Mostrando postagens com marcador Anti-Cristo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Anti-Cristo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

JUSTIÇA IMPUTADA SEM AUXÍLIO DE OBRAS

Salmo 32
1 Bem-aventurado aquele cuja iniqüidade é perdoada, cujo pecado é coberto.
2 Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não atribui iniqüidade e em cujo espírito não há dolo.
3 Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia.
4 Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio.
5 Confessei-te o meu pecado e a minha iniqüidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniqüidade do meu pecado.
6 Sendo assim, todo homem piedoso te fará súplicas em tempo de poder encontrar-te. Com efeito, quando transbordarem muitas águas, não o atingirão.
7 Tu és o meu esconderijo; tu me preservas da tribulação e me cercas de alegres cantos de livramento.
8 Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho.
9 Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento, os quais com freios e cabrestos são dominados; de outra sorte não te obedecem.
10 Muito sofrimento terá de curtir o ímpio, mas o que confia no SENHOR, a misericórdia o assistirá.
11 Alegrai-vos no SENHOR e regozijai-vos, ó justos; exultai, vós todos que sois retos de coração.

 Sabemos de Romanos 4:6-8, que Davi descreve neste Salmo a bem-aventurança do homem a quem Deus atribui justiça sem obras. Ele previu que Deus justificaria o ímpio (Rm. 4:5), quando este cresse em Jesus. Refere-se a uma benção quadrupla, que são:

1 - A transgreção perdoada. A quebra da lei de Deus perdoada através da Graça;
2 - O pecado coberto. O pecado que se comete através da carne, é agora expiado, apagado pelo poder do sangue remidor de Jesus Cristo, nosso Salvador;
3 - O pecado agora é totalmente perdoado e a iniquidade do pecador, uma vez perdoado, remido e lavado pelo sangue de Cristo, não lhe é mais imputado. Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus (Rm. 8: 33);
4 - Arrancada da alma toda malícia pelo sacrifício remidor de Cristo, agora a alma regozija-se na remissão dos pecados. E como resultado da ãção de Deus, o pecador agora remido, tem no Senhor o seu esconderijo (v, 7).

sexta-feira, 22 de abril de 2011

A MORTE DA MORTE NA MORTE DE CRISTO.


John Owen


"A MORTE DA MORTE NA MORTE DE CRISTO"

Esse é o título de um livro de John Owen (1616-1683), um puritano que viveu no século 17 e que produziu uma obra inigualável. Ele é conhecido como príncipe dos puritanos.

Nenhum outro grupo cristão na história do cristianismo desde a Reforma do século XVI enfatizou tanto a obra do Espírito Santo e a necessidade de uma experiência espiritual que combinasse o aprofundamento bíblico com o grande interesse na experiência espiritual do Santo Espírito como os puritanos.

Erradamente, o termo “puritanos” tornou-se pejorativo, sinônimo de hipocrisia e de perseguição. Mas isso não é verdade. Em que pese, muitos religiosos que se apresentavam como puritanos, terem cometido irregularidades na vida moral e ética, eles eram pessoas que se preocupavam com o zelo pelas Sagradas Escrituras e buscavam uma vida de pureza verdadeira diante de Deus.


O mundo tem uma grande dívida para com os puritanos, pois foi através da sua visão inteiramente bíblica de mundo, que legou ao ocidente, os pressupostos de leis e de Direito que hoje ainda influenciam a nossa vida. Foi a partir do trabalho de matiz puritana na Inglaterra, que o capitalismo nasceu e floresceu. Outro exemplo de herança puritana foi a liberdade religiosa tal qual a conhecemos hoje. O direito divino dos reis, tomou um golpe tão forte que não se recuperou até hoje, graças ao pensamento puritano.


No livro cujo título encima este texto, John Owen trata da expiação, mais precisamente do terceiro ponto da TULIP, a Expiação Limitada. Para se ter um exemplo, esse tema não é popular. Ele vai de encontro a tudo o que costumeiramente se ouve acercas do cristianismo evangélico, argumentando que Jesus Cristo não morreu por todos. De acordo com a Escritura, como mostra Owen, a morte do nosso Senhor Jesus Cristo foi para um propósito único: salvar um grupo especial para si mesmo.

São dois argumentos acerca do tema da expiação, uma expiação universal e uma expiação particular. A primeira diz que a morte de Jesus Cristo foi eficiente para salvar a humanidade e que todos os que querem receber Cristo em seus corações e se arrependem dos seus pecados, serão salvos.

O segundo argumento, que trata da Expiação particular, diz que a morte de cristo na cruz, derramando o seu sangue, foi suficiente para salvar toda a humanidade, mas foi eficiente somente para salvar os eleitos. Não é o homem que escolhe a Deus, ele não pode salvar-se, mas é Deus quem escolhe o homem e o tira do reino das trevas para o reino do seu Filho amado.

Deus não fica ansioso esperando um pecador responder com fé para poder salvá-lo, ele dá a fé ao pecador para que este possa exercer fé e ser salvo. No plano da salvação o homem é passivo, todo o trabalho é de Deus, pois o homem “está morto em seus delitos e pecados”, precisando que Deus o ressuscite da sua condição de morte para receber a vida.

O período da páscoa nos traz essa reflexão. Instituída ainda no Egito (Êx. 12), quando o Senhor providenciou todos os recursos para a libertação do povo, inclusive o cordeiro que seria morto para que o seu sangue, pintado nos umbrais das portas, pudesse ser visto pelo anjo da morte e este não tocasse naquele que estava debaixo do sangue do cordeiro.

Jesus Cristo morreu durante a páscoa judaica, ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. A sua morte venceu a morte tanto para os que viveram antes da sua vinda quanto para os que viveram depois, todos os que foram eleitos por Deus em Cristo antes da fundação do mundo.

O Túmulo Vazio


Em Cristo somos livres da morte, somos privilegiados por sermos eleitos n’Ele, escolhidos por Deus desde a fundação do mundo. A nossa perseverança em amar a Deus e buscar fazer a sua vontade, é a certeza de que somos escolhidos. Não há desespero, não há medo, não há dúvida. “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” (Rom. 8: 28).

quinta-feira, 30 de abril de 2009

ALERTA NACIONAL CONTRA A APROVAÇÃO DO PLC 122/06

Avisem aos Senadores de seu Estado para votar contra este projeto hoje. Dr. Zenóbio Fonseca

Mas uma vez (muita coincidência!) na véspera de um feriado nacional (dia 30/04/2009) o Projeto de Lei nº 122/2006 é colocado na pauta de votação da Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal pela relatora Senadora Fátima Cleide do PT, com relatório de 15 laudas pela aprovação do projeto. Parece que nada mudou em Brasília, em particular no Senado, pois a relatora tenta usar o mesmo “modo operandis” de tentar votar o PLC 122/06 no “grito silencioso” e na “raça oculta”, sem grande publicidade, quando muitos parlamentares já devem estar deixando a capital federal com destino aos seus Estados pelo motivo do feriado. O parecer da Senadora Fátima Cleide, pela aprovação do PLC sem emendas na forma apresentada, não lida com as questões já levantadas por alguns juristas no tocante às graves inconstitucionalidades apontadas. Leia as inconstitucionalidades no artigo Crime de Homofobia. A relatora também traz argumentos frágeis para o suporte de sua conclusão dados estatísticos, não científicos, sobre violência e assassinatos contra homossexuais na ordem de 2.043 homicídios nos últimos 20 anos, quando na verdade tais dados não espelham a realidade como bem mostrou o escritor Reinaldo Azevedo (leia) ao impugnar essas deduções estáticas dos ativistas homossexuais. Outro ponto que chama a atenção na fundamentação do relatório é na afirmação equivoca de que a orientação sexual é inerente à existência humana, usando o princípio universal e constitucional da “dignidade humana” bem como o princípio da liberdade e igualdade, tendo como alvo a regularização da convivência. Não se pode perder de foco que o projeto criminaliza o delito de opinião e atenta contra garantias constitucionais. LEIA OS ARTIGOS SOBRE A CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA: http://zenobiofonseca.blogspot.com/2008/01/criminalizao-da-homofobia-no-brasil-e.html http://zenobiofonseca.blogspot.com/2008/04/crime-de-homofobia-aspectos-jurdicos.html Veja a integra do parecer, pela aprovação, ao PLC nº 122/06, da senadora Fátima Cleide (PT) no seguinte link: http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/57153.pdf Entre em contato com os Senadores e deputados de seus Estados e divulguem em todas as mídias mais essa manobra na tentativa pela aprovação do PLC 122/06. PEÇA PARA OS SENADORES VOTAREM CONTRA O PLC 122/06

Fonte: Blog Zenóbio Fonseca

quarta-feira, 29 de abril de 2009

O louco presidente Mahmoud Ahmadinejad, visita o Brasil a convite do Lula lá.

Chega nos próximos dias ao Brasil, o presidente do Irã. Mais um "louco" que tem desejo de ser "senhor do mundo", assim como o Hugo "doido" Chaves e outros projetos de ditadores ao redor do mundo.
Recentemente o chanceler Celso Amorim esteve em Teerã e fez o convite ao iraniano Ahmadinejad. Nada contra o povo iraniano, mas tudo contra o seu presidente criminoso. Alguém que diz as coisas que ele diz e faz as coisas que ele faz, só pode ser considerado criminoso. Alguém que financia grupos terroristas, só pode ser considerado terrorista.
O presidente Lula até afirmou que não se deve negar o holocausto, mas, como ficam estas palavras do presidente Lula diante da proposta de revisionismo do presidente do Irã e de suas conferências de negação ao Holocausto, concurso de charges minimizando o mesmo e até exposição de fotos sobre o assunto? Queremos crer que não sejam palavras ao ar. É bom sempre lembrar: revisionismo do Holocausto e apologia ao nazismo são crimes inafiançáveis no Brasil. Como ficamos?
Mas quem dera os crimes cometidos pelo governo iraniano se limitassem a isso. Pois diariamente do seu púlpito, o presidente deste país faz ameaças a Israel. Ameaças de GENOCÍDIO. Vale a pena ressaltar duas das mais contundentes:No domingo, 3 de junho de 2007, em uma cerimônia comemorando o 18º. aniversário da morte do Ayatolá Khomeini, ele declarou:
A contagem regressiva para a destruição do regime sionista começou nas mãos das crianças do Hizbullah”. E acrescentou: “Se D-us quiser, em um futuro próximo nós testemunharemos a destruição desse regime, graças às realizações de todos os combatentes palestinos e libaneses”.
Mais além: sabidamente o eixo Irã-Síria, é o grande financiador e apoiador dos grupos terroristas Hamas e Hizbullah que são fonte de boa parte dos conflitos na região. Se o Brasil aspira mesmo a contribuir para a paz na região, e a um assento no conselho de segurança na ONU deveria repudiar tais atos e não legitimá-los.
Veja o que o MInistro Interino das Relações Exteriores disse em uma entrevista:
Quando foi perguntado acerca dos crimes iranianos, o Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, respondeu da seguinte maneira:
"Nós não prejulgamos os regimes políticos de outros países. Assim como queremos não que o nosso regime seja julgado. Não nos interessa saber se é um regime parlamentar, presidencial; mais ou menos democrático. Nas Relações Internacionais nós respeitamos um princípio da Constituição, que fala da autodeterminação dos povos. Então, nós o respeitamos. Podemos até ter opiniões diferentes, e não interferimos. Achamos extremamente perigoso para a estabilidade internacional quando países não seguem esse princípio, de forma mais correta".
Só um petista é capaz de dizer uma asneira dessas.
Em outras palavras, pouco importa se um país é ditatorial ou não, se oprime sua população ou não, se viola os direitos humanos ou não. Mantemos relações comerciais com ele e vamos seguir mantendo. E não seriam perigosas para a estabilidade internacional as declarações exterminacionistas diárias do Irã? Suas conferências de negação ao Holocausto? Seu apoio declarado a grupos terroristas?
Leia abaixo uns poucos exemplos de repressão perpetrado pelo governo iraniano de Ahmadinejad:
Mulheres:
O Irã ratificou a Convenção Internacional dos Direitos Civis e Políticos, que exige a não discriminação por sexo, e a constituição iraniana inclui a proteção às mulheres. Entretanto, a discriminação contra as mulheres persiste na lei e na prática, como por exemplo, quando o governo força a segregação por sexo na maior parte dos locais públicos. Teerã também consente com a violência rotineira contra as mulheres. Os chamados “crimes de honra” – o assassinato de mulheres por supostas ofensas sexuais e matrimoniais, geralmente por seus próprios parentes, alegando que a “ofensa” trouxe “desonra” à família – são maneiras freqüentes de castigo público para as mulheres iranianas.
“Os crimes de honra”, acontecem sob várias formas, incluindo queimar a vítima e o apedrejamento. Em um período de dois meses em 2003, apenas como exemplo, 45 mulheres jovens foram assassinadas desta forma, na província iraniana de Khuzestan. O governo iraniano condenou algumas pessoas por esses crimes, mas geralmente com penas de prisão muito curtas.
As autoridades iranianas marcaram o Dia Internacional das Mulheres atacando centenas de pessoas que haviam se reunido pacificamente para honrar os direitos das mulheres. (Joe Stork, Diretor Geral para o Oriente Médio do “Human Rights Watch”, Março de 2006).
Religiões: Bahai
Membros da fé bahai – uma religião baseada em paz e igualdade, originária da Pérsia no século XIX – tem sido o alvo principal. Os bahais são considerados “infiéis desprotegidos” pelo governo. Eles têm enfrentado aprisionamento, execução, confisco de propriedades, e à eles é negado o acesso à educação, emprego, direitos e liberdades civis. Milhares de bahais foram presos e mais de 200 foram executados pelo governo islâmico na década de 80.
Em maio de 2006, no que foi a maior prisão em massa em décadas, oficiais de segurança iranianos prenderam 54 bahais, alguns apenas adolescentes e outros com idade aproximada de 20 e poucos anos, que estavam trabalhando em um projeto de serviço comunitário. Não foram feitas acusações, e a maior parte dos presos foi libertada em seis dias.
Cristãos:
Os cristãos iranianos, em um número aproximado de 79.000 pessoas, incluem os persas e não persas. Enquanto os cristãos evangélicos são os mais duramente tratados, os cristãos de todas as denominações sofrem discriminações, como evidenciado pelo banimento de livrarias cristãs e impressão de literatura cristã.
Os cristãos evangélicos, que são proibidos de evangelizar, são sistematicamente oprimidos pelas autoridades iranianas das seguintes maneiras:
- Monitoramento de perto de todas as atividades evangélicas
- Fechamento de Igrejas evangélicas pelo estado
- Prisão de convertidos cristãos
- Exigência de porte de um cartão de membresia de Igreja evangélica
- Restrição aos cultos evangélicos apenas para os domingos
Os muçulmanos que se convertem ao cristianismo também sofrem severas conseqüencias. A sentença imposta por “apostasia”, ou conversão ao cristianismo pode ser a morte. Em maio de 2006, Ali Kaboli, um “apóstata”, foi preso depois de muitos anos sendo vigiado pela polícia. Ele foi ameaçado de execução se não deixasse o país, foi interrogado e mantido sem comunicação sem nenhuma acusação formal contra ele.
Perseguição aos Homossexuais:
A lei iraniana diz que toda atividade homossexual masculina com penetração será punida com a morte, e a atividade que não involva penetração será punida com chibatadas até a quarta vez, depois disso a pena será a morte. A atividade homossexual feminina será punida com chibatadas até a quarta vez, depois disso também a pena aplicada será a morte.
De acordo com um iraniano exilado do “Homan”, grupo defensor dos direitos dos homossexuais, o estado executou pelo menos 4.000 homossexuais desde 1979.
Recentemente, as autoridades iranianas continuaram esta prática. Em julho de 2005, dois rapazes adolescentes, Mahmoud Asgari e Ayaz Marhoni, foram executados, supostamente por estuprarem um garoto de treze anos, acusação essa que um grupo de direitos dos homossexuais do Reino Unido, argumenta que foi usado como desculpa para puní-los por sua orientação sexual.
Abusos do Governo:
Desde sua eleição em novembro de 2005, o Presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, não apenas tem permitido que a violação aos direitos humanos continue, como também tem indicado para compor seu ministério, pessoas que notoriamente violam esses direitos, como os atuais Ministros do Interior e da Informação.
O atual Ministro do Interior Mostafa Pour-Mohammadi, supostamente ordenou, quando ocupava posições governamentais anteriormente, a execução de prisioneiros políticos e assassinatos de escritores dissidentes e intelectuais. De acordo com um relatório do “Human Rights Watch” (Observador dos Direitos Humanos), Pour- Mohammadi representou o Ministério da Inteligência, em um comitê em 1988, que ordenou que milhares de prisioneiros políticos (incluindo membros armados da oposição), fossem executados na Prisão de Evin, em Teerã, e como Vice-Ministro da Informação em 1998, ordenou o assassinato de vários escritores e intelectuais dissidentes.
Como um dos oficiais supostamente responsáveis pela ordem de assassinato em massa de prisioneiros políticos em 1988, Mostafa Pour-Mohammadi é suspeito de participação ativa em crimes contra a humanidade. “Ministros de Assassinatos”, Relatório do “Human Rights Watch”- 2005.
Diante do exposto recepciono o presidente iraniano, dizendo: "Fora Ahmadinejad e leve Lula lá junto".

Minhas postagens anteriores