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sábado, 25 de abril de 2015

JESUS, SOCORRO BEM PRESENTE. ELE NOS LIVRA DO CONTÁGIO DO MAL.

Todas as pessoas tem um cuidado extremo quando se trata de não se contaminar com outras pessoas que estão gravemente enfermas por uma doença contagiosa. Logo que se tem a notícia de que alguém foi contaminado com uma doença contagiosa, é desnecessário avisar aos outros para se manterem distantes do doente, para evitar-se o contágio.

Mas perguntamos: Por que os homens não são tão cuidadosos quando se trata de evitar o contágio com alguém contaminado de vícios e de maus costumes?

Os jovens principalmente, deviam ter sempre em vista o que diz a Escritura Sagrada em I Co. 15.33: “as más conversações corrompem os bons costumes.” É como dizia a minha avó: “Com os santos sereis santos, com os maus outro tanto.”

Na Escritura Sagrada temos o relato de Simão Pedro respondendo a Jesus: “Senhor para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna...” (João 6.68).

Vemos no texto destacando acima, que apresenta uma alma angustiada, mas que sabe exatamente a quem recorrer para ter o alívio. A quem iremos quando estamos sozinhos, desprezado pelos demais, sofrendo? Só podemos recorrer a Jesus, que tem palavras de vida eterna.

A quem recorrerei quando as minhas necessidades são tão grandes que não vejo saída ou não tem por perto ninguém que possa ajudar-me? Recorro a Jesus que tem as palavras da vida eterna.

A quem irei, se me acho pobre e desamparado e não encontro uma mão amiga que queira me socorrer? A Jesus que tem palavras de vida eterna.

A quem irei se os meus pecados e a minha maldade herdada na Queda, atrofiam a minha alma a ponto de precipitá-la no abismo? Recorro a Jesus, que tem as palavras de Vida Eterna.


Termino com o texto que muito aprecio I João 2.2: “Ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro.” 

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

COMO É BOM E COMO É AGRADÁVEL QUE OS IRMÃOS VIVAM EM UNIÃO!

Por
Rev. João d'Eça
Sermão pregado na IPB Monte Moriah no dia 21/09/08.

Texto: Salmo 133 1. Oh! Como é bom e agradável Viverem unidos os irmãos! 2. É como óleo precioso sobre a cabeça, O qual desce para a barba, a barba de Arão, E desce para a gola de suas vestes. 3. É como o orvalho do Hermon, Que desce sobre os montes de Sião. Ali ordena o Senhor a sua benção e a vida Para sempre.

OS BENEFÍCIOS DA COMUNHÃO DOS SANTOS Introdução: Davi é o autor deste soneto cintilante. Por experiência própria, Davi, sabia que a amargura foi a causa de divisões nas famílias, e agora estava preparado para celebrar a benção da unidade pela qual ele tanto ansiava. Este salmo foi escrito suavemente, não há palavras duras, o que há é doçura e suavidade. Diferente do Salmo 110, onde são usadas palavras bem fortes e duras, aqui, o salmista fala de paz e de afabilidade. Este era o hino de alegria pelo retorna a Sião e pela alegria de estarem vendo a união de todas as tribos em torno de um objetivo comum, em torno da sua religiosidade comum. Agora Israel está unido em torno do Senhor e das suas promessas. Não é surpresa para ninguém, que quando os irmãos vivem unidos, o Senhor Deus também está unido com eles.

I - PRIMEIRO BENEFÍCIO: “É BOM E AGRADÁVEL”. A PIMEIRA QUALIDADE: É BOM. Quando vemos esse tipo de união nas igrejas, ficamos admirados, porque infelizmente, não é comum ser assim, mas, no entanto, é essa a característica dos verdadeiros santos. “Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos”. Essa é a condição excelente de vida que o Senhor quer que vivamos. No uso que o salmista faz da palavra “COMO” por duas vezes – “Como é bom e como é agradável que os irmãos vivam em união”, ele nos convida a ver com nossos próprios olhos, os benefícios dessa condição. A combinação de dois adjetivos “bom” e “agradável” é notável aqui. Para uma coisa ser boa, é algo que tem de ser especial, mas também, para ser agradável, tem de ser muito melhor. “Boa” e “agradável”, essa é a qualidade da vida dos crentes que vivem em união. Quando irmãos podem viver juntos debaixo de um mesmo teto, sem brigas, sem discussões, então a comunhão entre eles é um exemplo que os de fora desejam imitar. Somos da mesma família cristã, e, para o nosso conforto e bem-estar, não deve haver atritos entre nós. Infelizmente, em muitas famílias existem atritos entre irmãos e isso gera um espetáculo que não é nem “bom” e nem “agradável”. A união cristã é sempre “boa” e “agradável”. É bom para nós, bom para os irmãos, bom para os novos convertidos, bom para a igreja, bom para todos, e é “agradável” viver assim. Uma igreja que vive unida em serviço a Deus, é um testemunho contagiante para os que vivem em redor. O Senhor Deus quer que vivamos em união, porque: a) – Deus é o próprio autor da vida em união e em paz. “Porque Deus não é Deus de confusão e sim de paz. Como em todas as igrejas dos santos” (I Corintios 14: 33). b) – Porque viver em União é Bom. Porque o amor que produz união é fruto do Espírito (Gal. 5: 22). Viver em amor e união é espiritualmente bom. É a vida “boa” que nasce em nós com a regeneração. c) – Viver em união é bom tanto nos efeitos quanto nas consequências. Os que convivem unidos só levam vantagem em tudo, vantagem espiritual fazendo o bem e recebendo o bem. A SEGUNDA QUALIDADE, AGRADÁVEL.. 1 – É agradável a Deus, é aceitável a Ele. Sendo o Senhor o Deus da paz, ele se alegra em ver os seus filhos vivendo em paz e em harmonia. Assim como filhos bons, educados, pacíficos, alegram os corações dos seus pais, assim também, os crentes que vivem em união, alegram o coração de Deus. 2 – A união fraternal é também agradável a nós mesmos que temos prazer em viver assim. 3 – A união fraternal alegra todas as pessoas. Eles vêem e dizem: - Veja como é agradável a vida que eles vivem! “Aquele que deste modo serve a Cristo, é agradável a Deus e aprovado pelos homens” (Romanos 14: 18).

A palavra “agradável” aqui é a mesma usada em Hebreus, para a harmonia musical. Quando as cordas do instrumento são afinadas e tocadas para a composição de uma linda melodia. Isto é agradável para os que ouvem. Assim é também agradável ver a união entre os irmãos. A mesma palavra é também usada na Bíblia para referir-se à doçura do mel, para referir-se ao óleo precioso que correu pela barba de Arão e para referir-se também, ao orvalho que caiu do monte Hermon e nas colinas de Sião, tudo isso para exemplificar como é “agradável” a união entre os irmãos. JUNTOS EM UNIDADE. O apóstolo João ora a Deus pedindo que os cristãos “sejam um” em Cristo, assim como Cristo é um com o Pai (João 17: 21). Em I Cor. 1. 10, Paulo roga aos irmãos em nome de Jesus, que não permitam divisões entre si. Ele diz:

“Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma cousa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer.” Quem promove divisões entre os irmãos é Satanás: “O inimigo que o semeou é o diabo...”(Mateus 13: 39). Ele separou primeiro os homens de Deus e depois separou uns dos outros. II – SEGUNDO BENEFÍCIO: É UMA CONDIÇÃO SAGRADA. (V, 2) – “É como óleo precioso sobre a cabeça o qual desce para a barba. A barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes”. A união entre os irmãos é como o cheiro de um perfume precioso. O salmista o compara com o ritual sagrado da unção com o óleo precioso. Este óleo não podia ser derramado sobre qualquer pessoa, mas somente naqueles escolhidos por Deus. Assim como o óleo precioso é derramado sobre a cabeça e escorre pela barba, descendo até as vestes, assim também, é a união entre os irmãos. A união cristã não escolhe as pessoas, não faz acepção, atinge a todas as classes sociais, todos são abençoados com o derramamento do óleo precioso, até os mais humildes. O óleo precioso não permaneceu limitado em um só lugar, ele desceu da cabeça para a barba, desceu da barba para a gola, desceu da gola para as vestes, ungindo e abençoando cada parte. Assim também, irmãos, quando a união cristã é exercida, não cessa de abençoar a toda a igreja. O amor de Deus flui. Ele é derramado sobre a cabeça, mas não fica restrito a ela, ele flui por todo o corpo de Cristo que é a igreja. O amor de Deus em nossos corações tem que nos unir, não pode ficar restrito a nós. Se há um irmão humilde, esse é representado pela orla das vestes do sacerdote, até lá chegou o óleo sagrado e precioso, o amor de Deus derramado em meu coração tem de chegar até ele. O amor fraternal vem da cabeça, mas vai até os pés. O seu modo de derramamento é descendente. Se não for derramado dos nossos corações não flui, não alcança os mais humildes, e isso não é o amor de Deus. Jesus desceu da sua glória para nos salvar e nos dá nova vida nEle. É nos laços de Jesus Cristo, nosso Sumo-Sacerdote, que somos irmãos. Estejamos onde estivermos, seremos sempre irmãos em Cristo, seja no Norte, seja no Sul, seja em Sião, somos irmãos e devemos ser unidos em Cristo, isto dá alegria ao coração de Deus. Somos a família do Senhor. O nosso laço de comunhão consiste em fluir a união para a vida dos irmãos, em correr para a união com os irmãos. Assim como o orvalho do Hermon desceu sobre os montes de Sião e depois que o sol nasceu produziu vida em abundância, verdor e frescor de Deus para a região, assim também nós, devemos inundar de benção os nossos irmãos em Cristo. III – TERCEIRO BENEFÍCIO: UNIÃO FRATERNAL ETERNA. “É como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião. Ali ordena o Senhor a sua benção e a vida para sempre.” MONTE HERMOM: O Monte Hermom, é uma montanha de 2.814 metros de altura e fica ao norte de Israel na Síria, e é a montanha mais alta do lugar. Sua altura permite que ele seja avistado de quase toda região palestina. Está do outro lado do rio Jordão. Fica coberto de neve quase o ano todo. A neve que derrete dele, é o principal suprimento do rio Jordão. O orvalho do Hermom desce até os montes de Sião, onde fertiliza a terra e com o nascer do sol, as sementes trazidas pelo vento ou nos pés e bicos dos passarinhos, nascem, produzindo vida para a região antes deserta. O salmista compara a União entre os irmãos em Cristo a esse processo de vitalização da secura do deserto da alma humana. A união e o amor entre os irmãos enche de alegria o coração uns dos outros e o coração de Deus. Assim como o orvalho do Hermom desce do lugar mais alto para o lugar mais baixo, santificando, revitalizando, dando vida e crescimento de graça para todas as plantas, assim também nós, os cristãos devemos ser fonte de Graça para os irmãos em Cristo. O SENHOR ORDENA A BENÇÃO ETERNAMENTE. No lugar onde o amor fraterno é abundante, no lugar onde as pessoas desejam viver em união fraternal cristã, lá o Senhor comanda a benção. O Senhor dá o melhor dele, a vida eterna para que todos desfrutem da eternidade com Deus. Iremos viver e amar eternamente, é isso que faz a vida cristã em união fraternal, tão “boa” e “agradável”. Para o nosso Senhor é o óleo precioso sendo derramado, assim como o “orvalho do Hermom”. Essa virtude de vida cristã que a Escritura ensina para nós hoje, não é igual aquele amor que vem a vai, não é o espírito que separa e exclui, mas que convive junto em união, não é aquela que debate coisas infrutíferas, mas aquela que pensa em unidade. Nós nunca experimentaremos o poder completo desse “óleo precioso” derramado, até que tenhamos um só coração e um só espírito. Deus envia a sua benção onde a paz é cultivada, onde o Senhor testemunha a União Cristã entre os irmãos, dentro das nossas igrejas, no seio das nossas famílias e entre o povo que se chama pelo nome de cristãos, ai o Senhor faz chover as suas bênçãos e nós somos santificados. CONCLUSÃO: Os Benefícios da Comunhão dos Santos é expressado neste Salmo 133, assim como está esboçado no próprio Salmo. 1 – É bom e é agradável que os irmãos vivam em união – É saúde para o corpo, para a emoção, para a alma e para o espírito. 2 – É comparado à unção com o óleo sagrado e precioso, no qual os reis e sacerdotes eram ungidos – Vem de Deus e através de nós espalha-se entre os outros ao nosso redor e com quem temos contato. 3 – É comparado com o florescimento de um deserto – Nós somos instrumentos de irrigação espiritual, de inundar com a graça de Deus, do seu amor e da sua santa união entre os irmãos. Vai da cabeça aos pés, abrangendo a todos, sem acepção de pessoas.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

18 ANOS DE CASADOS E MUITO FELIZES.




Por





Rev. João d'Eça





Lembro do dia do meu casamento como se fosse hoje. Era Sábado em 20 de Janeiro de 1990, passei o dia todo fazendo os preparativos para a cerimônia que aconteceria as 18 horas na Igreja na Igreja Batista, tendo como celebrante o Pr. Silas Waldemir Chaves, que na época era diretor do Seminário onde eu estudava, o SCEN.

Até pelo menos umas duas horas antes da cerimônia, eu estava trabalhando com os jovens da igreja na ornamentação do local e fazendo os ensaios pra que na hora tudo ficasse perfeito, como de fato ficou. Sem a ajuda dos jovens da Igreja, nada disso seria possível.

Hoje fazem 18 anos que estou casado com a mesma mulher, digo isso porque meu alvo é que ela seja a minha única esposa pra toda vida, a não ser que o Poderoso Deus resolva nos separar pela morte.

Eu acredito que o casamento é uma instituição indissolúvel, para Deus, casamento é pra sempre e para mim também, a Bíblia nos ensina que Deus instituiu o casamento antes de qualquer outra instituição, disse Deus: "Não é bom que o homem esteja só, far-lhe-ei uma esposa que lhe seja idônea" (Gen. 2: 18).

Diz ainda que: "Ao que Deus ajuntou, não o separe o homem" (Mateus 19:6) e falando aos fariseus sobre o assunto do repúdio à mulher, Jesus responde a eles: "Por causa da dureza dos vossos corações, Moisés permitiu repudiar suas mulheres, mas no princípio não foi assim" (Mateus 19: 6), ou seja, não está no plano original de Deus que haja separação entre os casados. Os casais se separam, somente porque não seguem o plano de Deus, preferem viver uma vida dissoluta, do que buscar a vontade de Deus expressa na Bíblia para suas vidas.

Estou feliz em meu casamento apesar dos percalços que todo casal passa, mas o problema não são os problemas, mas o que vou fazer com eles. Uns são fortemente abatidos e tombam, outros se fortalecem e superam as dificuldades.

Parabéns aos casados.

sábado, 21 de abril de 2007

24 HORAS DE ORAÇÃO.



Por

Rev. João d'Eça.

"O que vimos e aprendemos e o que nos contaram nossos pais, não encobriremos aos nossos filhos, contaremos às vindouras gerações, os louvores do Senhor,e o Seu Poder, e as maravilhas que fez" (Salmo 78: 3,4).

EU NÃO COSTUMO ESCREVER COM LETRAS MAIÚSCULAS, MAS ESTA É UMA OCASIÃO ESPECIAL, POR ISSO ESTOU ESCREVENDO EM MAIÚSCULAS.

É QUE HÁ POUCO ACABOU A PROGRAMAÇÃO DE 24 HORAS DE ORAÇÃO, ENVOLVENDO A IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL E EM ESPECIAL A IGREJA EM SÃO LUÍS E NO ESTADO DO MARANHÃO.

UM DIA TEREMOS O QUE CONTAR AOS NOSSOS FILHOS, ÀS VINDOURAS GERAÇÕES: ORAMOS POR 24 HORAS ININTERRUPTAS, NUMA FESTA ESPIRITUAL TODA ESPECIAL, ONDE TODOS OS 4 PRESBITÉRIOS DO SÍNODO DO MARANHÃO SE FIZERAM REPRESENTAR POR SUAS IGREJAS, SEUS PASTORES E SEUS PRESBÍTEROS.

FOI UM MOMENTO EMOCIONANTE, JAMAIS VISTO NA HISTÓRIA RECENTE DA IPB NO MARANHÃO, FOI MARCANTE, FOI EDIFICANTE E JÁ ESPERAMOS OS PRÓXIMOS EVENTOS ONDE VEREMOS A IGREJA UNIDA EM UM SÓ PROPÓSITO, RENDER AS NOSSAS ORAÇÕES AOS PÉS DO SENHOR. PARABÉNS IGREJA PRESBITERIANA NO MARANHÃO E NO BRASIL, COM CERTEZA VEREMOS OS "FRUTOS DO NOSSO PENOSO TRABALHO".

ADVOGADOS, ENGENHEIROS, PROFESSORES, MÉDICOS, PASTORES, PRESBÍTEROS, DIÁCONOS, COMERCIANTES, IRMÃOS E IRMÃS ESTIVERAM JUNTOS ORANDO. ORAMOS PELOS GOVERNANTES EM TODOS OS NÍVEIS, ORAMOS PELAS FINANÇAS, ORAMOS PELAS FAMÍLIAS, ORAMOS PELA IGREJA, ORAMOS PELAS LEIS JUSTAS E ORAMOS POR NÓS MESMOS. PASTORES ORARAM POR PRESBÍTEROS E DIÁCONOS, PRESBÍTEROS ORARAM POR SEUS PASTORES, UM OROU PELO OUTRO, TODOS ORARAM.

QUE ESSE DIA SE REPITA MUITAS VEZES DAQUI PRA FRENTE E QUE NOSSA MEMÓRIA ESPIRITUAL SEJA AGUÇADA PARA QUE POSSAMOS DIZER COMO O PROFETA:

"...aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia."

(Habacuque 3:2).

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