Chega a ser ridícula a defesa que o presidente Lula da Silva, "O grande Apedeuta", faz do aborto. Há uma campanha subversiva perpetrada pelos partidos de esquerda, liderados pelo PT para legalizar esse tipo de genocídio de bebês inocentes. E o presidente, num discurso mentiroso, diz que é contra, mas que o defende por causa de uma questão de saúde pública. A única questão e saúde pública que o nosso país atravessa é a necessidade de botar esse pessoal do PT na cadeia, que ao longo de 6 anos já sucatearam a saúde do país no governo mais corrupto dos últimos 100 anos de República. Collor, PC Farias e FHC não passam de aprendizes, diante da rapinagem petista. O episódio da pobre garotinha de 9 anos, violentada pelo padrastro (Eu defendo a Pena Capital aplicada pelo Estado para todos os pedófilos indiscriminadamente), veio trazer mais fogo para queimar o combustível de defesa abortista do PT, fazendo com o presidente se exponha ao ridículo de vir a público, com cara de raivoso, criticar os defensores da vida e da família. A natureza é sábia e assim como a menina engravidou aos 9 anos (já menstruava, se não, não engravidaria), ela iria encontrar um meio de a criança gerar e parir as crianças sem muitos problemas. Quem sabe? Quantas meninas de 9 anos já não geraram filhos ao longo da nossa história? Apesar de não condenar totalmente os médicos que fizeram o aborto, segundo eles, pensando na segurança da vida da menina, eu entendo que esse episódio lamentável não pode ser bandeira de luta para um chefe de Estado vir à público defender um crime chamado aborto. Aborto é o mais covarde assassinato praticado pelo ser humano, que quando o pratica por mero capricho, se iguala aos piores urubús e chacais ávidos por carniça. Meu conselho ao presidente "Apedeuta" seria: Contenha-se, trabalhe para melhorar a saúde, a segurança, a educação e a infra-estrutura do país e não para ser garoto propaganda de abortistas e boiolas. Não engane a população. Atenha-se ao seu trabalho e influencie para o bem e não para o mal. Tenho dito!
terça-feira, 10 de março de 2009
LULA INVESTE PESADO EM CAMPANHA ABORTISTA.
Chega a ser ridícula a defesa que o presidente Lula da Silva, "O grande Apedeuta", faz do aborto. Há uma campanha subversiva perpetrada pelos partidos de esquerda, liderados pelo PT para legalizar esse tipo de genocídio de bebês inocentes. E o presidente, num discurso mentiroso, diz que é contra, mas que o defende por causa de uma questão de saúde pública. A única questão e saúde pública que o nosso país atravessa é a necessidade de botar esse pessoal do PT na cadeia, que ao longo de 6 anos já sucatearam a saúde do país no governo mais corrupto dos últimos 100 anos de República. Collor, PC Farias e FHC não passam de aprendizes, diante da rapinagem petista. O episódio da pobre garotinha de 9 anos, violentada pelo padrastro (Eu defendo a Pena Capital aplicada pelo Estado para todos os pedófilos indiscriminadamente), veio trazer mais fogo para queimar o combustível de defesa abortista do PT, fazendo com o presidente se exponha ao ridículo de vir a público, com cara de raivoso, criticar os defensores da vida e da família. A natureza é sábia e assim como a menina engravidou aos 9 anos (já menstruava, se não, não engravidaria), ela iria encontrar um meio de a criança gerar e parir as crianças sem muitos problemas. Quem sabe? Quantas meninas de 9 anos já não geraram filhos ao longo da nossa história? Apesar de não condenar totalmente os médicos que fizeram o aborto, segundo eles, pensando na segurança da vida da menina, eu entendo que esse episódio lamentável não pode ser bandeira de luta para um chefe de Estado vir à público defender um crime chamado aborto. Aborto é o mais covarde assassinato praticado pelo ser humano, que quando o pratica por mero capricho, se iguala aos piores urubús e chacais ávidos por carniça. Meu conselho ao presidente "Apedeuta" seria: Contenha-se, trabalhe para melhorar a saúde, a segurança, a educação e a infra-estrutura do país e não para ser garoto propaganda de abortistas e boiolas. Não engane a população. Atenha-se ao seu trabalho e influencie para o bem e não para o mal. Tenho dito!
sexta-feira, 9 de maio de 2008
COMISSÃO LEGISLATIVA DERROTA, EM VOTAÇÃO UNÂNIME, A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO.

Por
Matthew Cullinan Hoffman
(http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/may/08050809.html)
BRASÍLIA, 8 de maio de 2008 — Numa vitória impressionante para o movimento pró-vida na América Latina, a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados do Brasil rejeitou unanimemente uma lei que descriminalizaria o aborto. Os militantes pró-aborto vinham lutando em prol dessa lei desde 1991.
Os dois deputados pró-aborto da comissão se retiraram em protesto sem votar, deixando os deputados restantes rejeitarem a legislação por 33 a 0. (grifo nosso)
Os membros da comissão se abraçaram em lágrimas enquanto os militantes pró-aborto na audiência gritavam palavras pesadas contra eles e contra a Igreja Católica, que este ano iniciou uma campanha intensa para proteger o direito à vida.
A campanha, junto com importantes iniciativas dos evangélicos, resultou num aumento dramático no sentimento pró-vida no Brasil. Uma recente pesquisa de opinião pública revelou que 68% dos brasileiros agora se opõem à liberalização do aborto. No ano passado, eram 63%.
A legislação, que é conhecida como PL 1135/91, será em seguida considerada pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, onde a expectativa é de que será rejeitada. O texto elimina penalidades criminais para o aborto. Outros projetos de lei que descriminalizam o aborto também estão em andamento no Congresso Nacional.
O voto representou uma derrota esmagadora para os militantes pró-aborto no Brasil, e em particular para o Ministro da Saúde de Lula, José Gomes Temporão. Temporão vem buscando desviar a atenção da questão dos direitos humanos do feto ao redirecionar o debate como questão de “saúde pública” devido aos perigos que ele alega estão associados aos abortos ilegais.
Aparentemente sentindo sua derrota inevitável, Temporão não testificou diante da comissão e em vez disso enviou representantes. Ele usou linguagem diplomática para denunciar a decisão, afirmando que a atual abordagem legal para com o aborto não foi realista e resultaria em “fracasso”.
Tradução: http://www.juliosevero.com/
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