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domingo, 9 de novembro de 2008

PRESIDENTE LULA ASSOCIA-SE COM TERRORISTA IRANIANO.

Sou daqueles que rejeitam veementemente a aproximação do presidente do meu país (infelizmente o sr. Lula), do terrorista-presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.
O Chanceler brasileiro Celso Amorim, visitou recentemente o terrorista que quer ver a aniquilição total de Israel, em seu país, ato de apoio a ele, já que o presidente Lula, assim como fez com São Luís, desde que foi eleito no primeiro mandato, jamais visitou o Estado democrático de Isral.
Lula visitou várias nações do Oriente Médio, mas não pisou os pés na Terra Santa (talvês pra não ofender o seu aliado terrorista). Se o chanceler alemão Adolf Hitler mereceu cada repúdio da comunidade internacional por causa do genocídio contra os judeus, o presidente-terrorista do Irã, merece cadeia, prisão perpétua, só pelas declarações de ódio à Israel que tem destilado na imprensa, através de suas declarações anti-semita. Mas para o governo Lula, ele merece uma "visitinha", um acochego, um apoiozinho.
O presidente terrorista tem o apoio de todos os "bandoleiros" comunistas-latino-americanos, desde as FARCs, passando por Fiel, Hugo Chaves, Morales, Rafael, Lula, até o Uruguai, exceto o presidente da Colômbia, que até agora tem o apoio dos EUA, agora não se sabe até quando!
Ainda bem que vozes contrárias ao nosso presidente tem se levantado por todo o país para exigir uma postura pró-Israel e anti-terrorista por parte do nosso Itamaraty. O deputado Marcelo Itagiba (PMDB - RJ), fez um pronunciamento no dia 05 de Novembro com destaque no seguinte teor:
Venho à tribuna desta Câmara dos Deputados para manifestar a minha indignação com a visita do Chanceler brasileiro Celso Amorim ao Irã. Pensei que a imagem estampada recentemente na imprensa do encontro do Presidente Lula com o Presidente do Irã, em setembro, durante a Assembléia Geral da ONU, tivesse sido meramente um triste e inevitável encontro protocolar. Afinal, eu jamais poderia imaginar que aquele encontro, na verdade, viesse a se constituir em uma visita oficial do nosso Chanceler a um país cujo presidente, além de pretender negar a ocorrência do Holocausto, que matou mais de seis milhões de seres-humanos judeus, vem também propugnando a extinção do Estado de Israel. Ou seja, não satisfeito em negar o Genocídio de milhões, Mahmoud Ahmadinejad, com suas declarações, deseja realizar um segundo holocausto. Tenho grande respeito pelo Itamaraty, pelos seus membros e por suas propostas de política externa independente, mas não posso admitir que alguns atuem a Chamberlain, primeiro ministro Inglês, que com a sua pouca visão permitiu o fortalecimento do Nazismo e a Segunda Guerra Mundial. Não podemos permitir que a política externa brasileira atue como alguns diplomatas que, durante o Estado Novo, por trás de seus bigodinhos e suas suásticas tatuadas no peito, apoiavam o nazi-facismo e elaboravam resoluções reservadas que impediram a entrada, em nosso país, de refugiados judeus que acabaram massacrados na Europa. Como política externa, prefiro a do Itamaraty que apoiou a criação do Estado de Israel.
Outra voz solitária foi a de Reinaldo Azevedo que declarou:
Há uma só democracia no Oriente Médio: Israel, onde lula nunca pôs os pés. Em compensação, já promoveu uma cúpula no Brasil de ditaduras árabes e de alguns bandoleiros latino-americanos. O Brasil, sem preconceitos, diversificou o repertório com a visita de Amorim aos “companheiros” persas do Irã. O terrorista Mohamud Ahmadinejad foi oficialmente convidado a visitar Banânia. Que importa que ele tenha na sua pauta a destruição de Israel? Isso é um problema lá deles, né? Judeu atrevido [que criticou a aproximação do Brasil com o Irã]! Quem sabe o tarado de Teerã venha ao país logo depois do assassino Raúl Castro, ditador de Cuba. A pocilga moral fica completa. O Itamaraty, um dia, ainda terá de ser lavado com creolina.
Conclamo ao povo brasileiro, em especial aos evangélicos denominados "Povo de Deus", que exijam do presidente Lula uma explicação do porque da sua aproximação com terroristas.

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