quinta-feira, 15 de outubro de 2015
O VALOR DE UM CARÁTER NOBRE
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
PLÁGIO E PREGAÇÃO
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
A FALTA DE CARÁTER NA CULTURA BRASILEIRA.
Antigamente ouvíamos falar de conceitos como honra, dignidade, sinceridade, verdade, lealdade. Líamos livros onde esses conceitos eram apresentados e nos sentíamos mal devido a pequenos pecados cometidos.
Meu avô era um homem honrado e de palavra. Ele dizia: “A palavra verdadeira é o maior bem de um homem”.
O meu avô, no interior do Maranhão, dizia pra um empregado seu ir até a mercearia do vilarejo onde morava, levando um papel de embrulho assinado, pedindo pra o dono da mercearia aviar-lhe determinada coisa, que hora tal... ele iria pagar. Na hora marcada ele estava na mercearia pra pagar a dívida, fizesse chuva ou tempestade.
O meu avô era vaqueiro/capataz de um grande fazendeiro que vivia na cidade e ia na fazenda de quando em vez, e lhe cobrava contas de toda a sua mordomia. Meu avô prestava contas de tudo, sem deixar nada faltar e se havia algum prejuízo, ele mesmo jogava em sua conta. Isso é que é honestidade!!!!
Esse tempo passou. Já não se tem mais honra, nem dignidade, nem lealdade à verdade. Mente-se com tanta facilidade, a toda hora, em qualquer lugar, por qualquer motivo.
Para nós tem sido difícil até notarmos que funcionários públicos raramente confessam o que fizeram de errado. Senadores, Deputados, Ministros, Desembargadores, políticos em geral, empresários, gente comum, a sociedade como um todo. A desonra tornou-se parte da cultura brasileira, mas na verdade é um fenômeno mundial, após a quebra dos valores religiosos e familiares.
Os funcionários públicos, os políticos, pessoas que exercem funções de destaque na sociedade, após terem sido acusados de algum tipo de mau comportamento, eles raramente dizem: "Eu fiz isso. Estou profundamente envergonhado de mim mesmo. Traí vocês e desonrei meu alto cargo, por isso venho pedir minha demissão”. “Estou renunciando o meu mandato agora."
O que ouvimos é a desonra da mentira, de afirmações levianas, de cinismo, de mal-caratismo, de desculpas, as mais ridículas possíveis. Ninguém assume seu pecado.
Não, a prática não é essa hoje em dia. Assumir pecados? Reconhecer erros? Os funcionários públicos e os políticos não confessam e ainda alegam ser mal compreendidos. Confessam, sim, ser perseguidos pela mídia. Confessam os pecados de outros políticos. Também confessam humildemente serem vítimas de suas próprias virtudes - como quando o Presidente Nixon alegou, no escândalo Watergate, ter usado o coração, não a cabeça, e ter tentado fazer o que achou ser "o melhor para a nação". Em seguida, renunciou, disse ele, como um "sacrifício pessoal".
Por fim, o atestado de mal-caratismo é duplamente evidenciado, quando de caso pensado, o mal-caráter, prevendo as conseqüências das suas iniqüidades, planeja escapar, usando a própria lei que o condenaria, interpretada por amigos colocados nos lugares estratégicos tanto para defendê-los como juízes togados, quanto como eleitores previamente aliciados para que o processo pareça legal.
Em tempo:
Não sou partidário do PSDB, mas admirei o discurso do Senador Arthur Virgílio, quando assumiu o seu erro no caso do funcionário do seu gabinete que foi estudar na Espanha. Nunca vi antes outro político fazer algo parecido. Este artigo foi produzido antes do discurso, há cinco dias, não havia o discurso do Senador, mas havia uma reflexão da minha parte, sobre o caráter da maioria do povo brasileiro. Felizmente assisti hoje pela TV Senado um discurso que jamais esperava ouvir.
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
QUAL É A DIFERENÇA ENTRE PAÍSES POBRES E PAÍSES RICOS?

Por
Rev. João d'Eça
Todos os dias eu recebo em minha caixa de E-mails, dezenas de mensagens de todos os tipos. São amigos queridos que possuem o meu endereço em uma lista e repassam essas mensagens pra todos, ou mesmo pessoas desconhecidas que também querem motivar outras que não conhecem.
Sempre que recebo estas mensagens trato de vê-las e geralmente arquivo todas depois de lê-las, dificilmente me desfaço de alguma, deletando-a, a não ser que seja uma indignidade.
Revendo os meus arquivos hoje à tarde, encontrei esta que reproduzo abaixo, que para mim não veio o autor, está como desconhecido, mais por ser atualíssima e digna de nossa reflexão, resolvi publicá-la.
Leia a mensagem abaixo:
A diferença entre os países pobres e os ricos não é a idade do país.
Isto pode ser demonstrado por países como Índia e Egito, que tem mais de 2000 anos e são pobres.
Por outro lado, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que há 150 anos eram inexpressivos, hoje são países desenvolvidos e ricos.
A diferença entre países pobres e ricos também não reside nos recursos naturais disponíveis.
O Japão possui um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura e a criação de gado, mas é a segunda economia mundial. O país é como uma imensa fábrica flutuante, importando matéria-prima do mundo todo e exportando produtos manufaturados.
Outro exemplo é a Suíça, que não planta Cacau mas tem o melhor chocolate o mundo. Em seu pequeno território cria animais e cultiva o solo durante apenas quatro meses no ano. Não obstante, fabrica laticínios da melhor qualidade. É um país pequeno que passa uma imagem de segurança, ordem e trabalho, o que o tranformou na caixa forte do mundo.
Executivos de países ricos que se relacionam com seus pares de países pobres mostram que não há diferença intelectual significativa.
A raça ou a cor da pele também não são importantes:
imigrantes rotulados de preguiçosos em seus países de origem são a força produtiva de países europeus ricos.
Qual é então a diferença?
A diferença é a atitude das pessoas, moldada ao longo dos anos pela educação e pela cultura.
Ao analisarmos a conduta das pessoas nos países ricos e desenvolvidos, constatamos que a grande maioria segue os seguintes princípios de vida:
1. A ética, como princípio básico.
2. A integridade.
3. A responsabilidade.
4. O respeito às leis e regulamentos.
5. O respeito pelo direito dos demais cidadãos.
6. O amor ao trabalho.
7. O esforço pela poupança e pelo investimento.
8. O desejo de superação.
9. A pontualidade.
Nos países pobres apenas uma minoria segue esses princípios básicos em sua vida diária.
Não somos pobres porque nos faltam recursos naturais ou porque a natureza foi cruel conosco.
Somos pobres porque nos falta atitude. Nos falta vontade para cumprir e ensinar esses princípios de funcionamento das sociedades ricas e desenvolvidas.
SOMOS ASSIM, POR QUERER LEVAR VANTAGENS SOBRE TUDO E TODOS.
SOMOS ASSIM POR VER ALGO DE ERRADO E DIZER: “DEIXA-PRA-LÁ”
DEVEMOS TER ATITUDES
E MEMÓRIA VIVA..
SÓ ASSIM MUDAREMOS
O BRASIL DE HOJE.
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