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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

CELEBREMOS O NATAL

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Rev. João d'Eça

 
Lucas 2.1-7

 

Introdução

 

         Nos versículos de Lucas destacados acima, falam da história do nascimento do Filho de Deus, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Assim como o nascimento de qualquer criança é sempre um acontecimento maravilhoso, pelo fato de agregar ao seio da humanidade mais uma alma imortal, o nascimento do menino Jesus é mais do que especial, é divino.

Desde o início da humanidade nunca houve um acontecimento tão maravilhoso quanto o nascimento de Jesus Cristo. Foi mais surpreendente do que qualquer outro acontecimento da humanidade, o nascimento de Jesus Cristo, foi um milagre: Deus se fez homem, e habitou entre nós, “manifestou-se em carne” (I Tm. 3.16). Os bens que Jesus com o seu nascimento trouxe ao mundo são incomparáveis: abriu ao homem a porta da vida eterna.

1. Quando Jesus Nasceu

Os versículos do Evangelho de Lucas revelam quando Jesus nasceu. Foi nos dias de Augusto, primeiro imperador romano, expediu um “decreto para que todos fossem listados.” A sabedoria de Deus se manifesta neste simples fato, o cetro estava apartando-se de Judá G. 49.10. Os judeus começaram a sair sob um domínio estrangeiro, e já tinham que render-lhe tributo. Os estrangeiros começavam a governar o povo judeu nessa época, já não tinham nenhuma independência e o chamado “tempo oportuno” de se apresentar o Messias prometido havia chegado.

O tempo era especial para a chegado do Rei dos reis e para a introdução do Evangelho. Assim como profetizou Daniel, todo o mundo civilizado seria governado por um Senhor (Dn. 2.40). Todos os reinos anteriores ao Reino de Cristo haviam passado, mas o reinado de Cristo seria eterno, “o mundo pro meio de sua sabedoria, não conheceu a Deus” (I Co. 1.21). Os reinos do mundo estavam repletos de tenebrosa idolatria. Esse era o tempo oportuno para que Deus se interpusesse desde o céu, e enviasse à terra o Poderosos Salvador. Era o tempo de Cristo nascer (Rm. 5.6).

Deus está no controle de todas as coisas (Sl. 31.15), ele sabe qual é a hora mais favorável para socorrer a sua igreja e trazer nova luz ao mundo. Nós temos a pretensão de querer saber os acontecimentos que não nos cabe. Matinho Lutero sempre dizia a seu amigo impaciente Filipe Melanchton: “Cessa, Filipe, de pretender governar o mundo”.

2. Onde Jesus nasceu

Jesus nasceu em Belém da Judeia, não foi em Nazaré, ai ele foi criado e cresceu. O profeta Miquéias predisse o acontecimento com riqueza de detalhes (Mq.5.2), e assim foi, na cidade de Belém, nasceu Jesus Cristo. Deus manifesta a sua Divina Providência nesse simples fato. O Senhor dirige o coração dos reis até onde ele quer. Ele assinalou o tempo em que Augusto deveria espedir o decreto para arrolamento do povo, cada um em sua terra natal, de modos que Maria, indispensavelmente estaria em Belém, quando “se completassem o dia para ela dar a luz”.

O orgulhoso imperador e o seu oficial Quirino não sabiam que eram instrumentos nas mãos de Deus para cumprir os seus propósitos. Eles nem imaginavam que estavam ajudando a assentar as bases de um reino, ante o qual os impérios deste mundo se desmoronariam algum dia, e a idolatria de Roma minguaria.

Todos os crentes devem consolar-se na certeza absoluta de que Deus rege o mundo. Ora, se o Senhor usou uma jumenta para abençoar o seu povo, como não usaria umas bestas que se acham importantes, no intuito de trazer bênçãos ao seu povo espalhado por toda a terra?

Não se inquiete meu irmão, minha irmã por causa da conduta dos governantes desse mundo. Perceba com os olhos da fé que a mão que os guia para cumprir o seu propósito, é a mão do Senhor, que o faz para a sua honra e glória do Seu próprio nome. Deus considera cada governante, seja ele Augusto, Dario, Ciro, Nabucodonosor, Napoleão, Obama, Dilma ou qualquer outro, como um homem ou mulher, cujo poder nada pode fazer, senão o que Deus lhe permite, e nada que não seja para que a Sua vontade seja feita.

3. O estado em que Jesus nasceu


         Jesus Cristo não nasceu debaixo de um teto na casa dos seus pais, ou num local apropriado para o nascimento de um bebê humano, mas num lugar estranho, numa estalagem. Quando nasceu não foi colocado sobre almofadas macias, sua mãe o colocou numa manjedoura, tudo porque “não havia lugar para eles na estalagem”.

Isso faz toda a diferença para nós hoje. Se Jesus Cristo houvera nascido num berço de ouro, Ele que veio salvar o gênero humano do seu maior mal, o pecado, se viesse revestido de majestade e rodeado dos anjos, isto já seria para nós um ato de misericórdia imerecida. Se Ele quisesse habitar em um palácio, rodeado de poder e autoridade, nós nos espantaríamos com isso. Jesus porém fez-se pobre e de tão baixa condição como os demais de seu tempo e ainda muito mais, esse é um amor incompreensível e incontestável.

Nunca devemos em tempo algum duvidar que por meio da humilhação, o nosso Senhor Jesus Cristo nos comprou um título para a glória eterna. Por meio de uma vida de sofrimentos, assim como também por meio de sua morte, nos alcançou com eterna redenção. Por nosso amor foi pobre durante toda a sua vida, desde a hora do seu nascimento até o momento da sua crucificação; e por sua pobreza somos nós ricos (II Co. 8.9).

Conclusão:

         Nosso Senhor Jesus Cristo não faz acepção de pessoas. Ele abraçou os desvalidos, deu-se em favor daqueles que não mereciam. Deus não faz acepção de pessoas. Ele enxerga o coração dos homens e não a sua conta bancária. Não se envergonhe da cruz e nem da sua pobreza. Ser pecador e cheio de cobiça é desonroso, mas ser pobre não.

Uma casa simples, um alimento parco, uma cama dura não é agradável ao corpo; e, todavia, tal foi isso que o Senhor encontrou quando da sua vinda ao mundo. Quando o amor ao dinheiro apodera-se da pessoa ela esquece a Deus. Lembre-se do presépio de Belém e daquele que ali foi deitado. Concentrando-se no menino Jesus e na sua condição ao vir ao mundo, poderemos nós, livrar-nos da atração das luzes do mundo nesse Natal.

domingo, 26 de abril de 2015

JESUS CRISTO, SUA NATUREZA HUMANA E O ESPÍRITO SANTO.

A natureza humana de Jesus Cristo, nosso Senhor, e as suas relações com o Espírito Santo, terceira Pessoa da trindade, são relações semelhantes com as que cada crente tem com o Santo Espírito.

Jesus Cristo, como homem foi gerado pelo poder do Espírito Santo, conforme lemos no evangelho, quando do anúncio do anjo à virgem Maria: “Respondeu o anjo: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus.”  (Lc. 1.35).

Os crentes também são gerados pelo Espírito Santo, e é pelo mesmo Espírito que os crentes são “feitos participantes da natureza divina”. Jesus no diálogo com Nicodemos diz: “... Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus”.

Assim como o Espírito Santo conduzia Jesus pelos caminhos da Palestina e assim como ele “foi levado pelo Espírito ao deserto”. Os crentes também são guiados pelo Espírito: “Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” (Rm. 8.14).

Jesus Cristo como homem, pregava pelo poder do Espírito Santo. O evangelista Lucas, conta-nos um episódio da vida de Jesus em Nazaré da Galiléia, quando este “entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler” (...) “ Lhe deram o livro do profeta Isaias, e, abrindo o livro, achou o lugar onde estava escrito: O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para por em liberdade os oprimidos e apregoar o ano aceitável do Senhor”. (Lc. 4. 16-19).

Os crentes que pregam o verdadeiro Evangelho, que expõe a Palavra de Deus com amor e sinceridade, o fazem também pelo poder do Espírito Santo. Todo servo fiel de Deus pode dizer como Paulo: “A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder”. (I Co. 2.4).

Conclusão:


         Em tudo Jesus Cristo é o nosso modelo. Nele temos os mais variados tesouros de sabedoria e de conhecimento. Assim como Jesus Cristo, quando do seu ministério terreno foi guiado pelo Espirito Santo, assim os crentes também o são. Nada se pode fazer em termo de trabalho para o Reino de Deus, a não ser pelo poder e pela obra do Espírito Santo.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

NATAL: JESUS NASCEU, PODEMOS CANTAR DE ALEGRIA.

Hoje é dia de Natal. Nesse dia nasceu o Salvador do mundo Jesus Cristo. Ele é o motivo de toda celebração, de toda festa, de toda reunião familiar ao redor do mundo. 

Até mesmo os que desdenham de Deus e do seu amor infinito pelo mundo perdido, providenciado o Salvador, festejam esse dia, celebram a véspera e o dia de Natal, simplesmente porque Jesus nasceu, como o fato histórico mais importante do mundo.

Quando o homem voluntariamente separou-se de Deus optando por desobedecer à ordem do Senhor e caindo em desgraça à partir dai, Deus mesmo providenciou a saída do estado de perdição em que o homem se meteu, e, no tempo certo, o mesmo Senhor, "tornou-se carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, como do unigênito do Pai." (João 14.1).

Hoje é um dia para reflexão, para pensar na vida, não na nossa vida como seres humanos meramente, mas para pensar na nossa vida com Deus, no que Ele quer de nós, no nosso discipulado, no nosso envolvimento com a sua causa. 

A causa de Cristo é a causa do amor e do perdão. Foi por isso que Deus se fez "Emanuel", Deus conosco, Deus por nós, Deus no meio de nós. Foi por amor que Deus encarnou e veio ao mundo na pessoa de Jesus Cristo o seu filho muito amado. Mas também além do perdão, Jesus veio ao mundo para perdoar, para dizer ao homem que Ele mesmo satisfaria a exigência de Deus em sacrificar-se no lugar do pecador incapaz.

Pense, reflita e veja onde você se encontra nesse contexto. Hoje é tempo de parar e pensar...

Minha oração é que você viva de modo a refletir a Cristo em sua vida, e que no ano novo que se aproxima, Deus ilumine os seus passos para o caminho que ele traçar para você seguir.

Só Jesus Cristo pode te dar a paz, só Jesus pode Salvar a tua alma e garantir a você a eternidade.

sexta-feira, 29 de março de 2013

POR QUE A CRENÇA NA RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO É FUNDAMENTAL PARA A FÉ CRISTÃ?


By Rev. João d’Eça


A ressurreição de Jesus é importante por várias razões:

1 - A ressurreição testemunha o imenso poder de Deus.

Crer na ressurreição é crer no Deus que fez a ressurreição acontecer.
A Escritura Sagrada é a auto-revelação de Deus. A Escritura Sagrada mostra o poder de Deus em criar o universo e ressuscitar os mortos. Se Deus não tem esse poder, Ele não é digno de nossa fé e de nossa adoração. Somente Ele que criou a vida pode ressuscitá-la depois da morte, só Ele pode reverter o horror que é a própria morte, e só Ele pode remover o ferrão que é a morte. (I Cor. 15: 54-55).

Quando Jesus ressuscitou dos mortos, Deus nos faz lembrar a Sua soberania absoluta sobre a vida e  sobre a morte.

2 - A ressurreição de Jesus é um testemunho da ressurreição dos fiéis, dos crentes, dos que amam a Deus acima de tudo.

Essa crença é um princípio básico da fé cristã. Ao contrário de todas as outras religiões, somente o cristianismo possui um fundador que transcende a morte e promete o mesmo aos seus seguidores. Somente o cristianismo alega um tumulo vazio. O corpo de Maomé está sepultado em Meca, o corpo de Buda está sepultado. Abraão está sepultado. Todas as religiões que foram fundadas por homens e profetas onde o seu fim foi a sepultura.

Os crentes tem o conforto no fato de que Deus se fez homem, morreu por nossos pecados e ressuscitou ao terceiro dia. O túmulo não pôde segurá-Lo. Ele vive, e está hoje à mão direita de Deus Pai no céu. Em 1 Coríntios 15, Paulo explica em detalhes a importância da ressurreição de Cristo. Alguns em Corinto não acreditavam na ressurreição dos mortos, e neste capítulo Paulo dá seis conseqüências desastrosas caso não houvesse ressurreição:

- 1) A pregação de Cristo não teria sentido (v. 14),
- 2) A fé em Cristo seria inútil ( v. 14);
- 3) Todas as testemunhas oculares e pregadores da ressurreição seriam mentirosos (v. 15),
- 4) Ninguém poderia ser redimido do pecado (v. 17);
- 5) Todos os que morreram antes de nós, pereceram para sempre (v. 18), e
- 6) Os cristãos seriam as pessoas mais infelizes sobre a terra (v. 19).

A RESSURREIÇÃO É UM FATO INCONTESTÁVEL

Jesus Cristo ressuscitou dos mortos e "tornou-se as primícias dos que dormem [estão mortos]" (v. 20), assegurando-nos que vamos segui-Lo na ressurreição. A Sagrada Escritura, a palavra inspirada de Deus garante ressurreição do crente na vinda de Jesus Cristo. Essa viva esperança nos consola e é a garantia do triunfo daqueles que depositam a sua fé no Senhor e na sua Palavra, que como Paulo cantarão a canção de triunfo: "Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? (I Cor. 15:55).

A importância da ressurreição para nós está em que sabemos, como diz Paulo, que o nosso trabalho não é vão no Senhor (v, 58). Nós sabemos que seremos ressuscitados com Cristo para uma nova vida, portanto, podemos sofrer e aguentar as perseguições e perigos por causa de Cristo (vv. 29-31), assim como ele fez por nós.

Podemos seguir o exemplo dos milhares de mártires ao longo da história que de bom grado trocaram suas vidas terrenas pela vida eterna através da ressurreição. A ressurreição é a vitória triunfante e gloriosa para cada crente. Jesus Cristo morreu, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. E, Ele está voltando! Os mortos em Cristo serão ressuscitados, e aqueles que estiverem vivos na sua vinda, receberão novos corpos glorificados (I Tess. 4: 13-18).

A RESSURREIÇÃO E A SALVAÇÃO

Por que a ressurreição de Jesus Cristo é importante para a salvação?

Porque é a demonstração de que Deus aceitou o sacrifício de Jesus em nosso favor. É a prova de que Deus tem o poder de nos levantar dos mortos. Ele garante que aqueles que crêem em Cristo não permanecerão mortos, mas serão ressuscitados para a vida eterna.

Essa é a a esperança de todo crente e essa esperança nos consola e nos livra do desespero.

domingo, 8 de abril de 2012

JESUS CRISTO RESSUSCITADO: GARANTIA DA NOSSA RESSURREIÇÃO


Mensagem pregada pelo Rev. João d'Eça no domingo de páscoa, 08 de abril de 2012.

Isaias 53: 3-12

Introdução:
Uma das grandes vantagens de ter o Antigo Testamento e o Novo Testamento em uma Bíblia é que eles dão apoio um ao outro. Juntos, eles fortalecem a nossa fé porque ambos são a palavra de Deus.
Tanto o Antigo quanto o Novo Testamento, falam de Cristo e da sua missão de salvar os pecadores pelo seu sacrifício na cruz.
Jesus abraça e apoia todo o Antigo Testamento como Escritura verdadeira e confiável ​​(como em Mateus 5:17 , quando disse: "Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas: não vim revogar, mas cumprir."). 
Esta manhã eu pensei que seria bom aprofundar a nossa compreensão e fortalecer a nossa fé, se fixarmos nosso olhar sobre a ressurreição de Jesus como foi descrita pelo profeta Isaías 700 anos antes de acontecer.
Aqui, em Isaías 53, vamos ver o conteúdo e a confirmação da ressurreição de Cristo. O conteúdo fala do significado e a confirmação porque foi previsto 700 anos antes de acontecer.

A Visão muçulmana.
Os muçulmanos não acreditam que Jesus morreu na cruz e ressuscitou pelos pecadores. Dizem que ele foi substituído na hora da morte. Ele escapou da morte e mais tarde foi levado para o céu. Veja o que diz o alcorão (Ler).
Portanto, os muçulmanos em geral acreditam que a mensagem central do Novo Testamento e do cristianismo bíblico se baseia em um erro: Cristo não morreu, e Cristo não ressuscitou. Portanto, o centro do cristianismo é falso.

O Alcorão é falso, e sua mensagem é mentirosa. A razão para usar o texto de Isaías 53 esta manhã, é provar que essa alegação do islamismo é falsa. Este capítulo não foi escrito por cristãos após a vinda de Cristo, tentando distorcer ou não compreender o que realmente aconteceu na sua morte na Páscoa.

Este capítulo foi escrito por um profeta judeu 700 anos antes de Cristo vir. E o que viu no futuro não era um Messias que escapa da morte e ressurreição, mas um Messias que morre - e morre de forma explícita no lugar dos pecadores - e depois sobe novamente para interceder por seu povo redimido, perdoado e justificado para sempre.

O Servo do Senhor veio com a missão de morrer
A morte de Cristo é explícitada nos versos 8, 9 e 12. 
Primeiro, no versículo 8 diz que a morte de Cristo, de fato aconteceu: (Ler).
Ferido pela transgressão do meu povo? "Ele foi cortado da terra dos viventes." Ele foi morto. Foi executado, e não foi acidental.
O versículo 9 deixa a morte clara, referindo-se a seu sepultamento: (Ler). Embora não tivesse cometido nenhuma violência, e não houve engano na sua boca. Ele morreu e foi sepultado. Isto é um fato.
O versículo 12 (Ler).

Dez Declarações da Bíblia, do por que Deus planejou que Cristo morresse:
Vou deixar que as Escrituras falem. Antes ouçam o que diz o versículo 10: (Ler).
Esta morte não foi um acidente histórico. Foi o propósito e o plano de Deus. 
Aqui estão as dez declarações da Bíblia, do porque Deus planejou que Jesus morresse:

1. (v, 4): "Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades."
2. (v, 4): "... E as nossas dores levou sobre si."
3. (v, 5): "Mas ele foi trespassado por causa das nossas transgressões."
4. (v, 5): "Ele foi moido por nossas iniqüidades".
5. (v, 5): "O castigo que nos traz a paz estava sobre ele."
6. (v, 5): "E por Sua pisaduras fomos sarados."
7. (v, 6): "O Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós."
8. (v, 8): "[Foi] ferido pela transgressão do meu povo"
9. (v, 11): "As iniquidades deles, levará sobre si."
10. (v, 12): "Ele levou sobre si o pecado de muitos".

Se você está aqui esta manhã e já se perguntou algum dia:
·        Qual é a essência do cristianismo? 
·        O que está no coração e centro de tudo? 

A resposta é dada no versículo 6. 
·        Todos os seres humanos se desviaram. 
·        Todos procuraram trilhar o seu próprio caminho. Isso é chamado de pecado. Afastar-se de Deus e adorando a si próprio, tirando o foco da adoração à Deus e tomando o lugar dele, adorando e servindo a si próprio.

Mas Deus em seu amor não nos deixou nesta condição de culpados e condenados. Ele planejou desde a eternidade enviar o seu Servo Sofredor, não para ser para nós um modelo e um exemplo de vida, mas para levar os nossos pecados como um substituto para nós. "O Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós." 
Este é o coração do cristianismo. Jesus Cristo veio ao mundo para cumprir essa profecia. Ele veio para morrer. Ele veio para morrer em nosso lugar. Ele veio para morrer pelos nossos pecados. Esta é a nossa única esperança. E o Novo Testamento é o testemunho de como isso aconteceu e como isso afeta nossas vidas agora e nos séculos vindouros. 

Jesus Cristo garante pela sua ressurreição a nossa vitória sobre a morte.

700 anos antes de acontecer, o profeta Isaias falou pelo menos em três vezes dizendo que o sacrifício que Jesus fizera garantiu a ressurreição de todos os crentes.
Primeiro, o versículo 10b: "Ele daria a sua alma como oferta pela pecado." Disso resulta três coisas:
(1) Ele verá a sua posteridade,
(2) Ele prolongará os seus dias,
(3) E o vontade do Senhor prosperará na sua mão.

Segundo, o versículo 11. Novamente vemos triunfo sobre a morte. Novamente três coisas resultam de sua morte pelos pecadores:
1) Ele vê o fruto de sua morte e fica satisfeito. Ele não está morto. Ele está vivo e satisfeito. Seu trabalho está completo, e ele está feliz. Ele está vivo e satisfeito. 
2) Ele justifica muitos - todos aqueles que nele confiam. Se você confiar nele, você será declarado justo e reto diante de Deus.  Um Cristo morto não justifica. Um Cristo vivo justifica. 
3) Ele levará as iniquidades sobre si. A sua morte foi completamente suficiente para pagar todos os seus pecados.

Terceiro, o versículo 12. (Ler).
 Em outras palavras, depois da sua morte e ressurreição, ele vive e divide os despojos com os fortes - como se sua morte fosse um grande triunfo de guerra.

CONCLUSÃO:
A morte de Jesus Cristo garantiu-nos o perdão dos pecados, a sua ressurreição garante-nos a eternidade. INFELIZ é aquele que não tem essa esperança.
Você pode pertencer ao grupo das pessoas grandes e fortes, mesmo que se sinta absolutamente indigno. 
Ele morreu em nosso lugar. E todos os que confiam nele como Salvador e Senhor serão perdoados e justificados e viverão para sempre com ele.


sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

O VERDADEIRO SENTIDO DO NATAL A MEU VER.

O verdadeiro significado do Natal é o amor. João 3:16-17 diz: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu único Filho, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." Porque Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para salvar o mundo através dele." O verdadeiro significado do Natal é a celebração deste incrível ato de amor.

A história real do Natal é a história de Deus, tornando-se um ser humano na Pessoa de Jesus Cristo. Por que Deus fez uma coisa dessas? Porque Ele nos ama! Por que o Natal é necessário? Porque precisamos de um Salvador! Por que Deus nos ama tanto? Porque Ele é o próprio amor (1 Jo 4:8). Por que comemoramos o Natal a cada ano? Fora de gratidão pelo que Deus fez por nós, lembramo-nos do Seu nascimento, dando presentes uns aos outros, adorando-O. Verdadeiramente.

O verdadeiro significado do Natal é o amor. Deus amou os seus e forneceu uma maneira, a única maneira para que passemos a eternidade com Ele. Ele deu seu único Filho para tomar o nosso castigo pelos nossos pecados. Ele pagou o preço na íntegra, e nós estamos livres da condenação quando recebemos o seu amor gratuitamente. "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós" (Romanos 5:8).

sábado, 3 de abril de 2010

A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO

A ressurreição de Jesus Cristo é o coração do cristianismo. Em 1 Coríntios 15, Paulo fundamenta: "E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação e vã, a vossa fé; e somos considerados por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. Porque se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram [estão mortos] em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. (1 Cor. 15:14-20).

A primeira Páscoa

O que queremos dizer com a ressurreição de Cristo? Jesus Cristo veio a este mundo para morrer em nosso lugar, como nosso substituto, pelos nossos pecados. O Filho de Deus sem pecado veio dar a sua vida em resgate por muitos (Mateus 20:28). Na sexta-feira, Jesus foi crucificado. Nós sabemos que ele morreu porque um dos soldados romanos perfurou o lado de Jesus com uma lança para confirmar a sua morte. Mais tarde os seus discípulos o tiraram da cruz e o sepultaram em um sepulcro emprestado. (João 19:30-42).

Enquanto Jesus estava vivo, disse várias vezes que iria ressuscitar dos mortos. Ele desafiou os seus inimigos: "Destruí este templo, e eu o levantarei em três dias”. Ele estava falando sobre seu corpo (João 2:19-22). Jesus também disse a seus discípulos muitas vezes que ele seria morto pelos líderes em Jerusalém, mas ressuscitaria no terceiro dia. Os líderes que mataram Jesus estavam ciente desta predição de que ele iria ressuscitar dos mortos. Embora não acreditassem, eles quiseram garantir que não iria acontecer assim, daí eles puseram um grupo de guardas ao redor do túmulo.


Em Mateus 27:62-66, lemos: "No dia seguinte, após o dia da preparação, o sumo sacerdote e os fariseus foram até Pilatos."senhor", disseram eles,"nós nos lembramos que, enquanto ele ainda estava vivo, aquele enganador disse: "Depois de três dias ressuscitarei." Então, dê a ordem para o túmulo ser protegido até o terceiro dia, caso contrário, os seus discípulos podem ir e roubar o corpo e dizer ao povo que ele ressuscitou. Este último engano será pior do que o primeiro. "Tome um guarda", disse Pilatos. "Vão e guardem a entrada do sepulcro". Então eles foram e montaram guarda no túmulo, colocando um selo do império na pedra.

A estratégia dos sacerdotes e dos fariseus não teve sucesso. Não! Apesar de seus esforços, Jesus ressuscitou dos mortos. Lembre-se de como Jesus havia dito a Marta: "Eu sou a ressurreição e a vida". Durante o seu ministério na terra, Jesus trouxe uma série de pessoas para a vida dentre os mortos, incluindo o irmão de Marta, Lázaro, que tinha morrido já havia quatro dias (João 11). Mas a ressurreição de Jesus Cristo foi diferente. Não se tratava apenas de reanimação, como foi o caso de Lázaro que tempos depois voltou a morrer. No terceiro dia Jesus ressuscitou dos mortos com um corpo glorificado que estava vestido com a imortalidade e glória. Seu corpo da ressurreição poderia aparecer e desaparecer, passar por objetos materiais, subir e descer do céu.

Na manhã de Páscoa os apóstolos e algumas mulheres foram ao túmulo de Jesus, esperando encontrar seu corpo. Mas o túmulo estava vazio, e o anjo lhes disse: "Ele não está aqui, ressuscitou!" Mais tarde eles o viram o Senhor ressuscitado face a face.

Os Evangelhos registram esses eventos, mas o relatório mais antigo escrito sobre a ressurreição de Jesus Cristo foi escrito por São Paulo apenas vinte e cinco anos depois da morte de Cristo: 1 Coríntios 15:3-8 (Leia na sua Bíblia). Devido ao milagre da ressurreição de Cristo, os discípulos antes deprimidos e decepcionados foram transformados. Eles começaram a pregar o evangelho com poder, e o fato da ressurreição de Jesus estava no centro de sua pregação. Por quê? Sem a ressurreição, não há cristianismo. Os discípulos de Jesus voluntariamente sofreram o martírio por sua fé. Os inimigos do evangelho foram totalmente incapazes de refutar essa afirmação central do evangelho. Eles poderiam apresentar o corpo de Jesus Cristo e assim acabariam com o cristianismo.

A Ressurreição de Cristo e a Incredulidade
Muitas pessoas não acreditam na ressurreição. Mesmo nos tempos do Novo Testamento, encontramos aqueles que se recusavam a acreditar na ressurreição. Os Saduceus eram materialistas e não acreditavam na ressurreição. Mesmo na igreja, algumas pessoas não acreditam na ressurreição. O apóstolo Paulo escreveu sobre isso em 1 Coríntios 15. Em 2 Timóteo 2:17-18, Himeneu e Fileto foram mencionados por Paulo como pessoas que realmente não acreditavam na ressurreição do corpo.


A ressurreição não é uma idéia recente, mas especialmente a partir da segunda metade do século XVII, alguns na igreja começaram a questionar a fé na ressurreição e nos milagres. Na Inglaterra, John Toland um deísta, se recusava a acreditar na ressurreição. Racionalistas como Reimarus se recusou a acreditar em milagres, e questionou a autoridade da Bíblia e da Igreja. O teólogo David Strauss negou sistematicamente qualquer milagre, isso ele fez em sua obra “Vida de Jesus”, e no século XX, Karl Barth, juntamente com Rudolf Bultmann, também negou a ressurreição do corpo. Hoje a maioria das igrejas liberais negam a ressurreição, bem como qualquer milagre como registrado no Novo Testamento.

Essas pessoas negam a ressurreição. Eles dizem que não é histórica. Negam o relato do Novo Testamento. Eles argumentam que, normalmente, os mortos não ressuscitam, e, portanto, Jesus não poderia ressuscitar dos mortos. Apesar de todos os elementos textuais e históricos, essas pessoas se recusam a acreditar na ressurreição porque confiam na autoridade suprema da razão humana, decaída, e não na Revelação de Deus nas Sagradas Escrituras.

Embora possam ser membros de igrejas, tais pessoas são realmente pagãs sem nenhuma esperança. Paulo fala sobre eles em 1 Tessalonicenses 4:13: "Irmãos, não queremos que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para não vos entristecerdes como o resto dos homens que não têm esperança." Eles estão "sem esperança e sem Deus no mundo", diz Paulo em Efésios 2:12. Eles não acreditam que o Novo Testamento, declara a ressurreição de Cristo com grande firmeza e clareza.

Como é que a ressurreição nos afeta?
Se acreditamos na evidência da ressurreição de Jesus Cristo, como registrado no Novo Testamento, o significado que a ressurreição tem para nós é?


1. Na ressurreição de Jesus Cristo, vemos a clara demonstração do verdadeiro poder do Deus. Efésios 1:19-21 nos diz que é o poder do nosso Pai celeste que ressuscitou Jesus Cristo dentre os mortos.

2. A ressurreição prova que Jesus Cristo é Deus. Isso é exatamente o que Deus Pai quis comunicar-nos, como lemos em Romanos 1:4. Os judeus crucificaram Jesus Cristo, porque, para eles, era blasfêmia, quando disse que ele era o Filho de Deus, igual ao pai. A ressurreição de Jesus Cristo demonstra a verdade que ele é quem ele disse que era.

3. Nossa salvação depende da nossa fé na ressurreição de Jesus Cristo. Em Romanos 10:9, somos informados de como ser salvo. Ele diz que "se você confessar com sua boca que Jesus é Senhor e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo". Isso significa que você não pode ser um cristão a menos que você acredite na ressurreição de Jesus Cristo. Isto deve nos dizer que, mesmo que algumas pessoas que estão nas igrejas, se elas rejeitarem a ressurreição de Jesus Cristo, eles não são cristãos.

4. A ressurreição de Jesus Cristo mostra-nos que todos os ensinamentos de Jesus Cristo são verdadeiros. Tudo o que Jesus ensinou é verdade, incluindo a sua grande promessa em João 6:40, "Todo aquele que crê no Filho tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia". Os ensinamentos de Jesus sobre a sua pessoa, seu trabalho, céu, inferno e o julgamento futuro são todos verdadeiras.

5. A ressurreição de Jesus Cristo garantiu a nossa justificação. "Cristo morreu pelos nossos pecados e foi ressuscitado para nossa justificação", Paulo diz em Romanos 4:25.

6. Nossa própria ressurreição depende completamente da ressurreição de Jesus Cristo. Leia 1 Tessalonicenses 4:14: "Cremos que Jesus morreu e ressurgiu, assim também nós cremos que Deus trará com Jesus aqueles que dormem nele". Há uma série de outros versículos sobre isso, inclusive 2 Coríntios 4:14, e outros.

7. O poder de nossa vida cristã no presente é o poder da sua ressurreição. Lemos sobre isso em Efésios 1:19-21, bem como em Romanos 6:4: "Portanto, fomos sepultados com ele na morte pelo batismo para que, assim como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai , também nós vivamos uma vida nova. " As pessoas me perguntam: "Como podemos viver a vida cristã?" Podemos vivê-la pelo mesmo poder que ressuscitou Jesus Cristo dentre os mortos.

8. A ressurreição de Jesus Cristo demonstra que Cristo Jesus vai ser o juiz de todas as pessoas más no mundo. Em Atos 17:31, Paulo disse aos atenienses, "Porque ele [Deus] fixou um dia em que julgará o mundo com justiça, o homem que ele nomeou. Ele deu prova disso a todos, ressuscitando-o dentre os mortos. "Vemos a mesma idéia em João 5:22 onde Jesus disse:" Além disso, o Pai a ninguém julga, mas confiou todo julgamento ao Filho ". Nos versículos 27-29, ele continuou: "E ele deu-lhe autoridade para julgar, porque ele é o Filho do Homem. Não fique espantado com isso, pois um tempo está vindo quando todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão - aqueles que tiverem feito o bem para a vida e aqueles que tiverem praticado o mal para a condenação.” A ressurreição de Jesus Cristo significa que ele vai levantar todos os que já viveram - alguns para a vida eterna e outros para a danação eterna - e Jesus Cristo será o juiz dos ímpios. Todos os que confiaram na Razão decaída e rejeitaram a Palavra de Jesus Cristo, serão ressuscitados para a condenação eterna.

Como responder a Ressurreição?
Como podemos responder à ressurreição de Cristo? Exorto-vos a arrependerem-se agora e a crerem nele, que é o Juiz de todo o mundo. "Crê no Senhor Jesus e serás salvo tu e a tua casa", Paulo disse ao carcereiro de Filipos (Atos 16:31). Senhor Jesus é o Filho de Deus feito homem. Ele é verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Ele foi crucificado, morreu e foi sepultado, e ressuscitou dos mortos ao terceiro dia, segundo as Escrituras. Este mesmo Senhor Jesus Cristo subiu aos céus, está governando e reinando agora mesmo, e virá novamente para julgar os vivos e os mortos. Todo o olha o verá e todos se curvarão perante ele.


Que Deus te dê fé para crer no Senhor Jesus Cristo, e em particular no fato de que Deus o ressuscitou dentre os mortos. Que você possa vir a saber que Jesus Cristo é o único Salvador e não há outro. Que todos nós possamos lembrar que Jesus será o juiz a quem todos nós vamos enfrentar, pois está determinado para o homem morrer uma só vez, vindo depois o juízo. Que Deus tenha misericórdia de nós. Implore por misericórdia e perdão a ele e serás salvo. Amen.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

HOJE É O DIA DE NATAL, Aniversário de Jesus Cristo.


*“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, o governo está sobre os seus ombros, e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade e príncipe da paz.”
(Isaias 9:6 - 700 anos antes de Jesus nascer)

“E o verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do Unigênito do Pai.”
(João 1: 14)

“...a quem chamarás pelo nome de Jesus. Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; Deus o Senhor lhe dará o trono de Davi, seu pai;...e o seu reinado não terá fim.”
(Lucas 1: 31, 32 e 33).

“O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados.”
(Isaias 61;1 - (700 anos antes de Jesus nascer)).

“Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré como Espírito Santo e com poder, o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele.”
(Atos 10: 38)

“Visto que temos um grande Sumo-Sacerdote, Jesus, o filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão.”
(Hebreus 4: 14)

“Mas Ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”
(Isaias 53: 5)

“Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.”
(João 10: 10).

 
O CALENDÁRIO DA ERA CRISTÃ
Os romanos que eram o poder dominante quando Jesus nasceu, geralmente datavam todos os eventos a partir da fundação de Roma, Anno urbis 1.

No século sexto, o Papa comissionou um monge de nome Dionísio para que este preparasse um calendário no qual todos os acontecimentos fossem datados a partir do nascimento de Jesus.

Este calendário foi gradualmente adotado em todo o mundo cristão.

Os eruditos modernos descobriram que algumas das datas da história romana próximas ao começo da era cristã não são compatíveis com o calendário de Dionísio. Por exemplo, de acordo com registros romanos, herodes o Grande, que governava a Judéia quando Jesus nasceu, morreu em 750 anno urbis. Dionísio fixou o nascimento de Jesus em 754 anno urbis. Numa aparente contradição com as datas bem estabelecidas nos registros romanos.

Jesus nasceu provavelmente em 749 ou 750 anno urbis, ou seja, quatro ou cinco anos antes da data referida em nosso calendário comumente aceito.

Portanto, na literatura moderna os eruditos fixam o nascimento de Jesus no ano 4 ou 5 a.C.


DATAS APROXIMADAS DA VIDA DE JESUS
O Nascimento de Jesus 4 ou 5 a.C.
A fuga para o Egito 4 ou 5 a.C.
O regresso do Egito 3 ou 4 a.C.
A visita do menino ao templo 8 d.C.
O começo do ministério de João Batista 26 d.C.
O batismo de Jesus por João Batista 26 d.C.
O início do ministério de Jesus 26 d.C.
O ano da popularidade de Jesus 27 d.C.
O ano da perseguição 28 d.C.
Ano da morte de Jesus 29 ou 30 d.C.

* De acordo com a Bíblia de Referências Thompsom

quinta-feira, 3 de abril de 2008

SOLI DEO GLORIA (Parte 2)


Por
Rev. João d'Eça

Ouvimos muitas pregações em nosso dia-a-dia, com nome de evangelísticas, mas que na realidade não passam de estratégias de marketing empresarial e programação neurolinguística, daquelas onde o "suposto" pregador diz ao auditório: "Diga para o seu irmão do lado, tal e tal coisa...", "Diga pra você mesmo, isso ou aquilo...". Tudo isso tem o objetivo de sensibilizar as pessoas para a mensagem que estão tentando passar.

O verdadeiro objetivo da pregação é a Glória de Deus. Tudo o mais, sejam as pregações de edificação ou as pregações evangelísticas devem subordinar-se a este principal objetivo. Nem mesmo a salvação do pecador constitui-se o fim último da pregação, mas sim, a Glória de Deus.
O crente fiel anseia pela salvação do pecador, não somente porque ama a sua alma e deseja o seu bem-estar espiritual, mais também, porque está convencido, que, com a salvação do pecador, Cristo Jesus obtem novos troféus, e o nome de Deus é coberto de glórias.
O verdadeiro evangelismo brota de um coração que pulsa pela glória de Deus. Se todos os pregadores, de fato, desejassem a glória de Deus, com certeza, suas mensagens seriam diferentes e os métodos evangelísticos empregados, seriam coerentes com a mensagem do Evangelho.
Devemos examinar a nossa pregação e vê se não estamos sendo motivo da sentença do Senhor "Icabode, foi-se a glória de Israel" (I Sm 4: 21).
Para a mente não regenerada do homem do século XXI, que tenta de todos os modos harmonizar a verdade bíblica com a sabedoria humana, assim como tentava fazer o grego do primeiro século, o Evangelho de Cristo é loucura. Somente aquele que foi nascido de novo, pode compreender as verdades do reino de Deus. A verdade do evangelho não se deve ao homem, nem tampouco procede da sabedoria humana, mas é Revelação de Deus.
Um evangelho mutilado pelas exigências da razão humana, entorpecida pelo pecado, não pode glorificar a Deus. Uma salvação, fruto do esforço humano, não pode glorificar a Deus. A pregação, no entanto, que exalta a pessoa e a obra do bendito Salvador, e se firma na verdade revelada, é uma pregação que glorifica o nome de Deus.
Os verdadeiros ministros do evangelho, são chamados pela Graça de Deus e para a Glória de Deus. A mensagem que eles pregam, deve estar de acordo com este chamado e conforme o glorioso evangelho de Cristo. A salvação é pela Graça de Deus (Ef. 2:8). Jesus é o Alfa e o Ômega da nossa salvação. A Jesus Cristo, e a ele somente, devemos tributar toda a Glória, porque "d'Ele, e por meio d'Ele, e para Ele são todas as coisas. A Ele, pois a Glória eternamente. Amém". (Romanos 11: 36).

domingo, 23 de março de 2008

EM QUE DIA JESUS CRISTO MORREU ? EM QUE DIA ELE RESSUSCITOU? - PARTE 3


Por
Rev. João d'Eça
CONTINUAÇÃO DO ARTIGO ANTERIOR.
Contando para trás, chegaremos a precisamente ao final da tarde de quarta-feira, o que significa que Jesus foi crucificado neste dia e não na sexta-feira.
Como pode ser isso? Como poderia Jesus ser crucificado na quarta-feira, quando está claramente relatado que o dia da crucificação foi dia da preparação para o sábado?
O Evangelho de João nos dá a resposta: "Então, os judeus, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto com era a preparação, pois era grande o dia daquele sábado, rogaram a Pilatos que lhes quebrassem as pernas, e fossem tirados". (João 19:31).
Vimos então que Jesus foi crucificado um dia antes do chamado "grande dia de sábado". Este era o sábado, sétimo dia da semana? Não, não era.

João esclarece que o dia anterior à páscoa é que se chamava "preparação": E era a preparação da páscoa, e quase a hora sexta..." Esta preparação não era, portanto, uma preparação para o Sábado do Mandamento, o sétimo dia, mas a preparação da páscoa. (João 19:14).

É bom lembrar que a PÁSCOA sempre ocorreu no dia seguinte da noite de lua cheia. E o dia seguinte da lua cheia neste ano da crucificação foi precisamente na quarta-feira, 14 de Nisã, portanto, a Páscoa não pode ter sido neste ano num Sábado semanal.

Nisã é o mês judeu que corresponde à parte do mês de março e uma parte do mês de abril do calendário gregoriano. Os dias da semana são os mesmos nos dois calendários. Quarta-feira no calendário judeu é quarta-feira no Gregoriano.
DOIS SÁBADOS NA SEMANA DA CRUCIFICAÇÃO.
Comparando os textos, podemos provar que na semana da morte de Jesus, houve dois sábados: O primeiro, dia dos asmos, que caiu no dia 15 de Nisã, ou seja, na quinta-feira e o Sábado do Mandamento, o sétimo dia da semana.
Para entender melhor, veremos um fato ocorrido neste período, que foi a compra de material e o preparo das especiarias, para se ungir o corpo de Jesus Cristo, já morto. Lucas 23:54-56, nos informa o seguinte:
"Era o dia da preparação, e começava o sábado. As mulheres que tinham vindo da Galiléia com Jesus, seguindo, viram o túmulo e como o corpo fora ali depositado. Então, se retiraram para preparar aromas e bálsamos. E no sábado, descansaram, segundo o mandamento."
Este texto nos mostra a ordem dos acontecimentos:
1 - O dia da preparação estava terminando com o pôr-do-sol, e começava o sábado. Não havia mais tempo para comprar e preparar as especiarias para ungir o corpo de Jesus, sepultado ali, pois já era sábado.
2 - No versículo 54, diz que as mulheres, prepararam tudo antes do sábado e que descansaram neste dia, conforme o mandamento.
ENTENDENDO A NARRATIVA:
O Sábado do mandamento, já iniciava, como e quando elas compraram e fizeram os preparativos, se o versículo nos diz que as mulheres obedeceram o mandamento de guarda do sábado?
Repare agora o que diz Marcos 16:1.
“Passado o sábado, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem embalsamá-Lo."
Veja bem, aqui diz que as mulheres foram comprar as especiarias DEPOIS do sábado. Lucas, no versículo 54 nos diz que este preparo ocorreu antes do Sábado e Marcos disse que foi depois! Como harmonizar as coisas?
A verdade é que naquela semana houve dois Sábados: Um cerimonial, ocorrido na quinta-feira, ou seja, o primeiro dia da grande festa dos asmos e o outro, o sétimo dia da semana, ou o Sábado do quarto mandamento.
Ora se Jesus morreu no dia 14 de Nisã, uma quarta-feira, também considerado o "dia da preparação"; foi sepultado no final deste dia, próximo ao pôr-do-sol, já quase na virada para a quinta-feira, que era o dia dos pães ásmos, um sábado cerimonial e festivo. Foi depois deste sábado cerimonial ou quinta-feira, que as mulheres compraram e prepararam as especiarias, o que harmoniza com Marcos 16:1.
Depois de preparados os unguentos para ungir o corpo de Jesus, o que aconteceu na sexta-feira, logo depois, no Sábado do quarto mandamento, elas repousaram conforme determinava a Lei, já no primeiro dia da semana foram cedo para ungir o corpo. Isto harmoniza também Lucas 23:54 e 24:1 com Marcos 16:1, 2.
Portanto, fica claro que naquela semana houve dois Sábados, dissipando-se assim quaisquer possíveis dúvidas no assunto.

Obs.:


SE VOCÊ TIVER ALGUMA PERGUNTA A FAZER, ESCREVA-NOS E LHE RESPONDEREMOS.

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