sexta-feira, 20 de setembro de 2013

“PELOS SEUS FRUTOS OS CONHECEREIS”

by


Rev. João d'Eça



Quando Jesus Cristo, nosso Senhor diz em sua Palavra: “pelos seus frutos os conhecereis” (Mt. 7.20), esta afirmação encerra em si um princípio pelo qual Ele nos ensina a julgar homens e instituições, pelos frutos que produzem.

         Este princípio pode ser aplicado de modo geral na vida cotidiana dos povos e pessoas, ele pode ser aplicado a todas as atividades da vida humana.

Vida Social

         Na vida social, pouco a pouco se vai abandonando os costumes e práticas que “pelos seus frutos” ou resultados práticos mostram a sua inconveniência. Num mundo pragmático, depressa são abandonados os empreendimentos que não dão resultados imediatos. Na política exige-se a troca de governo que não atende aos anseios da sociedade, que tende para o mal estar dos governados, como é o caso do atual governo do PT, que tem insistido em promulgar leis que prejudicam a família, os cristãos e os pobres. Pelos resultados se julga a eficácia do medicamento. “É pelo fruto que se conhece a árvore!!”

Religião

         Assim como esse princípio tem aplicação geral em termos de sociedade, comércio e à política, não é de admirar que ele se aplique mui especificamente aos assuntos da religião.

         Os fariseus foram severamente repreendidos por se apegarem à letra da lei, se dizerem cumpridores dos preceitos legais, mas que esqueciam o que estava por trás do que estava escrito e que eles ainda ampliavam para se safarem.

         Se hoje em dia nós examinarmos bem os que se dizem cristãos e olharmos bem para os frutos que essas pessoas produzem, é certo que elas merecem as mesmas repreensões que os fariseus receberam. Muitas dessas pessoas são petulantes em se denominar crentes, porque os frutos produzidos em suas vidas dizem o contrário, “porque uma árvore boa não pode produzir frutos maus.” (Mt. 7.18).

         Apesar de que no nosso tempo as pessoas se posicionem contrariamente ao julgamento de qualquer natureza, esse princípio julgador de nosso Senhor Jesus, deve ser aplicado a qualquer pessoa, seja ela crente ou não. Se aquele que se diz crente, ainda que seja um ministro da palavra, não produzir em sua vida frutos dignos da vida eterna, pode ser considerado mundano.

         O mesmo princípio aplicado aos indivíduos pode ser aplicado às instituições e corporações.

         Se um governo se diz governado por cristãos, mas promulga leis que vão de encontro à vida moral, ética e religiosa de seus cidadãos, se usa de subterfúgios legais (como fez o Supremo Tribunal Federal), esse governo pode ser considerado um governo mau e corrupto, porque os seus frutos são maus.

         Se uma igreja aceita entre os seus membros, ou entre o seu corpo de ministros, homens que são devassos, desonestos, bígamos, corruptos, não podendo, portanto, dar ao mundo o testemunho de uma igreja cristã autêntica, fica provado de que se afastou do caminho da verdade. “Pelo fruto se conhece a árvore!”

         O papa Francisco tem declarado a sua posição contrária a que a sua igreja vem defendendo por pelo menos 1500 anos. Agora ele vem e começa destruir a base doutrinária da sua igreja, provando que os seus frutos não são frutos dignos da Verdade. Os seus frutos estão mostrando a má qualidade da árvore.


         Todo cristão deve se portar de tal modo que nenhum inimigo da fé cristã possa levantar acusação contra ele, mesmo sabendo que as mentiras são postas, mas a verdade sempre prevalece. Todo crente deve se comportar de tal modo a não agradar homem algum, mas deve estar em paz com a sua consciência esclarecida pela Palavra de Deus.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

7 SIMILARIDADES ENTRE MOISÉS E PAULO

Moisés e Paulo
by

Rev. João d'Eça


Moisés e Paulo viveram no meio de dois grandes períodos históricos da economia divina, o período da lei e o período da Graça.

No período da Lei de Moisés prevaleciam a lei, as obras, as cerimônias, os tipos e as sombras. No tempo de Paulo prevaleceu a Graça, a fé em Cristo, a lei do amor a realidade e a substância.

A vida desses dois homens tem muitos pontos admiráveis e muitas semelhanças, como veremos.

1 – Moisés foi instruído em toda a literatura dos egípcios: aprendeu dos seus sacerdotes, dos mágicos egípcios, da ciência egípcia em todos os ramos conhecidos na época. Foi um homem poderoso em palavras e em ações.

Paulo também foi instruído nas tradições dos seus pais, conhecia profundamente a filosofia, as leis, a poesia a literatura e a moral dos gregos e romanos.

2 – Moisés foi atraído por uma chama de fogo que saia do meio de uma sarça que não se consumia, foi lá onde teve a revelação do Senhor Jeová, que o chamava da sarça: “Moisés, Moisés”.

Paulo em sua viagem para Damasco, cidade da Síria, viu uma luz brilhante e ouviu o Senhor que o chamou em língua hebraica: “Saulo, Saulo”.

3 – Moisés foi comissionado por Deus a apresentar-se perante o Faraó, rei do Egito, e para libertar o povo de Deus das mãos do opressor.

Paulo foi enviado pelo Senhor à presença dos reis e poderosos, para libertar os gentios do reino das trevas.

4 – Moisés não foi bem recebido por pessoas do seu próprio povo e muitos nunca deixaram de murmurar contra ele.

Paulo foi vítima de desconfiança entre os cristãos e isso durante toda a sua vida e ministério. Frequentemente passava por oposição e perigos em meio a falsos irmãos.

5 – Moisés teve de opor a Coré, Datã, Abirão, Miriã e até mesmo Arão.

Paulo encontrou a indiferença de Demas, Marcos, Alexandre e até Barnabé.

6 – Moisés teve muitos cooperadores como Arão, Hur, Jetro; porém o seu companheiro era o jovem Josué.

Paulo teve o companheirismo e amizade de Barnabé, Silas, Lucas e outros; porém o amigo em que ele estava mais próximo era o jovem Timóteo.

7 – Moisés, no fim da vida exortou o povo a ser fiel a Deus e leal à Sua Palavra e recomendou a Josué que mantivesse a fé e o ânimo.


Paulo, ao aproximar-se o tempo de sua morte, aconselhou aos presbíteros de Mileto e deixou recomendações a Timóteo.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

A ORIGEM DO NOME "PROTESTANTES"

Dieta de Spira
By

Rev. João d'Eça


A ORIGEM DO NOME “PROTESTANTE”[1]







O que ouvimos e aprendemos, o que nos contaram nossos pais, não encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do Senhor, e o seu poder, e as maravilhas que fez.
(Salmo 78: 3, 4).

Introdução:

Uma nova dieta foi convocada em Spira para a primavera de 1529. Fernando, que devia presidi-la, transpôs os umbrais da antiga cidade no dia 5 de março seguido dos príncipes católicos com suas escoltas em armas. No dia 15 chegou o eleitor de Saxe, acompanhado de Fillipe Melanchton e Agrícola. Cinco dias depois Philippe de Hesse entrava ao som de trombetas com duzentos cavaleiros.

Logo se notou a expansão de ódios recíprocos. Aqui dois homens notáveis se acotovelavam e fingiam não se conhecer; ali adversários em doutrinas trocavam na rua olhares ameaçadores.

Começou a se propalar que ia expirar o prazo marcado para a liberdade de cultos. De um lado havia reclamações enérgicas pedindo a execução do edito de Worms; do outro exigia-se a conservação do último edital de Spira. Finalmente, a 24 de março, a maioria da dieta decidiu que qualquer inovação religiosa seria interdita onde quer que tivesse sido observado e edito de Worms, e que, nos lugares onde o decreto não tinha sido respeitado, não se tentaria nenhuma reforma nova, não se trataria de assuntos de controvérsia e nenhum católico poderia se fazer luterano. Isso seria estabelecer o Status quo para impedir o progresso da Reforma.

Os príncipes protestantes, alarmados reuniram-se. “Rejeitemos este decreto”, diziam, “em questões de consciência, a maioria nada significa.” As cidades que haviam abraçado a Reforma acrescentavam: “É ao edito de Spira (o anterior) que o Império deve a paz que desfruta, sua revogação perturbaria a Alemanha: A dieta não é competente senão para conservar a liberdade religiosa até a reunião de um concílio.”

Nesta memorável assembléa foram proferidas ameaças para intimidar os membros mais exaltados da Liga de Torgau. Vinte e uma cidades livres aceitaram o decreto da dieta; quatorze resistiram heroicamente. Os príncipes se conservaram firmes e a lembrança de sua conduta nobre é valiosíssima para nós, porque nesse dia foi criado o nosso glorioso nome, de “Protestantes”.

Na grande sala do palácio imperial em que se reuniu as dietas e da qual resta apenas uma antiga muralha em ruínas, o Eleitor Frederico, em nome de toda Liga, pronunciou as seguintes palavras:

Nobres senhores, primos, tios e amigos – reunidos aqui ao apelo do Imperador buscando os grandes interesses do estado e do cristianismo, temos compreendido que os decretos da dieta de Spira devem se abrogados e que há o desejo de substituí-los por perigosas restrições. Entretanto, o rei Fernando havia prometido, em nome do Imperador, fidelidade inviolável àquele edito, como nós nos esforçamos para mantê-lo. Não podemos, consequentemente, permitir que ele seja revogado. Em primeiro lugar porque Sua Majestade imperial tem interesse em fazer executar um decreto emanado por sua própria autoridade. Em segundo lugar porque estão envolvidas a glória de Deus, do Rei dos reis, e a salvação das almas.

Na continuidade do seu pronunciamento, o Eleitor Frederico, discorre sobre a liberdade de cultos que eles adotam, coisa que não fazem os partidários católicos, que queriam a todo custo destruir a Fé Reformada e matar os seus defensores. Ele diz:

Meus caros senhores, nenhum juízo formamos sobre as vossas crenças; limitamo-nos a suplicar a Deus diariamente que nos conduza a todos nós à unidade da fé, à verdade, à santidade e à caridade em Cristo, nosso único Mediador. Se aderíssemos o vosso projeto, seria negar o nosso Senhor e nos expormos a sermos negados por ele diante de seu Pai. Se aceitássemos essa revogação, afirmaríamos que ninguém pode aceitar de Deus a luz. Oh! De quantas apostasias não seríamos cúmplices?


         Na sequência de suas argumentações, Frederico, Eleitor da Saxônia expõe o porque da não concordância com as decisões dos católicos. Suas palavras são:


Eis porque rejeitamos o jugo que nos é imposto. Sabe-se que em nossos estados a Santa Ceia é devidamente distribuída. Não podemos portanto aceitar as medidas propostas contra nossos comungantes. Além disso, questões tão importantes não podem ser resolvidas antes do próximo concílio.


         Ainda no seu pronunciamento perante a dieta, Frederico da Saxônia expõe a forma de culto e celebração da Santa Ceia, da forma como era ministrada pelos ministros que aderiram a Reforma: Diz ele:

O edito de Spira levava os ministros a explicarem as Escrituras de acordo com os escritos reconhecidos pela igreja cristã. Seria necessário portanto explicar o que se entende por igreja. Ora as opiniões são muito diversas a este respeito, mas, como nenhuma doutrina é digna de fé a não ser que se conforme com a Palavra de Deus, estamos resolvidos a manter a pregação pura e exclusiva desta Palavra Santa, contida nos livros canônicos do Antigo e do Novo Testamentos, sem adição de qualquer doutrina contrária.


            Na próxima sequência do pronunciamento de Frederico, ele diz protestar contra a decisão da maioria católica, o que veio posteriormente a fazer os crentes evangélicos serem conhecidos como “Protestantes.” Eis os relatos:

Assim, caros senhores, mui sinceramente vos rogamos que pondereis com cuidado nossas tristezas e nossos motivos de agir. Se resistis a nossa súplica, protestamos aqui diante de Deus nosso Criador, Redentor e Salvador, e diante dos homens – no nosso nome e no dos nossos – contra qualquer adesão ao decreto proposto naquilo em que é contrário a Deus, à Sua Palavra, à nossa liberdade de consciência e ao último edito do imperador. Esperamos que Sua Majestade procederá para conosco como um príncipe cristão e nos confessamos prontos a nos render toda nossa afeição e obediência como fazemos a Deus.


            Estas foram as palavras desses homens heróicos que a cristandade desde então passou a apelidá-los de PROTESTANTES.

         Como protestantes e herdeiros da Reforma e das doutrinas da Graça, devemos nos orgulhar do legado que recebemos. Sabemos que essas histórias foram esquecidas por uma grande maioria e não foram ensinadas com o passar do tempo e das gerações. Por esta razão é preciso nos imbuirmos da responsabilidade de ensinar as gerações futuras a ter orgulho de ser chamados PROTESTANTES.




[1] Traduzido de Souvenirs de La Reformation.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

DIVAGAÇÕES FORTÚITAS SOBRE A MORTE

By

João d’Eça



         A morte é uma trabalhadora incansável, infatigável, que de dia, de noite, a todas as horas está trabalhando.

         Para ela não há descanso. Não sente fadiga alguma por mais aterefada que esteja. Ela trabalha e faz trabalhar ao mesmo tempo.

         Todos os homens sabem que vão morrer e a maioria se preocupa com a morte. Poucos são os que não se lembram que são mortais.

         Todos os dias assistimos o espetáculo horrendo da morte, ela ceifa a vida de ricos e pobres, de pretos e brancos, de europeus, asiáticos, americanos e latinos. Africanos aos milhares todos os dias. Gente da Oceania e de todos os lugares aonde houver gente.

         Uns estão um pouco de tempo enfermos, e morrem; outros não experimentam enfermidade alguma, não sentem a mínima dor, e são levados repentinamente. Há os que procuram a morte, brincam com ela, e a encontram nos momentos mais inesperados.

Uns chegam à velhice, e morrem em seu leito, enquanto outros são arrebatados na flor da idade, sendo feridos de repente.

Caro leitor, você pensou alguma vez nisto?

É bom que pensem para que não vivam descuidados, mas sim prontos, como diz o Evangelho, para que vocês possam entrar na vida celestial.


         A morte é traidora, e aos que estão descuidados, fere de improviso.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

A MORTE DE BÈDE, O VENERÁVEL

By

Rev. João d'Eça

Numa bela e calma tarde do mês de maio do ano de 735 A.D., no convento de Jarrow, sobre o Tyne, um velho monge, deitado em seu quarto, achava-se moribundo. Perto dele estavam três rapazes. Um deles sustentava-o, um outro lia, o terceiro escrevia.

Este velho chamava-se Bède. A posteridade deu-lhe o nome de Bède, o venerável. Era um grande sábio. Ele tinha escrito sobre todas as matérias: Física, astronomia, história, medicina, etc.

Centenas de estudantes o procuravam e sempre eram vistos ao seu redor. Ainda hoje, na história primitiva da Inglaterra esse homem é uma autoridade. Bède, o venerável tinha verdadeira paixão pelo estudo das Escrituras Sagradas. Quando do seu último suspiro, ainda trabalhava na tradução do evangelho de João. Um dos rapazes que lia o texto latino, e o outro escrevia segundo ditava a tradução em anglo-saxonico.

Ele dizia: “Eu não quero, quando partir, que meus filhos leiam mentiras, ou que trabalhem em vão.”

Perto do dia da sua morte, quando já sentia grande opressão e os seus pés começaram a inchar, ele continuava ditando e dizia ao rapaz que escrevia:

“Apressa-te”, dizia ele a seu escrivão. “Não sei quanto tempo ainda aguentarei – ou se meu mestre não me chamará logo.”

Toda a noite ficou acordado, dando graças sem cessar. Desde que raiou o dia da Ascenção, pedia aos rapazes que apressassem o mais possível o trabalho começado. “Quando veio a tarde”, diz um dos jovens, “como o sol, que desaparecia dourava os vidros de seu quarto, o velho de sua cama ditava com voz fraca o fim do evangelho.”

- Só falta um capítulo, mestre, disse o escrivão, com voz ansiosa; mas está ficando muito penoso para vós este ditado.

- Não, disse Bède, é fácil! Toma a tua pena e escreve depressa. Apesar das lágrimas que o cegavam, o moço continuava a escrever.

- E agora, pai, disse ele, depois de algum tempo, só falta uma frase.

Bède continuava a ditar.

- Acabou, mestre! Exclamou o rapaz levantando a cabeça, enquanto escrevia a última palavra.

- Oh! Acabou, repetiu o moribundo. Pois então ajuda-me a chegar perto desta janela onde muitas vezes orei.

Quando já estava na janela:

- Agora, disse ele, Glória seja ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo!


E com estas palavras, sua bela alma entrou na eternidade.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

O CATOLICISMO E SUAS ORIGENS – (PARTE 5)

papa Francisco no Trono
A INFALIBILIDADE PAPAL E IMACULADA CONCEIÇÃO DE MARIA

O mais novo papa, comandante da Igreja Católica romana, bispo de Roma, Itália, Argentino que escolheu ser chamado de Francisco, virá em sua primeira viagem internacional fora da Itália, chegará ao Brasil para a JMJ (Jornada Mundial da Juventude).

Atualmente ouvimos nas reportagens da TV e do rádio a colocação correta de que o papa é o chefe da Igreja católica romana e não mais chefe da igreja cristã como os papas eram identificados, como se eles fossem os representantes únicos do cristianismo.

A igreja romana ao longo da história gloriava-se, dizendo ser a única igreja cristã e os papas ambicionavam a infalibilidade, dogma decretado por um dos papas. O papa Gregório I foi um papa que se pronunciou contra a ideia de um “sacerdócio universal nas mãos de um único homem”. O papa Estevão VI (tido como 113º papa) no ano de 896 d.C., desenterrou o corpo do papa Formoso, cortou-lhe a cabeça e a jogou no Rio Tibre, em Roma.

O papa falecido foi acusado de excessiva ambição pelo cargo papal, e todos os seus atos foram declarados nulos. O cadáver foi despido das vestes pontifícias, e os dedos da mão direita foram amputados. Foi então enterrado em cemitério para estrangeiros, como forma de desonra. Como poderia esse papa ser infalível, se o seu sucessor o vilipendiou dessa forma, depois de morto, sem que esse pudesse se defender? Seu corpo fora recuperado mais tarde, e, por fim, enterrado na Basílica de São Pedro, com vestes papais, junto a outros pontífices mortos.

Como pode Bento XVI ser considerado infalível, se renunciou ao cargo, que segundo creem, foi chamado por Deus para desempenhar? Agora vive isolado num local para viver assim até o dia da sua morte.

Entre os anos de 1305 até 1377 a igreja foi governada por dois papas, um estava em Avinhão, França o outro em Roma, Itália. Ambos se consideravam infalíveis. Interessante é que ambos proferiam maldições um contra o outro.

A pretensa “Infalibilidade papal” começou com as “pseudas decretais de Isidoro”, muitos romanistas tentaram ao longo do tempo dizer que essa informação era falsa, mas caíram em tanta contradição e não tocaram no assunto como deveriam, que os seus argumentos que contestam a informação, é risível. Contra a pretensa infalibilidade, os concílios de Posa,  o de Constança em 1414 d.C., e o de Basiléia em 1431 d.C., disseram que os papas estão sujeitos aos concílios.

A pretensa infalibilidade papal só veio à tona novamente com o papa Pio IX, que ambicionando o poder total, no concílio Vaticano I (1869-1870), decretou a HERESIA da “infalibilidade papal”. Foi esse mesmo papa, Pio IX, que desejou cercear a liberdade de imprensa e proibir outras formas de culto; foi ele quem incentivou as superstições das “relíquias” e numa atitude despótica, sem consultar nenhum Concílio, na bula “ineffabilis Deus” decretou o dogma HERÉTICO da “Imaculada Conceição de Maria” em 1854, que diz que Maria não recebeu em nenhum momento a corrupção do pecado.


DEFESA CATÓLICO-ROMANA DA HERESIA DA IMACULADA

Revisando a linha de argumentos invocados em defesa deste dogma, salta aos olhos que são três os setores em que poderiam ser classificados: tradição, Biblia e filosofia. Vejamo-los nessa ordem.


OS PAIS DA IGREJA (Patrística)

Os romanistas alegam que os primeiros pais se expressaram em termos altamente elogiosos sobre a pureza de Maria, por esta razão só se pode deduzir que ela não foi manchada com o pecado original. Maria é mencionada como “a segunda Eva – que, por sua descendência, chegou a ser a causa da sua própria morte e da raça humana – pois também Maria, levando em seu seio o Homem predestinado (Jesus), e sendo, no entanto, uma virgem, por sua obediência, chegou a ser, tanto para ela mesma como para todo o gênero humano, a causa de salvação”.[1]

São Efrém, um dos pais sírios do século IV, dedica uma prece a Maria, na qual a invoca como “Virgem, Senhora, Mãe de Deus… Santíssima e benigníssima Senhora”, que foi “…eleita como a mais sublime de todas gerações da terra”. E acrescenta: “Bem-aventurada és por todos os séculos, gratíssima a Deus, mais resplandecente que os querubins, e mais gloriosa que os serafins”.[2]

Certo é que há outros pais e doutores da Igreja que ponderam a dignidade, a beleza e a graça de Maria, mas ainda que se pudesse entender que alguns desses elogios favorecem implicitamente a crença na Imaculada Conceição, não se pode, no entanto, afirmar que o digam.

OS ROMANISTAS E ARGUMENTOS BÍBLICOS

Para fundamentar o dogma herético, os romanistas citam as palavras do “proto-evangelho” (Gn. 3:15), ditas pro Deus à serpente e também as palavras da saudação do anjo em Lucas 1:28. Porém, qualquer estudante mediano de teologia sabe que o argumento não está explícito nessas duas passagens, não passando de meras deduções.

A argumentação dos romanistas para o primeiro texto, Gn. 3:15, fazem uma exegese pífia, valendo-se da versão latina de Jerônimo, onde se diz que a mulher esmagará a cabeça da serpente. Logo, raciocinam que, se neste versículo se faz referência à mulher, essa mulher não é outra, senão Maria.... que a promessa de que ela vencerá o diabo quer dizer que o pecado não se apoderará dela nem sequer por um instante, e, portanto, ela foi preservada de toda mancha desde o momento de sua concepção. Vê-se que essa exegese é digna de risos.

A passagem do Evangelho de Lucas, a Vulgata traduz as palavras do anjo Gabriel a Maria assim: “Ave Maria, gratia plena…”, isto é, “cheia de graça”, portanto a argumentação romanista conclui que havendo Maria sido cheia de graça, era impossível que ela alguma vez houvesse cometido pecado, resultando disso sua imaculada Conceição. Novamente meras deduções, argumentos risíveis.

REFUTAÇÃO DOS ARGUMENTOS ROMANISTAS

Precisa de uma Consistente Tradição Eclesiástica

Os romanistas se firmam na “Tradição” pouco resistente para sustentar o peso tão grande deste dogma. O fato é que os pais primitivos da Igreja não creram na “Imaculada Conceição” nem dela falaram. Os testemunhos citados a favor desta crença (lrineu, Santo Efrém e Santo Agostinho), pode-se dizer que a apoiam só por contradição, e ainda isto é duvidoso. A evidência é clara, os pais apostólicos não creram  e nem aceitaram a impecabilidade de Maria.

Tomás de Aquino, teólogo maior do romanismo, tinha um opositor hábil e dialético na pessoa de Juan Duns Escoto (1265-1308).  Tomás de Aquino é conhecido defensor da tese “concepcionista”, mas Juan Duns Escoto é mencionado no Dicionário Católico em inglês A Catholic Dictionary, que diz dele o seguinte:

Juan Duns Escoto dá sua própria opinião a favor da imaculada conceição com uma tal timidez, que claramente revela seu conhecimento de que a opinião geral estava do outro lado. Depois de sustentar que Deus poderia, se quisesse, haver isentado a bendita Virgem do pecado original, por outro lado, poderia ter permitido a ela permanecer debaixo dele por um tempo e então havê-la purificado. Acrescenta ele (Juan Escoto) que “Deus sabe” qual destas duas possíveis maneiras foi realmente tomada; “…mas se não é contrário à autoridade da Igreja ou dos santos, parece recomendável (probabile) atribuir aquilo que é mais excelente a Maria.

Se os Pais falam de Maria como “sem mancha”, “incorrupta”, “imaculada”, de nenhuma maneira se entende que eles creram que ela foi imaculadamente concebida.

Essa controvérsia que existe na igreja romana entre tomistas (Tomas de Aquino) e escotistas (Juan de Escoto) sobre o assunto da Imaculada Conceição, além de não levar a nada, sem nenhuma edificação, vem provar que a tradição alegada é um argumento fraquinho.

Os pais da igreja rejeitaram a Imaculada Conceição.

Os Pais e doutores da igreja testemunham de que não aceitavam a Imaculada Conceição de Maria. Eles afirmam categoricamente a “impecabilidade de Cristo”, mas admitem a participação que Maria teve, igualmente com todos os homens, no pecado original da raça humana.

Vejamos os mais importantes pais e o que eles disseram:

Eusébio de Cesaréia (265-340):
“Ninguém está isento da mancha do pecado original, nem mesmo a mãe do Redentor do mundo. Só Jesus achou-se isento da lei do pecado, mesmo tendo nascido de uma mulher sujeita ao pecado”.[3]

Ambrósio (século IV).
Doutor da Igreja e Bispo de Milão, comentando Salmos 118: “Jesus foi o único a quem os laços do pecado não venceram; nenhuma criatura concebida pelo contato do homem e da mulher foi isenta do pecado original; só foi isento Aquele que foi concebido sem esse contato e de uma virgem, por obra do Espírito Santo”.[4]

Agostinho de Hipona, Doutor da Igreja (354-430).
Comentando Salmos 34:3, diz: “Maria, filha de Adão, morreu por causa do pecado; e a carne do Senhor, nascida de Maria, morreu para apagar o pecado”.[5]


ESCOLASTICISMO

Abaixo a transcrição de citações de duas obras católicas romanas:

Em certo estado de desenvolvimento, a questão foi estudada pelos escolásticos e, coisa rara, quase todos creram que a doutrina da imaculada não estava em harmonia com a universalidade do pecado original e da redenção. Sto. Anselmo, Sto. Alberto, Pedro Lombardo, Alexandre de Hales, São Boaventura, Santo Alberto Magno e São Tomás, ainda que ternamente devotos da Mãe de Deus e prontos a defender seus muitos privilégios, contudo, ensinaram que havia sido concebida em pecado original.” “Entretanto, ainda que os escolásticos mais conspícuos antes do século XIV se opusessem terminantemente à Imaculada Conceição, não faltaram outros, de menos fama, que com igual resolução defenderam esta prerrogativa da Virgem por todos os meios que estavam ao seu alcance.[6]


Outra citação ainda muito interessante é a seguinte:

No século XIII, a época da escolástica, vem ao nosso encontro o fato surpreendente de que a maioria dos grandes teólogos se declara bem explicitamente contra a Conceição Imaculada. Da mesma maneira Alexandre de Hales, o próprio São Tomás nas passagens autênticas, Sto. Alberto Magno, São Boaventura, Juan de la Rochelle, Pedro de Tarentasia, Henrique de Gante, Egidio, Romano, etc”[7]


O testemunho de outros doutores e pensadores do cristianismo vem esclarecer o que estamos dizendo:

Anselmo, Doutor da Igreja, Arcebispo de Caterbury (1033-1109) disse a respeito: “Mesmo sendo Imaculada a Conceição de Cristo, não obstante a mesma virgem, da qual ele nasceu, foi concebida na Iniqüidade e nasceu com o pecado original, porque ela pecou em Adão, assim como por ele todos pecaram”.

São Bernardo (1140): “Só o Senhor Jesus Cristo foi concebido do Espírito Santo, porque era o único santo antes da conceição; com sua exceção, se aplica a todos os nascidos de Adão o que Alguém confessou humilde e verazmente de si: Eis que eu nasci em pecado, e em pecado me concebeu minha mãe.”

Boaventura, apesar de ser o guia dos teólogos franciscanos, escreveu o testemunho de que “todos os santos que fizeram menção deste assunto com uma só voz asseveraram que a bendita virgem foi concebida em pecado original”.

Tomás de Aquino (século XIII). Este célebre Doutor da Igreja, o mais renomado dos teólogos católicos, foi o paladino dominicano na controvérsia contra a Imaculada Conceição. Em sua famosa obra Suma Teológica, , diz:

“Santificação da Bem Aventurada Virgem Maria”, art. II. “A bem Aventurada Virgem foi santificada antes de receber vida?” Respondemos que a santificação da bem-aventurada Virgem não pode entender-se antes de receber a vida… se a bem-aventurada Virgem houvesse sido santificada de qualquer modo antes de receber a vida, nunca teria incorrido na mancha do pecado original; e, portanto, não teria necessitado da redenção e da salvação, que é por Cristo, de quem se diz: …porque ele salvará o seu povo dos seus pecados (Mat. 1.21).[8]


Na continuidade do argumento o maior teólogo do catolicismo romano assevera:

Mas é inconveniente que Cristo não seja o salvador de Todos os homens como se diz (I Tm. 4.10). Logo, segue-se que a santificação da bem-aventurada Virgem nunca houvesse sido contagiada do pecado original, isto derrocaria a dignidade de Cristo, que não necessitou ser salvo como salvador universal, a maior pureza seria a da bem-aventurada Virgem: porque Cristo de maneira alguma contraiu pecado original senão que foi santo em sua mesma conceição segundo o texto (Luc. 1.35)… ao passo que a bem-aventurada Virgem contraiu o pecado original, mas foi purificada dele antes que saísse do seio (materno).[9]


Assim, fundamentamos que o catolicismo romano no que tange a essas duas doutrinas basilares da igreja, está eivado de erros e ensinando a seu próprio povo esse erro infernal.

Oro para que pessoas honestas que se sentirem desafiadas a investigar profundamente o romanismo o façam sem paixão, mas com espírito investigativo, afinal, está em jogo o seu próprio benefício espiritual.




[1] AGAINST HERESLES, til, 22:4; Translations of the Writings of the Fathers, p. 36, Ed. pelo Rev. Alexander Aoberts e James Donaldson, Vol. V, Edinburg: T. and T. Clark, 38, George Street, 1868.
[2] LOS SANTOS PADRES, Edições Desclée, De Brouwer, Buenos Aires, 1946, Tomo II, p. 448.

[3] GAY, Teófilo. DICCLONÂRLO DE CONTROVERSIA, Junta Bautista de Publicaciones, Buenos Aires, p. 423.
[4]  lbid., p. 423
[5] ENARR. Santo Agostinho. in Salmos 34:3. Rev. Ricardo Federico Littledate,
Razones Sencillas contra los Errares Y Ias Innovaciones dei Romanismo, p. 16.

[6] ROSANAS Juan, S.1. Historia de los Dogmas, iii, Ed. cultural, Buenos Aires, 1945, pp. 173 e 174.
[7] Enciciopedia de ia Reilgión Católica, Art. “Concepciõn lmmaculada de lá Santissima Virgen”.

[8] AQUINO, Tomás de. Suma Teológica. Parte III, pergunta XXVII.
[9] Ibidem.

terça-feira, 9 de julho de 2013

O CATOLICISMO ROMANO E SUAS ORIGENS (PARTE 4)

A CONFISSÃO AURICULAR E AS FARSAS ROMANISTAS

Os fiéis católicos aprendem que devem confessar seus pecados mortais pelo menos uma vez por ano a um sacerdote humano, pois isso é essencial para a obtenção do perdão de Deus. Examinamos a doutrina da Confissão Auricular à luz dos escritos do catolicismo romano e da Bíblia Sagrada.
O Catolicismo ensina que existem dois tipos de pecado: mortal e venial.
"Escolher deliberadamente, isto é, sabendo e querendo, uma coisa gravemente contrária à lei divina e ao fim último do homem é cometer pecado mortal. Este destrói em nós a caridade, sem a qual é impossível a bem-aventurança eterna. Caso não haja arrependimento, o pecado mortal acarreta a morte eterna. O pecado venial constituiu uma desordem moral reparável pela caridade, que ele deixa subsistir em nós. A repetição dos pecados, mesmo veniais, produz os vícios, entre os quais avultam os pecados capitais.[1]

Continuando a argumentação o catecismo diz:

"Para que um pecado seja mortal requerem-se três condições ao mesmo tempo: 'É pecado mortal todo pecado que tem como objeto uma matéria grave, e que é cometido com plena consciência e deliberadamente."[2]

O Catecismo explica como é que um pecado para ser venial, o que precisa. Basicamente precisa de duas coisas:
"Comete-se pecado venial quando não se observa, em matéria leve, a medida prescrita pela lei moral, ou então quando se desobedece à lei moral em matéria grave, mas sem pleno conhecimento ou sem pleno consentimento."[3]

Quando o católico entra no confessionário, uma cabine escura com um lugar para se ajoelhar diante de uma janela fechada e contemplar seus pecados até que o sacerdote abra a janela e ouça o penitente relatar seus pecados secretos mais sujos, vis, profundos e tenebrosos da carne e do coração. O penitente é instruído a confessar todos os seus pecados, especialmente os pecados mortais, visto que, como diz o Catecismo no item 1874, "...o pecado mortal acarreta a morte eterna.".

O confessionário sempre serviu para “devassar os lares”. Na Espanha e em Portugal, os dois países mais católicos do mundo em termos proporcionais desde séculos, a igreja católica romana sempre usou com eficiência o confessionário, para descobrir e informar as autoridades o pensamento político dos generais, através da confissão de suas esposas.

A igreja católica romana também conseguiu ao longo dos séculos, doações de pessoas beatas, e viúvas que em busca de “absolvição”, eram levadas a entregar casas, terras, fazendas, propriedades e fortunas. Isso fez com que a igreja católica, principalmente no Brasil, viesse a ser uma grande proprietária de terras e patrimônio. Em reportagem do jornal O Estado de São Paulo, de 25 de fevereiro de 1980, diz: “a igreja no Brasil tem um vultoso patrimônio imobiliário”.

Um dos doutores da Igreja, São Bernardo (Bernardo de Claraval) [1090 – 1153], exprime-se com muita amargura, quando diz: “o clero se diz pastores, mas são na verdade roubadores, não satisfeitos com a lã das ovelhas bebem o seu sangue!”[4]

Esse doutor da igreja, por discordar de muitas práticas anti-bíblicas, foi cortado da lista de doutores da igreja. Se você procura-lo nas lista da igreja católica romana, ele terá sido retirado.

Como a Igreja católica romana americana é a maior doadora de recursos para o Vaticano e este está cada vez mais nadando em dinheiro, sendo a corte mais suntuosa da Europa, hoje, os doadores americanos de Chicago, tem exigido ver os balancetes de relatórios financeiros das aplicações do dinheiro doado, conforme reportagem de O Estado de São Paulo.[5]

DECLÍNIO DO CATOLICISMO ROMANO

Até mesmo no Brasil, considerado o maior país católico romano do mundo em termos numéricos, o catolicismo tem diminuído a sua membresia a cada ano. Na década de 80 e 90 a saída de católicos romanos para outras formas de cristianismo e até para outras religiões estava no patamar de 600 mil por ano. A igreja católica romana brasileira, reagiu e começou a mudar a sua liturgia, fazendo-a como os cultos protestantes, apesar de não acabar com as missas, passaram também a apoiar os movimentos carismáticos, cujos cultos e músicas são extraídos da liturgia dos evangélicos, e sem nenhuma crise de consciência, passaram a fazer igual como os evangélicos, no intuito de reverter a debandada dos seus arraiais. Hoje até os padres estão se vestindo como se fora pastores evangélicos, sem a indumentária pesada que sempre caracterizou o clero católico romano.

PERDA POR DENTRO E POR FORA

A influência da Igreja católica romana no mundo de hoje tem sido questionada em todos os meios sociais e até mesmo dentro das hostes do romanismo. Padres, bispos, cardeais e até mesmo papas, tem questionado a forma da igreja trabalhar pelo poder temporal e desprezar a alma dos seus adeptos.

O ex-padre Dr. Aníbal Pereira Reis, convertido ao protestantismo depois de ler o livro de provérbios, denunciou vários dogmas da igreja romana e dentre muitos livrois que escreveu à partir dai, A farsa da Aparição de Fátima, é esclarecedor para mostrar como a igreja é capaz de inventar coisas terríveis (como foi a farsa da aparição), contribuindo para a morte de duas crianças, só para não perder os privilégios com o governo português. O padre Mário de Lixa também denunciou a farsa de Fátima, veja vídeo clicando http://youtu.be/715bepotJv8.

Assim caminha a Santa Sé. Recentemente o papa Benedicto XVI, renunciou ao seu mandato papal e agora a igreja tem um papa e um ex-papa convivendo no mesmo espaço. O livro do jornalista alemão Andreas Englisch O Homem que não queria ser papa, está disponível nas livrarias do país e é esclarecedor para mostrar os bastidores do “reino” do Vaticano.




[1] Catecismo da Igreja Católica, Edições Loyola, itens 1874-1876.
[2] Ibidem, item 1857.
[3] Ibidem, item 1862.
[4] ERNESTO. L. Oliveira. Roma, a igreja e o anticristo. Pg. 178
[5] O Estado de São Paulo, 26.06.1985

Minhas postagens anteriores