No início dos anos 1500, muitas pessoas na Europa Ocidental estavam ficando cada vez mais insatisfeitas com a Igreja Romana. As pessoas viam o Papa envolvido com mundanismo secular, em vez de se preocupar com o bem estar do seu rebanho espiritual.
Os padres, bispos, cardeais e o Papa, tinham uma vida envolvida com pecados, riqueza, prostituição e roubo. Pessoas ricas compravam títulos religiosos para os seus filhos ilegítimos, prática conhecida como “Simonia”, que era a venda de favores divinos, bençãos, cargos eclesiásticos, prosperidade material, bens espirituais, coisas sagradas, etc. em troca de dinheiro. A etimologia da palavra provém de Simão Mago, personagem referido em Atos dos Apóstolos (8, 18-19), que procurou comprar do apóstolo Pedro o poder de transmitir pela imposição das mãos o Espírito Santo ou de efetuar milagres.
Em consonância com as muitas mudanças sociais do Renascimento, as pessoas começaram de forma ousada a desafiar a autoridade do Papa.
MUITOS PEDEM REFORMAS NA IGREJA
Havia alguns que desde o início do séc. XV, já pediam a reforma da igreja, e isso durou até próximo ao final desse mesmo século. Homens como Jan Hus (1372-1415) um estudioso da Boémia, que foi queimado na fogueira por suas críticas à Igreja. O inglês John Wycliffe (1328-1384), professor em Oxford, se posicionou contra a missa e a transubistanciação, chamando-a de uma fonte de superstição. Wycliffe afirmou que a Bíblia é autoridade final em termos de fé e de prática, atingindo diretamente o Papa, que julgava-se detentor dessa autoridade final.
Ambos Hus e Wycliffe atraíram pessoas com o seu discurso, mas o verdadeiro movimento de enfrentamento à autoridade papal, só viria um século depois.
Martinho Lutero e suas 95 Teses.
O monge alemão chamado Martin Luther, foi particularmente incomodado com a venda de indulgências. As indulgências, era o perdão religioso, disponibilizado ao pecador, livrando-o das suas culpas. Podia ser comprado por qualquer pessoa das mãos do representante do Papa.
Para expressar a sua contrariedade com a corrupção da Igreja, Martinho Lutero escreveu suas famosas 95 Teses, onde apelou para uma reforma integral na Igreja Cristã. Nas 95 teses, ele destacou os seguintes pontos:
- As pessoas só poderia obter a salvação pela fé no perdão de Deus. A Igreja ensinava e ensina que a fé, juntamente com as boas obras são necessárias para a salvação.
- O Papa é uma autoridade falsa. A Bíblia é a única autoridade e a única verdade em termos de fé.
Todas as 95 teses de Lutero podem ser resumida no seguinte esquema:
PARA O HOMEM ALCANÇAR A SALVAÇÃO É:
1 – Sola Fide (Somente pela fé)
2 – Solo Christus (Somente por Jesus Cristo)
3 – Sola Scriptura (Somente através das Escrituras Sagradas)
4 – Sola Gratia (Somente pela Graça)
5 – Soli Dei Glória (Somente a Deus toda a Glória)
CALVINO E A REFORMA
O homem mais brilhante da Reforma foi João Calvino (1509-1564). Já com 23 anos ele escreveu a sua obra Magna, AS INSTITUTAS (Instituição da Religião Cristã), jamais superada em 500 anos de história da Reforma.
Calvino foi reformador na cidade de Genebra na Suiça, ele era françês, nascido em Noyon no dia 10 de julho de 1509. Sua influência no mundo é muito grande, muitos até atribuem a criação do capitalismo, ao pensamento de Calvino. Ele influenciou o mundo moderno, política, religiosa e econômicamente.
O esquema do pensamento religioso de Calvino foi estabelecido pelos seus discípulos, e no que se refere à salvação da alma humana, pode ser assim esquematizado:
1 – Depravação Total (O Homem está morto em seus delitos e pecados. Um morto não exerce vontade. Deus precisa primeiro reviver o homem para que ele receba a Cristo como seu Salvador, por meio da pregação da Palavra de Deus).
2 - Eleição Incondicional (O ser humano não pode fazer nada para ser salvo. Como está morto em delitos e pecados, somente receberá a Cristo quando Deus o eleger para a salvação, independente do que tenha feito ou não).
3 – Expiação Limitada (A morte de Cristo foi somente pelos eleitos de Deus, antes da fundação do mundo. Soberanamente Deus escolhe dentre a humanidade perdida e que caminha para o inferno, aqueles que serão salvos pela morte de Cristo).
4 – Graça Irresistível (Se Deus quer salvar o pecador, este não tem poder para rejeitar a Cristo. É obra de Deus, o homem não tem escolha. O chamado Livre-Arbítrio para escolher ser salvo ou rejeitar a salvação, não existe nesse caso).
5 – Perseverança dos Santos (O pecador uma vez salvo permanecerá salvo até o fim. Deus lhe garantirá a posição de salvo, fazendo-o perseverar na salvação até o dia final, sem possibilidade de perdição para os eleitos).
Que todos os leitores tenham um ótimo Dia da Reforma. Que Deus lhe abençoe nesse 31 de Outubro de 2009, dia em que comemoramos 492 de Reforma.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009
MAUS TEMPOS OS NOSSOS!
Este final de semana tivemos como pregador na Igreja Presbiteriana Monte Moriah, o presbítero César Freitas, que pregou um sermão baseado no texto abaixo e que agora faço o resumo.
"Por esta razão, pois, te admoesto que reavives o dom que há em ti pela imposição das minhas mãos. Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação".
(II Timóteo 1: 6, 7).
Desde o pós guerra, o mundo passou por transformações significativas. Duas grandes guerras num espaço de 30 anos, envolveu o mudo todo. Após as guerras as coisas começaram a tomar um rumo diferente, as pessoas passaram a viver um estilo de vida de descrédito. Não acreditavam mais em nada, nem na política, nem nas instituições, cada um passou a viver do jeito que melhor entendiam, dai, o liberalismo, principalmente, o teológico, ressurgiu das cinzas em que se encontrava.
O cristianismo tornou-se apenas mais uma opção.
O mundo está sem rumo.
Nós os cristãos reformados somos um povo que alega ter uma verdade única, por esta razão nós não somos aceitos e por esta razão, muitos cristãos estão se "conformando" ao mundo (Romanos 12: 1, 2).
A maioria dos nossos jovens seguem o seu próprio rumo, outros assimilaram os ensinos de Jean Paul Sartre e de Friedrich Nietzsche, são a geração de Sartre e Nietzsche.
Paulo escreve a Timóteo e lhe diz: "reavives o dom de Deus que há em ti". Temos acompanhado o surgimento de pelo menos três formas de igrejas que são contrárias ao que Paulo está dizendo, são elas:
Igreja Relativista - crentes que jogaram água fria no dom. São a ala liberal da igreja evangélica.
Igreja Reacionária - São os que se contrapõem aos liberais. São mais exigentes do que a própria Bíblia. Esses enclausuraram o dom ou melhor, falsearam o dom.
Igreja Carismática - São os que mercadejaram a fé. Ao invés de combaterem a pobreza espiritual, combatem a pobreza e a miséria, dizendo que o que é correto são as pessoas serem ricas.
"Por esta razão, pois, te admoesto que reavives o dom que há em ti pela imposição das minhas mãos. Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação".
(II Timóteo 1: 6, 7).
Desde o pós guerra, o mundo passou por transformações significativas. Duas grandes guerras num espaço de 30 anos, envolveu o mudo todo. Após as guerras as coisas começaram a tomar um rumo diferente, as pessoas passaram a viver um estilo de vida de descrédito. Não acreditavam mais em nada, nem na política, nem nas instituições, cada um passou a viver do jeito que melhor entendiam, dai, o liberalismo, principalmente, o teológico, ressurgiu das cinzas em que se encontrava.
O cristianismo tornou-se apenas mais uma opção.
O mundo está sem rumo.
Nós os cristãos reformados somos um povo que alega ter uma verdade única, por esta razão nós não somos aceitos e por esta razão, muitos cristãos estão se "conformando" ao mundo (Romanos 12: 1, 2).
A maioria dos nossos jovens seguem o seu próprio rumo, outros assimilaram os ensinos de Jean Paul Sartre e de Friedrich Nietzsche, são a geração de Sartre e Nietzsche.
Paulo escreve a Timóteo e lhe diz: "reavives o dom de Deus que há em ti". Temos acompanhado o surgimento de pelo menos três formas de igrejas que são contrárias ao que Paulo está dizendo, são elas:
Igreja Relativista - crentes que jogaram água fria no dom. São a ala liberal da igreja evangélica.
Igreja Reacionária - São os que se contrapõem aos liberais. São mais exigentes do que a própria Bíblia. Esses enclausuraram o dom ou melhor, falsearam o dom.
Igreja Carismática - São os que mercadejaram a fé. Ao invés de combaterem a pobreza espiritual, combatem a pobreza e a miséria, dizendo que o que é correto são as pessoas serem ricas.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
CARTA DE UM JUDEU A UMA JUDIA, LUCIANA GENRO, DEPUTADA FEDERAL, COMUNISTA, APOIADORA DO ANTI-SEMITISMO.
"Como cidadão e, principalmente, como judeu, não posso deixar de comentar a foto a qual tem sido divulgada em seu Orkut e demais meios de comunicação, onde V. Excelência aparece com o tradicional “Lenço símbolo da luta – Guerra – Palestina”. Não falo aqui de um simples “lenço”, um pedaço de pano qualquer que se veste para proteção, mas sim de um símbolo de uma luta que tem custado a vida não apenas de palestinos mas de israelenses, judeus e não judeus, dentre outros inocentes... Trata-se de um “pedaço de pano”, que simboliza para muitos, o mesmo do que a antiga “cruz gamada”, simbolizava para os membros do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores da Alemanha – que coisa engraçada Partido dos Trabalhadores – , também conhecido como Partido Nazi, ou simplesmente Nazi. Tenho visto V. Exa., a quem respeito e conheço desde nossos embates no colégio Julio de Castilhos, ter realizado falas em favor de Hugo Chaves – que não por acaso tem apoiado o revisionista líder iraniano Ahmadinejad, que dentre outras situações tem feito grandes campanhas pela destruição total de Jerusalém, a capital sagrada não apenas para judeus, mas para cristãos também.
Não preciso te dizer sobre a onda de perseguições aos Judeus e Sinagogas na Venezuela, as pichações e violações de túmulos nos cemitérios de Caracas... Isto tudo aos olhos de Chaves, que não cansa de apoiar os atos reprováveis de anti-judaísmo ocorrentes em seu país e fora dele. Mais ainda... Não se esconda atrás da falácia referida a Marx como judeu alemão para justificar sua escolha pela linha marxista – e não marxiana a qual nada tem haver com o que vemos por aí -, ou teu respeito pelo povo judeu dizendo que sionismo é uma coisa e judaísmo é outra. Marx nunca foi praticante do judaísmo e acho que nunca entrou em uma sinagoga (fato que até então não tem relevância alguma). Ou ainda por dizer que o próprio Liev Davidovitch Bronstein conhecido por todos como Trotsky, também era judeu... Ou ainda outros vários... Defensores do nazismo ainda hoje ainda dizem que Jesus não era judeu... Nem mesmo Escrivá, criador da Opus Dei, disse bobagens tão grandes sobre o teu povo Luciana. E hoje, após o Concílio Vaticano Segundo, muitas barreiras foram rompidas e me permite dizer que o diálogo entre os povos tem sido muito bom. Pelo menos entre os cristãos e judeus, cada qual com sua fé. Não se trata aqui de uma missiva contra o pensamento de esquerda o qual sabemos nós és uma defensora. Meu respeito pelas tuas causas que te diferenciam tanto de outros políticos no Brasil. Tua ética em sair do Partido dos Trabalhadores, tuas posições contra o mensalão a fazem realmente ser reconhecida como uma política de respeito. Mas lembro-te que nós judeus não somos bichos com rabo pontudo, que andamos com tridente querendo matar pobres palestinos – que se escondem atrás de suas crianças –, ou que tratamos os muçulmanos como “o grande mal do século XXI”. Também não somos aquele grupo que pretende “dominar o mundo através da detenção dos meios de comunicação e dos bancos”, como dito secularmente, mas com mais ênfase depois da publicação da apócrifa obra “Os Protocolos dos Sábios de Sião”. Temos judeus, cristãos católicos, evangélicos, messiânicos, negros (judeus ou não), japoneses e chineses (judeus ou não), muçulmanos, ou mesmo de ateus (socialistas ou não). Afinal, cada qual com seu pensamento, com sua fé. Mas o que me deixa realmente perturbado é o fato de V.Senhoria, neta de uma judia – que deve ter te contato o que passou na Europa -, e que deu aulas no Colégio Israelita (ou seja, recebeu dinheiro judaico), apoiar toda e qualquer forma e pensamento de pessoas anti-judaicas, que só querem a destruição do Estado de Israel (alias o único em que práticas socialistas deram certo sem a necessidade de um estado totalitário). Apenas te lembro que em caso de um novo Holocausto pouco poderemos fazer para te defender daqueles que hoje tu apóias, pois talvez não estejamos vivos. Apenas te lembro que muitos assimilados alemães só foram se dar conta de sua descendência quando já estavam em Auschwitz... E este será teu caminho, teus hoje parceiros te usam dizendo que admitem até ter uma descendente de judeus como apoiadora como forma de se dizer não anti-judeus. Mas longe de ti, te chamam de judiazinha, e quem sabe pelos teus atributos físicos não pensei em piadas do tipo, colocaremos a Luciana Genro na ala chamada Joy Division, onde os membros da SS (Totemkopf) se divertiam com “prostitutas judias” pegas dentro dos barracões em troca de mantega. É Luciana, o mundo gira, mas para nós judeus ele infelizmente gira mais rápido e contra nós. Tivemos a Inquisição, a II Guerra Mundial e estamos aqui... Mas o futuro é incerto...
E o Fórum Social Mundial vem aí, com provavelmente Chaves e sua própria SS (e SA) juntas no Exército Bolivariano (nem Simon Bolívar iria aprovar tal obscenidade). O mesmo tipo de exército que Hitler criou para massacrar nossos parentes e amigos de nossos parentes e até mesmo os comunistas da Alemanha. Por fim Luciana te lembro que sempre serás judia, mesmo que não aceites. E que ainda podes corrigir alguns atos teus, pois nosso Talmud é claro em dizer que “o homem erra, mas reconhece seus erros”. Aprendi isto com meu professor e mestre querido rabino Ruben Najmanovich: nunca é tarde para se corrigir... Mas caso isto não seja suficiente... termino minha carta para ti citando um judeu famoso, entre tantos que nosso povo, que ajudou a humanidade (e isto inclui Jesus Cristo, Sabin, Freud e outros que deves conhecer). “Se a minha teoria da relatividade estiver correta, a Alemanha dirá que sou alemão, e a França, que sou cidadão do mundo. Mas se eu estiver errado, a França sustentará que sou alemão, e a Alemanha garantirá que sou judeu.” – Albert Einstein, judeu e sionista”.
texto da carta e fotos extraido de: http://www.jornalalef.com.br/ESPECIAL_2510_Luciana_Genro.htm
Não preciso te dizer sobre a onda de perseguições aos Judeus e Sinagogas na Venezuela, as pichações e violações de túmulos nos cemitérios de Caracas... Isto tudo aos olhos de Chaves, que não cansa de apoiar os atos reprováveis de anti-judaísmo ocorrentes em seu país e fora dele. Mais ainda... Não se esconda atrás da falácia referida a Marx como judeu alemão para justificar sua escolha pela linha marxista – e não marxiana a qual nada tem haver com o que vemos por aí -, ou teu respeito pelo povo judeu dizendo que sionismo é uma coisa e judaísmo é outra. Marx nunca foi praticante do judaísmo e acho que nunca entrou em uma sinagoga (fato que até então não tem relevância alguma). Ou ainda por dizer que o próprio Liev Davidovitch Bronstein conhecido por todos como Trotsky, também era judeu... Ou ainda outros vários... Defensores do nazismo ainda hoje ainda dizem que Jesus não era judeu... Nem mesmo Escrivá, criador da Opus Dei, disse bobagens tão grandes sobre o teu povo Luciana. E hoje, após o Concílio Vaticano Segundo, muitas barreiras foram rompidas e me permite dizer que o diálogo entre os povos tem sido muito bom. Pelo menos entre os cristãos e judeus, cada qual com sua fé. Não se trata aqui de uma missiva contra o pensamento de esquerda o qual sabemos nós és uma defensora. Meu respeito pelas tuas causas que te diferenciam tanto de outros políticos no Brasil. Tua ética em sair do Partido dos Trabalhadores, tuas posições contra o mensalão a fazem realmente ser reconhecida como uma política de respeito. Mas lembro-te que nós judeus não somos bichos com rabo pontudo, que andamos com tridente querendo matar pobres palestinos – que se escondem atrás de suas crianças –, ou que tratamos os muçulmanos como “o grande mal do século XXI”. Também não somos aquele grupo que pretende “dominar o mundo através da detenção dos meios de comunicação e dos bancos”, como dito secularmente, mas com mais ênfase depois da publicação da apócrifa obra “Os Protocolos dos Sábios de Sião”. Temos judeus, cristãos católicos, evangélicos, messiânicos, negros (judeus ou não), japoneses e chineses (judeus ou não), muçulmanos, ou mesmo de ateus (socialistas ou não). Afinal, cada qual com seu pensamento, com sua fé. Mas o que me deixa realmente perturbado é o fato de V.Senhoria, neta de uma judia – que deve ter te contato o que passou na Europa -, e que deu aulas no Colégio Israelita (ou seja, recebeu dinheiro judaico), apoiar toda e qualquer forma e pensamento de pessoas anti-judaicas, que só querem a destruição do Estado de Israel (alias o único em que práticas socialistas deram certo sem a necessidade de um estado totalitário). Apenas te lembro que em caso de um novo Holocausto pouco poderemos fazer para te defender daqueles que hoje tu apóias, pois talvez não estejamos vivos. Apenas te lembro que muitos assimilados alemães só foram se dar conta de sua descendência quando já estavam em Auschwitz... E este será teu caminho, teus hoje parceiros te usam dizendo que admitem até ter uma descendente de judeus como apoiadora como forma de se dizer não anti-judeus. Mas longe de ti, te chamam de judiazinha, e quem sabe pelos teus atributos físicos não pensei em piadas do tipo, colocaremos a Luciana Genro na ala chamada Joy Division, onde os membros da SS (Totemkopf) se divertiam com “prostitutas judias” pegas dentro dos barracões em troca de mantega. É Luciana, o mundo gira, mas para nós judeus ele infelizmente gira mais rápido e contra nós. Tivemos a Inquisição, a II Guerra Mundial e estamos aqui... Mas o futuro é incerto...
E o Fórum Social Mundial vem aí, com provavelmente Chaves e sua própria SS (e SA) juntas no Exército Bolivariano (nem Simon Bolívar iria aprovar tal obscenidade). O mesmo tipo de exército que Hitler criou para massacrar nossos parentes e amigos de nossos parentes e até mesmo os comunistas da Alemanha. Por fim Luciana te lembro que sempre serás judia, mesmo que não aceites. E que ainda podes corrigir alguns atos teus, pois nosso Talmud é claro em dizer que “o homem erra, mas reconhece seus erros”. Aprendi isto com meu professor e mestre querido rabino Ruben Najmanovich: nunca é tarde para se corrigir... Mas caso isto não seja suficiente... termino minha carta para ti citando um judeu famoso, entre tantos que nosso povo, que ajudou a humanidade (e isto inclui Jesus Cristo, Sabin, Freud e outros que deves conhecer). “Se a minha teoria da relatividade estiver correta, a Alemanha dirá que sou alemão, e a França, que sou cidadão do mundo. Mas se eu estiver errado, a França sustentará que sou alemão, e a Alemanha garantirá que sou judeu.” – Albert Einstein, judeu e sionista”.
texto da carta e fotos extraido de: http://www.jornalalef.com.br/ESPECIAL_2510_Luciana_Genro.htm
sábado, 24 de outubro de 2009
ABUSO SEXUAL NA IGREJA CATÓLICA ERA PROBLEMA HOMOSSEXUAL, NÃO PEDOFILIA.
Hilary White
GENEBRA, Suíça, 29 de setembro de 2009 (Notícias Pró-Família) —
A crise de abuso sexual na Igreja Católica dos EUA e do exterior era uma questão de homossexuais espreitando rapazes adolescentes, não de pedofilia, disse o representante do Vaticano na ONU em Genebra, Suíça. É “mais correto”, disse o Arcebispo Silvano Tomasi, falar em efebofilia, atração homossexual para com adolescentes do sexo masculino, do que pedofilia, em relação aos escândalos.
“De todos os padres envolvidos nos abusos, 80 a 90 por cento pertencem a essa minoria de orientação sexual que se envolve sexualmente com rapazes adolescentes entre as idades de 11 e 17”, disse Tomasi. Sua declaração foi apoiada por um relatório comissionado pelos bispos dos EUA que revelou que na maioria esmagadora dos casos o clero envolvido era homossexual, com 81 por cento das vítimas sendo adolescentes do sexo masculino.
Tomasi também respondeu às críticas, dizendo que embora a Igreja Católica tenha estado “ocupada limpando sua própria casa, seria bom se outras instituições e autoridades, onde a maior parte dos abusos foi registrada, pudessem fazer a mesma coisa e informar os meios de comunicação sobre isso”. De acordo com informações de várias fontes, o problema do abuso sexual de menores em organizações religiosas é geral entre as igrejas protestantes e comunidades judaicas.
A declaração vem como resultado de acusações no Conselho de Direitos Humanos da ONU, que publicou uma declaração escrita de um grupo secular, a União Humanista e Ética Internacional (UHEI), alegando que o Vaticano era responsável pela proliferação de casos de abuso sexual envolvendo padres católicos. A UHEI acusou a Igreja Católica de não honrar obrigações sob a Convenção da ONU dos Direitos da Criança.
“A Santa Sé foi duramente implicada durante décadas no acobertamento de casos de abuso sexual praticados por seu clero e ordens religiosas, na obstrução da justiça e na negligência de lidar adequadamente com os abusadores”, disse Roy Brown, principal representante da UHEI no encontro da ONU em Genebra.
“Por tempo longo demais o mundo deu total liberdade para a Igreja Católica, por sua presumida liderança moral. Nosso relatório é o primeiro a trazer a questão para a atenção do Conselho de Direitos Humanos da ONU. Estaremos fazendo menção ao nosso relatório no plenário desse conselho na próxima semana”.
Contudo, Tomasi defendeu o passado da Igreja, dizendo que “as pesquisas disponíveis” mostram que só 1,5 a 5 por cento do clero católico haviam sido implicados em alegações de abuso, e sugerindo que parte do foco deve ser mudada para outras organizações que estão empesteadas de acusações de abuso sexual.
A vasta pluralidade das igrejas protestantes nos EUA, contando mais de 224.000, inclusive milhares de grupos não denominacionais independentes, tornam inteiramente impossível o tipo de monitoramento e registro organizado de casos individuais de abuso como era feito na Igreja Católica. Apesar disso, alguns dos casos de abuso sexual em outros grupos religiosos foram documentados de forma bem fragmentada.
Em junho de 2007, a Associated Press revelou que três empresas que fazem o seguro da maioria das igrejas protestantes dos EUA disseram que receberam mais de 260 relatórios anuais de menores de 18 anos sendo abusados sexualmente pelo clero, funcionários da igreja, voluntários ou membros da congregação. As empresas Church Mutual Insurance Co., GuideOne Insurance Co. e Brotherhood Mutual Insurance Co., que fazem o seguro de 165.495 igrejas por responsabilidades civis por abuso sexual de crianças, frisaram que suas estatísticas nem sempre especificavam quais casos eram contra menores e acrescentaram que nem todas as alegações eram acompanhadas de condenações ou até mesmo investigações.
Pesquisas nacionais feitas pelo Christian Ministry Resources (CMR), uma editora de conselhos de leis e impostos que trabalha para mais de 75.000 congregações e 1.000 agências denominacionais, também divulgou um relatório que revelou que as alegações de abuso sexual de crianças contra as igrejas protestantes são de uma média de 70 por semana desde 1993, com uma leve piora começando em 1997. O mesmo relatório também revelou que entre as igrejas protestantes, há mais probabilidade de que os voluntários, não os pastores ou funcionários, sejam os abusadores.
Em 2002, o Rev. William Persell, bispo da diocese episcopal de Chicago, disse num sermão sobre a Sexta-Feira da Paixão: “Seríamos ingênuos e desonestos se disséssemos que esse é um problema católico e que não tem nada a ver conosco, pois temos na nossa igreja pastores casados e pastoras. O pecado e a conduta abusiva não conhecem fronteiras eclesiásticas”.
O Relatório John Jay, comissionado pela Conferência dos Bispos Católicos dos EUA e baseado em pesquisas finalizadas pelas dioceses católicas nos Estados Unidos, revelou que entre 1950 e 2002, um total de 10.667 indivíduos haviam feito alegações de abuso sexual de crianças na Igreja Católica. Desse número, as dioceses puderam confirmar 6.700 acusações contra 4.392 padres.
Em 2002, no auge do furor contra os casos de abuso sexual na Igreja Católica, James Cobble, diretor executivo do CMR, disse que embora a Igreja Católica tivesse recebido a maioria da atenção dos meios de comunicação, “esse problema é ainda maior nas igrejas protestantes simplesmente por causa de seus números muito maiores”. Das aproximadamente 350.000 nos EUA, só 5 por cento são católicas.
Além disso, a evidência mostrou que os casos de abuso na Igreja Católica haviam sido ligados à onda de permissividade sexual na sociedade em geral coincidindo com a “revolução sexual” da década de 1960. Os abusos alegados aumentaram dramaticamente na década de 1960, chegaram ao máximo na década de 1970, diminuíram na década de 1980 e na década de 1990 voltaram aos níveis da década de 1950.
Leia a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:
Abuse in the Church: Homosexuality, Dissent and Modernism
http://www.lifesitenews.com/ldn/2002/jun/020618a.html
Traduzido originalmente por: http://www.juliosevero.com/
GENEBRA, Suíça, 29 de setembro de 2009 (Notícias Pró-Família) —
A crise de abuso sexual na Igreja Católica dos EUA e do exterior era uma questão de homossexuais espreitando rapazes adolescentes, não de pedofilia, disse o representante do Vaticano na ONU em Genebra, Suíça. É “mais correto”, disse o Arcebispo Silvano Tomasi, falar em efebofilia, atração homossexual para com adolescentes do sexo masculino, do que pedofilia, em relação aos escândalos.
“De todos os padres envolvidos nos abusos, 80 a 90 por cento pertencem a essa minoria de orientação sexual que se envolve sexualmente com rapazes adolescentes entre as idades de 11 e 17”, disse Tomasi. Sua declaração foi apoiada por um relatório comissionado pelos bispos dos EUA que revelou que na maioria esmagadora dos casos o clero envolvido era homossexual, com 81 por cento das vítimas sendo adolescentes do sexo masculino.
Tomasi também respondeu às críticas, dizendo que embora a Igreja Católica tenha estado “ocupada limpando sua própria casa, seria bom se outras instituições e autoridades, onde a maior parte dos abusos foi registrada, pudessem fazer a mesma coisa e informar os meios de comunicação sobre isso”. De acordo com informações de várias fontes, o problema do abuso sexual de menores em organizações religiosas é geral entre as igrejas protestantes e comunidades judaicas.
A declaração vem como resultado de acusações no Conselho de Direitos Humanos da ONU, que publicou uma declaração escrita de um grupo secular, a União Humanista e Ética Internacional (UHEI), alegando que o Vaticano era responsável pela proliferação de casos de abuso sexual envolvendo padres católicos. A UHEI acusou a Igreja Católica de não honrar obrigações sob a Convenção da ONU dos Direitos da Criança.
“A Santa Sé foi duramente implicada durante décadas no acobertamento de casos de abuso sexual praticados por seu clero e ordens religiosas, na obstrução da justiça e na negligência de lidar adequadamente com os abusadores”, disse Roy Brown, principal representante da UHEI no encontro da ONU em Genebra.
“Por tempo longo demais o mundo deu total liberdade para a Igreja Católica, por sua presumida liderança moral. Nosso relatório é o primeiro a trazer a questão para a atenção do Conselho de Direitos Humanos da ONU. Estaremos fazendo menção ao nosso relatório no plenário desse conselho na próxima semana”.
Contudo, Tomasi defendeu o passado da Igreja, dizendo que “as pesquisas disponíveis” mostram que só 1,5 a 5 por cento do clero católico haviam sido implicados em alegações de abuso, e sugerindo que parte do foco deve ser mudada para outras organizações que estão empesteadas de acusações de abuso sexual.
A vasta pluralidade das igrejas protestantes nos EUA, contando mais de 224.000, inclusive milhares de grupos não denominacionais independentes, tornam inteiramente impossível o tipo de monitoramento e registro organizado de casos individuais de abuso como era feito na Igreja Católica. Apesar disso, alguns dos casos de abuso sexual em outros grupos religiosos foram documentados de forma bem fragmentada.
Em junho de 2007, a Associated Press revelou que três empresas que fazem o seguro da maioria das igrejas protestantes dos EUA disseram que receberam mais de 260 relatórios anuais de menores de 18 anos sendo abusados sexualmente pelo clero, funcionários da igreja, voluntários ou membros da congregação. As empresas Church Mutual Insurance Co., GuideOne Insurance Co. e Brotherhood Mutual Insurance Co., que fazem o seguro de 165.495 igrejas por responsabilidades civis por abuso sexual de crianças, frisaram que suas estatísticas nem sempre especificavam quais casos eram contra menores e acrescentaram que nem todas as alegações eram acompanhadas de condenações ou até mesmo investigações.
Pesquisas nacionais feitas pelo Christian Ministry Resources (CMR), uma editora de conselhos de leis e impostos que trabalha para mais de 75.000 congregações e 1.000 agências denominacionais, também divulgou um relatório que revelou que as alegações de abuso sexual de crianças contra as igrejas protestantes são de uma média de 70 por semana desde 1993, com uma leve piora começando em 1997. O mesmo relatório também revelou que entre as igrejas protestantes, há mais probabilidade de que os voluntários, não os pastores ou funcionários, sejam os abusadores.
Em 2002, o Rev. William Persell, bispo da diocese episcopal de Chicago, disse num sermão sobre a Sexta-Feira da Paixão: “Seríamos ingênuos e desonestos se disséssemos que esse é um problema católico e que não tem nada a ver conosco, pois temos na nossa igreja pastores casados e pastoras. O pecado e a conduta abusiva não conhecem fronteiras eclesiásticas”.
O Relatório John Jay, comissionado pela Conferência dos Bispos Católicos dos EUA e baseado em pesquisas finalizadas pelas dioceses católicas nos Estados Unidos, revelou que entre 1950 e 2002, um total de 10.667 indivíduos haviam feito alegações de abuso sexual de crianças na Igreja Católica. Desse número, as dioceses puderam confirmar 6.700 acusações contra 4.392 padres.
Em 2002, no auge do furor contra os casos de abuso sexual na Igreja Católica, James Cobble, diretor executivo do CMR, disse que embora a Igreja Católica tivesse recebido a maioria da atenção dos meios de comunicação, “esse problema é ainda maior nas igrejas protestantes simplesmente por causa de seus números muito maiores”. Das aproximadamente 350.000 nos EUA, só 5 por cento são católicas.
Além disso, a evidência mostrou que os casos de abuso na Igreja Católica haviam sido ligados à onda de permissividade sexual na sociedade em geral coincidindo com a “revolução sexual” da década de 1960. Os abusos alegados aumentaram dramaticamente na década de 1960, chegaram ao máximo na década de 1970, diminuíram na década de 1980 e na década de 1990 voltaram aos níveis da década de 1950.
Leia a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:
Abuse in the Church: Homosexuality, Dissent and Modernism
http://www.lifesitenews.com/ldn/2002/jun/020618a.html
Traduzido originalmente por: http://www.juliosevero.com/
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
ESSE TIPO DE PRISÃO É O QUE FALTA NO BRASIL.
Este é o Xerife Joe Arpaio, delegado em uma cidade do Estado do Arizona nos EUA. Ele ficou famoso por manter os presos na linha e de um modo invejável fora dos Estados Unidos.
Joe Arpaio é o xerife do Condado de Maricopa no Arizona já há bastante tempo e continua sendo re-eleito a cada nova eleição. Ele criou a 'cadeia-acampamento', que são várias tendas de lona, cercadas por arame farpado e vigiado por guardas como numa prisão normal.
Baixou os custos da refeição para 40 centavos de dólar que os detentos, inclusive, têm de pagar.
Proibiu fumar, não permite a circulação de revistas pornográficas dentro da prisão e nem permite que os detentos pratiquem halterofilismo. Começou a montar equipes de detentos que, acorrentados uns aos outros, (chain gangs), são levados à cidade para prestarem serviços para a comunidade e trabalhar nos projetos do condado.
Para não ser processado por discriminação racial, começou a montar equipes de detentas também, nos mesmos moldes das equipes de detentos.
Cortou a TV a cabo dos detentos, mas quando soube que TV a cabo nas prisões era uma determinação judicial, religou, mas só entra o canal do Tempo e da Disney.
Quando perguntado por que o canal do tempo, respondeu que era para os detentos saberem que temperatura vão enfrentar durante o dia quando estiverem prestando serviço na comunidade, trabalhando nas estradas, construções, etc.
Em 1994, cortou o café, alegando que além do baixo valor nutritivo, estava protegendo os próprios detentos e os guardas que já haviam sido atacados com café quente por outros detentos, sem falar na economia aos cofres públicos de quase US$ 100,000.00/ano.
Quando os detentos reclamaram, ele respondeu: -“Isto aqui não é hotel 5 estrelas e se vocês não gostam, comportem-se como homens e não voltem mais”.
Distribuiu uma série de vídeos religiosos aos prisioneiros e não permite quaisquer outros tipos de vídeo na prisão. Perguntado se não teria alguns vídeos com o programa do partido democrata para distribuir aos detentos, respondeu que nem se tivesse, pois provavelmente essa era a causa da maioria dos presos ali estarem.
Com a temperatura batendo recordes a cada semana, uma agência de notícias publicou:
“Com a temperatura atingindo 116º F (47º C), em Phoenix no Arizona, mais de 2000 detentos na prisão acampamento de Maricopa tiveram permissão de tirar o uniforme da prisão e ficar só de shorts, (cor-de-rosa), que os detentos recebem do governo”.
Na última quarta feira, centenas de detentos estavam recolhidos às barracas, aonde a temperatura chegou a atingir a marca de 138º F (60º C). Muitos com toalhas cor de rosa enroladas no pescoço estavam completamente encharcados de suor. Parece que a gente está dentro de um forno, disse James Zanzot que cumpriu pena nessas tendas por um ano.
Joe Arpaio, o xerife durão que inventou a prisão-acampamento, faz com que os detentos usem uniformes cor-de-rosa e não faz questão alguma de parecer simpático.
Diz ele aos detentos: “Nossos soldados estão no Iraque onde a temperatura atinge 120° F (50° C), vivem em tendas iguais a vocês, e ainda tem de usar fardamento, botinas, carregar todo o equipamento de soldado e, além de tudo, não cometeram crime algum como vocês, portanto calem a boca e parem de reclamar”.
Se houvessem mais prisões como essa, talvez o número de criminosos e reincidentes diminuísse consideravelmente. Criminosos têm de ser punidos pelos crimes que cometeram e não serem tratados a pão-de-ló, tendo do bom e melhor, até serem soltos pra voltar a cometer os mesmos crimes e voltar para a vida na prisão, cheia de regalias e reivindicações.
Muitos cidadãos honestos, cumpridores da lei, e pagadores de impostos não tem, por vezes, as mesmas regalias que esses bandidos têm na prisão.
Joe Arpaio é o xerife do Condado de Maricopa no Arizona já há bastante tempo e continua sendo re-eleito a cada nova eleição. Ele criou a 'cadeia-acampamento', que são várias tendas de lona, cercadas por arame farpado e vigiado por guardas como numa prisão normal.
Baixou os custos da refeição para 40 centavos de dólar que os detentos, inclusive, têm de pagar.
Proibiu fumar, não permite a circulação de revistas pornográficas dentro da prisão e nem permite que os detentos pratiquem halterofilismo. Começou a montar equipes de detentos que, acorrentados uns aos outros, (chain gangs), são levados à cidade para prestarem serviços para a comunidade e trabalhar nos projetos do condado.
Para não ser processado por discriminação racial, começou a montar equipes de detentas também, nos mesmos moldes das equipes de detentos.
Cortou a TV a cabo dos detentos, mas quando soube que TV a cabo nas prisões era uma determinação judicial, religou, mas só entra o canal do Tempo e da Disney.
Quando perguntado por que o canal do tempo, respondeu que era para os detentos saberem que temperatura vão enfrentar durante o dia quando estiverem prestando serviço na comunidade, trabalhando nas estradas, construções, etc.
Em 1994, cortou o café, alegando que além do baixo valor nutritivo, estava protegendo os próprios detentos e os guardas que já haviam sido atacados com café quente por outros detentos, sem falar na economia aos cofres públicos de quase US$ 100,000.00/ano.
Quando os detentos reclamaram, ele respondeu: -“Isto aqui não é hotel 5 estrelas e se vocês não gostam, comportem-se como homens e não voltem mais”.
Distribuiu uma série de vídeos religiosos aos prisioneiros e não permite quaisquer outros tipos de vídeo na prisão. Perguntado se não teria alguns vídeos com o programa do partido democrata para distribuir aos detentos, respondeu que nem se tivesse, pois provavelmente essa era a causa da maioria dos presos ali estarem.
Com a temperatura batendo recordes a cada semana, uma agência de notícias publicou:
“Com a temperatura atingindo 116º F (47º C), em Phoenix no Arizona, mais de 2000 detentos na prisão acampamento de Maricopa tiveram permissão de tirar o uniforme da prisão e ficar só de shorts, (cor-de-rosa), que os detentos recebem do governo”.
Na última quarta feira, centenas de detentos estavam recolhidos às barracas, aonde a temperatura chegou a atingir a marca de 138º F (60º C). Muitos com toalhas cor de rosa enroladas no pescoço estavam completamente encharcados de suor. Parece que a gente está dentro de um forno, disse James Zanzot que cumpriu pena nessas tendas por um ano.
Joe Arpaio, o xerife durão que inventou a prisão-acampamento, faz com que os detentos usem uniformes cor-de-rosa e não faz questão alguma de parecer simpático.
Diz ele aos detentos: “Nossos soldados estão no Iraque onde a temperatura atinge 120° F (50° C), vivem em tendas iguais a vocês, e ainda tem de usar fardamento, botinas, carregar todo o equipamento de soldado e, além de tudo, não cometeram crime algum como vocês, portanto calem a boca e parem de reclamar”.
Se houvessem mais prisões como essa, talvez o número de criminosos e reincidentes diminuísse consideravelmente. Criminosos têm de ser punidos pelos crimes que cometeram e não serem tratados a pão-de-ló, tendo do bom e melhor, até serem soltos pra voltar a cometer os mesmos crimes e voltar para a vida na prisão, cheia de regalias e reivindicações.
Muitos cidadãos honestos, cumpridores da lei, e pagadores de impostos não tem, por vezes, as mesmas regalias que esses bandidos têm na prisão.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
PRESIDENTE OBAMA: "O que Mao Tsé Tung fez?
A diretora de Comunicação do governo Obama, Anita Dunn, disse a um grupo de estudantes do ensino médio que visitavam a asa Branca em Junho passado que na opinião dela, o ex-ditador comunista chinês Mao Tse Tung, é um de seus dois filósofos-políticos favoritos.
Na verdade ela estava tentando influênciar os adolescentes.
Mao Tse Tung, para aqueles que questionavam a sua autoridade, ele os recompensava matando-os, mas a diretora de comunicação da Casa Branca, unge o assassino como um filósofo político.
A citação da senhora Dunn a respeito do Presidente Mao, como uma das duas pessoas que ela mais “admirava” tem criado uma polêmica na mídia. A sra. Dunn descobriu que nem todo mundo reverencia assassinos em massa como fonte de valiosas lições de vida. Mais tarde ela veio a público e declarou que estava apenas “fazendo uma piada”.
"O que Mao Tse Tung fez?" Essa parece ser a questão norteadora da estratégia da Secretaria de Comunicação da Casa Branca. A senhora Dunn vangloriou-se que durante a campanha presidencial de 2008, "Não tinham absolutamente nenhum controle sobre a imprensa”. A Casa Branca, no governo Obama, continua tentando utilizar as ferramentas de governo, que visa mobilizar todos os meios de comunicação e organizar uma Revolução Cultural nos EUA. (Muito parecido com que o governo Lula está fazendo no Brasil, utilizando-se da TV do Bispo).
Um passo para o controle dos meios de comunicação, está claro nas tentativas de utilizar Hollywood para ajudar a transmitir a festa e para usar o National Endowment for the Arts para promover as iniciativas políticas de Obama.
A Comissão Federal de Comunicações está considerando a regulamentação do conteúdo transmitido pelas emissoras de rádio, com o pretexto de promover a "diversidade". A Casa Branca está tentando convencer as redes de televisão a incorporar os temas de "serviços e voluntariados" toda semana, e já tentou fazer do 11 Setembro, o um dia nacional de “serviço”. Isto nos faz lembrar a estratégia de Mao Tsé Tung em elogiar o “Subbotnik” – “era o dia do trabalho voluntário na antiga União Soviética", na verdade era um programa de “trabalhos forçado”. O fato de a diretora de Comunicações da Casa Branca encontrar inspiração nas palavras do homem que promoveu a lavagem cerebral no mundo é motivo de preocupação.
A atual guerra contra a Fox News - que a senhora Dunn chama de "jornalismo de opinião que aparece como notícia" - mostra o compromisso da Casa Branca de controlar a imprensa. Para a senhora Dunn, a mídia deve servir, como dizia Vladimir Lenin: de "correias de transmissão", isto é, à serviço da propaganda do governo, do partido e da ideologia.
Nota: 1ª Foto acima: Mao Tsé Tung.
2ª Foto abaixo: Cartaz da propaganda comunista do dia do Trabalho Voluntário, de Lenin.
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