído contra as mulheres. O argumento dos bispos diz que o aborto é um assassinato, que abortar é matar e que a vida começa na concepção. Mas esta perspectiva católica é o lugar certo onde começar o trabalho, porque a posição católica é a mais desenvolvida. Assim, se você puder refutar a posição católica, você refutou todas as demais. Nenhum dos outros grupos religiosos realmente têm declarações tão bem definidas sobre a personalidade, quando a vida começa, fetos e etc. Assim, se você derrubar a posição católica, você ganha".


A proposta de Kissling caíu como uma luva para as Fundações que financiam o aborto no mundo. Muitos anos antes, as organizações Rockefeller já haviam passado inúmeras mensagens mais do que contundentes de que o problema populacional jamais seria resolvido sem entrar fundo nas questões éticas. Em fevereiro de 1969, cerca de dez anos antes do ingresso de Kissling na presidência das Católicas pelo Direito de Decidir, Bernard Berelson, naquela época presidente do Conselho Populacional, a entidade que ocupa o lugar de cérebro entre as organizações Rockefeller que se dedicam à questão populacional, havia publicado um estudo muito grande na revista de maior circulação do Conselho, então conhecida como "Studies In Family Planning". O estudo, que ocupava a revista inteira, vinha apresentado pelo título sugestivo de "Além do Planejamento Familiar" ("Beyond Family Planning"). No final do estudo, o autor, falando como presidente da principal das organizações Rockefeller dedicadas ao tema do controle populacional, concluía com as seguintes palavras, que na época fizeram história:


"Em alguns países as pessoas que estão tentando fornecer contraceptivos temporários como meio de controle populacional estão também relutantes em estender a prática à esterilização e firmemente opostas ao aborto, embora novamente a roda da história pareça estar movendo o mundo naquela direção sob a pressão do crescimento populacional.

Quanto em valores éticos estaria uma sociedade disposta a renunciar em favor da solução de um grande problema social?

Estas não são perguntas simples, nem fáceis de se responder".

Minhas postagens anteriores