sexta-feira, 8 de julho de 2011
OSSUÁRIO ENCONTRADO COMPROVA RELATO BÍBLICO
Agora em 29 de junho o Jornal Washington Post, (LeiaAqui) noticiou que os estudiosos israelenses concluíram que o ossuário é realmente genuíno.
Ontem Christopher Rollston, professor de Antigo Testamento e Estudos semitas no Emmanuel Christian Seminary, postou um artigo que visa avaliar as provas e a sua importância na confirmação da identidade e da existência de Caifás como sumo sacerdote e como isso prova as evidências referentes ao relato do Novo Testamento.
Ocorre que há uma legião de críticos bíblicos que sempre estão criando polêmica acerca da veracidade do testemunho das Escrituras e de forma irresponsável e ousada, escrevem e dão entrevista dizendo coisas que não podem provar ao contrário, na clara intenção de somente gerar polêmica, mas que são desmascarados com descobertas do tipo dessa noticiada pelo Jornal Washington Post. Portanto, temos mais um exemplo de como descobertas arqueológicas, continuam a apoiar a veracidade dos relatos bíblicos.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
sexta-feira, 30 de maio de 2008
O VERDADEIRO CARÁTER CRISTÃO X CRENTES QUE TRANSIGEM

Constatamos que essa atitude de muitos crentes nesse sentido, dar-se pelos exemplos negativos dentro de nossas igrejas, quando pastores se submetem a um corpo de líderes administrativos ou de ofertantes poderosos, que exigem posturas e práticas por parte do pastor, e que este, pra não perder a “sua boquinha”, aceita se comportar do modo como eles assim o exigem.
Jesus disse: “...pelo fruto se conhece a árvore” (Mt. 12: 33). Temo, que pela observação do que acontece no mundo hoje, estejamos vivendo numa época de apostasia, assim como Paulo relatou a Timóteo:
“Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que tem cauterizada a própria consciência,” (I Tm 4: 1, 2).
Ainda em outro trecho mais incisivo, ele diz:
“Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes.” (II Tm. 3: 1-5).
Talvez não seja tarde. É hora de despertarmos do sono, de vivermos a vida cristã de modo sério, combatendo o mal e o pecado, não nos submetendo aos princípios e valores mundanos, ficando calados ou fazendo “vista-grossa” para não sermos incomodados.
“Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci”. (Ester).quinta-feira, 3 de abril de 2008
SOLI DEO GLORIA (Parte 1)

Por
Rev. João d'EçaO Catecismo Maior de Westminster, na sua primeira pergunta, indaga: "Qual é o fim principal do homem?" Na resposta lemos: "O fim supremo e principal do homem é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre".
Todas as atividades dos crentes, todos os seus pensamentos, todos os seus desejos, devem ter como fim principal, a Glória de Deus. O crente não trabalha por trabalhar, nem fala por falar; existe um objetivo bem definido no qual deve empregar todo o seu ser: A Glória de Deus. "Quer comais, quer bebais, ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus". (I Cor. 10: 31). Essa é a exortação do apóstolo Paulo.
Esta foi a meta pela qual os heróis da fé cristã empregaram a sua vida e existência. Por esta razão eles triunfaram, por isso eles foram grandes.
Vivemos em uma época crítica. O homem perdeu o norte de sua vida. Não tem um ideal pelo qual possa realizar suas atividades visando dirigir os seus esforços no cumprimento desse ideal. O materialismo do nosso tempo é a folisofia de uma humanidade derrotada, de uma humanidade cega pelo pecado e incapaz de descobrir um fim proveitoso pelo qual Deus criou o homem.
A pureza da nossa vida, a sinceridade de nossa profissão de fé e a ortodoxia do nosso credo doutrinal, nos faz constantemente indagar com uma pergunta reveladora: "Estou buscando a glória de Deus?" Às vezes a resposta que damos à pergunta é surpreendente e alarmante, uma vez que temos constatado em nós, outras metas, outros objetivos, outros ideais. O que na realidade buscamos é o nosso bem, a nossa própria glória. Que pobreza espiritual, que estupidez, que miséria! Fazemos ídolos das coisas deste mundo e a elas voltamos a nossa adoração. Irmão e irmã crente em Cristo Jesus, desperta para a realidade do teu chamado e para a obediência àquele que te chamou "das trevas para a sua maravilhosa luz". Entende que as coisas dessa vida são passageiras e que tu deves subordinar todas estas coisas, em prol de uma riqueza maior, de uma riqueza suprema: A GLÓRIA DE DEUS.
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