Rev. Boanerges Ribeiro, um dos maiores pregadores presbiterianos do Brasil
Quando estamos falando de pregação da Palavra, não nos vem na mente outra coisa senão a verdadeira pregação expositiva do texto bíblico. O que temos visto ultimamente são pregadores que pregam à respeito da Palavra e não a Palavra de Deus propriamente dita. Pregação bíblica verdadeira é pregação expositiva. Quando ligamos o rádio, a TV ou ouvimos os pregadores mais conhecidos no Brasil pregarem (os que estão na mídia), nos entristecemos, porque chegamos à conclusão de que os púlpitos das igrejas estão vazios. Vazios de verdadeira mensagem, vazios de conteúdos bíblicos, vazios de teologia. Não sei como os pregadores de hoje insistem em dizer o que Deus não disse ou dizem aquilo que o Senhor nunca teve intenção de dizer. Pregar a Palavra de Deus é pregar expositivamente, respeitando cada gênero literário da Bíblia, fazendo exegese séria, explicando, aplicando e ilustrando, ou seja, descobrir qual era a intenção do autor original, quando escreveu aos seus receptores, tudo isso, lógico, de acordo inspirado por Deus. Acontece que os púlpitos estão vazios hoje, por falta de trabalho sério de pesquisa. Pregar é simples: é só dizer o que Deus diz, porém é muito trabalhoso descobrir estas verdades e é ai que está o problema, a maioria dos pregadores não querem ter esse trabalho, preferem dizer que Deus lhes inspirou a mensagem, abrem a boca nos púlpitos, e o que sai na maioria das vezes são asneiras. Existem pregadores que até estão substituindo o texto bíblico base, por poesias de Vinicius de Moraes ou Fernando Pessoa. É o cúmulo do absurdo!!! Se não houver esmero por parte dos pregadores em pregar a verdadeira Palavra de Deus expositivamente, o nosso povo estará fadado a continuar se empanturrando de alimento estragado e a nossa igreja brasileira irá continuando sem salgar a sociedade e trazendo vergonha para o Evangelho.
A foto acima é do Rev. Boanerges Ribeiro, grande expositor e historiador presbiteriano.
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sábado, 27 de dezembro de 2008
PULPITOS VAZIOS
Rev. Boanerges Ribeiro, um dos maiores pregadores presbiterianos do Brasil
Quando estamos falando de pregação da Palavra, não nos vem na mente outra coisa senão a verdadeira pregação expositiva do texto bíblico. O que temos visto ultimamente são pregadores que pregam à respeito da Palavra e não a Palavra de Deus propriamente dita. Pregação bíblica verdadeira é pregação expositiva. Quando ligamos o rádio, a TV ou ouvimos os pregadores mais conhecidos no Brasil pregarem (os que estão na mídia), nos entristecemos, porque chegamos à conclusão de que os púlpitos das igrejas estão vazios. Vazios de verdadeira mensagem, vazios de conteúdos bíblicos, vazios de teologia. Não sei como os pregadores de hoje insistem em dizer o que Deus não disse ou dizem aquilo que o Senhor nunca teve intenção de dizer. Pregar a Palavra de Deus é pregar expositivamente, respeitando cada gênero literário da Bíblia, fazendo exegese séria, explicando, aplicando e ilustrando, ou seja, descobrir qual era a intenção do autor original, quando escreveu aos seus receptores, tudo isso, lógico, de acordo inspirado por Deus. Acontece que os púlpitos estão vazios hoje, por falta de trabalho sério de pesquisa. Pregar é simples: é só dizer o que Deus diz, porém é muito trabalhoso descobrir estas verdades e é ai que está o problema, a maioria dos pregadores não querem ter esse trabalho, preferem dizer que Deus lhes inspirou a mensagem, abrem a boca nos púlpitos, e o que sai na maioria das vezes são asneiras. Existem pregadores que até estão substituindo o texto bíblico base, por poesias de Vinicius de Moraes ou Fernando Pessoa. É o cúmulo do absurdo!!! Se não houver esmero por parte dos pregadores em pregar a verdadeira Palavra de Deus expositivamente, o nosso povo estará fadado a continuar se empanturrando de alimento estragado e a nossa igreja brasileira irá continuando sem salgar a sociedade e trazendo vergonha para o Evangelho.
A foto acima é do Rev. Boanerges Ribeiro, grande expositor e historiador presbiteriano.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
BRASIL E VATICANO ASSINAM ACORDO QUE FERE FRONTALMENTE A CONSTITUIÇÃO.
O Brasil e o Vaticano, na calada da noite, assinaram um acordo que fere frontalmente a Constituição brasileira, dando privilégios a um grupo religioso em detrimento de outros.
O acordo foi firmado em 13 de Novembro passado, no Vaticano. O Governo brasileiro através desse acordo e para amenizar o conflito religioso, oferece vantagens à confissão religiosa mais poderosa, a ICAR.
A TV Brasil fez uma enquete fazendo a pergunta: "Na sua opinião, a imprensa escondeu o acordo assinado entre o governo brasileiro e o Vaticano?" 88% dos telespectadores responderam que sim. O fato é que o Acordo fere principalmente o artigo 19 da Constituição Brasileira e a esperança é que não seja ratificado pelo Congresso Brasileiro. Está havendo uma distinção, um tratamento diferenciado. O Estado laico precisa preservar o direito de todos e não somente de um grupo religioso. Há no Brasil um pluralismo religioso, por esta razão é inaceitável privilegiar uma religião em detrimento das outras confissões. Uma concordata semelhante foi feita em 2004 entre a Santa Sé e a República de Portugal onde o Vaticano exigiu que não haveria acordo se não fosse feito de modo sigiloso, abafado, sem o conhecimento de uma sociedade democrática. Os defensores do Acordo ou Tratado, defendem que o Decreto de 1889, que foi incorporado à Constituição de 1988, não dá privilégios à ICAR e dizem ainda que os Tratados são feitos entre Estados Soberanos e que o Vaticano é um deles. Esquecem-se no entanto, que basta uma simples leitura do referido decreto, para vermos que está cheio de artigos que privilegiam sim a Igreja Romana. O Artigo 4º extingue o padroado com todos os seus recursos e prerrogativas, o artigo 6º diz que o Governo Federal continuaria a prover côngruas (pagamento de sustento de sacerdotes), sustento de culto católico e sustento das cadeiras do seminário. Se isso não é privilégio, o que é então?
Esse decreto de 1889 só não foi revogado até agora, porque há interesse da ICAR em manter esses privilégios.
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