Por iniciativa do deputado Takayama, setores da AD decidem apoiar a candidatura de Dilma Roussef. É necessário, porém, destacar que não é a primeira vez que Takayma comete um erro maior do que percebe: em 2002 e 2006 ele apoiou Lula para presidente.
O fato triste e sombrio é que, se sem apoiar Dilma ou Lula, a AD de São Paulo deixou Dilma ocupar o púlpito para declarar a asneira de que “Lula defende os valores cristãos”, o que essa mesma AD não faria pelos políticos que ela apóia?
Os pastores da AD de São Paulo também em nenhum momento usaram seu próprio púlpito para repreender Dilma ou pelo menos para desmenti-la na mesma hora. É de estranhar então que algumas pobres ovelhas ali tenham batido palmas para esse discurso mentiroso que não foi desmentido?
Foi vergonhoso dar para Dilma um lugar no púlpito, por mínimo que fosse. Foi igualmente vergonhoso não dar uma resposta imediata à mentira obscena de que “Lula defende os valores cristãos”.
Que os pastores da AD que amam o Senhor Jesus se levantem e abram a boca sobre isso!
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Tal qual ocorreu nas campanhas eleitorais de Lula em 2002 e 2006, o PT cobiça mais uma vez o apoio das lideranças evangélicas. Esse apoio não vem à toa: os líderes evangélicos dão o cobiçado voto de suas ovelhas encurraladas e em troca recebem favores e concessões.
De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo:
"A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, foi homenageada hoje (5) à noite em um culto da Assembleia de Deus, em São Paulo, pelo deputado federal Hidekazu Takayama (PSC-PR), que lhe manifestou apoio".
Segundo o Yahoo Notícias, “Ela cobriu de elogios a Igreja Evangélica Assembleia de Deus e seu presidente, José Wellington Costa, num culto em comemoração ao aniversário do líder religioso, diante de uma plateia de 4 mil fiéis, num templo da capital paulista”.
A matéria do Yahoo também destaca que Dilma soube apelar para palavras comuns do vocabulário evangélico:
Dilma abriu o discurso de dez minutos saudando os “queridos irmãos e irmãs”. “Que a paz do Senhor esteja com vocês”, disse, para receber em resposta um uníssono “Amém”. O fecho da fala deu-se com uma citação do Evangelho de João: “Vim para que todos tenham vida em abundância.” [grifo nosso]. Sem timidez, pediu que os fiéis orassem para que a equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva possa “seguir adiante”.
A ministra aproveitou o altar para fazer propaganda dos símbolos do governo Lula, como o Programa Minha Casa, Minha Vida e o Bolsa Família. “No governo Lula, a santa energia flui mais forte. Faz parte do nosso governo a luta pela dignidade. Tiramos mais de 30 milhões de brasileiros da pobreza”, disse. “O governo Lula defende os valores cristãos e as crenças morais dos brasileiros.”
Nas duas campanhas eleitorais de Lula, o discurso evangélico de apoio a ele também promovia a ideia de que Lula defende os valores cristãos e as crenças morais dos brasileiros. Para mais informações, veja o artigo “Lula e os evangélicos” aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2006/04/lula-e-os-evanglicos.html
O Yahoo então prossegue:
"Apesar de Dilma não ser religiosa, esse foi seu segundo encontro com os neopentecostais em pouco mais de um mês. Em 3 de setembro, em Brasília, ela recebeu de líderes dessas igrejas uma bênção e foi convidada a participar da Marcha para Jesus, em São Paulo, em novembro. Possível adversária de Dilma nas urnas em 2010, a senadora Marina Silva (PV) é ligada à Assembleia de Deus".
A peregrinação da ministra já passou também pela Igreja Católica. Em março, ela veio à capital paulista para assistir à missa do padre Marcelo Rossi para mais de 20 mil pessoas. Em junho, discursou em celebração do grupo católico Canção Nova.
Ontem, a provável candidata do PT à Presidência falou diante de líderes da Assembleia de Deus de pelo menos seis Estados brasileiros. A fala que mais empolgou a ministra foi a do deputado federal e pastor evangélico Hidekazu Takayama (PSC). Partiu dele a mais clara defesa da candidatura da ministra. “Em suas mãos está o destino do nosso País”, disse o deputado. “Estaremos orando porque o seu sucesso será o sucesso do nosso Brasil.” Ele recomendou que, diante de dificuldades, Dilma consulte a Bíblia. Ela assentiu com a cabeça e sorriu.
Evangélico, o ex-governador do Rio Anthony Garotinho (PR) prestigiou o culto sentado próximo à ministra. Os dois se cumprimentaram com beijinhos aos se verem. Após a cerimônia, Garotinho disse apoiar a candidatura à Presidência de Dilma e preparar o palanque dela no Rio. Para o ex-governador, a aprovação dos evangélicos ao nome da ministra tem origem no carinho da comunidade por Lula. “Se os evangélicos apoiarão Dilma, só o tempo dirá.”
Temo que o povo hoje que se chama pelo nome do Senhor não seja muito diferente do povo do Israel do Antigo Testamento, cujos líderes religiosos também mantinham uma relação promíscua com um Estado contrário a Deus. O rei Acabe, por exemplo, dava o que eles queriam, e eles lhe davam o que ele queria, e o Estado prosseguia tranquilamente na sua promoção do culto de Baal, que envolvia o sacrifício de bebês recém nascidos e a prostituição homossexual. [grifo nossso].
O culto a Baal pode estar enterrado num passado muito distante, mas o socialismo tem trazido para o Brasil, com a benção de líderes católicos e evangélicos, a ressurreição do sacrifício de bebês — sob a máscara dos direitos reprodutivos do aborto — e a prostituição homossexual — sob a máscara dos direitos humanos do homossexualismo.
O único que conseguia confrontar o Estado decadente de Israel era o profeta Elias, que não tinha interesse nos favores e concessões do governo e dos governantes. Seu interesse era o governo de Deus e fazer a vontade de Deus.
Onde estão os Elias de Deus para a nossa geração?
Fonte: www.juliosevero.com
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sexta-feira, 9 de outubro de 2009
domingo, 9 de novembro de 2008
PRESIDENTE LULA ASSOCIA-SE COM TERRORISTA IRANIANO.
Sou daqueles que rejeitam veementemente a aproximação do presidente do meu país (infelizmente o sr. Lula), do terrorista-presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.
O Chanceler brasileiro Celso Amorim, visitou recentemente o terrorista que quer ver a aniquilição total de Israel, em seu país, ato de apoio a ele, já que o presidente Lula, assim como fez com São Luís, desde que foi eleito no primeiro mandato, jamais visitou o Estado democrático de Isral.
Lula visitou várias nações do Oriente Médio, mas não pisou os pés na Terra Santa (talvês pra não ofender o seu aliado terrorista). Se o chanceler alemão Adolf Hitler mereceu cada repúdio da comunidade internacional por causa do genocídio contra os judeus, o presidente-terrorista do Irã, merece cadeia, prisão perpétua, só pelas declarações de ódio à Israel que tem destilado na imprensa, através de suas declarações anti-semita. Mas para o governo Lula, ele merece uma "visitinha", um acochego, um apoiozinho.
O presidente terrorista tem o apoio de todos os "bandoleiros" comunistas-latino-americanos, desde as FARCs, passando por Fiel, Hugo Chaves, Morales, Rafael, Lula, até o Uruguai, exceto o presidente da Colômbia, que até agora tem o apoio dos EUA, agora não se sabe até quando!
Ainda bem que vozes contrárias ao nosso presidente tem se levantado por todo o país para exigir uma postura pró-Israel e anti-terrorista por parte do nosso Itamaraty. O deputado Marcelo Itagiba (PMDB - RJ), fez um pronunciamento no dia 05 de Novembro com destaque no seguinte teor:
Venho à tribuna desta Câmara dos Deputados para manifestar a minha indignação com a visita do Chanceler brasileiro Celso Amorim ao Irã. Pensei que a imagem estampada recentemente na imprensa do encontro do Presidente Lula com o Presidente do Irã, em setembro, durante a Assembléia Geral da ONU, tivesse sido meramente um triste e inevitável encontro protocolar. Afinal, eu jamais poderia imaginar que aquele encontro, na verdade, viesse a se constituir em uma visita oficial do nosso Chanceler a um país cujo presidente, além de pretender negar a ocorrência do Holocausto, que matou mais de seis milhões de seres-humanos judeus, vem também propugnando a extinção do Estado de Israel. Ou seja, não satisfeito em negar o Genocídio de milhões, Mahmoud Ahmadinejad, com suas declarações, deseja realizar um segundo holocausto. Tenho grande respeito pelo Itamaraty, pelos seus membros e por suas propostas de política externa independente, mas não posso admitir que alguns atuem a Chamberlain, primeiro ministro Inglês, que com a sua pouca visão permitiu o fortalecimento do Nazismo e a Segunda Guerra Mundial. Não podemos permitir que a política externa brasileira atue como alguns diplomatas que, durante o Estado Novo, por trás de seus bigodinhos e suas suásticas tatuadas no peito, apoiavam o nazi-facismo e elaboravam resoluções reservadas que impediram a entrada, em nosso país, de refugiados judeus que acabaram massacrados na Europa. Como política externa, prefiro a do Itamaraty que apoiou a criação do Estado de Israel.
Outra voz solitária foi a de Reinaldo Azevedo que declarou:
Há uma só democracia no Oriente Médio: Israel, onde lula nunca pôs os pés. Em compensação, já promoveu uma cúpula no Brasil de ditaduras árabes e de alguns bandoleiros latino-americanos. O Brasil, sem preconceitos, diversificou o repertório com a visita de Amorim aos “companheiros” persas do Irã. O terrorista Mohamud Ahmadinejad foi oficialmente convidado a visitar Banânia. Que importa que ele tenha na sua pauta a destruição de Israel? Isso é um problema lá deles, né? Judeu atrevido [que criticou a aproximação do Brasil com o Irã]! Quem sabe o tarado de Teerã venha ao país logo depois do assassino Raúl Castro, ditador de Cuba. A pocilga moral fica completa. O Itamaraty, um dia, ainda terá de ser lavado com creolina.
Conclamo ao povo brasileiro, em especial aos evangélicos denominados "Povo de Deus", que exijam do presidente Lula uma explicação do porque da sua aproximação com terroristas.
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