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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Declaração de uma Farmacêutica, em 20-01-2012.

Por

Ilanajara G. d'Eça

Quando pequena sonhava ser cientista, pois imaginava descobrir fórmulas mágicas para resolver problemas da humanidade. Farmacêutica, entendi que o segredo das descobertas era compensado quando em minhas mãos passava o medicamento, fruto de experimentos, que após dispensado alivia a dor quem sofre.

Após, então pensou em ser professora. Farmacêutica entendeu que ao orientar sobre a utilização de um medicamento, seus cuidados, contribuía não só para a formação de conhecimento em uma pessoa, mas evitava que esta vida corresse perigo.

Depois queria ser astronauta, astrofísica, coisa parecida, entrar em uma nave explorar o universo. Fazer cálculos imensos para construção de uma nave espacial para impedir que um grande meteoro atingisse a Terra e fizesse um grande estrago, como na série: “guerra nas estrelas”. Farmacêutica, descobriu que a maior viagem era conhecer o ser humano suas ações e reações quando um medicamento era administrado. Avaliar as condições e necessidades quando o tratamento acontecia. Poder intervir junto com outros profissionais e impedir que grandes lesões acontecessem em órgãos nobres e afetasse aquela vida. Calcular a tomada certa, calcular as interações medicamentosas e alimentarem e impedir para não provocar um choque com o inesperado.

Até quis ser mágica para transformar o feio em belo. Fazer truques e provocar o sorriso e encantamento no rosto de alguém. “Farmacêutica exerceu este prazer quando visualizava a alegria no sorriso de alguém que diz: “Graças a Deus este medicamento deu certo”, estou curada, aliviado, me sinto melhor”

Então pensou em ser música e tocar em uma grande orquestra pelos maiores palcos do mundo. Farmacêutica entendeu que a melhor e melhor canção a ser ouvida depois de um tratamento medicamentoso eram: “Agora está tudo bem comigo, estou renovado.”

Quis ser bióloga para conhecer todas as espécies animais. Farmacêutica, descobriu que o conhecimento do ser humano é algo dinâmico e insuperável, pois a cada dia suas ações e reações são modificadas, inesperadas. Um dia um moribundo, no outro um vivaz sonhador cheio de forças.

Quis ser juíza para dar o veredito final no tribunal. Farmacêutica, entendeu que como pode decidir por vidas salvas e livres do medo do entendimento e do cuidado consigo mesmo.

Também pensou em ser policial para defender as pessoas do mal aparente. Farmacêutica, pôde exercitar a defesa da vida contra males que nem imaginava antes, pois aparentemente estão disfarçados, fungos, bactérias, protosoários, parasitas, vírus etc.. com os medicamentos. O cuidado diário através da atenção farmacêutica sela tão alto objetivo de defender e cuidar de vidas.

Quis ser psicóloga, e até fez curso de psicanalista clínico para entender melhor as pessoas. Farmacêutica, descobriu que o saber ouvir e se colocar no lugar do outro era muito mais que vasculhar o interior alheio. Que palavras de conforto em situações de grande apreensão de uma mãe, por exemplo, na espera da melhora de seu filho, vale muito mais, pra esta pessoa, que sessões de psicoterapia, nesse sofrimento. E que o interior do ser humano é renovado cada vez que a esperança brota e frutifica dentro de cada um. Uma esperança que vem lá do alto, mas também bem de pertinho de nós quando entregamos como um frasco de porção a quem precisa.

Passou por sua cabeça em ser médica, mas logo o desejo passou. Farmacêutica, descobriu que não bastava descobrir os problemas dos outros tinha, mesmo com todos os recursos disponíveis tinha que ter as fórmulas magistrais para acabar com o sofrimento, a dor...

Então vendo os filmes desejou ser uma grande executiva e dirigir grandes empreendimentos. Farmacêutica, descobriu que não tinha prazer maior em dirigir palavras certas às pessoas que precisam saber como utilizar aquele medicamento que, às vezes, adquirido de forma sofrida com o último centavo e ansiosamente deseja que der certo e que seu ente querido volte a ter uma vida normal.

Pensou em ser perita criminal, descobrir com testes como se deu tal fato um sinistro aconteceu. Farmacêutica descobriu que a perícia estava em monitorar o tratamento de um paciente e evitar que tais sinistros acontecessem.

Já grande, sentiu o desejo de ter mais filhos. Farmacêutica, manipulando nutrição parenteral, sentiu que de suas mãos saia o líquido tão esperado nas UTI’s e pediatria que acabaria com a fome de muitos bebês e que alimentava de forma especial muita vidas cujas mães, não podiam fazer... Era uma mãe especial de vários bebês ali ao mesmo tempo, hoje de muitos adolescentes e torce para que todos sejam bem sucedidos.

Desejou então estudar mais para se aperfeiçoar. Então fez cursos de pós-graduação em algumas áreas. Mais tão logo descobriu que todo conhecimento sem sensibilidade não adiantaria de nada. Seria tão somente conhecimento para sua própria vaidade interior e orgulho dos seus.

Escrevendo esta crônica descobriu porque nunca quis ser palhaça, trapezista e trabalhar em circo. Desculpe-me a minha sinceridade. Sempre achou que as pessoas deviam ser levadas a sério e que o sorriso de alguém era precioso demais para ser extraído de uma simples graça engraçada. A vida já nos dar grandes cambalhotas, nos faz andar em cordas bambas e pular de picadeiro. Pintar a cara é demais, esconder a verdade não era intenção desta menina.

Nesta caminhada a menina, cresceu pensou ter tantas profissões e se fez FARMACÊUTICA, que em sua essência é um pouco e muito de todas as profissões existentes, hoje compartilha com vocês este momento ímpar.

Por fim, coincidentemente tomou uma outra decisão muito importante na sua vida. Casou no dia 20 de janeiro de 1990. Hoje faz 22 anos.

Esta menina sou eu. Obrigada

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Ministério da Saúde investe em censura gay de livros e dicionários nas escolas

Por
Júlio Severo
Os recursos para os pacientes de câncer são apenas para os pacientes de câncer. Seguindo essa lógica, a conclusão é que os recursos para a AIDS deveriam ser aplicados apenas para o tratamento e benefício direto dos pacientes de AIDS.
Entretanto, beneficiando-se das elevadíssimas verbas que o governo destina à AIDS, foi realizado um estudo. Agora, escolha uma das seguintes opções para decidir qual foi a finalidade do estudo:
1) Identificar os fatores de risco para a transmissão da AIDS. 2) Identificar o valor da abstinência sexual antes do casamento como prevenção eficaz. 3) Identificar o casamento e a fidelidade conjugal como proteção eficaz. 4) Identificar meios de promover o homossexualismo nos livros didáticos.
Se você escolheu qualquer opção de 1 a 3, você errou, pois o estudo, financiado pelo Programa Nacional DST/Aids do Ministério da Saúde, tinha como objetivo avaliar menções ao homossexualismo nos livros didáticos e recomendar a exclusão de toda informação negativa e o uso exclusivo de informações positivas. O estudo, aberto somente à valorização explícita da homossexualidade, mirou sete objetivos: sexo, gênero, família, diversidade social, diversidade sexual, reprodução biológica e doenças sexualmente transmissíveis.
Assim, se um livro didático aponta família como agrupamento humano formado por pai, mãe e filhos, os censores politicamente corretos impõem, a fim de não ofender as sensibilidades dos “casais” homossexuais, que família seja definida por qualquer tipo de agrupamento humano não especificado nos modelos “tradicionais”. Livros escolares que informam as crianças sobre a existência de apenas dois sexos (masculino e feminino) são classificados como “nocivos” e “preconceituosos”. Qualquer material escolar que ensine o valor do casamento tradicional e da família natural ganha nota zero automaticamente.
A pesquisadora Tatiana Lionço, que participou do estudo, expressou a idéia de que a falta de apresentações favoráveis ao homossexualismo nos livros didáticos reforça a sexualidade homem/mulher como o único modelo aos alunos. Se depender dela, a história de um macho e uma fêmea de cada espécie animal entrando na Arca de Noé deverá ser substituída por pares bizarros, pois a ideologia da diversidade sexual tem de ser imposta em todos os livros para crianças.
Alexandre Santos, presidente da Associação da Parada de Orgulho GLBT de São Paulo, concorda com a intenção da pesquisa. Ele queixou-se: “Além de os livros não tratarem a homossexualidade, enfrentamos o preconceito dos professores que não são preparados para lidar com o tema”. Traduzindo: professores precisam ser treinados para elogiar a sodomia como a relação sexual mais sublime e divina da existência humana.
A pesquisa, que foi feita pela ONG Anis, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), examinou 61 das 98 publicações de maior distribuição nos ensinos fundamental e médio. A responsável pela pesquisa foi Débora Diniz, que é professora na UnB e membro da ANIS, organização dedicada à promoção de “direitos” de aborto e homossexualismo. Por coincidência, a ANIS é financiada pelas Fundações Ford e MacArthur, grupos imperialistas culturais dos EUA que financiam organizações e programas pró-aborto e pró-homossexualismo no mundo inteiro. A feminista ultra-radical Débora Diniz é mais conhecida pela defesa intransigente do aborto e por ter movido processo contra o Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz por tê-la chamado corretamente de “abortista”. Ele deveria tê-la chamado do que? Amante de bebês?
Diniz é muito sensível a certas palavras. É por isso que nem mesmo dicionários escaparam da voracidade censuradora da sua pesquisa. Ao analisar 24 dicionários distribuídos pelo MEC, ela concluiu que todos, sem exceção, são “homofóbicos” ao usarem expressões como “pederasta” como sinônimo de “homossexual”. Com a conclusão de sua pesquisa financiada com o dinheiro de nossos impostos, Diniz recomenda mudanças para que dentro de cada sala de aula do Brasil só sejam aceitos livros e dicionários que proclamem a sacralidade do homossexualismo. Não é a primeira vez que enormes recursos do Ministério contra a Saúde são investidos em bobagens. Em dezembro de 2008, o ministro Temporal aprovou compra de lubrificantes para o ato homossexual, desperdiçando um total de 40 milhões de reais.
Enquanto o Ministério contra a Saúde investe em lubrificantes e pesquisas planejadas para apontar a necessidade de impor firme censura às escolas permitindo apenas livros que elogiem o homossexualismo, o UNICEF divulgou um relatório alarmante sobre aumento no número de crianças de 0 a 5 anos morrendo no Brasil. Manchetes nacionais repercutiram: “Brasil piora em ranking de mortalidade infantil do UNICEF”.
É claro que todos nós aprovaríamos o uso de nossos impostos para salvar a vida de crianças. Mas que graça tem os trabalhadores verem o Ministério contra a Saúde despejando o dinheiro de impostos em pesquisas que, além de não trazerem nenhuma cura para doenças, sacrificam a vida de inocentes crianças em benefício da ideologia gay? Um governo que nem com a saúde das crianças se importa dará importância para o destino de verbas destinadas à AIDS? Alguns militantes homossexuais que trabalham com questões de AIDS estão revoltados com os desvios desse dinheiro. Conforme saiu na imprensa gay:
“Stalinista. Foi dessa forma que o ativista José Araújo, diretor da AFXB (Centro de convivência para crianças que vivem com HIV/Aids em São Paulo), classificou alguns setores do movimento gay... ‘A fome de poder deles está sendo saciada pelo Programa Nacional [de DST/Aids]’, avalia Araújo. Para José Roberto Pereira, mais conhecido como Betinho, está acontecendo ‘um aumento cada vez maior da intervenção do movimento gay no movimento de Aids’. ‘Eu sou gay, não tenho o menor problema com gay, mas... existe uma espécie de estrangulamento do movimento de Aids com o crescimento do movimento gay’, acredita Betinho. Fundos importantes da Aids estão indo para o movimento gay e não estou vendo uma queda dos índices [da epidemia do HIV entre os homossexuais]’, avalia Betinho, um dos colaboradores do Projeto Bem-Me-Quer. (...) ‘O movimento de Aids está perdendo sua característica. Está virando um grande movimento gay’, lamentou, em outro momento, José Araújo, da AFBX.”
Dá agora para entender como recursos do Programa Nacional DST/Aids do Ministério da Saúde foram parar numa pesquisa de censura gay a livros didáticos?
Eu não gosto de palavrões, mas um governo que sacrifica a vida de nossas crianças à custa da valorização do homossexualismo nos livros didáticos e à custa de lubrificantes para relações homossexuais só pode estar, como diz Olavo de Carvalho, querendo que o Brasil inteiro tome “naquele lugar”.
É graças aos incentivos do [des]governo da Lula-lelé que crianças e adolescentes nas escolas conhecerão a importância do sexo “naquele lugar”, que deverá receber atenção especial nos dicionários e livros didáticos. Qualquer literatura que denigra o sexo “naquele lugar” sofrerá a condenação do Temporal e a censura da Gaystapo, e será banida das escolas, a fim de não contaminar a inocente mente das crianças!
Agora, para entrar nas salas de aula, a própria Bíblia, que historicamente sempre teve espaço nas escolas ocidentais, deverá passar por algumas “amputações” ou mudanças. Versículos como “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é” (Levítico 18:22 ACF) deverão ser mudados do negativo para o positivo, deixando claro que abominação é o preconceito e que Deus ama a diversidade sexual. Sem tal mudança, nem a Bíblia nem outra literatura clássica será bem-vinda nas escolas.
Se o ministro Temporal apresentasse suas idéias originais num programa “O Chão É o Limite”, ele não teria dificuldade nenhuma de ultrapassar o chão, atingindo ou as profundezas de uma latrina ou do próprio inferno com tantas baixarias contra a população brasileira. Para ele e para o [des]governo da Lula-lelé, não só o chão, mas também “aquele lugar” é o limite, num show de obscenidades e bobagens políticas onde quem paga a conta é o próprio povo..

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

FELIZ ANO NOVO!!!!

Eu, Rev. João d'Eça, a minha esposa e o meu filho, desejam a todos os nossos amigos e em especial aos meus leitores, um Feliz Ano Novo.
Que em 2009, Deus multiplique as bençãos em suas vidas. Que o sucesso profissional, familiar, pessoal. qua paz reine em vossos corações e que faça parte da sua vida em todos os 365 dias do ano.
Desejo a todos, especialmente aos que não gostam de mim, que sua vida seja brilhante, cheia de alegrias, que sua família prospere e que tenham muita saúde.
Aos meus amigos, que me amam, que Deus lhes abençõe e lhe enriqueça a vida, que sua família seja ricamente abençoada, que seus filhos sejam obedientes, que seus negócios multipliquem em prosperidade e que Deus acompanhe todos os seus passos.
QUE O SENHOR NOSSO DEUS ABENÇÕE A TODOS!!!!!!

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