quarta-feira, 18 de maio de 2011

COMO SURGEM OS BONS SERMÕES?

Os melhores sermões ocorrem quando, em um ambiente bastante calmo, o pregador tira tmpo para ler a passagem sobre a qual irá pregar ou quando nessa leitura ele procura o texto que servirá de base para a pregação. Silêncio é tão importante para o trabalhodo pregador, que eu às vezes me pergunto como alguns pregadores conseguem se preparar em meio de tanto barulho. Acho que o processo deles é completamente diferente do meu.

Ouvindo a Escritura

Como disse no começo, não vou me preocupar aqui com técnicas homiléticas e hermenêuticas, embora eu as utilize bastante, mas como estou tentando ajudar aqueles que estão dando os primeiros passos, nossa abordagem é mais prática, porém não simplista. Ouvir a Escritura é a forma de cada um escutar. Eu creio que o pregador não pode se limitar a perícope em que se baseia o sermão. Às vezes o texto vai mais além do que está delimitado pela perícope em nossas Bíblias.



Antes de começar a escrever o seu sermão, olhe atentamente para o texto, faça várias leituras até poder ouvir o que o texto diz. A leitura é o primeiro e mais importante passo na preparação do sermão, porque a mente capta com mais precisão quando lemos inúmeras vezes.

Eu falei em escrever o sermão, o que para muitos pode parecer estranho porque a prática hoje é fazerr uma leitura rápida do texto e tentar explicar o seu significado, geralmente esse processo é perda de tempo, pois ninguém consegue captar ou entender as nunces do texto se não for feita várias leituras. Quando digo várias leituras me refiro a pelo menos 25 vezes de leitura do mesmo texto no qual vai-se pregar no domingo seguinte.

Estar antenado

Bons sermões nascem de relacionamentos de amizades, boas conversas sobre temas da atualidade, conhecimento do que estar acontecendo ao redor, estar antenado com as noticias daqui e lá de fora. Para pregar bem, é preciso saber o que está acontecendo na vida das pessoas, e saber o que está acontecendo na vida comum da congregação.

Esse procedimento de ouvir as pessoas é saudável na preparação do sermão, mas pode se tornar até um crime, quando o pregador utiliza-se de conversas privadas ou de exemplos obtidos em interação com as pessoas, para usar como ilustração do sermão de domingo. Não use a amizade, os segredos e a opinião das pessoas para ilustrar ou fazer parte dos seus sermões, se isso ocorrer a sua credibilidade vai para o lixo.

Os exemplos de acontecimentos cotidianos, se bem utilizados podem ser de extremo valor. Por exemplo, uma notícia que vem a público sobre um filho que estraga a sua vida nos vícios e que causa a dor nos seus pais, pode ser usada para contar a história do filho pródigo, é um “gancho” que não prejudicará ninguém e ainda servirá para avivar a história na cabeça dos ouvintes. Bom sermões são pregados com palavras que ligam o pregador ao texto, e à experiência vivda das pessoas com Palavra de Deus.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

COMO SURGEM OS BONS SERMÕES?

Os melhores sermões ocorrem quando, em um ambiente bastante calmo, o pregador tira tmpo para ler a passagem sobre a qual irá pregar ou quando nessa leitura ele procura o texto que servirá de base para a pregação. Silêncio é tão importante para o trabalhodo pregador, que eu às vezes me pergunto como alguns pregadores conseguem se preparar em meio de tanto barulho. Acho que o processo deles é completamente diferente do meu.

Ouvindo a Escritura

Como disse no começo, não vou me preocupar aqui com técnicas homiléticas e hermenêuticas, embora eu as utilize bastante, mas como estou tentando ajudar aqueles que estão dando os primeiros passos, nossa abordagem é mais prática, porém não simplista. Ouvir a Escritura é a forma de cada um escutar. Eu creio que o pregador não pode se limitar a perícope em que se baseia o sermão. Às vezes o texto vai mais além do que está delimitado pela perícope em nossas Bíblias.



Antes de começar a escrever o seu sermão, olhe atentamente para o texto, faça várias leituras até poder ouvir o que o texto diz. A leitura é o primeiro e mais importante passo na preparação do sermão, porque a mente capta com mais precisão quando lemos inúmeras vezes.

Eu falei em escrever o sermão, o que para muitos pode parecer estranho porque a prática hoje é fazerr uma leitura rápida do texto e tentar explicar o seu significado, geralmente esse processo é perda de tempo, pois ninguém consegue captar ou entender as nunces do texto se não for feita várias leituras. Quando digo várias leituras me refiro a pelo menos 25 vezes de leitura do mesmo texto no qual vai-se pregar no domingo seguinte.

Estar antenado

Bons sermões nascem de relacionamentos de amizades, boas conversas sobre temas da atualidade, conhecimento do que estar acontecendo ao redor, estar antenado com as noticias daqui e lá de fora. Para pregar bem, é preciso saber o que está acontecendo na vida das pessoas, e saber o que está acontecendo na vida comum da congregação.

Esse procedimento de ouvir as pessoas é saudável na preparação do sermão, mas pode se tornar até um crime, quando o pregador utiliza-se de conversas privadas ou de exemplos obtidos em interação com as pessoas, para usar como ilustração do sermão de domingo. Não use a amizade, os segredos e a opinião das pessoas para ilustrar ou fazer parte dos seus sermões, se isso ocorrer a sua credibilidade vai para o lixo.

Os exemplos de acontecimentos cotidianos, se bem utilizados podem ser de extremo valor. Por exemplo, uma notícia que vem a público sobre um filho que estraga a sua vida nos vícios e que causa a dor nos seus pais, pode ser usada para contar a história do filho pródigo, é um “gancho” que não prejudicará ninguém e ainda servirá para avivar a história na cabeça dos ouvintes. Bom sermões são pregados com palavras que ligam o pregador ao texto, e à experiência vivda das pessoas com Palavra de Deus.

COMO SURGEM OS BONS SERMÕES?

Os melhores sermões ocorrem quando, em um ambiente bastante calmo, o pregador tira tmpo para ler a passagem sobre a qual irá pregar ou quando nessa leitura ele procura o texto que servirá de base para a pregação. Silêncio é tão importante para o trabalhodo pregador, que eu às vezes me pergunto como alguns pregadores conseguem se preparar em meio de tanto barulho. Acho que o processo deles é completamente diferente do meu.

Ouvindo a Escritura

Como disse no começo, não vou me preocupar aqui com técnicas homiléticas e hermenêuticas, embora eu as utilize bastante, mas como estou tentando ajudar aqueles que estão dando os primeiros passos, nossa abordagem é mais prática, porém não simplista. Ouvir a Escritura é a forma de cada um escutar. Eu creio que o pregador não pode se limitar a perícope em que se baseia o sermão. Às vezes o texto vai mais além do que está delimitado pela perícope em nossas Bíblias.



Antes de começar a escrever o seu sermão, olhe atentamente para o texto, faça várias leituras até poder ouvir o que o texto diz. A leitura é o primeiro e mais importante passo na preparação do sermão, porque a mente capta com mais precisão quando lemos inúmeras vezes.

Eu falei em escrever o sermão, o que para muitos pode parecer estranho porque a prática hoje é fazerr uma leitura rápida do texto e tentar explicar o seu significado, geralmente esse processo é perda de tempo, pois ninguém consegue captar ou entender as nunces do texto se não for feita várias leituras. Quando digo várias leituras me refiro a pelo menos 25 vezes de leitura do mesmo texto no qual vai-se pregar no domingo seguinte.

Estar antenado

Bons sermões nascem de relacionamentos de amizades, boas conversas sobre temas da atualidade, conhecimento do que estar acontecendo ao redor, estar antenado com as noticias daqui e lá de fora. Para pregar bem, é preciso saber o que está acontecendo na vida das pessoas, e saber o que está acontecendo na vida comum da congregação.

Esse procedimento de ouvir as pessoas é saudável na preparação do sermão, mas pode se tornar até um crime, quando o pregador utiliza-se de conversas privadas ou de exemplos obtidos em interação com as pessoas, para usar como ilustração do sermão de domingo. Não use a amizade, os segredos e a opinião das pessoas para ilustrar ou fazer parte dos seus sermões, se isso ocorrer a sua credibilidade vai para o lixo.

Os exemplos de acontecimentos cotidianos, se bem utilizados podem ser de extremo valor. Por exemplo, uma notícia que vem a público sobre um filho que estraga a sua vida nos vícios e que causa a dor nos seus pais, pode ser usada para contar a história do filho pródigo, é um “gancho” que não prejudicará ninguém e ainda servirá para avivar a história na cabeça dos ouvintes. Bom sermões são pregados com palavras que ligam o pregador ao texto, e à experiência vivda das pessoas com Palavra de Deus.

COMO SURGEM OS BONS SERMÕES?

Os melhores sermões ocorrem quando, em um ambiente bastante calmo, o pregador tira tmpo para ler a passagem sobre a qual irá pregar ou quando nessa leitura ele procura o texto que servirá de base para a pregação. Silêncio é tão importante para o trabalhodo pregador, que eu às vezes me pergunto como alguns pregadores conseguem se preparar em meio de tanto barulho. Acho que o processo deles é completamente diferente do meu.

Ouvindo a Escritura

Como disse no começo, não vou me preocupar aqui com técnicas homiléticas e hermenêuticas, embora eu as utilize bastante, mas como estou tentando ajudar aqueles que estão dando os primeiros passos, nossa abordagem é mais prática, porém não simplista. Ouvir a Escritura é a forma de cada um escutar. Eu creio que o pregador não pode se limitar a perícope em que se baseia o sermão. Às vezes o texto vai mais além do que está delimitado pela perícope em nossas Bíblias.



Antes de começar a escrever o seu sermão, olhe atentamente para o texto, faça várias leituras até poder ouvir o que o texto diz. A leitura é o primeiro e mais importante passo na preparação do sermão, porque a mente capta com mais precisão quando lemos inúmeras vezes.

Eu falei em escrever o sermão, o que para muitos pode parecer estranho porque a prática hoje é fazerr uma leitura rápida do texto e tentar explicar o seu significado, geralmente esse processo é perda de tempo, pois ninguém consegue captar ou entender as nunces do texto se não for feita várias leituras. Quando digo várias leituras me refiro a pelo menos 25 vezes de leitura do mesmo texto no qual vai-se pregar no domingo seguinte.

Estar antenado

Bons sermões nascem de relacionamentos de amizades, boas conversas sobre temas da atualidade, conhecimento do que estar acontecendo ao redor, estar antenado com as noticias daqui e lá de fora. Para pregar bem, é preciso saber o que está acontecendo na vida das pessoas, e saber o que está acontecendo na vida comum da congregação.

Esse procedimento de ouvir as pessoas é saudável na preparação do sermão, mas pode se tornar até um crime, quando o pregador utiliza-se de conversas privadas ou de exemplos obtidos em interação com as pessoas, para usar como ilustração do sermão de domingo. Não use a amizade, os segredos e a opinião das pessoas para ilustrar ou fazer parte dos seus sermões, se isso ocorrer a sua credibilidade vai para o lixo.

Os exemplos de acontecimentos cotidianos, se bem utilizados podem ser de extremo valor. Por exemplo, uma notícia que vem a público sobre um filho que estraga a sua vida nos vícios e que causa a dor nos seus pais, pode ser usada para contar a história do filho pródigo, é um “gancho” que não prejudicará ninguém e ainda servirá para avivar a história na cabeça dos ouvintes. Bom sermões são pregados com palavras que ligam o pregador ao texto, e à experiência vivda das pessoas com Palavra de Deus.

COMO SURGEM OS BONS SERMÕES?

Os melhores sermões ocorrem quando, em um ambiente bastante calmo, o pregador tira tmpo para ler a passagem sobre a qual irá pregar ou quando nessa leitura ele procura o texto que servirá de base para a pregação. Silêncio é tão importante para o trabalhodo pregador, que eu às vezes me pergunto como alguns pregadores conseguem se preparar em meio de tanto barulho. Acho que o processo deles é completamente diferente do meu.

Ouvindo a Escritura

Como disse no começo, não vou me preocupar aqui com técnicas homiléticas e hermenêuticas, embora eu as utilize bastante, mas como estou tentando ajudar aqueles que estão dando os primeiros passos, nossa abordagem é mais prática, porém não simplista. Ouvir a Escritura é a forma de cada um escutar. Eu creio que o pregador não pode se limitar a perícope em que se baseia o sermão. Às vezes o texto vai mais além do que está delimitado pela perícope em nossas Bíblias.



Antes de começar a escrever o seu sermão, olhe atentamente para o texto, faça várias leituras até poder ouvir o que o texto diz. A leitura é o primeiro e mais importante passo na preparação do sermão, porque a mente capta com mais precisão quando lemos inúmeras vezes.

Eu falei em escrever o sermão, o que para muitos pode parecer estranho porque a prática hoje é fazerr uma leitura rápida do texto e tentar explicar o seu significado, geralmente esse processo é perda de tempo, pois ninguém consegue captar ou entender as nunces do texto se não for feita várias leituras. Quando digo várias leituras me refiro a pelo menos 25 vezes de leitura do mesmo texto no qual vai-se pregar no domingo seguinte.

Estar antenado

Bons sermões nascem de relacionamentos de amizades, boas conversas sobre temas da atualidade, conhecimento do que estar acontecendo ao redor, estar antenado com as noticias daqui e lá de fora. Para pregar bem, é preciso saber o que está acontecendo na vida das pessoas, e saber o que está acontecendo na vida comum da congregação.

Esse procedimento de ouvir as pessoas é saudável na preparação do sermão, mas pode se tornar até um crime, quando o pregador utiliza-se de conversas privadas ou de exemplos obtidos em interação com as pessoas, para usar como ilustração do sermão de domingo. Não use a amizade, os segredos e a opinião das pessoas para ilustrar ou fazer parte dos seus sermões, se isso ocorrer a sua credibilidade vai para o lixo.

Os exemplos de acontecimentos cotidianos, se bem utilizados podem ser de extremo valor. Por exemplo, uma notícia que vem a público sobre um filho que estraga a sua vida nos vícios e que causa a dor nos seus pais, pode ser usada para contar a história do filho pródigo, é um “gancho” que não prejudicará ninguém e ainda servirá para avivar a história na cabeça dos ouvintes. Bom sermões são pregados com palavras que ligam o pregador ao texto, e à experiência vivda das pessoas com Palavra de Deus.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

SOBRE A PREGAÇÃO - PARTE III - DO TEXTO PARA O SERMÃO.

A maioria dos sermões de domingo nas igrejas brasileiras não passam de conceitos de auto-ajuda em alguns grupos, em apelação supersticiosa em outros, em agressividade neurótica em grande parte e verdadeira exposição bíblica na minoria.

A importânca do texto Bíblico.
Já ouvi de pregadores que no sermão de domingo de suas igrejas, pregam, não com base em texto bíblico, mas numa poesia (não os salmos), de Fernado Pessoa ou, pasmem, de Vinícios de Moraes.

O sermão tem como base, como ponto de partida, o texto bíblico. É certo que grande parte dos pregadores usam o texto bíblico como um pretexto para pregarem um sermão de três pontos que são: 1) Entram no texto; 2) Saem do texto e 3) Nunca mais voltam para o texto. Apesar de que a maioria das mensagens que ouvimos não se preocupa em expor o que o texto Sagrado diz, não é por isso que se cometa o desatino de substituir o texto bíblico por uma poesia ou um texto fora da Bíblia. E não me venham com o argumento de que Paulo usou os ditos dos filósofos epicureus e estóicos, pois uma coisa não tem nada a ver com a outra.

O sentido do texto bíblico é um só, não pode haver mais de um sentido, já que o escritor original pretendia transmitir uma mensagem aos seus leitores e ele tinha a intenção de que os leitores entendesse claramente o que ele pretendia transmitir, então, o trabalho do pregador é descobrir o sentido único, original. No entanto, apesar de ter um sentido único, a aplicação é diversificada, pode ser contextualizada, contanto que não se perca o sentido verdadeiro.

Já ouví pregadores dizerem:
- "Para mim, esse texto  quer dizer o seguinte:...."

Quem disse que a tua opinião conta? O que o texto quer dizer pra você, não é o que verdadeiramente o texto diz. O que o texto diz, é o que o autor do texto quis dizer, ou melhor, é o que Deus quis dizer e falou através do escritor original. Se ele falou através do escritor original da Sagrada Escritura, com certeza não precisará dizer uma coisa nova hoje, já está escrito, o que o pregador precisa é encontrar a verdade única contida no texto e já revelada por Deus.

No seminário, aprendi que existem três pontos de abordagem. Aprendí a conhecer as línguas bíblicas e a sua estrutura, tudo para proporcionar a mim que ia pregar, subsídios para que a minha pregação fosse a mais bíblica possível.

Aqueles que estudaram pelo método histórico-crítico (defunto), foram treinados a irem ao texto em busca de idéias para a pregação, não no sentido de exporem ao texto, mas de encontrarem um tema para pregar. Esse método não crê na Bíblia como Palavra de Deus e não crê que seja possível resgatar a intenção original do autor. Infelizmente a maioria dos pregadores ainda fazem uso desse método. Já o métódo histórico-gramatical busca dizer o que o texto diz, qual é a mensagem de Deus alí naquela porção bíblica, não importa o tamanho do texto base, contanto que este esteja de acordo com o contexto de toda Bíblia.

A pregação faz parte da disciplina Homilética e esta é uma arte que se aprendida adequadamente ajudará em muito o pregador na entregas de seus sermões. Existem muitos bons livros sobre homilética, mas os dois que mais me marcaram foram: “Da pesquisa ao púlpito” de Jilton Moraes (Meu professor num curso de mestrado no Seminário Batista Equatorial em Belém – PA) e um outro livro em espanhol, que não me recordo o nome agora, mas que tratava de criatividade na apresentação da mensagem. Lembro-me também das aulas do meu professor Hans Ulrich Reifler, que sempre admirei como pregador. Acredito e prego sermões expositivos por acreditar que somente a Palavra criadora de Deus pode nos libertar. A palavra de Deus vem a nós com o poder de nos libertar do pecado, morte e Satanás.

Pregação expositiva da Bíblia é muito mais do que uma proposição, é muito mais do que procurar idéias, é proclamar as verdades de Deus, é falar a verdade de Deus contida no texto, em nome de Deus, para que chegue aos ouvidos do pecador e este, transformado e revivido por Deus, responda positivamenteao seu chamado.

Pregação portanto começa com a escolha do texto bíblico, análise lingüística e histórica, exposição do que o texto verdadeiramente diz com a intenção de que os ouvintes possam se sentir estimulados a viverem uma vida de acordo com a vida que o Senhor deseja que ele viva, não com base em princípios sociológicos e de ética moderna, mas de acordo com os eternos propósitos de Deus, válidos para todas as geografias, culturas e épocas.

terça-feira, 3 de maio de 2011

SOBRE A PREGAÇÃO - PARTE II - PREGANDO PARA A VIDA

PREGANDO PARA VIDA

Nem todos, mas a maioria dos pastores de linha reformada fazem um trabalho duro para tentar pregar fielmente a partir da escolha de um texto bíblico. Passamos horas em estudos bíblicos e exegéticos em preparação para o sermão de cada domingo ou até mesmo para os estudos bíblicos de meio de semana.

então segue o que essas observações podem ter a ver com nossas vidas, nossa comunidade e nosso mundo. Amen.

Sermões para a vida.
Pregar para a vida é pregar com o coração, mas antes de tudo é pregar com a vida. Os que pregam para a vida já experimentaram a transformação dos seus corações através da operação do Espírito Santo através da Palavra. Pregar para a vida é pregar no poder de Deus para que pecador reconheça-se como tal e tenha sua vida mudada para a glória de Deus.

Pregar para a vida passa por uma série de coisas:
Primeiro, o pregador precisa gerar confiança do ouvinte. Um pregador pode estar dizendo as coisas certas, mas se ele não é confiável, tudo será em vão. A confiança que os ouvintes tem no pregador é um dos seus maiores tesouros. Já ouvi pregadores pregarem sermões maravilhosos, mas vi também as pessoas o chamando de mentiroso depois da pregação. Não que ele estivesse pregando mentiras, mas é que sua vida nem de longe refletia o que ele estava dizendo. Parte da construção da confiança que os ouvintes terão no pregador, passa por ele viver o que prega.

Pregar para a vida é pregar o que vem “de dentro”, o que já foi mudado pela Palavra de Deus. A congregação verá onde é que a Palavra de Deus tem mudado a vida do seu pastor. Se o sermão não mudou a vida do pregador, ele dificilmente mudará a vida do ouvinte. Essa percepção dará integridade, autenticidade e credibilidade à mensagem e ajudará os ouvintes a enxergarem a verdade da encarnação do Verbo.

Quando o pregador é confiável, permitirá que ele pregue com paixão e proporcionará que ele demonstre a vitalidade da fé e a vulnerabilidade da sua humanidade, que é igualzinha a de todos os homens. É assim que o pregador se torna mais real e acessível e servirá como uma lente através da qual as pessoas enxergarão a salvação de Deus entre seu povo.

O pregador que prega com a sua vida será como uma lente que amplia o entendimento do Evangelho. Paulo, diz aos Colossenses: “pois ficamos sabendo da fé que vocês tem em Cristo Jesus...Quando a verdadeira mensagem, a boa notícia do evangelho, chegou a vocês pela primeira vez, vocês ouviram falar a respeito da esperança que o evangelho oferece.” (Col. 1: 4,5 - NTLH).

O que Paulo está dizendo aos colossenses é que uma boa razão para se crer que o Evangelho vale a pena ser vivido, é parar e olhar para o fruto que ele traz em suas vidas. – “Vejam o que a Palavra está fazendo no meio de vocês?"

O pregador pode ajudar as pessoas a virem conhecer a Jesus, através da pregação da Palavra e do testemunho do que Deus está fazendo pela congregação. Ele pode, através da mensagem, ajudar as pessoas a ver como as pessoas mudaram depois de conhecerem a Cristo. Pode ajudá-los a ver como as pessoas que lutam a batalha da fé, estão recebendo o poder de Deus e os que estão orando tem tido as suas orações respondidas por Deus.

O pregador tem a responsabilidade de fazer as pessoas depositarem a sua fé e a sua esperança no objeto certo, ou seja o Evangelho. Assim, a vida será mudada com o poder do Evangelho, a fé e a esperança irão crescer dentro de sua comunidade de fé!

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