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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

SUSAN BOYLE, QUASE UM ABORTO!

Peter J. Smith

EDIMBURGO, Reino Unido, 15 de outubro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Susan Boyle, fenômeno internacional da música, revelou numa recente autobiografia que os médicos haviam aconselhado sua mãe a abortá-la, porque achavam que a gravidez era de risco.

Boyle disparou para a fama em abril de 2009 depois de aparecer num programa de televisão da Inglaterra chamado “Britain’s Got Talent”, quando a escocesa de aparência simples chocou as audiências com uma interpretação muito forte de “Sonhei um sonho” da versão musical de “Les Misérables” de Victor Hugo.

Mas Boyle, que tem 49 anos e é natural de Blackburn, uma vila em West Lothian, Escócia, nunca teria sonhado que cantaria em palcos internacionais, se sua mãe tivesse concordado em abortá-la por conselho de médicos.

Em sua autobiografia, “The Woman I Was Born To Be” (A Mulher que Nasci para Ser), Boyle revela que os médicos recomendaram uma “interrupção da gravidez” para Bridget Boyle, que já era mãe de oito filhos, porque temiam complicações físicas.

Boyle revela que sua mãe rejeitou esse conselho como “impensável” já que ela era uma “católica devota”.

Quando Boyle nasceu por parto cesáreo de emergência, os médicos não disseram para sua mãe o costumeiro “Congratulações, Sra. Boyle! Uma bela menina”. Boyle escreveu que os médicos adotaram um modo desdenhoso de ver a vida dela — principalmente quando suspeitaram que ela estivesse sofrendo de danos cerebrais devido à falta de oxigênio.

“Provavelmente, é melhor aceitar o fato de que Susan jamais será alguma coisa”, Boyle recontou os médicos dizendo para sua mãe. “‘Susan jamais virá a ser alguma coisa. Portanto, não espere muito dela’”.

“Tenho certeza de que eles tinham intenções muito boas”, continuou Boyle, “mas não penso que eles deveriam ter dito isso, porque ninguém pode predizer o futuro”.

“O que eles não sabiam era que tenho um pouco de guerreira, e venho me esforçando a minha vida inteira para provar que eles estavam errados”.

Boyle lançou seu primeiro álbum “I Dreamed a Dream” (Sonhei um sonho) em 23 de novembro de 2009, e rapidamente vendeu 9 milhões de CDs em seis semanas, tornando-o o álbum número e mais vendido daquele ano. O Livro Guinness de Recordes Mundiais também reconheceu Boyle como a artista inglesa número 1 com o álbum de estreia que mais vendas teve em pouco tempo.

Em anos recentes, muita gente famosa tem revelado que teve mães que se defrontaram com a escolha de abortar ou dar a luz.

Andrea Bocelli, cantor de opera e música clássica e pop, revelou ao mundo neste ano que os médicos haviam recomendado aborto para sua mãe depois que ela sofreu a experiência de um ataque de apendicite, aumentando a probabilidade de que seu filho nasceria com uma deficiência. Bocelli é completamente cego.

Bocelli disse que esperava que o testemunho de sua corajosa mãe “pudesse animar muitas mães que se acham em situações difíceis naqueles momentos em que a vida é complexa, mas querem salvar a vida de seus bebês”. (Veja aqui a cobertura em inglês)

Nos Estados Unidos, o astro do futebol universitário Tim Tebow (agora zagueiro do time Denver Broncos) revelou que os médicos haviam recomendado aborto para sua mãe depois que ela ficou doente nas Filipinas.

O testemunho de Tebow foi retratado num anúncio televisivo de 30 segundos comprado durante o Super Bowl [campeonato da Liga Nacional de Futebol dos EUA]. De acordo com um estudo, 92.6 milhões de americanos assistiram ao anúncio. Daqueles que se identificaram como apoiadores do aborto, quatro por cento disseram que foram levados a “reconsiderar pessoalmente sua opinião sobre o aborto” depois de assistirem Tebow e sua mãe Pam contarem seu testemunho no anúncio. (Veja a cobertura em português.)

Uma amostra da autobiografia de Boyle “The Woman I Was Born To Be” está disponível em inglês: AQUI


terça-feira, 10 de junho de 2008

A UTOPIA DA PAZ TERRENA.



Por
Rev. João d'Eça
Creio na paz, mas a paz que creio, é a Paz de Deus no coração dos homens. Creio que haverá um tempo de paz, não neste mundo, mas no porvir, quando Cristo Jesus implantar o seu Reino Eterno, ai sim haverá paz, constante e eterna, enquanto isso, vivemos num mundo perdido, pecaminoso, injusto, que jaz no maligno (I João 5: 19), onde não pode reinar a paz, a não ser por meio de Cristo, no coração daqueles que o amam e que, independente das circunstâncias, gozam paz interior.
O texto de I Pedro 3: 11 ("...busque a paz e empenhe-se por alcançá-la"), são palavras inspiradas por Deus e creio que o Senhor Deus, através do apóstolo Pedro nos convida a viver e à buscar a paz, e ele mesmo diz, que esse viver em paz é fruto de uma atitude de afastar-se do mal, pois quem vive em conflitos, achegando-se ao mal, não pode ter paz. Empenhar-se por alcançar a paz, não tem a ver com a paz no mundo todo, mas em eu ter paz com todos os que for possível.
Paulo em I Tessalonicences 5: 3, diz:

"Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição".
O mundo vive em busca de paz, e a paz que os governos, os sociólogos, as entidades, os partidos políticos buscam, é uma paz utópica, inalcansável. A paz que querem implementar tem a ver com unir-se, com aceitação, com tolerância. Mas como posso me unir com quem pensa diferente de mim e não abre mão disso? Como posso aceitar quem não valoriza o que valorizo ou vice-versa, quando o meu "valor" tem a ver com a minha fé e com o meu conjunto de princípios, os quais não abro mão e que portanto, aquele que não me aceita assim é intolerante pra mim e eu sou também pra ele? Como podem querer que eu tolere os que me incomodam e que vão contra a minha fé e os meus valores? Por esta razão, creio eu, a paz entre os homens é uma utopia.

A ONU tenta promover a paz entre árabes e judeus, sendo que essa paz só existirá para os árabes, se Israel deixar de existir, e para os judeus existirá paz, quando os árabes devolverem todos os territórios israelenses e os aceitarem ali como nação, coisa que eles nunca irão fazer. Como pode haver paz numa situação como essa?
Arafat, terrorista árabe, matou pela primeira vez aos vinte anos e depois continuou matando e fazendo terror em nome de uma mentira, (a Palestina), recebeu o prêmio Nobel da Paz, foi recebido por gente importante, mesmo com suas mãos cheias de sangue de gente inocente. Quem deveria estar preso na época, foi ovacionado como defensor da paz. Como pode haver paz numa situação como essa?
Por exemplo, como pode haver paz num país dominado pela corrupção, onde o cidadão de bem, vê os seus representantes cada vez mais ricos pelo uso do dinheiro público em seu próprio favor?
Como pode haver paz, se o governo incentiva a criação de leis que vão de encontro aos valores da família? Se esse mesmo governo apoia a criação de leis (PLC 122/2006), que impedem as igrejas de exercerem o seu ministério profético de denúncia do pecado, quando o governo e os legisladores ligados a ele, dizem que em nome dos "direitos das minorias", os pastores devem ser amordaçados e não mencionar a Bíblia no que se refere ao homossexualismo?
A verdadeira paz só existe em Cristo, o Príncipe da Paz (Isaias 9: 6). No Salmo 4: 8, a Palavra de Deus diz: "Em paz me deito elogo pego no sono, porque, Senhor, só tu me fazes repousar seguro".

Não há outro meio de alcançarmos a paz, a não ser por meio de Cristo Jesus, reinando em nossos corações. Não será uma paz terrena permanente aqui na terra, mas experimentaremos um pouco aqui, dentro de nós e a gozaremos para sempre na glória do Pai.
Quero concluir com um dos mais belos cânticos de paz da Bíblia, o Salmo 122, que exalta a cidade da Paz (Jerusalém), fundada sobre os princípios de fidelidade e justiça:
"Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor.
pararam os nossos pés junto às tuas portas, ó Jerusalém!
Jerusalém, que estás contruida como cidade compacta, para onde
sobem as tribos, as tribos do Senhor, como convém a Israel, para
renderem graças ao nome do Senhor.
Lá estão os tronos de justiça, os tronos da casa de Davi.
Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam.
Reine paz dentro de teus muros e prosperidade nos teus palácios.
Por amor dos meus irmãos e amigos, eu peço: haja paz em ti!
Por amor da casa do Senhor, nosso Deus, buscarei o teu bem."
Essa é verdadeira Paz, a que procede do Senhor, a que é estabelecida para louvor e glória de Deus.

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