segunda-feira, 13 de outubro de 2014
A IGREJA É HIPÓCRITA POR CONDENAR A HOMOSSEXUALIDADE E NÃO O DIVÓRCIO?
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
100 PRINCIPAIS LÍDERES RELIGIOSOS CITAM A TORÁ PARA COMBATER INVESTIDA PRÓ-HOMOSSEXUALISMO DE OBAMA
Em uma impressionante declaração formal que confronta diretamente os esforços de Obama, que durante todo o seu mandato buscou promover e normalizar o homossexualismo, uma coalizão de rabinos ortodoxos e respeitados profissionais de saúde mental afirma que o homossexualismo é um comportamento que pode ser mudado e curado com terapia, se a pessoa assim o desejar.
“O conceito de que Deus criou um ser humano incapaz de encontrar felicidade em uma relação amorosa a não ser que viole uma proibição bíblica não é nem plausível nem aceitável”, afirma o documento, intitulado Declaration on the Torah Approach to Homossexuality.
Ele afirma que a atração pelo mesmo sexo pode ser modificada e “curada”, e condena o “bombardeio propagandístico” que foi lançado “para persuadir o público sobre a legitimidade do homossexualismo”.
“Predominam na mídia as rotulações negativas que sugerem que quem não aceita o estilo de vida homossexual como legítimo o faz por ‘ódio’ ou porque é ‘homofóbico’. Essa coerção política silenciou muitos à condescendência. Infelizmente, essa atitude permeou a comunidade judaica, e muitos ficaram confusos ou aceitaram a postura da mídia sobre esse assunto”, afirma o documento.
De fato, assim que Obama assumiu o mandato em 2009, ele promulgou um projeto de lei que tratava de “crimes de ódio”, que aumentava as penas por crimes atribuídos ao “ódio” ao homossexualismo, fornecendo aos gays proteções especiais às quais outras vítimas não têm direito.
“A Torá declara explicitamente que o homossexualismo não é um estilo de vida aceitável ou uma identidade genuína, e proíbe severamente a conduta. Além disso, a Torá, sempre visionária sobre as influências seculares negativas, nos alerta em Vaicrá (Levítico) 20:23: ‘E não andeis nos costumes das nações que eu expulso de diante de vós...’ Principalmente se a Torá menciona o homossexualismo e outras práticas sexuais proibidas”, afirma a declaração.
O documento foi assinado por uma coalizão de mais de 100 rabinos, organizadores comunitários, líderes e profissionais de saúde mental. Dentre os signatários que decidiram vir a público está a psicóloga e autora Dra. Miriam Adaham de Jerusalém; o Rabino Simcha Feuerman, presidente da International Network of Orthodox Mental Health Professions (Rede Internacional de Profissões de Saúde Mental Ortodoxas); a psiquiatra de Los Angeles e autora Dra. Miriam Grossman; o Dr. Joseph Gelbfish de Brooklyn, Nova Iorque; o Rabino Yaakov Salomon, psicoterapeuta e autor; o Rabino Steven Pruzansky, vice presidente do Conselho Rabínico dos EUA, e dezenas de outros.
A declaração contradiz um documento de 2010 assinado por rabinos ortodoxos que acreditavam que “Judeus com orientação homossexual ou atração pelo mesmo sexo devem ser acolhidos como membros plenos da sinagoga e da comunidade escolar. Assim como com relação a gênero e etnia, eles devem participar e contar nos rituais, serem elegíveis para homenagens nas sinagogas, e serem tratados igualmente e sob o mesmo padrão haláquico e hagádico, assim como qualquer outro membro da sinagoga à qual se juntarem”.
CONTRADIÇÃO
A declaração de 2010 também rejeitava a ideia de terapia para curar o homossexualismo, mas a nova declaração toma uma posição oposta.
“Rejeitamos enfaticamente a noção de que a pessoa com tendências homossexuais não possa superar sua tendência ou desejo. Os comportamentos podem ser mudados. A Torá não proíbe algo que seja impossível de mudar. Abandonar as pessoas à eterna solidão e ao desprezo, negando-lhes toda esperança de superar e curar sua atração pelo mesmo sexo é friamente cruel. Tal atitude também viola a proibição bíblica do Vaicrá (Levítico) 19:14 ‘nem porás tropeço diante do cego’”, afirma o documento.
A coalizão de rabinos e outras lideranças afirma que “apesar do politicamente correto, o único meio de ação aprovado pela Torá com relação ao homossexualismo é a terapia psicológica combinada à teshuvá, ou penitência”.
Os signatários concordam que a atração pelo mesmo sexo pode ser modificada e curada.
A declaração foi escrita por uma comissão de 25 membros composta de rabinos, pais, pessoas sob terapia e “histórias de sucesso” daqueles que fizeram terapia e hoje vivem vidas heterossexuais, casados e com filhos, afirma o grupo.
Ele rejeita os esforços de “secularistas e pessoas da comunidade religiosa” para minimizar ou negar a possibilidade de mudança.
O tratamento recomendado na declaração é a terapia reparativa, ou a terapia afirmativa de gênero, que a declaração define como algo que “reforça a identidade de gênero natural do indivíduo, ajudando-o a entender e reparar as feridas emocionais que ocasionaram essa desorientação e enfraquecimento, permitindo, dessa forma, o reinício e a conclusão do seu desenvolvimento emocional”.
O propósito da declaração é ajudar os judeus que “estão confusos com essa questão e se tornaram coniventes com algumas noções falsas”, tais como a ideia “de que uma pessoa não pode controlar sua ‘natureza’, e portanto, deve aceitar sua tendência proibida como algo natural e normal que não precisa ser trabalhado ou curado”.
Os membros da comissão que compôs o documento estão sendo mantidos no anonimato, embora os signatários da declaração tenham ido a público. Mas os membros da comissão afirmaram em uma declaração paralela que eles superaram as atrações pelo mesmo sexo: “Emitimos essa declaração com base na Torá porque as mensagens da mídia e dos ativistas homossexuais são, na melhor das hipóteses, equivocadas, e na pior delas, simplesmente mentirosas".
‘USO IMPRÓPRIO DA COMPAIXÃO’
“Os ativistas homossexuais estão fazendo uso impróprio da compaixão para convencer o público. Sua principal mensagem é que, se nós nos importamos com as pessoas, deveríamos aceitá-los como homossexuais e não pedir para que mudem. Eles têm reforçado essa mensagem pedindo para que as pessoas identificadas como homossexuais repitam constantemente a inverdade de que ‘não é possível mudar’, e que as pessoas ‘nascem assim’; que os homossexuais tentaram, mas ‘não conseguiram mudar’, e que se pudessem escolher, ‘jamais teriam escolhido isso’. Tudo o que eles querem é ‘aceitação, felicidade e amor, assim como todas as pessoas’”, explica o grupo.
No entanto, membros da comunidade judaica escrevem que a Torá “faz uma declaração inequívoca de que o homossexualismo não é um estilo de vida aceitável”, e que não há prova científica genuína de que o homossexualismo seja genético ou biológico.
Eles afirmam que o avanço da normalização do homossexualismo é uma verdadeira ameaça à liberdade religiosa.
Em Nova Iorque, por exemplo, onde o “casamento entre pessoas do mesmo sexo” foi recentemente legalizado, as sinagogas estão protegidas caso se recusem a celebrar um casamento homossexual.
No entanto, “Se a profissão de uma pessoa religiosa estiver relacionada a salão de casamento, fotografia, música, buffet etc., não há proteção legal caso eles se recusem a prestar serviços para o casamento homossexual. Além do mais, se o negócio envolver qualquer contrato ou licença estatal, este será revogado no caso de recusa de prestar serviços para um casamento entre pessoas do mesmo sexo”, alerta o grupo.
“Estamos começando a ver as repercussões para as pessoas de fé nessa questão. À medida que essas coisas se tornam lei, veremos cada vez mais manchetes desse tipo”, afirma a organização.
REPERCUSSÕES
O grupo cita vários exemplos nos últimos meses, incluindo Peter Vidmar, que foi forçado a abandonar a equipe olímpica dos EUA depois que várias reportagens mostraram que ele apoiava iniciativas contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo; um apresentador de TV de Toronto que foi demitido por apoiar o casamento tradicional; e uma empresa de fotografia de casamentos do estado de New Mexico, que foi multada por se recusar a fotografar uma cerimônia de “casamento” homossexual.
Até mesmo a Associação Americana de Psicologia voltou atrás na afirmação de que havia um “gene gay” ou alguma razão inevitável para o comportamento homossexual.
Como afirmou a AAP em dezembro, “não existem descobertas científicas que provam que uma pessoa nasce homossexual”.
A porta-voz Susan Rosenbluth, que representa os signatários da declaração, disse ao WND que é repreensível dizer a um garoto de 16 anos que está confuso com a atração pelo mesmo sexo: “Lamento por você”.
Ela acrescenta que há uma série de “tendências naturais” no âmbito do comportamento humano que devem ser controladas (e mudadas, se possível). Ela cita o alcoolismo ou o excesso de peso como um problema comportamental similar, que requer ajuda de outros para ser mudado.
Outros comportamentos são similares, afirma Rosenbluth.
‘É PRECISO MUITO TRABALHO’
“Não é natural tocar um violino. Não é algo que vem naturalmente. O mesmo pode-se dizer sobre a superação da atração pelo mesmo sexo. É preciso muito trabalho se você quiser fazê-lo”.
Rosenbluth afirma que a lei judaica não diz em lugar nenhum que não é kasher [permitido] comer lama, porque ninguém irá fazer isso. Mas, segundo ela, a declaração judaica aborda o problema do homossexualismo, tratando-o da mesma forma que o roubo, algo que as pessoas tendem a querer fazer, mas não são permitidas.
Ela acrescenta que as pessoas de fé não devem ignorar a questão do homossexualismo.
“Abandonar as pessoas à eterna solidão e ao desprezo, negando-lhes toda esperança de superar e curar sua atração pelo mesmo sexo é friamente cruel”, afirma o documento.
Ele recomenda “terapia reparativa ou terapia afirmativa de gênero”. Isso é definido como “algo que reforça a identidade de gênero natural do indivíduo, ajudando-o a entender e reparar as feridas emocionais que ocasionaram essa desorientação e enfraquecimento, permitindo, dessa forma, o reinício e a conclusão do seu desenvolvimento emocional”.
E a “teshuvá” é a obrigação da Torá para que as pessoas se afastem “de qualquer transgressão ou pecado e retornem a D’us e à sua essência espiritual”.
CULPA DE OBAMA
Há poucos dias uma ex-lésbica que agora lidera um ministério especializado afirma que Obama está usando a sua influência mundial “e o poder financeiro do governo” para promover o homossexualismo.
Ela é Janet Boynes, do Janet Boynes Ministries, que afirma logo de cara que o seu objetivo é “ministrar a pessoas que questionam a própria sexualidade ou que queiram deixar o homossexualismo”. “O JBM busca informar e desafiar as igrejas e a sociedade sobre as questões acerca do homossexualismo e ensinar como ministrar à comunidade homossexual”.
Boynes disse ao WND que muitos “secularistas jovens e ingênuos” estão ocupados seguindo a liderança de Obama em sua agenda sexualmente permissiva, cujo resultado será “o fim dos valores e das famílias tradicionais”. A agenda de Obama também “propaga o ataque às crenças judaico-cristãs em escala global”.
Mas enquanto vários outros ministros criticam a determinação pró-homossexualismo de Obama, este colocou mais homossexuais em posições de poder do que qualquer outro presidente, abriu as forças armadas para o homossexualismo declarado, e promulgou um plano de “crimes de ódio” que garante proteção especial aos homossexuais. Boynes vai além.
“A Bíblia diz que o ladrão vem senão para roubar, matar e destruir (João 10:10)”, afirma. “O seu principal objetivo é trazer confusão e causar divisões dentro da igreja, e ele o faz alterando a verdade de Deus de uma maneira que muitos cristãos acabam sendo enganados se não estiverem firmados e fundamentados na palavra de Deus”.
O WND recentemente noticiou que a política da administração Obama é a nova polícia sexual, e que recentemente foi emitido um decreto presidencial que alguns dizem ter como objetivo certo criar “cotas” para LGBTs nas contratações do governo federal.
O WND também noticiou a pressão de várias autoridades administrativas para normalizar o comportamento LGBT, incluindo a designação de “identidade de gênero” como um status protegido pelos cargos federais.
O articulista Matt Barber do WND escreveu que os esquerdistas estão “desesperados” nos seus esforços para “desencavar alguma racionalização natural e biológica, para a qual a ciência não encontrou nenhuma, para validar um comportamento comprovadamente não natural”.
“É por isso que estamos vendo um ódio tão visceral da esquerda à comunidade ex-gay”. Do ponto de vista político e legal, é estrategicamente crucial que esses esquerdistas solapem e marginalizem a experiência real de incontáveis milhares de ex-homossexuais”, afirma Barber. “Essa malevolência representa uma profunda falta de respeito pelo ‘direito de escolha’ das pessoas”. A mentira favorita é a seguinte: ‘O gay dentro de você não vai sair com reza’. Uma vez que você se identifica, ou é rotulado, como ‘gay’, não há mais saída.
“Ironicamente, esses mesmos liberais sugerem cinicamente que algo realmente inato como o sexo biológico pode ser mudado. Se você é um homem hoje, mas se sente como uma mulher, basta alguns cortezinhos e voilá! Você se torna mulher”, afirma Barber.
ALERTA DOS PEDIATRAS
O WND noticiou anteriormente quando uma coalizão de pediatras alertou educadores para que não promovessem o comportamento “gay”.
A American College of Pediatricians (Conselho Federal de Pediatria), uma organização sem fins lucrativos financiada por membros e doadores, escreveu para as secretarias de educação afirmando que “Não é papel das escolas diagnosticar ou tratar a condição médica de qualquer estudante, e muito menos ‘afirmar’ uma orientação sexual percebida”.
Além disso, as escolas podem criar uma “vida de dor e sofrimento desnecessários” para uma criança quando reforçam um comportamento escolhido a partir da “confusão” de uma criança.
“Mesmo quando motivado por intenções nobres, as escolas podem ironicamente desempenhar um papel desastroso se estimularem essa desordem”, afirma a carta, assinada pelo Dr. Tom Benton, presidente da organização.
O grupo também criou um website chamado Facts About Youth, como um recurso para que as autoridades escolares tenham acesso a fatos oriundos de um “canal apolítico e não religioso”.
“O único curso de ação viável que está em conformidade com a Torá é a terapia e a teshuvá”, afirma o novo documento. “Não existe outra solução prática permitida pela Torá com relação a esse assunto”.
Traduzido por: Luis Gustavo Gentil
Do original: RABBIS GET BIBLICAL ON SAME-SEX LOVIN’em: http://www.wnd.com/2011/12/381765/
sexta-feira, 23 de julho de 2010
sábado, 24 de outubro de 2009
ABUSO SEXUAL NA IGREJA CATÓLICA ERA PROBLEMA HOMOSSEXUAL, NÃO PEDOFILIA.
GENEBRA, Suíça, 29 de setembro de 2009 (Notícias Pró-Família) —
A crise de abuso sexual na Igreja Católica dos EUA e do exterior era uma questão de homossexuais espreitando rapazes adolescentes, não de pedofilia, disse o representante do Vaticano na ONU em Genebra, Suíça. É “mais correto”, disse o Arcebispo Silvano Tomasi, falar em efebofilia, atração homossexual para com adolescentes do sexo masculino, do que pedofilia, em relação aos escândalos.
“De todos os padres envolvidos nos abusos, 80 a 90 por cento pertencem a essa minoria de orientação sexual que se envolve sexualmente com rapazes adolescentes entre as idades de 11 e 17”, disse Tomasi. Sua declaração foi apoiada por um relatório comissionado pelos bispos dos EUA que revelou que na maioria esmagadora dos casos o clero envolvido era homossexual, com 81 por cento das vítimas sendo adolescentes do sexo masculino.
Tomasi também respondeu às críticas, dizendo que embora a Igreja Católica tenha estado “ocupada limpando sua própria casa, seria bom se outras instituições e autoridades, onde a maior parte dos abusos foi registrada, pudessem fazer a mesma coisa e informar os meios de comunicação sobre isso”. De acordo com informações de várias fontes, o problema do abuso sexual de menores em organizações religiosas é geral entre as igrejas protestantes e comunidades judaicas.
A declaração vem como resultado de acusações no Conselho de Direitos Humanos da ONU, que publicou uma declaração escrita de um grupo secular, a União Humanista e Ética Internacional (UHEI), alegando que o Vaticano era responsável pela proliferação de casos de abuso sexual envolvendo padres católicos. A UHEI acusou a Igreja Católica de não honrar obrigações sob a Convenção da ONU dos Direitos da Criança.
“A Santa Sé foi duramente implicada durante décadas no acobertamento de casos de abuso sexual praticados por seu clero e ordens religiosas, na obstrução da justiça e na negligência de lidar adequadamente com os abusadores”, disse Roy Brown, principal representante da UHEI no encontro da ONU em Genebra.
“Por tempo longo demais o mundo deu total liberdade para a Igreja Católica, por sua presumida liderança moral. Nosso relatório é o primeiro a trazer a questão para a atenção do Conselho de Direitos Humanos da ONU. Estaremos fazendo menção ao nosso relatório no plenário desse conselho na próxima semana”.
Contudo, Tomasi defendeu o passado da Igreja, dizendo que “as pesquisas disponíveis” mostram que só 1,5 a 5 por cento do clero católico haviam sido implicados em alegações de abuso, e sugerindo que parte do foco deve ser mudada para outras organizações que estão empesteadas de acusações de abuso sexual.
A vasta pluralidade das igrejas protestantes nos EUA, contando mais de 224.000, inclusive milhares de grupos não denominacionais independentes, tornam inteiramente impossível o tipo de monitoramento e registro organizado de casos individuais de abuso como era feito na Igreja Católica. Apesar disso, alguns dos casos de abuso sexual em outros grupos religiosos foram documentados de forma bem fragmentada.
Em junho de 2007, a Associated Press revelou que três empresas que fazem o seguro da maioria das igrejas protestantes dos EUA disseram que receberam mais de 260 relatórios anuais de menores de 18 anos sendo abusados sexualmente pelo clero, funcionários da igreja, voluntários ou membros da congregação. As empresas Church Mutual Insurance Co., GuideOne Insurance Co. e Brotherhood Mutual Insurance Co., que fazem o seguro de 165.495 igrejas por responsabilidades civis por abuso sexual de crianças, frisaram que suas estatísticas nem sempre especificavam quais casos eram contra menores e acrescentaram que nem todas as alegações eram acompanhadas de condenações ou até mesmo investigações.
Pesquisas nacionais feitas pelo Christian Ministry Resources (CMR), uma editora de conselhos de leis e impostos que trabalha para mais de 75.000 congregações e 1.000 agências denominacionais, também divulgou um relatório que revelou que as alegações de abuso sexual de crianças contra as igrejas protestantes são de uma média de 70 por semana desde 1993, com uma leve piora começando em 1997. O mesmo relatório também revelou que entre as igrejas protestantes, há mais probabilidade de que os voluntários, não os pastores ou funcionários, sejam os abusadores.
Em 2002, o Rev. William Persell, bispo da diocese episcopal de Chicago, disse num sermão sobre a Sexta-Feira da Paixão: “Seríamos ingênuos e desonestos se disséssemos que esse é um problema católico e que não tem nada a ver conosco, pois temos na nossa igreja pastores casados e pastoras. O pecado e a conduta abusiva não conhecem fronteiras eclesiásticas”.
O Relatório John Jay, comissionado pela Conferência dos Bispos Católicos dos EUA e baseado em pesquisas finalizadas pelas dioceses católicas nos Estados Unidos, revelou que entre 1950 e 2002, um total de 10.667 indivíduos haviam feito alegações de abuso sexual de crianças na Igreja Católica. Desse número, as dioceses puderam confirmar 6.700 acusações contra 4.392 padres.
Em 2002, no auge do furor contra os casos de abuso sexual na Igreja Católica, James Cobble, diretor executivo do CMR, disse que embora a Igreja Católica tivesse recebido a maioria da atenção dos meios de comunicação, “esse problema é ainda maior nas igrejas protestantes simplesmente por causa de seus números muito maiores”. Das aproximadamente 350.000 nos EUA, só 5 por cento são católicas.
Além disso, a evidência mostrou que os casos de abuso na Igreja Católica haviam sido ligados à onda de permissividade sexual na sociedade em geral coincidindo com a “revolução sexual” da década de 1960. Os abusos alegados aumentaram dramaticamente na década de 1960, chegaram ao máximo na década de 1970, diminuíram na década de 1980 e na década de 1990 voltaram aos níveis da década de 1950.
Leia a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:
Abuse in the Church: Homosexuality, Dissent and Modernism
http://www.lifesitenews.com/ldn/2002/jun/020618a.html
Traduzido originalmente por: http://www.juliosevero.com/
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
ISLÂMICOS CONTRA O BRASIL POR CAUSA DA AGENDA GAY.
quarta-feira, 30 de maio de 2007
O GOVERNO LULA E A DESTRUIÇÃO DA FAMÍLIA.

Um presidente que tem a coragem de vir a público e dizer que o seu "amiguinho" da Venezuela, Hugo Chaves, é "soberano" para fechar uma emissora de televisão, só porque critica o seu governo, só pode estar pensando em silenciar os seus críticos aqui no Brasil.
Aliás, o projeto (PLC 122/2006) que visa dar "superpoderes" e "superproteção" a gays e lésbicas, anda no mesmo caminho de Hugo Chaves, ou seja, silenciar a crítica começando por tornar esses "grupinhos" gblts, incriticáveis.
A ameaça vermelha do PT, segue um caminho muito mais perigoso para o Brasil, eles querem formar uma sociedade homossexual, fincar a "bandeira" colorida no coração do país, doutrinar as crianças de escolas públicas a seguir a orientação da agenda gay.
Porém, homens como eu e como tantos outros que estão nessa luta em favor da proteção da família e contra as armadilhas do PT e de seus aliados "maria-vai-com-as-outras", que aprovam as maluquices do partido sem questionar. Eu não aceitarei nenhum tipo de imposição, se eu não puder mandar meu filho pra uma escola particular, o ensinarei em casa, mas não permitirei que esse sistema maligno de educação projetado pelo PT, alcance os meus.
Vejam as verdades colocadas no artigo abaixo, e tirem as suas próprias conclusões:
ABOMINAÇÃO, PERVERSÃO, TIRANIA
Adestramento Gay Obrigatório para Crianças em Idade Escolar - Uma amostra das informações publicadas na web que revelam o atual Estado da Arte no Brasil
Quantos cidadãos brasileiros estão informados do montante de recursos públicos que o Governo investe com o propósito de fortalecer ainda mais a orgulhosa auto-estima dos militantes do Movimento Gay Brasileiro?
Quantos continuariam indiferentes se vissem com seus próprios olhos o conteúdo obsceno e blasfemo de um site gay recomendado pelo governo em um portal dedicado a jovens e adolescentes?
O material não é apropriado para pessoas normais em qualquer faixa etária. Que tipo de gente é capaz de encaminhar crianças a um local tão perverso? De fato, só me obriguei a revolver a imundície, e insisto para que outros também o façam, por que creio que estão em jogo questões de extrema gravidade, que trarão conseqüências devastadoras irreversíveis sobre as nossas relações familiares e sociais já tão debilitadas. Ali, o Movimento descreve com júbilo uma grande vitória estratégica alcançada: O Nascimento do Programa Escola Jovem (PEJ):
“O Governo Federal, com o apoio do Fórum HSH (Homens que fazem Sexo com Homens) do Governo do Estado de São Paulo, produziu um vídeo para ser trabalhado nas escolas de todo o país. Este vídeo chama-se ‘Prá que time ele joga?’ "
O vídeo conta "a história de Pedro, um garoto que é flagrado pelos colegas beijando outro menino" e foi exibido na Rede TV em Janeiro do ano passado, no Programa Direito de Resposta, no horário do Programa do João Kleber, suspenso por determinação da juíza federal Rosana Ferri Vidor, da 2ª Vara Federal de São Paulo, em respostas à Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público Federal.
"Utilizando este vídeo, o Grupo E-jovem pretende dar uma maior visibilidade à questão da homossexualidade nas escolas, de como ela acontece e como os alunos devem (e não devem) lidar com ela. O vídeo, produzido de forma extremamente didática, permite intervenções de um monitor capacitado para isso, durante a sua exibição. Isto gera um diálogo com os espectadores, que confrontam os seus próprios sentimentos e absorvem o que está sendo abordado ali de forma muito mais duradoura. Podemos também trabalhar com outros vídeos de ONGs ou mesmo vídeos comerciais, de temática GLA”.
“A experiência mostra que é importante que cada grupo focal seja abordado em separado: essa palestra possibilita um contato muito íntimo de cada um com sua própria sexualidade e os resultados são bem melhores com os professores longe da presença dos alunos e com estes em separado de seus pais. Por razões óbvias”.
Entenda bem, "grupo focal" diz respeito a grupos separados de alunos, de pais e de professores. Eles estão dizendo aqui que o sucesso do empreendimento depende de que o grupo das crianças (alunos) seja 'abordado' longe da presença dos professores e dos pais. "Por razões óbvias"! É importante que os pais fiquem longe de suas (?) crianças, confiando-as inteiramente aos cuidados dos monitores GLA naquele momento tão ‘íntimo’ em que elas serão encorajadas a se libertarem do estreito e homofóbico padrão sexual macho-e-fêmea criado por Deus, substituindo-o por uma ou várias das 'identidades sexuais' que compõe variado cardápio de opções 'trabalhado' em sala de aula: gays, bissexuais, lésbicas, transgêneros, transexuais, entre vários outros... Depravação total!
Como se vê abaixo, a capacitação dos professores que aplicarão o programa nas escolas da rede pública em todo o território nacional, já está sendo realizada desde o ano passado:
"Capacitação – O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, lançou, no dia 24 deste mês (Maio/2006), no Palácio do Planalto, o programa Gênero e Diversidade na Escola. O objetivo é capacitar inicialmente 1,2 mil professores de escolas públicas de 5ª a 8ª série para lidar, em sala de aula, com atitudes e comportamentos preconceituosos em relação a preferências sexuais, gênero (masculino e feminino) e raça. Os cursos de formação serão implantados em Salvador (BA), Dourados (MS), Porto Velho (RO), Maringá (PR), Niterói (RJ) e Nova Iguaçu (RJ), com apoio municipal e estadual. A partir de setembro (2006), mais 30 mil professores farão o curso em todo o país”.
É só conferir nos links abaixo:
1. MEC quer preparar professores para lidar com a diversidade
2. Curso de Capacitação em Homossexualidade
3. Projeto do Movimento Gay de Minas é aprovado pelo MEC
4. Sexualidade Entra na Sala de Aula
5. Gurizada – Saindo do Armário e Entrando em Cena
6. Oficina Escola Sem Homofobia
7. Novas Práticas Educativas Sobre Sexualidade e Cidadania
8. Como discutir homossexualidade na escola?
9. Cidadania GLBT: Propostas de Governo
10. 1° Seminário Nacional Segurança Pública e Combate à Homofobia (realizado no dia 12 de Abril passado, quando foi apresentado o Manifesto de Intelectuais, Artistas e Lideranças de Movimentos Sociais pela Aprovação da PLC 122/2006 – Criminalização da Homofobia, de autoria da deputada Iara Bernardes – que define como crime a prática da homofobia no Brasil, equiparando-o com o racismo).
Até aqui, uma dezena entre dezenas de milhares de links semelhantes.
Mas, atenção: o governo costuma remover ou alterar endereços de páginas que se tornem 'problemáticas': "SEM PORNOGRAFIA - O site da Presidência da República Federativa do Brasil tirou da página da Secretaria Especial para os Direitos das Mulheres os links que remetiam para um site pornográfico chamado 'Erosmania' e para um outro que fazia propaganda de saunas e clubes gays: o 'Sentido G'. Tomaram o cuidado de evitar os links. Agora, apenas põem por extenso os endereços recomendados. Não há mais como chegar, a partir do www.brasil.gov.br, à página que vendia CDs eloqüentes como 'O Estuprador de Coroas' ou 'Priminha Ardida'. Agora, lá, só há entidades sérias como, entre outras, 'Hip Hop pela não Violência contra as Mulheres', 'Cotidiano Mujer', 'Articulación Feminista Mercosur' e 'Campanha 28 de setembro - Dia pela Discriminação do Aborto na América Latina e Caribe'.")".
O Tempora, O Mores! Que tempos os nossos! E que costumes! (Cícero)Tempos medonhos! Os fatos clamam por si mesmos. Quem tem ouvidos, ouça!
Fonte: Blog Deus é Soberano
[ http://jaelsavelli.blogspot.com/ ]
http://juliosevero.blogspot.com/2007/05/abominao-perverso-e-tirania.html
quarta-feira, 9 de maio de 2007
FUI VÍTIMA DE INTOLERÂNCIA PRÓ-HOMOSSEXUAL!
Prezados amigos e irmãos em Cristo.
Estamos vivendo um momento muito difícil no Brasil, por causa das leis anti-família e anti-valores cristãos do partido do Governo, o PT, que pretende institucionalizar a imoralidade homossexual e o crime de ABORTO até mesmo aos nove meses. Tudo isso por causa da política Liberal do PT e por causa da pressão de ONGs e Organismos Internacionais.
O Projeto Anti-Homofobia, que tramita no Senado, era pra ser votado no último dia 15 de Março, mas por pressão das Igrejas Católica e Evangélica, o presidente do Senado resolveu adiar, abrindo para a discussão com a Sociedade em audiências públicas.
A Primeira dessas audiências foi marcada pela relatora, Senadora Fátima Cleide (PT-RO), para o dia 20 de Março, que chamou para discutir o assunto somente ONGs pró-homossexualismo e os Senadores que também são à favor, deixando de fora o Contraditório, ou seja, Igrejas, pastores e pessoas que discordam do projeto, não foram convidados.
Para saber mais sobre a consequência da aprovação do PL 122/2006, leia o Blog
www.joaodeca.blogspot.com, lá existem vários artigos e reportagens, bem como artigos publicados em outros blogs, com LINKS direto.
Não sei de mais ninguém que esteja engajado nessa luta aqui em São Luís. Eu já enviei o meu protesto para todos os Senadores do Brasil, para todos os deputados Federais da Bancada Maranhense, para todos os deputados Estaduais e para os vereadores de São Luís. Para minha decepção, somente dois acusaram recebimento da correspondência: Um deles foi o dep. Gastão Vieira (MA) e um Senador do Estado do Mato Grosso.
Os Gays estão fazendo um loby muito forte entre deputados e senadores, que em nome do "Politicamente Correto" estão aderindo a campanha dos homossexuais e do PT.
O partido do presidente Lula, está perseguindo deputados e senadores do próprio partido, que sendo crentes, não estão à favor dessas duas leis tirânicas e perniciosas.
Eu sinto que a sociedade brasileira está dormindo ou narcotizada, não estão conseguindo ver a gravidade do problema. Principalmente aqui em São Luís, não tenho visto pessoas engajadas em discutir o assunto e protestar. Quando acordarem, talvês seja tarde.
Converso com pastores de todas as denominações e quando menciono o assunto eles se surpreendem, não sabem do que se trata. Isso é muito grave, porque o Pl 122/2006 é a "Lei da Mordaça" para pastores, Igrejas e Instituições religiosas que ousarem criticar o homossexuailismo, se esta lei for aprovada.
Meu conselho é que todos procurem se inteirar do assunto enquanto ainda dá tempo de protestar. Enviem e-mails para os Senadores, porque quanto mais E-mails eles receberem, mais eles saberão que a sociedade não concorda com essas leis anti-família.
Eu tenho todos os E-mails dos senadores e posso passar pra você em grupos de 15 em 15 para facilitar a transmissão. Se você quiser me escreva: joaodeca.mendes@bol.com.br
Ore, faça um clamor à Deus, cobre do seu parlamentar, divulgue e peça para que outros irmãos e amigos também protestem. A COISA É SERÍSSIMA.
Rev. João d'Eça
Igreja Presbiteriana Monte Moriah
BLOG: www.joaodeca.blogspot.com
São Luís, MA 09 de Maio de 2007
Sr. "Fulano". (Por respeito Omiti o Nome do Destinatário)
Me desculpe por ter-lhe enviado o e-mail que o senhor comentou. Também não lhe conheço, não sei quem és e não pretendi de modo algum lhe constranger ou ofendê-lo.
Acontece que o que eu fiz, foi somente retransmitir, usando os mesmos endereços que entopem a minha caixa de correios todos os dias, talvês, de amigos seus, que puseram o meu endereço de E-mail na lista deles e que me enviam mensagens sempre em conjunto de E-mails, sem que eu peça, solicite ou conheça aqueles que estão me enviando essas mensagens.
São mensagens variadas, muitas eu aprecio, outras eu me ofendo, mas nunca fui deselegante ou mal educado com quem quer que seja, tanto que eles continuam me enviando.
Não é a mim que o senhor deve fazer esse pedido. mas àqueles que enviam mensagens endereçadas a mim, com o seu endereço incluido.
Até agora eu entendia que todos os que compõem aquela lista eram da minha mesma fé e defendiam os mesmos valores, não sabia que havia pessoas naquela lista que destoassem tanto. O que eu fiz foi somente aproveitar a lista para alertar os meus irmãos de fé quanto ao perigo da aprovação da referida Lei pelo Senado Brasileiro.
Se o ofendi, peço-lhe perdão. Não era a minha intenção.
Concluo dizendo que, quanto ao tema em questão, penso diferente de você, mas respeito a sua opinião. Defendo intransigentemente o seu direito de expor a sua opinião, mesmo não concordando com ela.
Quero lhe dizer que daqui pra frente, sempre que for enviar um E-mail de uma lista, vou procurar e se encontrar, deletarei o seu nome.
Meus respeitos.
Rev. João d'Eça
A RÉPLICA DO SENHOR "FULANO"
A VISITA DO PAPA CAUSA REVOLTA NOS "GAYS" BAIANOS.

VEJAM REPORTAGEM SOBRE A REVOLTA "GAY" BAIANA, CLICANDO NO LINK ABAIXO:
http://www.brasilwiki.com.br/noticia.cfm?id_noticia=1069
SE QUISER NOTÍCIAS SOBRE O MOVIMENTO CONTRA O PL 122/2006 E CONTRA O PROJETO DO ABORTO, CLICK EM:
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2007/05/08/295666383.asp
http://familianazare.blogspot.com
terça-feira, 1 de maio de 2007
MARCELO CRIVELLA NO PROGRAMA DO JÔ.
PorRev. João d'Eça.
Ontem à noite assisti ao programa do Jô da Rede Globo, como de vez em quando faço, sempre quando há uma entrevista interessante que me atraia. Geralmente as entrevistas de Jô Soares são muito bem feitas, pois ele é um entrevistador bastante perspicaz, inteligente e sabe desarmar o entrevistado quando percebe que o mesmo não está seguro, principalmente quando o assunto é polêmico.
A entrevista que vi ontem, dia 01 de Maio de 2007, foi a do Senador pelo Rio de Janeiro, Marcelo Crivela, que respondeu sobre Homossexualismo e que perdeu uma grande oportunidade de expor o posicionamento dos evangélicos sobre o assunto.
Me pareceu que ou ele estava escodendo o jogo, se negando a opinar ou se intimidou com as perguntas incisivas do entrevistador. Eu ia reproduzir a imagem da entrevista aqui, mas por causa do mal desempenho do entrevistado, resolvi reproduzí-la por escrito, respondendo como se fosse ele, as perguntas feitas pelo entrevistador.
Vamos à entrevista. Duração 10m 16s:
O entrevistador pergunta comentando:
- "na sua igreja há uma veemência. Tratar o homossexual como se fosse uma doença. (...) porque há essa postura, quase que medieval em relação aos homossexuais?"
A minha resposta seria:
- O que há não é uma postura medieval, mas uma coerência com um princípio bíblico. Se a Escritura Sagrada é nossa regra de fé e prática, temos que ser coerentes com ela. Não podemos rasgar as páginas da Bíblia que condenam o homossexualismo, mas não podemos ser considerados criminosos porque usamos a Bíblia para doutrinar as pessoas. Essa lei é uma lei de proibição do uso da Bíblia. Isso é certo?
Em uma outra oportunidade, o entrevistador, Jô Soares, pergunta:
-"Você acredita piamente que o homossexualaismo é curável? Que é uma doença?"
Minha resposta seria:
- Não tenho elementos para dizer que seja doença, só a ciência pode dizer tal coisa. Se é curável? Sim eu creio que ele pode ser liberto, mesmo porque existem muitos ex-homossexuais que estão vivendo muito, porque foram libertos da sua prática, assim como o bêbado que se livrou da bebida ou o fumante que se livrou do cigarro.
Em um outro momento o entrevistador pergunta:
-"Como é que pode ser contra a natureza, se tudo que Deus fez é bom? ...porque que seria contra a natureza?"
Minha resposta seria a seguinte:
- A Escritura diz em Mateus 19: 14: "aquele que os fez no princípio, macho e fêmea os fez". Eu creio na Bíblia. Deus não fez um ser humano híbrido. O homossexualismo é resultdo da Queda, do pecado, é uma perversão, assim como toda perversão, que se for orientada do modo certo, pode ser revertida.
Além do mais, quem disse que Deus criou o homossexualismo? Na Escritura Sagrada, isso é resultado do pecado. Em Romanos 1: 18-26, diz:
Não precisa dizer mais nada. Agora, não é por isso que se deva violentar os direitos de ir e vir de um homossexual, não é por isso que se deva matá-los, senão teria-se que matar os bêbados, os viciados de todos os tipos, as prostitutas, etc... Todas essas pessoas podem ser libertas, assim como os homossexuais que quiserem. Ainda há uma outra coisa: não é a igreja que hostiliza os homossexuais, pelo contrário, a igreja deseja ajudar aqueles que quiserem reorientar as suas vidas, a ter uma vida nova e saudável em todos os aspectos, principalmente, o psicológico.
Numa outra pergunta, Jô Soares diz:
-"...O homossexualismo é passível de crítica? Isso é que eu não entendo!"
Eu responderia o seguinte:
- Devemos criticar tudo que entendemos ser ou estar errado, isso deve ser configurado crime? O fato de eu criticar o governo Lula, deve me levar pra cadeia? Estamos num regime de excessão? Porque o homossexualismo deve ficar de fora de todas as críticas? Porque os que criticarem, pelo projeto 122/2006, devem ir pra cadeia?
O entrevistador faz um comentário e diz:
- "É mais pecador, por causa de uma opção sua..Você como cristão sabe..., pelo menos pra mim, a coisa mais forte que existe no cristianismo, é o perdão imediato...né..., então, só isso".
Eu retrucaria da seguinte maneira:
- Caro entrevistador, o que separará os homens de Deus, será exatamente as suas opções e preferências. Deus mostra o Caminho que ele deseja que o homem ande por ele. Mostra que se o homem andar por um determinado caminho, o resultado será um, se ele andar por outro, o resultado será outro, ou seja, de acordo com as escolhas morais que o homem fizer, ele pode estar determinando o destino final de sua alma, ou com Deus, ou em danação eterna.
Deus quando perdoou Madalena, Mateus, Zaqueu, Paulo e tantos outros, Ele exigiu dessas pessoas uma outra postura dali pra frente. Ele sempre dizia:
-"E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais". (João 8:11).
Conclusão:
Em alguns momentos o Senador Crivela respondeu de maneira diplomática e educada, mas a maneira educada e polida nem sempre é uma opção mais correta. às vezes precisamos ser incisivos também, para definirmos a nossa posição firme, para mostrarmos que sabemos o que cremos e o que queremos, para que ninguém pense que somos preconceituosos que criticam em cima de nada. Nós temos os nossos valores, temos os nossos princípios e procuramos viver por eles. Muitos nos criticam pela maneira como vivemos, pelos valores que defendemos, pelos princípios que seguimos. Será que para nos defender dessas críticas é preciso criar-se uma Lei que puna com prisão, àquele que criticar um evangélico por estar defendendo valores da Escritura Sagrada e por eles vivendo?

