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quinta-feira, 25 de abril de 2019

DOMINGO, O DIA DO SENHOR!



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João d’Eça





Introdução:

Nunca esqueçamos de que o domingo é o dia de descanso hebdomadário, e que é um dom precioso do Criador, que de forma benfazeja oferece aos seus eleitos e ao mundo inteiro, porque o Senhor deseja a sua saúde física, mental e espiritual.

Nós também não devemos nos cansar de fazer todos os esforços necessários para que a igreja tenha parte nesse dom da misericórdia divina. Os que podem ter o privilégio de usufruir do descanso dominical não devem gozar dele egoisticamente. As pessoas que usufruem do descanso dominical, não podem esquecer daqueles que não podem usufruir, por questões alheias à sua vontade, porque com uma vida moderna tão cheia de atividades e agitações, as pessoas precisam de um momento de descanso. No caso contrário, a falência material se instala, puxando consigo a falência moral.



A necessidade do descanso dominical

         Constata-se, que apesar das resistências e oposições que ainda encontramos, onde reina o egoísmo e a busca desenfreada por diversão, a causa do descanso dominical, obedecendo ao mandamento do Senhor, ainda é observada na maioria dos países civilizados, se não como causa religiosa, mas como causa social e filantrópica, o que já é alguma coisa, mas não é aquilo que desejamos que seja, conforme ensina a Escritura.



A igreja deve levantar a sua voz e exigir os seus direitos

         Assim como o boi que não sabe a força que tem, a igreja também não sabe e por não saber não reivindica os seus direitos. É necessário que a igreja reclame que os trabalhadores sejam tratados do ponto de vista do seu descanso, como é necessário para todos os homens.

         O que nossas igrejas devem enfatizar com muita veemência é que as pessoas não devem ser escravas do trabalho contínuo. Esse é um princípio humanitário e que traz bênçãos para a sociedade como um todo e não prejudica o país, pelo contrário, os trabalhadores terão mais saúde e mais disposição, consequentemente, maior produção.



A santificação do domingo

         O descanso dominical deve ser completado com a santificação do domingo. Fazer qualquer atividade laboral, no domingo, dia de descanso, é violar a Lei de Deus, é o mesmo que rebaixar o mandamento e tirar do dia de descanso o selo divino. Tanto a nossa vida, quanto as nossas famílias, nossas almas e o culto devido a Deus, devem ser beneficiados pelo descanso dominical.

         Se os nossos domingos não são os dias em que o Senhor ocupa o lugar principal e em que cuidamos das nossas almas, se não o consagrarmos a Deus, que nos lembra a cada domingo, da ressurreição de nosso Salvador Jesus, então os nossos domingos se tornarão apenas em dias de dissipação e de perdição.

         O domingo do cristão não é um domingo qualquer. A guarda e observância do Dia do Senhor, pode redundar para nós, para nossas famílias e para a nossa pátria, em prosperidade e muitas bênçãos. Não precisamos de domingos para exaltar a preguiça e o ócio, ou para gastá-lo com bebedices, diversões e entretenimentos, mas precisamos de domingos em que, conjuntamente com as puras e legítimas distrações concedidas por Deus para o bem dos nossos pobres corpos, devemos fazer dele o dia por excelência dos nossos progressos morais e espirituais, o Dia do Senhor.

        

Conclusão

         Analisando desde o passado vemos que o progresso da nossa sociedade no que se refere à ética e espiritualidade regrediu a níveis baixíssimos. Tudo de ruim que vemos hoje, na sociedade e principalmente nas igrejas, dá-se pela não observância do descanso dominical e da santificação do domingo. Temos violado o mandamento do Senhor e temos pago um alto preço por essa violação e negligência.

         A quebra do mandamento não se dá somente pro alguém trabalhar no dia do Senhor, mas também, por negligenciar a observância espiritual. Crentes que vão se divertir em sítios, chácaras, praia, festas, campos de futebol, shoppings-centers ou entretenimento, seja qual for, em detrimento do trabalho religioso ou descanso com a família em casa, em preparação para os serviços religiosos na igreja, estão violando o mandamento de Deus.

terça-feira, 26 de maio de 2015

A SANTIFICAÇÃO DO DIA DO SENHOR

Introdução:

Para muitos cristãos nossos contemporâneos, a santificação do Dia do Senhor não faz mais sentido, por isso as famílias dos crentes estão tratando o dia em que devemos santificar para a adoração do Senhor e o nosso próprio bem-estar, com desdém e irreverência.

Deus em sua Palavra santifica o Dia do Senhor. Um dia separado para o descanso do cristão, na antiga aliança, chamado de “sábado” [descanso], não se referindo a um dia específico, mas ao período de descanso que o crente tem de observar. Na Nova Aliança do NT, é chamado de domingo, pois foi o dia em que o Senhor ressurgiu dos mortos, depois de ter consumado a obra da salvação.

Razões para guardarmos o dia do Senhor

Deus nos manda consagrar uma sétima parte do nosso tempo. Essa ordem está expressa no quarto mandamento, com as seguintes palavras: “lembra-te do Dia do Descanso [shabbat] para o santificar, seis dias trabalharás e farás neles toda a tua obra. O sétimo, porém, é o descanso [shabbat] do Senhor teu Deus. Não farás nenhum trabalho nem tu, nem teu filho, nem tua filha.....” (Ex. 20. 8-11).

Esse mandamento tem um caráter duplo:

1) Deves trabalhar seis dias e fazer neles toda o teu trabalho;
2) Lembra-te de santificar esse dia.

Trabalho e descanso, isso é o que exige de nós o quarto mandamento da lei divina.

Para muitos o trabalho é fruto do pecado. Já ouvi muitas pessoas dizerem que “gostariam de encontrar o inventor do trabalho para ajustar as contas com ele”. Trabalho não é pecado. Deus disse a Adão logo depois da Queda: “do suor do teu rosto comerás o pão”. Antes porém, Adão, mesmo em estado de inocência tinha a tarefa de cultivar o Jardim do Éden. A consequência da Queda, portanto, não foi o trabalho, mas a fadiga que dali em diante se originou como consequência do pecado.

Todo trabalho honesto e digno é abençoado por Deus e por esta razão todo crente deve trabalhar alegremente. Jesus Cristo honrou o trabalho durante o seu ministério terreno, ele ajudava a José na marcenaria. Paulo trabalhava para o seu sustento como fazedor de tendas.

Cícero, celebre orador romano julgava o trabalho como algo degradante, mas ele estava errado pois o trabalho é honrado e nobre. O trabalho honesto faz o homem prosperar, esse é o espírito do cristianismo. Os reformadores do sec. XVI honraram o trabalho como modo de produção e enriquecimento. O que a Escritura Sagrada proíbe é o trabalho desonesto e desonroso. O que a Bíblia proíbe é o crente deixa r de cumprir com os seus deveres para com Deus pela ambição do lucro através do trabalho, porém, ensina que o crente deve ser prevenido e que deve poupar um pouco da sua renda, para o dia da calamidade, tanto para nós mesmos como para auxiliar ao nosso próximo.

Vamos trabalhar enquanto podemos, vamos prover para o futuro, isso é ensinado na Escritura Sagrada. Para isso a Bíblia tem uma exortação muito bela: “Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir o necessitado”. (Ef. 4.28).

A observância do Dia do Senhor depende do uso que fazemos dos seis dias que Deus nos concede para a consecução dos bens materiais. Por esta razão, Deus, no decálogo, une a santificação da observância do dia do descanso ao preceito do trabalho: “Lembra-te do dia do descanso para o santificar seis dias trabalharás e farás neles toda a tua obra”.

Se você quer um Dia do Senhor mais cheio de bênçãos, descanse conforme o mandamento de Deus..... Deixe de fazer no Dia do Senhor tantas coisas que você julga necessárias, mas que são dispensáveis.

Trabalhe nos outros dias de modo que no Dia do Senhor você tenha todos os confortos que a sua condição lhe permite, sem que para isso você viole os mandamentos do Eterno.


Não se admirem ao ver nos nossos dias, muitas famílias crentes que não santificam mais o Dia do Senhor e que estão sofrendo terríveis amarguras de relacionamentos entre pais e filhos, filhos e pais e cônjuges se desgastando em conflitos. Trabalhe para ter um descanso verdadeiramente sagrado, que satisfaça aos fins para o qual foi instituído o Dia do Senhor.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

POR QUE VIR A IGREJA DOMINGO?

Outro dia vi a imagem de uma pessoa amarrada em um cativeiro por seqüestradores, num lugar insalubre e escuro, apavorada e sem esperanças. Me veio à mente a seguinte questão: Uma pessoa nessas condições não pode ir à Igreja no domingo; qual a desculpa de muitos que estão livres?


A Bíblia diz: “Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o dia se aproxima.” (Hebreus 10:25).

Quando nos tornamos cristãos, somos chamados a pertencer a uma família - uma igreja. O Novo Testamento nos ensina esse aspecto corporativo: os sinais de que Deus está trabalhando na vida de uma pessoa, são a fé no Senhor Jesus e o amor por todos os santos. (Efésios 1:15).

Em nosso mundo privatizado, somos capazes de esquecer a segunda. Mas um Cristão que não faz parte de uma igreja é como um jogador de futebol que não é parte de uma equipe, não tem nenhuma utilidade!

O QUE É IGREJA?


A palavra traduzida "EKKLESIA" (Grego), na nossa

língua portuguesa é “IGREJA”, que significa uma "multidão" ou uma "assembléia".

A própria palavra indica que vamos nos reunir. Daí surge a pergunta: "Eu sou um cristão, eu faço parte da Igreja?" A resposta bíblica é: "Você faz parte da “multidão”, da “Assembléia”? Pondere sobre isso!

Louvor e Adoração podem ser edificantes, mas isso não é igreja. Ficar sentado em casa ouvindo um CD, assistindo a um DVD ou mesmo a um programa dito, evangélico (não importa quão útil possa ser), mas isso não é a Igreja.

O versículo de Hebreus nos diz que Deus tem um propósito prático para nós nas reuniões da igreja. É lá que podemos encorajar uns aos outros. É muito difícil viver cristianismo em um mundo que o rejeita.

Nós estamos constantemente tentando arrefecer o ardor ou desistir. Deus nos deu uns aos outros para manter-nos mutuamente incentivados a servir a Cristo. Mas também, somos incentivados a passar o tempo com aqueles que conhecem o Deus vivo e verdadeiro. Para desenvolver amizades e juntos cantar louvores a Deus. Para ouvir os testemunhos de mudança operada na vida de outros e abrir a Bíblia para aprendermos juntos.

A maioria das pessoas está dizendo que não precisa disso, que não precisam da ajuda que Deus diz que precisamos. No nosso país há liberdade e facilidade para freqüentarmos a igreja do Senhor. Não existe um só bairro em nossa cidade que não tenha uma igreja aberta no domingo pela manhã e à noite.

Às vezes ouvimos as pessoas dizerem: “Acho que não preciso ir a igreja hoje!”. Após levantar-se, tomar o café e levar a família à igreja, após o culto as ouvimos dizer: “Era isso que eu precisava ouvir de verdade!”

A IMPORTÂNCIA DO DOMINGO.

Os Domingos são fundamentais. A evidência indica que os primeiros cristãos se reuniram no domingo, chamando-o de "O Dia do Senhor". Ainda hoje na sociedade ocidental, o domingo é chamado “descanso Semanal”, para pararmos de trabalhar e concentrar-nos em Deus.

Os pastores preparam-se a semana toda para lhes dá o alimento espiritual necessário no domingo. Vir à igreja nos domingos é mais importante para você e para a sua família do que você pode imaginar. O mesmo acontece com a sua ausência. É mais prejudicial do que você possa pensar.

Posso sugerir alguns aspectos práticos?

Primeiro: Você precisa ter como prioridade a freqüência aos cultos no domingo. Sem uma vontade firme, não vamos fazê-lo, ai abrimos brecha para o inimigo rir de nós por termos passado mais uma semana sem o encorajamento e o ensino, mais uma semana sem o alimento espiritual, mais uma semana sem água viva para as nossas almas.

Não que as outras coisas sejam ruins: as famílias precisam de visita, podem surgir imprevistos em casa, todos nós precisamos de umas férias de vez em quando. Mas se formos um pouco mais cuidadosos de vez em quando, vai fazer uma enorme diferença.

Devo fazer do domingo o meu dia sagrado. Devo priorizar o domingo para a igreja, ao invés de relegá-lo a uma atividade de lazer opcional.

Segundo: Pense em seus filhos.

Qual o efeito que o comparecimento esporádico têm em seus filhos, sobre a compreensão da importância de Cristo na sua vida? Qual será o efeito disso sobre aqueles que procuram organizar atividades para crianças na Igreja? Qual o efeito na vida de seus filhos?

Terceiro: Venha com uma cabeça desobstruída.

O que você vê nas noites de sábado? A que horas você vai dormir? O que você faz que impede de estar na igreja nos domingos pela manhã?

Quarto: Ore pelos domingos: você tem um encontro com o Deus vivo e com o seu povo.

Ore para que Ele fale com você e te abençoe! E eu oro para que você também - sim, você! – Possa ser um incentivo para os outros.

Quinto: Pense sobre os nossos irmãos e irmãs em muitas partes do mundo que têm de percorrer a pé, grandes distâncias para irem a igreja. Lembre daqueles que precisam ficar escondidos, com medo da perseguição.

Nós só temos que rolar para fora da cama! "Te vejo no Domingo!"

sábado, 9 de fevereiro de 2008

A ALEGRIA DE UM DOMINGO NA IGREJA.
















Por
Rev. João d'Eça


Passar o domingo na Igreja é uma das mais gratificantes tarefas do crente. Ensinar, aprender, louvar, adorar, comungar, rever os amigos, por as conversas em dia após o culto e ir pra casa com saudade e já na ansiedade que chegue a próxima reunião para se estar novamente na presença de Deus e com os irmãos.
Tenho estimulado a minha igreja a guardar o domingo, mesmo porque, além de ser o dia do Senhor, o qual devemos guardar com sincera devoção, também como presbiterianos, a nossa Confissão de Fé de Westminster assim nos exorta a fazê-lo (Capítulo XXI, 1-8).
Para nos prepararmos para um domingo realmente feliz na presença de Deus, na sua igreja, precisamos de alguns preparativos prévios:


  • PREPARAÇÃO: Iniciar já no sábado, todos os preparativos, pois assim tudo sairá mais tranquilo. Não teremos contratempos na hora que antecede a adoração. Os professores devem rever as suas lições e preparar-se por meio da oração para o estudo da Palavra de Deus.

  • SUBMISSÃO: A atitude de nosso espírito, abre a porta para a experiência mais rica e significativa na adoração. A disciplina de recordar a nossa consagração é torná-la presente a todo momento, é portanto, uma afirmação de votos.

  • EXULTAÇÃO: A alegria no louvor é um elemento inseparável da verdadeira adoração. "A alegria do Senhor é a nossa força". Não tema emocionar-se na adoração (não extrapole, não perca o controle), mas não tema emocionar-se, somos seres emocionais e Deus nos fez assim. Mais perigoso que a emoção, é o formalismo e o ritual frio e morto. Vibre na presença do Senhor!

  • PARTICIPAÇÃO: Sua participação é fundamental. Junte-se aos irmãos quando estes ficam de pé, ajoelham-se ou cantam. Quando estiver escutando um hino ou o sermão do pastor, dê o seu apoio em oração silenciosa.

  • COMPREENSÃO: Deve-se cultivar a arte de receptividade espiritual. Esta é a hora do enriquecimento do espírito. Fios de ouro do Espírito estão escondidos numa frase do sermão ou de um hino. Se você buscar compreender, sairá enriquecido do culto.
  • REFLEXÃO: Após o culto é hora de refletir, de agradecer a Deus pelo crescimento na sua presença, isso ajudará o cultuante a fixar as verdades da Palavra de Deus à sua vida e ter uma semana abençoada até a próxima reunião, onde se encherá mais e viverá a vida abundante a cada domingo de culto. O hábito de refletir no que houve no culto é antecipar as bençãos do domingo seguinte.

QUE DEUS ABENÇÕE O SEU DOMINGO DE CULTO A DEUS!

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